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Sei que estranham a minha forma de intervir, mas o objetivo é simplesmente o de pensar e refletir. Posso não saber nada, mas sei que a mudança, quando demasiadamente centrada nas pessoas, pode levar a distorções ou distracções muito perigosas sobre a interpretação da realidade. 

 

Tendo perfeita consciência de que a minha opinião de pouco ou nada vale, mesmo sabendo disso, não deixo de gastar estas pausas para pensar e, se possível e ainda tiver neurónios para tal, poder refletir.

 

O problema é que pensar dá trabalho e até nos pode fazer mal.

 

Atendendo a que a mudança é um processo dinâmico (e não um fim em si mesma), o qual pressupõe uma constante adaptação das organizações, não nos devemos esquecer de que estas são constituídas por seres humanos e dotadas de paradigmas que fazem parte da cultura organizacional, não só de cada Instituição, mas também de cada Estado-Membro.

 

Assim, creio que, face a uma previsível população a continuar a viver sob o sufoco de uma crise global, provavelmente para além de 2030, nunca nos devemos esquecer de que um enfoque político-financeiro demasiadamente direcionado para a população, ou seja, para o fruto do trabalho de cada um, poderá gerar uma distroção ou distracção muito perigosa sobre a interpretação da realidade.

 

Face a esta perspectiva, e conhecendo pouco ou nada de economia e finanças (apenas a sinto na vida e no trabalho social que executo), mas compreendendo muito bem as problemáticas sociais e humanas, deixo-lhes esta breve reflexão, já a título de alerta:

 

A mudança é um processo natural e não se concretiza nem impõe por decreto!

 

É necessário uma enorme abertura e sobretudo uma atitude inovadora e eficiente, sendo que a intensidade dos problemas e a volatilidade das pressões (internas e externas), impõem desafios muito exigentes e verdadeiras mudanças interiores e exteriores, cujos principais objetivos devem caminhar para a quebra de paradigmas e não de mera rotatividade, como temos assistido até hoje. 

 

O socialismo não foi estudando e desenvolvido para se manter numa gaveta!

Tem sido pensado para promover a devida regulação, com vista ao equilíbrio entre capital - trabalho - remuneração e bem-estar social, sem nunca esquecer a justiça social!

  

Eu já aqui havia deixado uma breve reflexão sobre o PS e a mudança, mas como ainda não encontrei o conteúdo esperado e por mim desejado, ao passar pelos cartazes gigantes que vejo só com a palavra "MUDANÇA", apetecia-me parar o carro e ir lá escrever nem que fosse uma frase chave ou objectivo específico sobre o rumo que visa levar esta "MUDANÇA".

 

Como esses meios não são do meu alcance, deixo-lhes a música de António Variações, sendo um dos bons exemplos de como se pode dar conteúdo à "MUDANÇA".

 

MUDA DE VIDA

 

Muda de vida se tu não vives satisfeito
Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se há vida em ti a latejar

 

Ver-te sorrir eu nunca te vi
E a cantar, eu nunca te ouvi
Será te ti ou pensas que tens... que ser assim

 

Ver-te sorrir eu nunca te vi

E a cantar, eu nunca te ouvi

Será te ti ou pensas que tens... que ser assim

 

Olha que a vida não, não é nem deve ser

Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser 
Como um castigo que tu terás que viver

 

Muda de vida se tu não vives satisfeito

Muda de vida, estás sempre a tempo de mudar
Muda de vida, não deves viver contrafeito
Muda de vida, se a vida em ti a latejar

 

Olha que a vida não, não é nem deve ser 
Como um castigo que tu terás que viver
Olha que a vida não, não é nem deve ser 
Como um castigo que tu terás que viver

 

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