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O silêncio sobre a liberdade de corrente de pensamento ou de opinião é pior do que qualquer expressão pública que se faça. 

Isto poderia ter acabado há muito tempo e Seguro até poderia ter ganho uns créditos de credibilidade, mas preferiram olhar a garantias de votos e lugares do que aos valores e à história do PS. É assim que se descredibiliza ainda mais os políticos e os partidos. Se já só 10% acreditavam, em breve nem 5% acredita. E andamos nós a pagar quotas para isto.

Socialistas apelam a Seguro para intervir contra expulsão de militantes em Coimbra

 
21:05 20.02.2014

Líder do PS, António José Seguro (Lusa)

Meia centena de socialistas de Coimbra apelaram à intervenção de António José Seguro para defender direitos como a liberdade  de expressão, que consideram serem postos em causa com a expulsão de militantes  do partido no distrito. 

Os signatários da carta aberta apelam, assim, à "intervenção do secretário-geral (do PS), António José Seguro, na defesa da liberdade de expressão, do direito  à imagem, valores inalienáveis do nosso regime democrático, e do passado  histórico do PS na defesa intransigente da democracia, ora colocados em  causa pela Federação Distrital de Coimbra do Partido Socialista". 

No partido "nunca houve expulsões" pelo facto de os militantes "exprimirem  opiniões", mas "em Coimbra isso está a acontecer", disse à Lusa o antigo  dirigente e ex-eurodeputado do PS António Campos, exemplificando com "o  caso do  (antigo deputado) Ricardo Castanheira". 

O PS em Coimbra "está a expulsar pessoas de enorme qualidade e que fizeram  muito pelo partido", salientou António Campos, sustentando que, "em vez  de se abrir à sociedade, o PS está a fechar-se". 

 

"O que se está a passar em Coimbra é muito grave, põe em causa toda  a história do PS e penaliza aqueles que fizeram o partido", avertiu. 

Embora não subscreva o documento -- intitulado "Não apagar a memória,  garantir o futuro" --, pelo facto de o seu nome ser nele invocado, António  Campos está "inteiramente de acordo com o texto", tal como António Arnaut,  que também não assina a carta "pelo mesmo motivo", adiantou. 

 

"A Federação Distrital de Coimbra deu, no passado, ao Partido Socialista  e a Portugal, inúmeros contributos para o aprofundamento democrático e para  a construção política, protagonizados, entre outros, por figuras como Fernando  Valle, António Campos, António Arnaut e Fausto Correia", salienta o texto.

 

Subscrevem a carta, entre outros, António Rochette, Alexandre Leitão,  Carla Violante, João Portugal, José Luís Pio de Abreu, Luís Melo Biscaia,  Luis Parreirão, Maria Teresa Coimbra, Mário Ruivo, Miguel Batista, Miguel  Grego, Miguel Ventura, Paulo Campos, Paulo Valério, Rosa Pita, Teresa Alegre  Portugal e Vítor Costa. 

 

Lusa

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