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Antes de tudo importa referir que a Federação Distrital do PS Porto não reuniu com um ponto de ordem para tomar uma decisão sobre a situação atual do PS e nem se dignaram, até ao momento, a ouvir as estruturas de base e os seus respetivos militantes. SEREMOS LIXO? PORQUE É QUE JÁ ANDAM À CAÇA DOS SIMPATIZANTES? PASSARAM ASSIM DE REPENTE A SER MELHORES QUE OS MILITANTES? 

 

Recentemente defendiam a celeridade do processo, agora defendem um rumo de liderança dilatória como a que tem caracterizado José Seguro e sem se darem sequer ao trabalho de consultarem as estruturas e militantes de base. Continuamos com a liderança do "NIM", seja a nível nacional como Distrital. 

Onde estão os homens e mulheres políticos que lutam pelos valores e pelo amor à nossa terra e à nossa gente, ou seja por Portugal, bem como pela liberdade, pela igualdade, pela fraternidade e sobretudo pela Democracia?


Uns atacam o Tribunal Constitucional e o Estado de Direito, outros têm medo do voto dos militantes e preferem desenvolver um enredo em torno de mais de 4 meses de jogos de interesses ou lugares e, pior, a atacar-se pessoalmente - TUDO BIRRA DE LUGARES E INTERESSES! O PS, tal como o País, está a desmoronar-se e nós a assistir! Mas que agora estes senhores saibam que a responsabilidade é de todos os que hoje estão a dirigir as estruturas do PS e que evitam a rápida resolução deste problema político-administrativo interno. Os militantes e os portugueses em geral não lhes perdoarão!

 

Deixem respirar a liberdade e a tomada de decisão nas organizações cívicas e políticas!!! Deixem de se agarrar a lugares e interesses que são sempre o maior problema das crises e das instabilidades. É este o exemplo que queremos dar e seguir? É assim que se vai credibilizar o PS e os políticos?


Que representatividade e credibilidade têm estes dirigentes para tomar decisões que cabem ao todo e não apenas a uma pequeníssima parte que julgam ser donos e senhores das organizações políticas e nomeadamente do PS?

 

Mesmo eu sendo natural de Baião e da geração do Presidente da Federação Distrital do PS Porto, que trabalhei afincadamente para chegar à liderança do Município de Baião, tenho o dever de alertar e de resistir contra a destruição dos valores que estão na genese do PS. O Partido Socialista não é um pequeno grupo de ilustres líderes ou comentadores, é sim uma organização política de homens e mulheres responsáveis, empenhados na construção de uma sociedade livre, igualitária, solidária, económica e socialmente desenvolvida. Não é um corredor de homens e mulheres perdidos pela ambição de poder ou envoltos em interesses pessoais!

 

Quando a ambição pessoal é superior à capacidade ou competência de liderança local, concelhia, distrital ou nacional, essa ambição por meros lugares ou interesses cega-lhes a inteligência e derruba o respeito que deveriam ter por todos os militantes de base, pelo PS no seu todo e sobretudo pelos portugueses que estão a passar por sérias dificuldades. RESPEITEM-SE E RESPEITEM-NOS PARA PODEREM SER RESPEITADOS!!!

 

Em vez de se centrarem na rápida resolução dos problemas e na credibilização dos políticos e dos partidos, deu-lhes agora para ataques pessoais entre o PoRto e o Brasil, bem como para a atribuição de (i)responsabilidades a um caso concreto que é Porto e Manuel Pizarro. Mas quem é que assumiu as (i)responsabilidades sobre a derrota em Matosinhos? Como se posicionam face ao necessários entendimentos em Gaia ou em outros Municípios? Lembrem-se primeiro de todos os portugueses e só depois dos joguinhos de lugares ou de interesses pessoais. 

 

Já estamos fartos desses jogos de controlo e de interesses ou lugares!

 

Pensem mas é numa agenda, numa estratégia e num programa para liderar e governar Portugal como deve ser  e em estabilidade político-governativa.

 

eeições ps antónio costa e josé seguro josé luís carneiro distrital do ps porto pizarro

 

Refere o jornal Público que "a mais poderosa federação socialista ainda não se pronunciou sobre a convocação de um congresso electivo extraordinário, mas a reunião de segunda-feira da comissão política distrital do PS-Porto incluiu momentos de crispação, com militantes afectos ao secretário-geral a disparar contra os apoiantes de António Costa, falando de “traição”.

Nesse momento, gerou-se um grande burburinho e houve mesmo quem tivesse abandonado a sala, em protesto pela forma como Avelino Oliveira (secretário da Junta Metropolitana do Porto, indicado pelo PS) atacou aqueles que estão ao lado de Costa. Antes, já se tinham ouvido vários insultos dirigidos a Manuel Pizarro, o líder da concelhia, que já tornou público o seu apoio ao autarca de Lisboa.

Com o congresso extraordinário fora da ordem de trabalhos, a reunião foi aproveitada para fazer uma espécie de ajustes de contas com Pizarro, pelo resultado por si alcançado enquanto candidato à Câmara do Porto nas últimas autárquicas e também pelo facto de - dizem os apoiantes de Seguro - “não se ter empenhado como devia” na campanha das europeias, que no concelho do Porto deram uma vantagem magra ao PS sobre a maioria governamental PSD/CDS-PP.

O presidente da Câmara de Santo Tirso e líder concelhio, Joaquim Couto, atacou violentamente o primeiro vereador do PS na Câmara do Porto. E Pizarro respondeu, afirmando que não foi ele quem “esteve no Brasil durante três semanas em plena campanha para as europeias” e lembrando que os militantes do Porto lhe renovaram o mandato como presidente da concelhia, já depois da derrota das autárquicas de Setembro. Couto não gostou do que ouviu.

E por que é que Manuel Pizarro está sob os holofotes das críticas? Porque os apoiantes do líder federativo temem que entre em cena, numa corrida para a distrital, disputando a liderança a José Luís Carneiro. Na reunião, Carneiro fez uma intervenção politicamente correcta, para não abrir nenhuma frente de conflito numa altura em que está a reunir apoios para a sua recandidatura à liderança da distrital.

A três anos de distância das eleições autárquicas, os opositores de Pizarro puseram em marcha uma campanha que o visa pessoalmente, pondo a circular um abaixo-assinado que apresentam como uma tentativa de "evitar uma catástrofe em 2017”. Neste documento, “apelam ao camarada Pizarro para que diga publicamente que não será o candidato do PS à Câmara do Porto nas eleições autárquicas de 2017”.

No final da reunião, o presidente da concelhia lamentava os insultos de “alguns apoiantes” de Seguro àqueles que estão com Costa. “A tentativa de substituir o debate político por uma qualquer condenação moral atenta contra a história e os valores do PS. No PS não há delito de opinião”, declarou ao PÚBLICO o líder da concelhia portuense, relatando alguns dos momentos mais quentes da reunião, marcada pelos “insultos de 'traidores' àqueles que apoiam António Costa”.

Segundo relatos feitos ao PÚBLICO, Francisco Assis advertiu que a disputa pela liderança entre Seguro e Costa “é uma questão que se coloca em termos políticos, não é uma questão moral”, e fez questão de dizer que António Costa, há um ano, não disputou a liderança do PS, porque um grupo de militantes, entre os quais ele próprio se incluía, lhe pediu para não avançar.

José Luís Carneiro fez uma “intervenção muito apaziguadora, não tendo feito nenhuma alusão ao conflito interno que o partido atravessa”, de acordo com informações avançadas ao PÚBLICO, que asseguram que, no final da reunião, anunciou a sua recandidatura à federação.

“Há aqueles que apoiam António Costa (…), mas o entendimento da maioria da comissão política [distrital…] é que o caminho de afirmação de alternativa e combate ao Governo e a estratégia traçada pelo secretário-geral merece o apoio da maioria”, afirmou Carneiro, citado pela Lusa, reconhecendo que o resultado do PS nas europeias não foi a vitória que todos os socialistas gostariam de ter obtido.

Apesar de o presidente da distrital ser apoiante do secretário-geral, não houve nenhuma votação de apoio à estratégia do líder do partido. 

Vila Real quer directas e congresso, Viseu está contra
No mesmo dia em que o Porto reunia a sua comissão política distrital, as federações do PS de Vila Real e de Viseu tomavam uma posição sobre a convocação de um congresso extraordinário electivo. Vila Real votou esmagadoramente a favor (32 contra cinco) de uma reunião magna com eleições directas que clarifiquem a situação do partido.

VER AQUI A NOTÍCIA: 

http://www.publico.pt/politica/noticia/psporto-adia-decisao-sobre-congresso-extraordinario-e-apoiantes-de-seguro-acusam-costistas-de-traicao-1639421

 

VER AQUI O QUE ANTERIORMENTE DEFENDIA O PRESIDENTE DA FEDERAÇÃO DO PS PORTO (CELERIDADE?)

José Luís Careiro socialista Porto Manuel Pizarro José Seguro e António Costa

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1 comentário

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De Anónimo a 06.07.2014 às 17:51

Os aparelhistas tipo "Zé de Baião" com cara de labita , ainda estão a pensar nos tachos de Governadores Civis como o quim de stº tirso . O inseguro, se não for eleito, a seguir estatela-se a todo o comptimento , e depois qualquer um ganha a "opa"

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