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As estatísticas das finanças públicas proporcionam uma visão geral do tamanho e do papel das administrações centrais nas economias nacionais. A receita é composta pelo recebimento de impostos, contribuições sociais e outras receitas, como coimas, taxas, rendas e rendimentos de propriedades ou vendas. A despesa é composta pelo pagamento de bens e serviços para as atividades de funcionamento da administração pública. Inclui remunerações dos funcionários, juros e subsídios, subvenções, prestações sociais e outras despesas, como rendas e dividendos.
Um excedente ou um défice é o resultado da receita (incluindo subvenções) menos a despesa, menos a aquisição líquida de ativos não financeiros. O aumento líquido de passivos é financiamento interno (obtido dos residentes) e financiamento externo (obtido de não residentes) ou o meio pelo qual um estado disponibiliza recursos financeiros para cobrir um défice orçamental ou atribui recursos financeiros decorrentes de um excedente orçamental.
A dívida total é o stock completo de obrigações contratuais diretas de prazo fixo do estado perante terceiros pendentes numa determinada data.
Evolução das receitas das administrações públicas UE

 

 

Evolução e tendência da receita e despesa Portugal 2008 a 2021

 

 

 

PRACE, PREMAC, Administração Pública, Governo, Despesa, Receita

 

 

Evolução geral das estruturas da AP portuguesa DGAEP Fev 2013_AP indireta

 

Evolução da despesa em Portugal

 

 

 

Evolução das receitas fical em percentagem do PIB 1996 a 2011 UE

 

 

 

Evolução das despesas do Estado por funções de 1972 a 2011

 

Documentos relacionados:

 

Orçamento de Estado Aprovado
 
Lei_83-C_2013-OE2014_VersaoDR.pdf Lei n.º 83-C/2013, de 31/12 - Lei do Orçamento do Estado para 2014 (contém os Mapas da Lei)
map01-2014.pdf Mapa I - Receitas dos Serviços Integrados por classificação económica
map02-2014.pdf Mapa II - Despesas dos Serviços Integrados por classificação orgânica, especificadas por capítulos
map03-2014.pdf Mapa III - Despesas dos Serviços Integrados por classificação funcional
map04-2014.pdf Mapa IV - Despesas dos Serviços Integrados por classificação económica
map05-2014.pdf Mapa V - Receitas dos Serviços e Fundos Autónomos por classificação orgânica, com especificação das receitas globais de cada serviço e fundo
map06-2014.pdf Mapa VI - Receitas dos Serviços e Fundos Autónomos por classificação económica
map07-2014.pdf Mapa VII - Despesas dos Serviços e Fundos Autónomos por classificação orgânica, com especificação das despesas globais de cada serviço e fundo
map08-2014.pdf Mapa VIII - Despesas dos Serviços e Fundos Autónomos por classificação funcional
map09-2014.pdf Mapa IX - Despesas dos Serviços e Fundos Autónomos por classificação económica
map10-2014.pdf Mapa X - Receitas da Segurança Social por classificação económica
map11-2014.pdf Mapa XI - Despesas da Segurança Social por classificação funcional
map12-2014.pdf Mapa XII - Despesas da Segurança Social por classificação económica
map13-2014.pdf Mapa XIII - Receitas de cada Subsistema por classificação económica
map14-2014.pdf Mapa XIV - Despesas de cada Subsistema por classificação económica
map15-2014.pdf Mapa XV - Programa de Investimentos e Despesas de Desenvolvimento da Administração Central (PIDDAC )
map16-2014.pdf Mapa XVI - Despesas correspondentes a programas
map17-2014.pdf Mapa XVII - Responsabilidades contratuais plurianuais dos Serviços Integrados e dos Serviços e Fundos Autónomos, agrupadas por ministérios
map18-2014.pdf Mapa XVIII - Transferências para as Regiões Autónomas
map19-2014.pdf Mapa XIX - Transferências para os municípios
map20-2014.pdf Mapa XX - Transferências para as freguesias
map21-2014.pdf Mapa XXI - Receitas tributárias cessantes dos Serviços Integrados, dos Serviços e Fundos Autónomos e da Segurança Social
 
Alterações ao Orçamento de Estado
OE2014_Lei83C-2013_31-12-2013_PrimeiraAlteracao_Proposta_Lei.pdf Proposta de primeira alteração ao Orçamento do Estado para 2014 (Lei 83-C/2013, de 31 de dezembro) - Lei
OE2014_Lei83C-2013_31-12-2013_PrimeiraAlteracao_Proposta_MapasLei_map01.pdf Proposta de primeira alteração ao Orçamento do Estado para 2014 (Lei 83-C/2013, de 31 de dezembro) - Mapas da Lei
[Mapa I - Receitas dos Serviços Integrados por classificação económica]
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[Mapa II - Despesas dos Serviços Integrados por classificação orgânica, especificadas por capítulos]
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[Mapa V - Receitas dos SFA por classificação orgânica, com especificação receitas globais cada serviço e fundo]
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[Mapa VI - Receitas dos SFA por classificação económica]
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[Mapa XIII - Receitas de cada Subsistema por classificação económica]
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[Mapa XIV - Despesas de cada Subsistema por classificação económica]
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[Mapa XV - Despesas correspondentes a Programas]
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[Mapa XVI - Repartição Regionalizada dos Programas e Medidas]
 
​​​​​​​​​​​​​​​​Na Biblioteca Digital do Ministério das Finanças encontram-se disponíveis os Orçamentos de Estado a partir de 1836, divididos em quatro grandes grupos:
       - Orçamento apresentado às Cortes, 1836 - 1862
       - Orçamento Geral e proposta de lei da receita e da despesa do Estado na Metrópole, 1863 - 1882
       - Orçamento Geral e proposta de lei das receitas e das despesas ordinárias e extraordinárias do Estado na Metrópole, 1883 - 1925
       - Orçamento Geral do Estado, 1926 - 1957
       - Orçamento do Estado, 1996 - até à actualidade​​​​​

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Em 2007, entrou em vigor uma lei sancionada pela União Europeia (UE) que pune com prisão quem negar o Holocausto.12 Em 2010, a UE também criou a base de dados europeia EHRI (em inglêsEuropean Holocaust Research Infrastructure) para pesquisar e unificar arquivos sobre o genocídio.13 A Organização das Nações Unidas (ONU) homenageia as vítimas do Holocausto desde 2005, ao tornar 27 de janeiro o Dia Internacional de Recordação do Holocausto, por ser o dia em que os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz foram libertos.14 

holocausto

 

Dos nove milhões de judeus que residiam na Europa antes do Holocausto, cerca de dois terços foram mortos.3Mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens judeus morreram durante o Holocausto.4 Uma rede de mais de 40 mil instalações na Alemanha e nos territórios ocupados pelos nazistas foi utilizada para concentrar, manter, explorar e matar judeus e outras vítimas.5 Alguns estudiosos afirmam que oassassinato em massa de ciganos e de pessoas com deficiência deve ser incluído na definição do termo6 e alguns usam o substantivo "holocausto" para descrever outros assassinatos em massa feitos pelos nazistas, como o extermínio de prisioneiros de guerra e de civis soviéticospoloneses e homossexuais.7 8 Segundo estimativas recentes baseadas em números obtidos desde a queda da União Soviética em 1989, entre dez e onze milhões de civis (principalmente eslavos) e prisioneiros de guerra foram intencionalmente assassinados pelo regime nazista.910

 

 

Holocausto

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Holocausto (em gregoὁλόκαυστοςholókaustosholos, "todo" e kaustos, "queimado")1 também conhecido como Shoá (em hebraicoהשואהHaShoá, "a catástrofe"; em iídicheחורבןChurben ou Hurban, do hebraico para "destruição") foi o genocídio ou assassinato em massa de cerca de seis milhões de judeus durante aSegunda Guerra Mundial, através de um programa sistemático de extermínio étnico patrocinado pelo Estado nazista, liderado por Adolf Hitler e pelo Partido Nazista e que ocorreu em todo o Terceiro Reich e nos territórios ocupados pelos alemães durante a guerra.2

Dos nove milhões de judeus que residiam na Europa antes do Holocausto, cerca de dois terços foram mortos.3Mais de um milhão de crianças, dois milhões de mulheres e três milhões de homens judeus morreram durante o Holocausto.4 Uma rede de mais de 40 mil instalações na Alemanha e nos territórios ocupados pelos nazistas foi utilizada para concentrar, manter, explorar e matar judeus e outras vítimas.5 Alguns estudiosos afirmam que oassassinato em massa de ciganos e de pessoas com deficiência deve ser incluído na definição do termo6 e alguns usam o substantivo "holocausto" para descrever outros assassinatos em massa feitos pelos nazistas, como o extermínio de prisioneiros de guerra e de civis soviéticospoloneses e homossexuais.7 8 Segundo estimativas recentes baseadas em números obtidos desde a queda da União Soviética em 1989, entre dez e onze milhões de civis (principalmente eslavos) e prisioneiros de guerra foram intencionalmente assassinados pelo regime nazista.910

A perseguição e o genocídio foram realizados em etapas. Várias leis para excluir os judeus da sociedade civil — com maior destaque para as Leis de Nuremberg de 1935 — foram decretadas na Alemanha antes da eclosão da Segunda Guerra Mundial na Europa. Campos de concentração foram criados e os presos enviados para lá eram submetidos a trabalho escravo até morrerem de exaustão ou por alguma doença. Quando a Alemanha ocupou novos territórios na Europa Oriental, unidades paramilitares especializadas chamadas Einsatzgruppenassassinaram mais de um milhão de judeus e adversários políticos durante fuzilamentos em massa. Os alemães confinaram judeus e ciganos em guetos superlotados, até serem transportados, através de trens de carga, paracampos de extermínio, onde, se sobrevivessem à viagem, a maioria era sistematicamente morta em câmaras de gás. Cada ramo da burocracia alemã estava envolvido na logística que levou ao extermínio, o que faz com que alguns classifiquem o Terceiro Reich como um "um Estado genocida".11

Em 2007, entrou em vigor uma lei sancionada pela União Europeia (UE) que pune com prisão quem negar o Holocausto.12 Em 2010, a UE também criou a base de dados europeia EHRI (em inglêsEuropean Holocaust Research Infrastructure) para pesquisar e unificar arquivos sobre o genocídio.13 A Organização das Nações Unidas (ONU) homenageia as vítimas do Holocausto desde 2005, ao tornar 27 de janeiro o Dia Internacional de Recordação do Holocausto, por ser o dia em que os prisioneiros do campo de concentração de Auschwitz foram libertos.14

 

 

 

Caricatura do semanário antissemita nazista Der Stürmer, do natal de 1929. Nela é dito aos alemães para evitar comprar de judeus.

Y

Soldados nazistas em frente a uma loja em Berlim colando uma placa com os dizeres: "Alemães! Defendam-se! Não comprem de judeus" (em alemão:"Deutsche! Wehrt Euch! Kauft nicht bei Juden!").

 

Refugiadas judias a bordo do MS St. Louis enquanto a embarcação atracava no porto de HavanaCuba, em 1939. A entrada dos mais 900 refugiados judeus no navio foi recusada pelos governos deCubaEstados Unidos e Canadá

 

Prisioneiros do campo de concentração de Buchenwald em 1941.

Desde o início do Terceiro Reich campos de concentração foram criados, inicialmente como locais de encarceramento. 

Mulheres judias capturadas no Gueto de Budapeste, outubro de 1944.

Após a invasão da Polônia, os nazistas estabeleceram guetos em que judeus e alguns ciganos foram confinados até serem finalmente enviados para campos de extermínio. A primeira ordem para a criação dos guetos veio em uma carta datada de 29 de setembro de 1939 a partir de Heydrich para os líderes dos Einsatzgruppen.47 Cada gueto era administrado por um Judenrat (Conselho Judaico) composto por líderes da comunidade judaica alemã, que eram responsáveis pelo dia-a-dia do gueto, como a distribuição de alimentos, água, remédios e abrigo. A estratégia básica adotada pelos conselhos era de uma tentativa de minimizar as perdas, em grande parte, cooperando com as autoridades nazistas (ou seus substitutos), aceitando o tratamento cada vez mais terrível e pedindo por melhores condições e clemência.48

 

Crianças famintas em uma das ruas do Gueto de Varsóvia, 1940.


Uma vala comum dentro do campo de extermínio de Bergen-Belsen.


 

Prisioneiros famintos no campoMauthausen, em EbenseeÁustria, libertados pela forças estadunidenses em 5 de maio de 1945.

 

Judeus da Transcarpátiadesembarcando em Auschwitz-Birkenau, maio de 1944.
Fileiras de corpos enchem o campo de concentração de Nordhausende,Alemanha, 12 de abril de 1945.

 

Corpos em um caminhão ao lado do crematório do campo de extermínio deBuchenwald
Crianças judias sendo enviadas para ocampo de extermínio de Chełmno

 

 

Crianças gêmeas eram mantidas vivas para serem usadas ​​em experimentos médicos, como os realizados por Josef Mengele. Na imagem, crianças deAuschwitz libertas pelo Exército Vermelho, janeiro de 1945.

 

Prisioneiro de guerra soviético em agosto de 1941. Ao menos 50 mil soldados judeus foram mortos após a seleção.
Mapa do Holocausto na Europa, entre 1939 e 1945, mostrando todos os campos extermínio, a maioria doscampos de concentração e as principais rotas de deportação (em espanhol).

 

Campo de concentração deBuchenwald. Dia da libertação em 16 de abril de 1945. No segundo andar do beliche, o sétimo a contar da esquerda éElie Wiesel, o Prêmio Nobel da Paz de 1986.

 

A entrada para Auschwitz-Birkenau em 1945.

 

Estado deplorável de sobreviventes eslavos do campo de concentraçãoBuchenwald.

 

Civis poloneses fuzilados após oLevante do Gueto de Varsóvia.

 

Uma mulher cigana com um oficial alemão e o psicólogo nazista Dr. Robert Ritter.

 

Presos políticos soviéticos no campo de concentração de Mauthausen.

 

Pacientes no Hospital Psiquiátrico de Schönbrunn, 1934. Foto de Franz Bauer, daSS

Ver também

 

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MERDICE DE MUNDO! ESTERCO DE POLÍTICOS! BOSTA DE CIDADÃOS!

por José Pereira (zedebaiao.com), em 27.01.14

Até aceito que sejamos naturalmente maus (Richard Dawkins) e que seja legítimo pretenderem progredir socioeconomicamente com base no trabalho e no mérito, mas nunca à custa do empobrecimento de 90% da população. Nunca aceitarei que a maioria dos dirigentes políticos (nomeadamente socialistas que dizem defender a declaração de princípios do PS e os valores de Abril) continuem a comer em conjunto e a seguir a ambição do protagonismo e da riqueza das elites capitalistas ou da "gazeta dos banqueiros" que enriquecem à custa do empobrecimento da maioria de um povo e do acentuar das desigualdades sociais e económicas.

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Nunca aceitarei este alinhamento descontrolado e muito menos a troca de favores entre o poder político e as elites económicas neoliberais a quem os líderes partidários prestam vassalagem sem olhar às condições de todo um povo.

 

A função dos políticos não é servir às elites do capital. À nobre função da política e dos políticos compete representar e defender devidamente o seu país e todo o seu povo, no sentido da concretização da missão da justiça social, do equilibrio socioeconómica, da condição humana e da sustentabilidade ambiental.

 

Se só 1% dos militantes partidários é que são dirigentes, porque é que 99% dos militantes e 100% dos cidadãos não conseguem unir-se para inverter este estado extremo de desequilíbrios, de desigualdades e de injustiças sociais e económicas? 

 

Desculpem, mas face aos últimos dados vindos a público, sobre as extremas desigualdades sociais, só posso considerar que sempre fomos (e parece que pretendemos continuar a ser) a bosta de todo este sistema político-empresarial que há muito deixou de ser democrático. 

 

SOMOS UMA GRANDE BOSTA! (Sim, eu também sou, mas pelo menos esforço-me para tentar contrariar o pouco que está ao meu alcance)

 

Não podemos dormir descansados e muito menos consentirmos o alinhamento dos nossos líderes políticos ou governantes com estes jogos sujos de interesse meramente elitista capitalista, quando tomamos conhecimento de que:


# Portugal é assinalado como um dos países onde o peso dos rendimentos dos mais ricos mais que duplicou nas últimas décadas. Note-se que 20% dos nossos idosos já estão a viver abaixo do limiar da pobreza (sim, um dia também vamos ser uma bosta velha);

 

# Enquanto empobrecemos, permitimos que os dirigentes partidários se mantenham perigosamente interligados com o poder financeiro (veja-se por exemplo o evento da "gazeta dos banqueiros" - Economist Event’s The Lisbon Summit - que vai decorrer em Lisboa nos dias 18 e 19 de fevereiro e onde os nossos governantes continuam a comer e onde a oposição do arco do poder se vai alimentar;

 

# Numa Europa a 27 países, Portugal continua a ser dos países mais pobres da UE. O PIB "per capita" português vai continuar a divergir da média europeia, sendo que estamos cada vez mais pobres. Já passaram cerca de 30 anos de União Europeia, milhões de fundos comunitários e mais de uma década dentro do euro, uma das moedas mais poderosas do Mundo, mas tudo isto (a nossa bosta) não conseguiu impedir que Portugal tenha hoje dois terços da população a viver em regiões consideradas ‘pobres’ na Europa. O retrato de Portugal não é famoso: o país está mais pobre e divergente da Europa em termos de nível de vida;


# Portugal é um dos países da Europa com maiores desigualdades sociais. Tal como por todo o Mundo e por toda a Europa, Portugal tem andado igualmente a beneficiar as “elites económicas” e arrisca-se a ser um dos países mais desiguais e mais pobres da Europa;

 

Quase metade da riqueza mundial está nas mãos de 1% dos mais ricos do mundo. Mas Portugal não é diferente desta realidade, sendo que, entre 2010 e 2011, a desigualdade nos rendimentos tem beneficiado sobretudo as “elites económicas”, bastando, por exemplo, olhar para o crescimento do mercado de bens de luxo ou para o crescimento dos rendimentos dos mais ricos, os quais têm vindo a crescer na ordem dos 10% ao ano, enquanto que 90% das pessoas perdem sucessivamente a mesma proporção;

 

“Pelo menos um em cada dez famílias europeias com trabalho vive na pobreza e esta estatística pode piorar gravemente” (Oxfam Report, 2013). A Oxfam insiste que a história se está a repetir e que “os nossos líderes estão a ignorar as consequências das medidas de austeridade”, voltando a citar casos em que houve cortes ou privatizações na saúde e na educação e em que a consequência foi “um fosso entre pobres e ricos”;


# A riqueza combinada das 10 pessoas mais ricas da Europa ultrapassa o custo total das medidas de estímulo implementadas em toda a UE entre 2008 e 2010 (€ 217 / € 200 biliões de euros). Afinal em que Europa vivemos? Europa dos Cidadãos? Ou Europa das Elites e dos Capitais?;


# As 85 pessoas mais ricas do mundo têm tanto como metade da população mundial;


# A desigualdade económica é tão extrema que sequestra todos os processos democráticos, sequestra a educação e a saúde e corrompe os políticos e governantes;

 

# A falta de participação, de regulação e de controlo das organizações políticas e governativas só continuam a servir os interesses das elites económicas e não os cidadãos em geral;


# Em momentos de crise nacional e europeia, enquanto só 10% das pessoas continuam a enriquecer, 90% dos portugueses e dos europeus continuam a pagar e a ficar cada vez mais pobres;

 

# A riqueza de 1% dos mais ricos do mundo (110 biliões de dólares) é 65 vezes maior do que o conjunto de riqueza que consegue ter a metade da população mundial mais pobre;


# Sete em cada dez pessoas vivem nos países onde a desigualdade tem aumentado nos últimos 30 anos;


# 72 milhões de crianças estão fora da escola (mais de dois terços são meninas);


# 771 milhões de adultos no mundo são analfabetos (64 por cento são mulheres);


# Enquanto somos bombardeados com cortes e mais cortes e com o sucessivo aumento do desemprego, acabamos de saber que seriam necessários mais de dois milhões de novos professores para proporcionar às crianças uma educação decente e 15 milhões seriam necessários para se conseguir alcançar a educação para todos até ao ano de 2015;


# As profundas desigualdades na distribuição da riqueza no mundo atingiram actualmente proporções verdadeiramente chocantes. O número de pobres não pára de crescer e já chega a 307 milhões de pessoas no mundo. Estima-se que, se continuarmos com estas políticas europeias e mundiais, até 2015 passaremos a ter 420 milhões de pessoas a viver muito abaixo do limiar da pobreza, a maioria dos quais não tem sequer 1 euro por dia. Só para termos noção da extrema desigualdade e do tamanho da injustiça, saibamos que em algumas regiões, principalmente na África, parte da população já se encontra com um nível de consumo diário de apenas cerca de 40 cêntimos, enquanto um cidadão suíço gasta por dia cerca de 45 euros;


# Calcula-se que cerca de 900 milhões de pessoas, em todo o mundo, sejam vítimas de crónica ou grave subnutrição, a maior parte das quais são mulheres e crianças dos países em vias de desenvolvimento. Quer isto dizer que 1 em cada 8 habitantes do globo estejam a deitar-se todos os dias cheios de fome. A fome é o problema número 1 na lista dos 10 maiores riscos de saúde. Ela mata mais pessoas todos os anos do que a sida, a malária e tuberculose em conjunto;


# Estamos a permitir que um terço das crianças, com menos de cinco anos, morram de fome e subnutrição.

 

PARA QUÊ TANTO DINHEIRO CONCENTRADO EM TÃO POUCA GENTE, SE ESTAMOS A PERMITIR QUE ESTEJA A MORRER DE FOME UMA CRIANÇA EM CADA 10 SEGUNDOS QUE PASSAM! MERDICE DE MUNDO!

 

O desequilíbrio de meios sufoca completamente as economias mais pobres e enfraquece a democracia, sendo que, se nada for feito urgentemente, este propositado enfraquecimento dos Estados, da democracia e das instituições públicas e políticas continuarão a servir só aos interesses das elites e a desenvolver cada vez mais as desigualdades extremas.

 

ESTAMOS A SER SEQUESTRADOS E A CULPA É NOSSA (SIM, MINHA E SUA), OU SEJA, DESTES 99% DE MILITANTES PARTIDÁRIOS QUE CONTINUAM A BAJULAR OS SEUS LÍDERES E DESTES 90% CIDADÃOS QUE PARECE CONTINUAREM A PREFERIR RESIGNAR-SE À POBREZA E A MORRER À FOME, DO QUE COMEÇAREM A LUTAR POR MAIS JUSTIÇA SOCIAL.

 

MERDICE DE MILITANTES E BOSTA DE CIDADÃOS!

 

MAS CUIDADO!!! OU GANHAMOS CONSCIÊNCIA E CORRIGIMOS AS INJUSTIÇAS E DESIGUALDADES, OU ACABAREMOS NUM DE DOIS CAMINHOS: DITADURA OU GUERRA CIVIL, AMBAS AS VIAS A CAMINHAR PARA UMA VIDA MISERÁVEL PARA 99% DOS CIDADÃOS.

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