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cds; paulo portas; psd; congressos políticos; governo

Este cherne vem agora auto glorificar-se como tendo sido o salvador da pátria,  quando na realidade tem sido o carrasco no abate do Estado Social e dos portugueses em geral.

 

Acaba de referir que o CDS não é nem nunca será igual ao PSD, pois disso ninguém tem dúvidas,  sendo que o CDS de Paulo Portas tem sido ainda pior do que o PSD. Igual aos partidos de esquerda é que não é certamente.

 

Antes dizia-se defensor dos reformados e pensionistas, bem como dos agricultores, sendo que agora dirige o seu discurso para as futuras reformas dos jovens (típico discurso que visa dividir as gerações e destruir a coesão social. Nota-se que está a falar para um plateia jovem, sendo que nenhum idoso, reformado ou pensionista está presente no Congressso e muito menos estão alinhados com a linha de acção desse cherne. 

 

Em vez de defender a agricultura, defende a distribuição dos fundos comunitários pelos já tradicionais agricultores senhoriais que não estão minimamente preocupados com a sustentabilidade da agricultura,  mas sim e só com o acesso aos fundos comunitários que sustentam uma via ideológica senhorial capitalista e de destruição da biodiversidade.

 

Disse aos seus comparsas que iria esclarecer o irrevogável,  mas como bem se percebeu,  pretendeu apenas retirar responsabilidade do capote, quando ele próprio é um dos maiores responsáveis pelos ataques que têm sido feitos contra o Estado Social, cotra a saúde,  contra a educação e contra um fim de vida digno para todos.

 

A sua grande preocupação de irrevogabilidade residiu na defesa da coligação e não na defesa de Portugal nem dos portugueses. Vem ainda este cherne rematar que "o que tem de ser tem muita força". 

 

Já estamos fartos de ditadores. 

 

Quando refere que defende "uma nova normalidade" e que o crescimento de hoje é motivo de esperança,  certamente que não está a falar da esperança dos jovens, dos desempregados,  dos estudantes carenciados, dos doentes e muito menos dos idosos e reformados.

 

Conclui este cherne dos problemas que "quer uma esperança com os pés bem assentes na terra". Pois não necessita de ir muito mais longe, sendo que já meteram na terra não só os pés dos portugueses, mas o corpo e a alma de todo um povo. 

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Segundo os jornais alemães, a Ministra da Família (Manuela Schwesig) propôs a redução da jornada de trabalho, para 32 horas por semana, dirigida a pais e mães que tenham filhos, sendo esta medida política financiada em parte por receitas fiscais e contributivas angariadas por via dos imigrantes que chegam e rejuvenescem o País, sendo que fazem descontos para a segurança social alemã, não recorrem à mesma durante a vida ativa e quando já são velhos regressam aos seus países, comabatendo assim os problemas de envelhecimento que a Alemanha está a começar a enfrentar.

 

Referiu recentemente a Ministra Schwesig, que "quer que ambos os pais reduzam a carga horária de trabalho semanal" para as 32 horas semanais. A ideia é criar um "bônus para o casal e incentivar à natalidade". De acordo com Schwesig, a redução dos ganhos poderá ser em parte compensada quer por receitas fiscais, como pelas contribuições dos imigrantes, que durante a vida ativa praticamente não recorrem ao sistema social.

 

A ministra informou que a proposta tem também o apoio da ministra do Trabalho, Andrea Nahles, o que quer dizer que será para implementar.

 

Para os portugueses exigem austeridade em cima de austeridade, juros em cima de juros e trabalho dobrado com baixos salários.

 

Os jornais alemães fazem chegar aos diversos países da UE as notícias de que a situação do mercado de trabalho alemão é boa e que, apesar dos problemas isolados, sabem que os cidadãos dos Estados mais pobres da UE estão a ser forçados a emigrar, pelo que poderão contribuir para o desenvolvimento da sua economia, bem como para o rejuvenescimento de uma população alemã cada vez mais envelhecida.

 

Enquanto a Alemanha começa por resolver os problemas estruturais, nomeadamente laborais, familiares, de natalidade, de rejuvenescimento da mão de obra e da redução do envelhecimento da população, nós por cá preferimos dar ouvidos à Senhora Merkel e continuar a aceitar austeridade em cima de austeridade, de modo a convidarmos os nossos jovens e menos jovens, altamente qualificados, a emigrar.

 

Espero que comecemos a pensar como é que vamos suportar o nosso sistema laboral, familiar e de segurança social.

 

Note-se que:

  • A Alemanha está a apostar na imigração, sobretudo qualificada (chega inclusivamente a oferecer cursos de linguas remunerados aos jovens portugueses);
  • Tem uma taxa de desemprego que não chega aos 7% (6,7% no final de 2013);
  • Devido à sua atual tendência demográfica, a Alemanha precisará, nos próximos anos, de até 1,5 milhões de trabalhadores estrangeiros qualificados. Aponta Wansleben, que estes imigrantes é que irão ajudar a "assegurar o crescimento e estabilizar os sistemas sociais". Tem referido Herbert Brücker que são poucos os imigrantes a aceder à segurança social durante a vida ativa, no entanto "contribuem para os sistemas de reforma e de segurança social alemão, o que permite ao Estado Social alemão sair a ganhar.

E nós a perder! 

 

Mas calma, nem tudo está perdido, aprenda aqui como sobreviver a mais de 8 horas de trabalho:

http://exame.abril.com.br/videos/sua-carreira/como-ter-qualidade-de-vida-quando-trabalho-mais-que-8-horas 

 

 

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Eusébio, o santuário, a viúva e o merchandising dos 15.000€ mensais

por José Pereira (zedebaiao.com), em 11.01.14

Eles sabiam há muito tempo que Eusébio renderia muito mais quando estivesse morto, do que em vida, sendo por isso que o mantinham "em cativeiro" à espera de um dia o utilizar como ferramenta, taça, bola ou moeda de troca para novos negócios futebolísticos ou políticos.

Eusébio; Mandela; Morte; Benfica

 

Eusébio não é uma bola de futebol e muito menos uma qualquer taça ou bota de ouro! Foi, é, e continuará a ser um Grande e Bom Homem, uma personalidades única que marcou a nossa geração e o nosso tempo, um ideal de Homem e de bondade que merece o respeito absoluto de todos nós, incluindo desses lideres futebolisticos e politiqueiros que se curvaram junto do seu caixão, mas só a pensar em interesses, protagonismos ou lucros clubisticos ou politiqueiros.

 

Quem se der ao trabalho de ler ou estudar um pouco sobre os negócios da morte, facilmente irá descobrir que, ao longo da História, a morte de uns tem servido para gerar lucros e vantagens para outros, tendo essa ferramenta (a morte) sido bem utilizada pelas classes mais previligiadas (por exemplo durante a revolução industrial) e com finalidades bem macabras e economicistas.

 

Ainda recentementen um jornal alemão ("Süddeutsche Zeitung") noticiava que o maior banco privado alemão (Deutsche Bank), havia vendido um fundo de seguros de vida que consistia em apostar na morte de determinadas individualidades, obtendo os investidores um aumento dos lucros, caso essas pessoas morressem mais cedo.

 

O mesmo aconteceu com Nelson Mandela, sendo que, mesmo antes da sua morte já se negociavam pelos corredores dos jornais e revistas os artigos a publicar/vender/render, bem como outras negociatas, incluindo de merchandising. Um outro exemplo ocorreu recentemente com morte de Paul Walker, de 40 anos, sendo que, enquanto milhares de fãs e amigos próximos do ator choravam a sua morte, já vários agentes e marcas se aproveitavam deste trágico acontecimento para elevar os lucros. Esperem mais uns dias e vão constatar o mesmo com a morte ou invalidez de Schumacher. Só com a morte de um pobre é que ninguém se importa. Podem até morrer às centenas.

 

Apesar de ter o máximo de respeito pelas agências funerárias que prestam um serviço digno e respeitador nas nossas horas mais frágeis, não aceito que se faça da morte uma moeda ou ferramenta de troca. Muito menos aceito que alguém se aproveite da morte e do sofrimento dos outros para fazer negócios absurdos que têm como único intuito a lavagem de dinheiro ou o lucro continuado. Este aproveitamento é algo de muito grave que demonstra elevada falta de respeito e de bom senso que já graza por aí e que nos deve envergonar e indignar a todos. 

 

É assim que uma grande parte dos líderes futebolísticos e polítiqueiros olham para os Homens Bons - Esperam mostrar-se ao seu lado, ou junto ao seu caixão, não para chorar, mas para avaliar quanto podem ganhar com a sua morte.

 

A morte, para a maioria dos Homens Bons, representa o fim irrevogável e merece o máximo de silêncio, o máximo de respeito e o recolhimento, seja dos familiares, dos amigos ou mesmo dos fãs.

 

Como temos constatado, para muitos líderes futebolísticos e politiqueiros, é-lhes indiferentes o respeito ou mesmo o sofrimento dos milhões de fãs, amigos ou mesmo familiares, sendo que tudo farão para poderem reaparecer as vezes que sejam necessárias ao lado da sua sepultura e mesmo no momento da sua transladação.

 

Todos os mostruários ou santuários que possam construir, não têm por único objetivo a homenagem ao Homem Bom de nome Eusébio. Têm sim é um interesse lucrativo à custa da morte dos Homens Bons.

 

Hoje está mais do que comprovado que o interesse sobre Eusébio não visava o respeito pelos Grandes Homens, mas sim pelos grandes negócios, seja em vida ou depois da morte.

 

Simpatizo com o Benfica, mas não simpatizo com os negócios obscuros da bola.

 

Revolta-me esta falta de respeito pelos homens bons, gente simples e humilde. Estes Homens e Mulheres, nem se importariam de ser enterrados num qualquer canto do jardim, mas há sempre alguém a querer aproveitar-se da sua morte.

 

Nem sei a quem atribuir maior responsabilidade, se aos líderes futebolísticos, se aos sócios/adeptos ou se às viúvas. 

 

O problema é que toda esta gente está perfeitamente consciente do que faz.

 

 

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