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Leia a melhor e mais simples explicação estatutária sobre as tácticas dilátórias e as (im)possibilidades inventadas sobre as eleições em Congressos Extraordinários do PS (opinião do ex-Ministro PS, Dr. Correia de Campos):

Correia de Campos, PS, Eleições directas ou primárias estatutos do partido socialista. Comissão Política Nacional do PS, José Seguro e António Costa

"Na direcção do PS a táctica dilatória prevalece: já não são apenas os 4 meses que levam a montar as estatutariamente omissas eleições para candidato a primeiro-ministro; apareceram almas sublimes a defender que um congresso extraordinário não pode mudar a liderança, só por não estar na letra dos estatutos. Ou seja, se houvesse um vazio na chefia máxima, mesmo por causa fortuita ou de força maior, seria necessário esperar pelo calendário regular para dispor de nova liderança".

 

O PS passou a ser o partido do chefe.
Será que José Seguro e quem o acompanhou e acompanha nestas alterações estatutárias não sabiam nem estudaram especificamente o que estavam a fazer, sabendo eles que, face a um processo de crise interna o povo aprova tudo sem ler?

É isto digno de um líder socialista?
Um partido onde é impossível ser demitido o seu líder/direcção por qualquer dos órgãos do partido, onde nem mesmo o próprio congresso tem entre as suas competências o poder de demitir o secretário-geral é um péssimo exemplo para a Democracia e denota bem que a exagerada ambição cega a inteligência desta gente.

Fonte: 

http://www.publico.pt/politica/noticia/na-direccao-do-ps-a-tactica-dilatoria-prevalece-1639971

OPINIÃO:  

16/06/2014 - 05:23


O cargo de secretário-geral do PS tem, hoje, um estatuto verdadeiramente blindado em relação à emanação de qualquer divergência que, no interior do partido, vise por em causa a sua função liderante. E se tivermos em conta que o período do mandato passou a equivaler ao da legislatura (quatro anos), teremos realizado como a natureza do PS evoluiu de um partido dominantemente baseado na colegialidade dos seus órgãos representativos – onde a força da liderança exprime a força das orientações políticas democraticamente debatidas e aprovadas – para um partido de tipo presidencialista onde o chefe, uma vez eleito, no essencial configura aos seus critérios as escolhas internas e as orientações externas. Neste quadro, a democracia partidária, sob a ilusão de se ter tornado mais participativa, foi-se afunilando ao plebiscito e à ratificação. QUE PARTIDO É ESTE? SOCIALISTA? SOCIAL DEMOCRATA?

 

Leia aqui a opinião de Jorge Lacão sobre os Estatutos e a atual natureza do PS:

 http://www.ionline.pt/iopiniao/os-estatutos-natureza-ps/pag/-1 

 

 

Reforce o apoio a esta petição pública.

Passe a mensagem a todos os militantes socialistas.

ASSINE AQUI:  http://www.publico.pt/politica/noticia/na-direccao-do-ps-a-tactica-dilatoria-prevalece-1639971

 

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