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Pelas últimas sondagens, constata-se que os socialistas europeus (S&D) têm vindo a perder terreno/lugares. No dia 2 de abril previa-se que os socialistas tivessem o mesmo números de deputados (212 Socialistas "PS" e 212 Populares/Democratas Cristãos "PSD"). Serão as consequências das recentes derrotas socialistas em França? Ainda não sabemos, mas o certo é que tiveram um forte impacto sobre o eleitorado.

 

Estas sondagens demonstram, pela primeira vez, que o PPE ("PSD") passa significativamente para a frente dodos socialistas (S&D), encontramdo-se os Populares/Democratas Cristãos ("PSD") com 222 lugares previstos, contra 209 dos socialistas (S&D), sendo a diferença de 13 eurodeputados. É notório e preocupante o avanço da direita, sobretudo quando associado a um avanço da extrema direita, sendo que esta responsabilidade é dos partidos de esquerda que, em vez de direcionarem o rumo para políticas de esquerda preferem rumar à direita e gerar intrigas entre os próprios. Assim, dificilmente a Europa conseguirá mudar para melhor!

 

Esta alteração, ocorrida sobretudo ao longo das últimas duas semanas é fruto do resultado de um aumento significativo no apoio aos partidos do PPE na Polônia, provavelmente relacionado com a insegurança que a Europa não tem conseguido assegurar, nomeadamente no que respeita à crise na Ucrânia.

 

É certo que a recente derrota dos socialistas em França tiveram consequências. Não se dabe ainda é que frutos virá a ter as recentes mudanças ocorridas no Governo francês, sendo que este direcionou o rumo para a sua ala mais à direita e está a gerar instabilidade entre os prórpios socialistas e ataques entre os próprios partidos de esquerda, situação que poderá acabar por beneficiar a direita e sobretudo a extrema direita.

 

Os socialistas europeus (S&D) têm ainda vindo a perder ligeiramente terreno na Áustria, na Bulgária, na Hungria, na Polônia , na França e na Grécia. Relativamente a Portugal, ainda é cedo para sabermos, sendo que não se sabe o que esperar dos novos partidos que vão a eleições e que poderão vir a retirar lugares ao PS (S&D).

 

No entanto, a diferença entre os dois grandes grupos europarlamentares ainda é relativamente pequena e as campanhas eleitorais ainda nem sequer começaram.

 

Têm sido realizados estudos recentes, ainda não consolidados que indicam que o S&D ("PS") poderá ainda vir a sair vitorioso, sendo que há estudos a indicar a probabilidade de que o S&D ("PS") tem 25% de hipoteses de ficar acima do EPP ("PSD").

 

 

Relativamente aos restantes grupos europarlamentares, o ALDE (Democratas Liberais) permanece à frente do GUE (Esquerda Unitária/Verdes) ​​, mas estima-se que GUE tem uma probabilidade de 24% de ficar acima do ALDE. Será que os partidos mais à esquerda conseguirão retirar votos ao centro-esquerda e ficar à frente da extrema direita? O certo é que a extrema direita avança em diversos países, mas ainda é cedo para podermos retirar conclusões. As verdadeiras conclusões só serão retiradas nomdia das eleições.

 

Nesta última edição, as mais recentes previsões sugerem que Le Pen e Wilders conseguirão ter eurodeputados suficientes para formar um grupo parlamentar, com cerca de 38 deputados de sete Estados membros. Esta previsão baseia-se nos cinco outros partidos nacionais que têm sugerido vir a juntar-se ao FN francês e holandês PVV, bem como o FPÖ austríaco, o belga VB , o LN italiano , o eslovaco SNS , e o sueco SD.

 

 

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Venho por este meio requer a todos os deputados, que dizem defender os cidadãos, que solicitem ao Sr Primeiro Ministro, ao Governo, à Sr.ª Ministra das Finanças e ao Sr. Ministro da Saúde que apresentem aos portugueses a lista dos medicamentos e produtos nocivos para a saúde, que pretendem racionar e taxar, atendendo a que o Sr. Ministro da Economia (Pires de Lima) vem agora confirmar que "não há taxa" sobre os produtos alimentares comercializados que possam ser considerados como "nocivos para a saúde".

 

Refere o Sr. Ministro da Economia, António Pires de Lima, que "tudo não passa de uma ficção, um fantasma que nunca foi discutido em Conselho de Ministros". O Sr. Ministro reforça ainda que "a especulação só prejudica o funcionamento da economia"

 

Será que andam a brincar no Conselho de Ministros e com os portugueses?

 

A ser assim, temos todas as razões para permanecer muito atentos e muito preocupados, sendo que, se a racionalização e o aumento da tributação (impostos) não vão incidir sobre os supostos produtos alimentares "nocivos para a saúde", tudo indica que vão incidir de novo sobre a saúde, ou seja, racionamento e aumento dos medicamentos e/ou tratamentos hospitalares, mais cortes nos serviços de saúde e mesno sobre os trabalhadores e provavelmente um novo aumento sobre as taxas moderadoras.

 

ministra das finanças Luísa Albuquerque e comunicação do conselho de ministros de 15 de abril de 2014

 

 

Por favor prestem muita atenção aos produtos "nocivos para a saúde" sendo que, vimos agora a descobrir, por via das declaraçoes da Sr.ª Ministra das Finanças, que este Governo, supostamente, tem vindo a introduzir nos hospitais e farmácias portuguesas (logo nas pessoas) produtos nocívos para a saúde. Será que o objetivo é envenenar e matar os portugueses lentamente? 

 

Fiquei muito preocupado quando, ao minuto 6 deste vídeo (2014-04-15 às 16:00 - Conferência de imprensa do Conselho de Ministros), me deparo com a seguinte declaração da Senhora Ministra das Finanças (Luísa Albuquerque).

 

Referiu taxativamente a Senhora Ministra que:

" atendendo aos atrasos dos pagamentos verificados na saúde, no entretanto, e enquanto por via da redução da despesa não consigam ser mais eficientes, vão encetar medidas do lado da receita, nomeadamente por via do aumento de tributação da indústria farmacêutica e dos produtos que têm efeitos nocivos para a saúde"

 

Creio que temos razões para estar muito preocupados, sendo que este Governo tem conhecimento de que as indústrias farmacêuticas andam a introduzir em Portugal e nos portugueses produtos que são nocivos para a nossa saúde.

 

Se os produtos são nocivos para a saúde dos portugueses, porque é que não se retiram definitivamente do mercado?

Eliminava-se desde logo essa despesa, já ninguém os comprava e deixavam de andar a provocar os ditos efeitos nocivos na saúde dos portugueses. Será que o objetivo é envenenar e matar parte dos portugueses por via desses efeitos nocivos? Isso não é crime?

 

O problema é que tudo não passa de uma farsa para iludir os portugueses, sendo que o objetivo é aumentar os preços dos medicamentos  e retirar do mercado muitos dos que são essenciais.

 

Caros senhores políticos, cumpre-lhes representar os portugueses e exigir à Senhora Ministra das Finanças, bem como ao Senhor Ministro da Saúde e ao Senhor Primeiro Ministro que apresentem a lista dos medicamentos e produtos farmacêuticos que são nocivos para a saúde e que estão a ser vendidos e a prejudicar a saúde de todos nós.

 

  

Veja e oiça aqui o vídeo próximo do minuto 6: http://www.portugal.gov.pt/pt/fotos-e-videos/videos/b20140415-conselho-de-ministros.aspx

 

  1. A referência é feita relativamente às medidas a tomar pelo Ministério da Saúde;
  2. É feita na sequência das dívidas ainda acumuladas do lado no setor da saúde (fala-se num reforço de 1.900 milhões feitos entre 2012 e 2013 e de mais 900 milhões a transferir ainda este ano (2014) ;
  3. É neste contexto que é feita referência a um “esforço adicional de racionalização e de aumento da eficácia”, ou seja, racionalização de medicamentos/tratamentos e corte nos serviços de saúde;
  4. “No entretanto e para assegurar esse objectivo, enquanto a redução da despesa não o puder assegurar em exclusivo, poderão ser equacionado contributos adicionais do lado da receita(aumento de impostos/aumento dos preços dos medicamentos e dos tratamentos), designadamente da indústria farmacêutica e dos produtos que têm efeitos nocivos para a saúde”.
  5. Vem agora o Sr. Ministro da Economia (Pires de Lima) reafirmar que estas medidas não são para encetar sobre os produtos alimentares. 

Então quais são esses produtos nocivos para a saúde? São os medicamentos?

 

É que estamos a falar do setor da Saúde e não da tutela das tabaqueiras.

 

Já agora, o vinho se bebido com moderação é um alimento. E a cerveja? Será que também é? Não nos esqueçamos de onde vem o Sr. Ministro da Economia, ou seja das cervejeiras!

 

 

 

OPINIÃO: http://zedebaiao.com/alerta-industria-farmaceutica-este-48592

 

 

 

O VÍDEO DAS DECLARAÇÕES DA SR.ª MINISTRA: http://www.portugal.gov.pt/pt/fotos-e-videos/videos/b20140415-conselho-de-ministros.aspx 

 

 

José Pereira

 

 

 

 

 

 

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