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O poder da comunicação contra DOIS MIL EUROS (2.000€) mas a favor de DOIS MILHÕES DE EUROS (2.000.000€).
Segundo as notícias sensacionalistas que se encontram ao serviço deste desgoverno e da direita neoliberal capitalista, é referido que José Sócrates doou 2.000€ (DOIS MIL EUROS!!!) para a campanha eleitoral interna ao PS, de António Costa.  Refiro, apenas 2.000€!!!

Financiamentos da campanha Cavaco e Costa.jpg

 

Por isso, pergunto: Quanto é que cidadãos comuns, empresários e até banqueiros deram por exemplo a candidatos autárquicos, legislativos e presidenciais, alguns até ditos independentes?

O título das notícias que abordam indecentemente o donativo de José Sócrates, em momento da sua fragilidade e impossibilidade de defesa, são execráveis (já metem nojo num Estado de Direito), procurando apenas fazer sensação e condenar em praça pública um ex-Primeiro Ministro de Portugal e ex-dirigentes socialista, quando no fundo trata-se de um valor muito baixo, quando comparado com os milhares e mesmo milhões entregues por empresários e banqueiros entre outros capitalistas para financiar campanhas presidenciais, legislativas e autárquicas.

 

Dois mil euros é um valor até demasiado baixo face aquilo que muitos dos políticos ou ex-políticos poderiam e até deveriam, com facilidade, apoiar as candidaturas internas dos seus partidos, sendo que é à custa do trabalho dos partidos que se (re)constrói a democracia e por via dos lugares políticos que ocupam, que muitos dirigentes ganham legitimamente e legalmente o seu salário.

 

Note-se que os eleitos pelo PCP até dizem que entregam parte do seu salário para as despesas e candidaturas partidárias. Não vejo qualquer problema nisso e muito menos fator de condenação pública, bem pelo contrário.


NOTE-SE BEM QUE JOSÉ SÓCRATES CONTRIBUIU COM APENAS 2.000€ PARA A CAMPANHA ELEITORAL. MUITO MENOS DO QUE MUITAS EMPRESAS E BANQUEIROS ENTREGAM A CANDIDATOS AUTÁRQUICOS, LEGISLATIVOS OU PRESIDENCIAIS.

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2 comentários

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De Joaquim Mendes a 04.12.2014 às 06:30

Viva, soube pela tv que a isençao do imi vai ser atribuida d forma automatica,sem q o contribuinte necessite d requerer qualquer requerimento, eu tenho casa d baixo valor patrimonial,mas como estou sem emprego à 4 anos e nao estou registado n centro emprego e por esse motivo nao entrego declaraçao d irs, pergunto como as finanças sem a declaraçao d rendimentos fara essa isençao automatica, para ter a isençao automatica no imi,terei eu d entregar a declaraçao declarando 0€ e sem isso ficarei sem a isençao?
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De José Pereira (zedebaiao.com) a 30.01.2015 às 01:31

O melhor será informar-se junto da sua repartição de finanças.
Atualmente, o Estatuto dos Benefícios Fiscais já prevê que as famílias de mais baixos rendimentos fiquem isentas de IMI, estabelecendo que beneficiam dessa isenção as famílias com rendimentos inferiores ao valor anual de 2,2 Indexantes de Apoios Sociais (IAS).

No entanto, como este valor está congelado nos 419,22 euros desde 2009, estabeleceu-se que até que este valor atinja o valor do Salário Mínimo Nacional de 2010, no montante de 475 euros, deverá ser este o valor a considerar.

Assim o benefício atual abrange todas as famílias cujo rendimento do agregado familiar, englobado para efeitos de IRS, não ultrapasse os 14.630 euros anuais (475*14*2,2). Ao mesmo tempo, segundo a lei em vigor, para beneficiar da isenção o valor dos imóveis detidos pelo sujeito passivo não pode ultrapassar 10 IAS, ou seja, seguindo os mesmos cálculos, 66.500 euros.

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