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Devemos recuperar e rentabilizar em prol de Baião e dos baionenses e não voltar a fazer mais um investimento público para os amigos levarem pelo rio abaixo.


Quanto à estratégia de Baião, a nossa terra, esta poderá reverter-se em ganhos, se conjugada com uma estratégia eficiente para a dinamização e interligação dos pontos de atracção e de interesse cultural e turístico.


Assim, temos a obrigação de permanecer atentos e críticos no sentido de não cairmos em mais uma estratégia despesista e de má gestão da coisa pública, que possa não nos devolver o retorno do investimento, que possa afectar o que há de prioritário para fazer e muito menos que se torne em algo insustentável para o Município e para os baionenses.


Já temos exemplos suficientes, pelo País fora e mesmo em Baião, em que o investimento se torna despesa e encargo insustentável para o erário público, pelo que, tudo deve ser devidamente alinhado e pensado, de modo a que as mais valias retornem para Baião.


Concordo com a estratégia de recuperação, mas devidamente pensada e salvaguardados os interesses do Concelho, sendo que, até nos permite o recurso aos fundos comunitários. No entanto, não podemos permitir que as mais valias saiam do município e muito menos que depois sejam entregues a alguém que as leva pelo rio abaixo.


Um pouco de informação e de história:

O Românico é um estilo cultural e arquitectónico que surge em Portugal no século XI, no âmbito de um fenómeno cultural europeu mais vasto que caminhou até Portugal através da reforma monástica clunicense e da liturgia romana, ou seja, veio para Portugal, para o Norte e para Baião com as ordens religiosas de Cluny, de Cister, dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, bem c

omo, com as Ordens Militares que foram reconquistando e reorganizando o território ibérico e nacional. Outra realidade, na qual se inclui o Mosteiro de Ancêde, está relacionada com a expansão da arquitetura românica, que assenta sobretudo num estilo predominantemente religioso, estando muito relacionado com a organização eclesiástica diocesana e paroquial e com os mosteiros das várias ordens monásticas, fundados ou reconstruídos nos séculos XII e XIII, os quais se concentram sobretudo nas freguesias e paróquias da região entre o Douro e o Minho.



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