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Quem procura emprego sabe que as ofertas online são muitas e nem sempre sérias. Por isso, apresentamos aqui alguns dos melhores sites de apoio à procura ativa de emprego, alguns sugeridos pela Dinheiro Vivo, aos quais juntamos alguns sites de apoio à elaboração do currículo e ainda o tipo de perguntas mais frequentes para facilitar a preparação para uma entrevista.

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MOELO DE CV PARA A EUROPA: Pode aceder aqui ao modelo de curriculo europeu - Europass

 

MODELOS DE CV PARA O REINO UNIDO: Atendendo a que a Inglaterra decidiu sair da Europa, deixamos aqui alguns modelos mais utilizados no Reino Unido. 

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MODELOS DE CV PARA FORA DA EUROPA

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12 modelos de CV sugeridos pela Exame.com, utilizados no Brasil.

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Não tenham inveja, é só um F a chegar ao aeroporto. O Mário Soares veio de comboio e o Álvaro Cunhal, que estava à sua espera, ficou em 2.º lugar. 

Ronaldo o primeiro.jpg 

F; F; F; Sabe o que significa?

A expressão Três F é uma junção dos termos "Futebol, Fado e Fátima".

Ora, se em 2007 a RTP havia destacado Salazar como o melhor dos "Grandes Portugueses", entre 100 individualidades, ficando Cristiano Ronaldo em 69.º, porque é que estranham agora o facto de ter subido para 1.º lugar? Não se preocupem. É só um F e desse o povo gosta ou com ele se entretém.
 

Estes Três F são frequentemente referidos como os três pilares da ditadura de António de Oliveira Salazar para a pacificação da população e alienação da mesma no que concerne a política do país na altura. Esta expressão é ainda hoje usada quando se refere a pouca participação da população portuguesa nos assuntos da sociedade.

 
PARA QUE SE PERCEBA E FIQUE REGISTADO:
 

Os Grandes Portugueses foi um programa televisivo da RTP1 baseado no programa de grande êxito da BBC - "Greatest Britons". Alguns excertos deste programa estão a ser emitidos até hoje nos intervalos da RTP Internacional.

O projecto foi para o ar em Outubro de 2006 e a final ocorreu no dia 25 de Março de 2007. O político António de Oliveira Salazar, Presidente do Conselho de Ministros por mais de 40 anos, foi o vencedor, com 41% dos votos.

 

O debate

O primeiro debate televisivo dos Grandes Portugueses foi transmitido a 25 de Outubro de 2006 no horário nobre da RTP1. O debate foi moderado pela apresentadora do programa, Maria Elisa Domingues e teve como convidados:

 

Os 100 Mais

Durante o fim-de-semana de 13 e 14 de Janeiro de 2007 foram anunciados os 90 melhores portugueses e os 10 finalistas. Em duas edições (uma em Lisboa, outra no Porto), Maria Elisa Domingues, após cerca de dois meses de apuração dos votos, anunciou os 100 Mais.

Lista dos 100 maiores portugueses

1. António de Oliveira Salazar (1889-1970) - presidente do conselho de ministros

2. Álvaro Cunhal (1913-2005) - líder comunista

3. Aristides de Sousa Mendes (1885-1954) - diplomata

4. D. Afonso Henriques (1111-1185) - primeiro rei de Portugal

5. Luís de Camões (1524-1580) - poeta épico e lírico

6. D. João II (1455-1495) - 13º rei de Portugal

7. Infante D. Henrique (1394-1460) - impulsionador dos descobrimentos

8. Fernando Pessoa (1888-1935) - poeta modernista e escritor

9. Marquês de Pombal (1699-1782) - ministro do Reino

10. Vasco da Gama (1469-1524) - navegador

11. Salgueiro Maia (1944-1992) - militar, capitão de Abril

12. Mário Soares (1924-2017) - político

13. Santo António (1195-1231) - religioso

14. Amália Rodrigues (1920-1999) - fadista

15. Eusébio (1942-2014) - futebolista

16. Sá Carneiro (1934-1980) - político

17. Pinto da Costa (1937-) - dirigente desportivo

18. Nuno Álvares Pereira (1360-1431) - militar

19. João Almeida (1628-1691) - missionário

20. José Mourinho (1963-) - treinador de futebol

21. Agostinho da Silva (1906-1994) - filósofo

22. Eça de Queirós (1845-1900) - escritor

23. Egas Moniz (1874-1955) - médico, investigador

24. D. Dinis (1261-1325) - Rei

25. Fernando Nobre (1951-) - Fundador da AMI, médico

26. José Hermano Saraiva (1919-2012) - historiador

27. Cavaco Silva (1939) - político, professor, presidente da República

28. Humberto Delgado (1906-1965) - militar, político

29. Zeca Afonso (1929-1987) - cantor, compositor

30. Luís Figo (1972) - futebolista

31. Marcello Caetano (1906-1980) - político, professor

32. Pedro Nunes (1502-1578) - matemático, cosmógrafo

33. Padre António Vieira (1608-1697) - religioso, escritor, pregador

34. Florbela Espanca (1894-1930) - poeta

35. Fernão de Magalhães (c.1480-1521) - navegador

36. Maria de Lurdes Pintasilgo (1930-2004) - política

37. D. João I (1357-1433) - rei

38. Sophia de Mello Breyner (1919-2004) - escritora

39. Antónia Ferreira, "Ferreirinha" (1811-1896) - empresária

40. Padre Américo (1887-1953) - religioso, filantropo

41. António Damásio (1944) - cientista

42. Afonso de Albuquerque (1462-1515) - político, militar

43. D. Manuel I (1469-1521) - rei

44. José Saramago (1922-2010) - escritor

45. Rainha Santa Isabel (1274-1336) - rainha

46. Catarina Eufémia (1928-1954) - trabalhadora rural

47. Carlos Paredes (1925-2004) - compositor, intérprete, guitarrista

48. José Sócrates (1957-) - político

49. Pedro Álvares Cabral (1467-1520) - navegador

50. Ruy de Carvalho (1927-) – actor

51. Padeira de Aljubarrota (século XIV/XV) - padeira, heroína

52. Alberto João Jardim (1943-) - político

53. Almada Negreiros (1893-1970) - pintor, escritor

54. Vasco Gonçalves (1921-2005) - militar, político

55. Álvaro Siza Vieira (1933-) - arquitectura

56. Belmiro de Azevedo (1938-) - empresário

57. Sousa Martins (1843-1897) - médico

58. Maria do Carmo Seabra (1955-) - política

59. Pe António Vieira (1580-1634) - missionário, explorador

60. D. Carlos I (1863-1908) - rei

61. Mariza (1973) - fadista

62. D. Leonor de Viseu (1458-1525) - rainha

63. Rosa Mota (1958-) - atleta

64. António Teixeira Rebelo (1748-1825) - militar

65. D. Afonso III (1210-1279) - rei

66. Vítor Baía (1969-) - futebolista

67. Bartolomeu Dias (c.1450-1500) - navegador

68. Otelo Saraiva de Carvalho (1936) - militar, político

69. Cristiano Ronaldo (1985) - jogador de futebol

70. Herman José (1954) - humorista

71. D. Maria II (1819-1853) - rainha

72. Carlos Lopes (1947-) - atleta

73. Afonso Costa (1871-1937) - político

74. Fontes Pereira de Melo (1819-1887) - político

75. Gago Coutinho (1869-1959) - aviador, historiador, geógrafo

76. Ricardo Araújo Pereira (1974-) - humorista

77. Manuel Sobrinho Simões (1947-) - médico, investigador

78. Bocage (1765-1805) - escritor

79. Hélio Pestana (1985-) - actor

80. Jorge Sampaio (1939-) - político

81. António Champalimaud (1918-2004) - empresário

82. António Lobo Antunes (1942-) - escritor

83. Gil Vicente (c.1465-c.1536) - dramaturgo

84. Maria Helena Vieira da Silva (1908-1992) - pintora

85. Miguel Torga (1907-1995) - escritor

86. Natália Correia (1923-1993) - escritora, poetisa, política

87. Edgar Cardoso (1913-2000) - engenheiro

88. Fernão Mendes Pinto (c.1510-1583) - escritor, explorador

89. Irmã Lúcia (1907-2005) - religiosa

90. Alfredo da Silva (1871-1942) - industrial

91. Pedro Hispano (c.1205-1277) - religioso, Papa

92. Damião de Góis (1502-1574) - humanista

93. D. João IV (1604-1656) - rei

94. Joaquim Agostinho (1943-1984) - ciclista

95. Adelaide Cabete (1867-1935) - médica

96. Almeida Garrett (1799-1854) - escritor

97. António Gentil Martins (1930) - médico

98. António Variações (1944-1984) - cantor, compositor

99. Paula Rego (1935) - pintora

100. Maria João Pires (1944) - pianista

O Top 10

Os dez Grandes Portugueses:

NomeNasc.MorteCargo/profissãoNomeNasc.MorteCargo/profissão
Antonio de Oliveira Salazar António de Oliveira Salazar 1889 1970 Presidente do Conselho de Ministros (1932-1968), durante o período do Estado Novo Rei D. João II Rei D. João II 1455 1495 13º Rei de Portugal e impulsionador dos descobrimentos portugueses
Álvaro Cunhal Álvaro Cunhal 1913 2005 Líder comunista durante o Estado Novo e pós-Revolução dos cravos Infante D. Henrique Infante D. Henrique 1394 1460 Infante e impulsionador dos descobrimentos portugueses
Aristides de Sousa Mendes Aristides de Sousa Mendes 1885 1954 Diplomata que, contrariando o seu próprio governo, atribuiu vistos aos passaportes de refugiados, salvando a vida a centenas de judeus, durante a Segunda Guerra Mundial Fernando Pessoa Fernando Pessoa 1888 1935 poeta modernista e escritor
D. Afonso Henriques D. Afonso Henriques 1111 1185 Fundador do Estado e primeiro Rei de Portugal Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal Marquês de Pombal 1699 1782 Ministro de D. José I e responsável pela reconstrução de Lisboa e outras cidades após o Terramoto de 1755
Luís de Camões Luís de Camões 1524 1580 Poeta épico e lírico, autor de Os Lusíadas Vasco da Gama Vasco da Gama 1469 1524 Primeiro navegador a completar a viagem marítima entre Europa e Índia, em 1497-1499

Defensores

Cada finalista foi defendido por uma personalidade, que foi anunciada no programa de 16 de Janeiro de 2007. Todos os defensores fizeram um documentário sobre o seu "protegido" para incentivar o voto nesse Grande Português.

Finalista Defensor
D. Afonso Henriques Leonor Pinhão
Álvaro Cunhal Odete Santos
António de Oliveira Salazar Jaime Nogueira Pinto
Aristides de Sousa Mendes José Miguel Júdice
Fernando Pessoa Clara Ferreira Alves
Infante D. Henrique Gonçalo Cadilhe
D. João II Paulo Portas
Luís Vaz de Camões Helder Macedo
Marquês de Pombal Raul Miguel Rosado Fernandes
Vasco da Gama Ana Gomes

Votação final

A votação decorreu entre o dia 15 de Janeiro de 2007 e o dia 25 de Março de 2007. O sistema de votação foi auditado pela PricewaterhouseCoopers.

Posição Votos Candidato
41,0 % António de Oliveira Salazar
19,1 % Álvaro Cunhal
13,0 % Aristides de Sousa Mendes
12,4 % D. Afonso Henriques
4,0 % Luís Vaz de Camões
3,0 % D. João II
2,7 % Infante D. Henrique
2,4 % Fernando Pessoa
1,7 % Marquês de Pombal
10º 0,7 % Vasco da Gama

 

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Aqui poderão aceder a documentos consolidados sobre a realidade da Administração Pública portuguesa. 

 

Emprego público_disparidade salarial.jpg

Eprego público_% ganho a menos.jpg

 

Eprego público por carreira 2011_2016.jpg

EMprego público por setor 2011_2016.jpg

 

 

 

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Salário liquido AP.jpg

 

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síntese estatística do emprego público (SIEP)

4.º Trimestre/2016   Quadros Excel (4.º T/2016)   Entidades sector empresarial (4.º T/2016)

Síntese estatística do Emprego Público

A Síntese Estatística do Emprego Público (SIEP) é uma publicação trimestral, através da qual a Direção-Geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) divulga informação estatística de síntese sobre emprego público no âmbito das estatísticas do mercado de trabalho.

A informação disponibilizada centra-se no universo de entidades que compõem o sector público na ótica da contabilidade nacional, classificadas em: administrações públicas (capítulo I) e sociedades financeiras e não financeiras públicas (capítulo II), consistente com o respetivo universo definido pelo Instituto Nacional de Estatística, I.P. (INE, I.P.).

A 31 de dezembro de 2016, o emprego no sector das administrações públicas situava-se em 663,8 mil postos de trabalho, revelando um aumento de cerca de 0,7% em termos homólogos e uma quebra de 8,8% face a 31 de dezembro de 2011.

Variação homóloga do emprego nas administrações públicas

 

Variação homóloga do emprego nas administrações públicas

 

Nomenclaturas, classificações e tabelas


Em anexo à Lei n.º 35/2014, de 20 de junho, foi aprovada a Lei do Trabalho em Funções Públicas (LTFP).

A LTFP, para além de concretizar um objetivo prosseguido desde há muito de dotar a Administração Pública de um diploma que reunisse, de forma racional, tecnicamente rigorosa e sistematicamente organizada, o essencial do regime laboral dos seus trabalhadores, aplica ao vínculo de emprego publico, com as necessárias adaptações, o disposto no Código do Trabalho (CT) e respetiva legislação complementar.

Assim, impõe-se a disponibilização atualizada de tabelas e codificações por forma a harmonizar a informação utilizada nos Sistemas de Informação de toda a Administração Pública.

Neste mini site a DGAEP pretende:

  • Manter a informação atualizada relativa às Modalidades de Vinculação, Regimes, Carreiras, Remunerações e outras sobre diversos temas de aplicação no âmbito da AP;

  • Disponibilizar a informação de uma forma organizada e estruturada para consulta e download de forma a ser integrada por outras aplicações.

Modalidades de Vinculação
 

 

 

Regimes / Carreiras
 


  Tabela de Regimes
       

  Tabelas de Cargos Não Inseridos em Carreiras
       

  Tabela de Carreiras Gerais
     

  Tabela de Carreiras Especiais
     

  Tabela de Regimes, Carreiras, Categorias (Integrada)
     

  Tabela de Carreiras Subsistentes (atualizada em Fevereiro de 2014)
       

 

Remunerações
 


Tabelas de transição para as novas posições remuneratórias das carreiras gerais elaboradas de acordo com a Portaria n.º 1553-C/2008 de 31 de Dezembro de 2008, a que se refere o n.º 2 do artigo 68.º da Lei n.º12-A/2008 , de 27 de Fevereiro (LVCR).

  Tabela Remuneratória Única
     

  Tabelas de Transição para as Novas Posições Remuneratórias:
Carreiras Gerais
     

  Tabelas de Transição para as Novas Posições Remuneratórias:
Pessoal Não Docente do Ensino Superior
     

 

Outras Tabelas e Nomenclaturas
 


  Tabelas de Graus de Complexidade Funcional
   
 
  Tabela de Modo de Ocupação do Posto de Trabalho
   
 
  Tabelas de Cedência de Interesse Público e de Mobilidade
   
 
  Tabela de Habilitações Literárias
   
 

 

Classificações e Nomenclaturas (INE)
 


  Classificação Portuguesa de Profissões - CPP 2010
     
   Classificação de Atividades Económicas - CAE Rev. 3
     

 

 

sistemas

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BCE censura Portugal.jpg

No artigo do boletim económico (ver artigo) publicado pelo BCE é feito um balanço sobre o desempenho dos países da Europa, em matéria de reformas estruturais. 

O artigo incide sobre cinco grupos de medidas que foram divididas numa escala com cinco níveis: “sem progressos”, “progressos limitados”, “alguns progressos”, “progressos substanciais” e “progressos totais”.

Contudo, as grandes preocupações dos avaliadores recaem sobre as medidas que dizem respeito às políticas que interessam aos mercados financeiros e não propriamente às políticas sociais e económicas que dizem respeito a todas as pessoas.

 

De acordo com a avaliação da Comissão, a implementação das reformas do já conhecido "modelo de mercado" é particularmente fraca, quando comparada com outras, como por exemplo, as reformas de âmbito social e laboral.

Apelam por isso:

  1. que se aposte na redução das barreiras que impedem as novas empresas de entrarem nas indústrias da energia, transportes, comunicações, entre outras;
  2. que o país se abra a profissões ainda "fechadas", como por exemplo a precariedade ou a UBER;
  3. que melhore o enquadramento legal, a fim de promover a concorrência.

 

Dizem que estas exigências visam "alcançar um crescimento mais forte da produtividade e fomentar o investimento.

Mas será essa a Europa que os cidadãos europeus querem ver implementada?

Não sei se sobreviveremos neste mercado regido pelos lobbies financeiros instalados junto do poder político em Bruxelas.

 

O BCE (ou seja, os representantes dos grandes interesses financeiros) mostra-se chocado com o facto dos países “vulneráveis” não se terem concentrado, durante o ano de 2016, num esforço que dizem pretender ser "reformista". Mas quais são as reformas de que depende o sucesso da Europa? Será que este rumo político-financeiro sustentará a Europa unida e coesa? Duvido muito!.

 

O certo é que, “de modo geral, os estados-membros da UE tomaram medidas insuficientes para implementar as reformas que respondem às recomendações específicas feitas para cada país”. 

Será que essas recomendações são as que fazem mais sentido?

Teremos de perceber antes do capitalismo ou o populismo e a demagocia vencerem.

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Portugal

Recomendação da Comissão pdf - 129 KB [129 KB] Deutsch (de) English (en) français (fr)

Recomendação do Conselho

Relatório por país de 2016 pdf - 2 MB [2 MB] English (en)

Programa nacional de reformas pdf - 3 MB [3 MB]

Programa de estabilidade pdf - 3 MB [3 MB]

Informações sobre medidas previstas e medidas já adotadas pdf - 493 KB [493 KB]
Síntese do programa nacional de reformas pdf - 383 KB [383 KB] English (en)

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Mas será que todos e todas entendem do que se está a falar?

Ainda recentemente se comemorou o dia internacional da mulher e todos apregoavam que tinham o maior respeito pelas mulheres, independentemente de sua identidade de género e orientação sexual.

Mas será que todos e todas entendem o que estão a dizer?

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 Recordemos que:

 

Sexo biológico ≠ Género ≠ Orientação Sexual

Sexo biológico: Diz respeito a características internas, como os cromossomas, e externas, como por exemplo os órgaos genitais, que se instituiram como determinantes para a definição da nomenclatura sexual biológica da pessoa.

Explicando de forma muito genérica, há dois tipos de cromossomas sexuais: o tipo X e o tipo Y. Um zigoto (ou ovo, nos animais) quando contém um par de cromossomas X (XX) desenvolve-se como um indivíduo feminino, enquanto um zigoto com um cromossoma X e um Y desenvolve-se como um indivíduo masculino. 

Contudo, e como tudo, a natureza não é perfeita. Ou é perfeita demais e tem esta capacidade de desenvolver a morfologia e a fisiologia fora do comum, designadamente a intersexualidade ou o hermafroditismo, talvez para nos colocar em pensamento constante.

Há quem defenda que estaremos perante um distúrbio, tanto morfológico quanto fisiológico, que leva ao desenvolvimento simultâneo da estrutura testicular e ovariana.

 

Género: É um construto social e cultural do feminino e masculino, que engloba fatores que vão muito para além do sexo biológico, tais como o preconceito, a rejeição, a desigualdade, o poder,...

"O género é uma forma primária de significar as relações de poder" (Scott, J., 1995)

 

É neste campo que se enquadra a identidade de género 

Independente do sexo biológico, poderemos resumir que a identidade de género corresponde à forma como determinada pessoa se sente e se apresenta, não tendo necessariamente de coincidir com o sexo biológico, mas sim com aquilo que se identifica. A pessoa pode ter um sexo biológico masculino e identificar-se e apresentar-se como homem, como pode identificar-se e apresentar como mulher, e vice versa, assim:

Cisgénero ou cissexual é a pessoa que se identifica e se expressa em conformidade com o género que lhe atribuiram à nascença;

Transgénero é a pessoa que se identifica ou expressa como sendo de gênero diferente daquele que que lhe foi atribuído em conformidade com o seu sexo biológico;

Intergênero é a pessoa que está entre os dois sexos biológicos ou na combinação deles;

Bigénero é a pessoa cuja identidade oscila entre os géneros feminino e masculino, possivelmente dependendo do contexto em que se encontra. Alguns indivíduos bigéneros expressam duas personalidades distintas, uma "feminina" e outra "masculina";

Género Fluído é a pessoa que se identifica com uma identidade de género neutra e a expressa conforme se identifica no momento;

Pangénero é a pessoa que se identifica com todos os géneros, identidades ou expressões de género e que não gosta de ser rotulada, nem de feminina, nem de masculina. Sentem que não se encaixam em géneros binários, em vez disso, identificando-se como género misto (tanto masculino como feminino), ou como um terceiro género;

Poligénero é a pessoa que se identifica com vários géneros, identidades ou expressões de género;

Transexual é a pessoa que sente a necessidade de readequação ao seu sexo biológico para o sexo oposto, através de intervenção médica;

Travesti é a pessoa que se expressa de forma diferente daquela que lhe foi designada aquando do registo de nascimento, assumindo, portanto, um papel de género diferente daquele que é sugerido pela sociedade. Contudo, não sente a necessidade de uma cirurgia para alterar o sexo biológico.

 

 

SUGESTÃO: Perguntar sempre o pronome que a pessoa deseja que se refira a ela.

 

Orientação Sexual

A orientação sexual é muitas vezes confundida com a identidade de género, sendo por isso que convém sempre referir e alertar que são coisa muito diferentes.
A orientação afetivo-sexual é o desejo ou a atração física que uma pessoa sente por outra ou por outras, que podem ser o mesmo sexo, ou não. Assim, para que melhor se perceba, passo a referir algumas possibilidades de orientação:
 
AssexualPessoa que não sente atração sexual por outros/as. Assexualidade é a falta de atração sexual ou pequeno ou inexistente interesse sobre as atividades sexuais humanas. Pode ser considerada a falta de uma orientação sexual;
 
HomossexualPessoa que sente atração sexual ou amorosa por pessoas do mesmo sexo;
 
HeterossexualPessoa que sente atração sexual ou amorosa por pessoas do sexo oposto;
 
BissexualPessoa que sente atração sexual ou amorosa por pessoas do sexo oposto e do mesmo sexo;
 
PansexualPessoa que sente atração sexual ou amorosa por pessoas do sexo oposto e do mesmo sexo ou também por pessoas que não se sentem identificadas com o seu género, incluindo intersexo.  É caracterizada pela atração sexual ou amorosa entre pessoas, independentemente do sexo ou identidade de género.
 
Há por isso muitas questões (políticas, humanas, sociais, éticas, jurídicas, culturais,..., entre outras) que devem ser colocadas e respeitadas, sendo que estes temas não podem ser inseridos dentro das caixinhas que visam sufocar ou formatar o ser humano.

Lembremo-nos sempre que as pessoas têm sentimentos e que os nossos preconceitos podem destruir uma vida humana. Todas as pessoas merecem o nosso respeito. A diversidade é smepre mais bela do que um mundo a preto e branco.

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