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Será que a saúde deve ser um produto para continuar no mercado das grandes praças financeiras/bolsistas? Recordo só o caso da Seguradora que procurou aumentar o preço das ações apostando na morte dos idosos/doentes. O que eu constato nesta notícia não é um apelo à melhoria do serviço de saúde, mas sim um grande apelo "TRANSMISSÃO DA ORDEM DE COMPRA DAS AÇÕES". Isto assusta-me, porque sei que vou acabar por ficar doente ou velho. Os Bancos e Seguradoras podem prometer os melhores serviços de saúde ou de porteção social, mas quando esta visa o lucro eu fico muito preocupado.

 

"O BES é o regime, segundo Pedro Santos Guerreiro".

Pedro Santos Guerreiro, director do Jornal de Negócios tem este editorial, hoje, sobre o caso BES. Vale a pena ler porque sumariza o assunto BES sem lhe acrescentar nada de substancial ao que já trouxera a lume na passada Sexta-Feira. A não ser uma pequena coisa que se lê nas entrelinhas: Pedro Guerreira acredita que Ricardo Salgado está de saída, mas não o diz claramente porque as informações sobre o banqueiro do regime, perdão, segundo Pedro Guerreiro, o regime em si mesmo, são escassas e temerárias.

Para entender a análise do editorial, passemos primeiro a vista de olhos habitual, pelo mesmo:"
VER MAIS AQUI: http://portadaloja.blogspot.pt/2013/11/o-bes-e-o-regime-segundo-pedro-santos.html
saúde, bancos, corrupção, idosos

 

"O maior banco privado alemão, Deutsche Bank, vendeu um fundo de seguros de vida que consiste em apostar na morte de pessoas, lucrando mais se estas morrerem mais cedo, noticia o jornal Süddeutsche Zeitung.

De acordo com a mesma fonte, o investimento eleva-se a 700 milhões de euros, garantido sobretudo por pequenos investidores. Quando perceberam o tipo de investimento que lhes tinha sido proposto, alguns deles dirigiram-se ao provedor da associação de bancos, que rejeitou as reclamações mas formulou críticas à forma como este fundo foi constituído e funciona, considerando que é difícil de conciliar um produto destinado a valorizar economias pessoais com valores como o do respeito pela vida humana e a dignidade do ser humano.

Um advogado que representa alguns destes pequenos investidores disse ao mesmo jornal que vai apresentar o caso à justiça alemã durante esta ou na próxima semana, porque se entende que o negócio "é contrário aos bons costumes e, portanto, nulo e sem efeito". O advogado em causa, Tilman Langer, de Hamburgo, representa cerca de 30 investidores neste fundo, denominado como "db Kompass Life 3", entende que a justiça deve permitir a devolução do dinheiros destes investidores, que estavam, na verdade, a apostar em seguros de vida de cerca de 500 norte-americanos. As contas são feitas com referência a cidadãos entre os 72 e os 85 anos, que têm de dar provas regulares sobre os seus dados de saúde Quanto mais cedo estas pessoas morrerem, mais depressa o fundo deixa de pagar os respectivos seguros, obtendo assim mais dividendos.

A queixa original sobre este assunto dizia respeito à baixa rendibilidade deste fundo, o que decorria do facto de o banco estar a usar tabelas de mortalidade (que prevêem a longevidade média) desactualizadas. Como esta continua a aumentar, mas as tabelas usadas eram antigas, o prémio pago pelo fundo não correspondia às expectativas dos investidores.

Recebida a queixa, a provedoria da associação de bancos dirigiu a sua atenção para as regras do fundo. Para um procurador citado pelo mesmo jornal alemão, este fundo é um "macabro jogo de contas", de que alguns clientes diziam não ter consciência. O banco não quis comentar o caso quando confrontado pelo jornal."

http://www.publico.pt/economia/noticia/banco-alemao-criou-fundo-de-investimento-que-aposta-na-morte-1532784

 

 

Se os idosos norte-americanos viverem muito tempo, o banco ganha. Se morrerem cedo, investidor lucra

"Uma aposta sobre a morte. É desta forma que se resume, em traços gerais, um fundo de investimento comercializado pelo Deutsche Bank que está a agitar a opinião pública alemã.

O produto chama-se DB Life Kompass 3 e baseia-se em apólices de seguros de vida que permitem aos clientes do maior banco alemão apostar indirectamente na expectativa de vida de idosos norte-americanos.

O funcionamento do fundo é simples: o Deutsche Bank adquire apólices de seguros de vida norte-americanos, assumindo a responsabilidade pelo pagamento de prémios no futuro. Quando o segurado morre, o montante da apólice é transferido para o fundo do Deutsche Bank. Se os idosos viverem muito tempo, o banco ganha, mas se morrerem prematuramente é o investidor quem lucra.

O Deutsche Bank compra apólices baseadas em estatísticas de 500 norte-americanos com idades compreendidas entre os 70 e os 90 anos.

Esta já é a terceira emissão do DB Life Kompass. Nas duas edições anteriores, os investimentos ascenderam a 200 milhões de euros, revela o “El Mundo”.

A contestação em torno do fundo reacendeu-se quando o jornal “Frankfurter Allgemeine” voltou a dar destaque a esta modalidade de investimento. Segundo a publicação, um advogado de Hamburgo, Tilman Langer, pediu ao provedor de Justiça da Associação Federal de Bancos Alemães que se pronunciasse sobre este produto. O provedor recusou pronunciar-se sobre a legalidade do produto, que caracterizou como “dificilmente compatível com a dignidade humana”, remetendo o processo para tribunal. Já o presidente da Associação de Seguros de Vida da Alemanha considera que “o modelo de negócio do referido fundo é moralmente aceitável”. Christian Seidl diz que “se assim não fosse, poderíamos inferir que qualquer companhia de seguros de pensões beneficia da morte precoce dos seus segurados”, cita o “El Mundo”.

O Deutsche Bank está também a ser criticado por usar estatísticas de esperança de vida “obsoletas” que prejudicam os investidores, uma vez que os norte-americanos não estão a falecer tão depressa como esperavam."

http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/clientes-deutsche-bank-ganham-dinheiro-apostar-na-morte-idosos

 

 

Clientes do Deutsche Bank podem apostar na morte de pessoas idosas

"O produto chama-se DB Life Kompass 3 e permite que se invista em apólices de seguros de vida de norte-americanos na terceira idade. Se morrerem prematuramente, quem ganha é o investidor.
Há alguns anos que o Deutsche Bank tem disponível o produto DB Life Kompass, baseado em apólices de seguro de vida, que permite aos clientes do banco alemão apostarem indirectamente na esperança de vida de pessoas da terceira idade. Agora, o jornal “Frankfurter Allgemeine” trouxe de novo para a ribalta esta modalidade de investimento.

Segundo o jornal alemão, um advogado de Hamburgo, Tilman Langer, solicitou ao provedor da Associação Federal de Bancos Alemães (DBD), que se pronunciasse sobre este caso, que tem criado polémica no país. Acontece que provedor diz que deve ser um tribunal a determinar se este produto, que qualifica como “dificilmente compatível com a dignidade humana”, se reveste de algum tipo de ilegalidade.

Já o presidente da Associação de Seguros de Vida da Alemanha, Christian Seidl, considera que “não se deve criar controvérsias com este tipo de fundos, reduzindo-os a uma aposta sobre a morte”. 

“O modelo de negócio do referido fundo é, na nossa opinião, moralmente aceitável. Se assim não fosse, poderíamos inferir que qualquer companhia de seguros de pensões beneficia da morte precoce dos seus segurados”, sublinhou, citado pelo “El Mundo”.

E como é que o produto do Deutsche Bank funciona? O banco compra apólices de seguros de vida de norte-americanos e assume a responsabilidade pelo pagamento dos seus futuros prémios. Quando o segurado morre, o dinheiro da apólice vai para o fundo do Deutsche Bank. São escolhidos norte-americanos com idades compreendidas entre os 70 e os 90 anos. Se as pessoas de referência viverem muito tempo, ganha o banco. Se morrerem prematuramente, ganha o investidor. 

Nas duas emissões lançadas até agora, os investimentos rondaram os 200 milhões de euros, refere o “El Mundo”.

Uma das críticas feitas pelos investidores, já referida pelo “Der Spiegel” há três anos – aquando do lançamento do primeiro produto pelo Deutsche Bank –, é que o banco alemão parece basear-se em tabelas de esperança de vida que já estão obsoletas e que prejudicam os investidores – “que estão a descobrir que os norte-americanos não estão a morrer tão depressa como esperavam”."

 

http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/detalhe/clientes_do_deutsche_bank_podem_apostar_na_morte_de_pessoas_idosas.html

 

 

Acções da ES Saúde vão custar entre 3,20 e 3,90 euros

 

 

O período de Oferta Pública Inicial decorrerá entre a próxima segunda-feira e 6 de Fevereiro.

 

"A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) aprovou a operação de dispersão em bolsa de 49% da Espírito Santo Saúde (ES Saúde), sendo o preço das acções fixado entre os 3,20 e 3,90 euros, informou a empresa.

“Esta oferta irá permitir a primeira admissão à negociação em bolsa das acções de uma empresa portuguesa do sector da prestação de cuidados da saúde”, adianta a empresa do grupo Espírito Santo, num comunicado onde declara ser também “a primeira empresa de capitais privados a lançar uma Oferta Pública Inicial (“IPO”), desde a admissão à negociação da EDP Renováveis, em 2008”.

A oferta global da ES Saúde (até 46.815.704 acções) visa permitir a dispersão de até 49% do capital da sociedade (incluindo um aumento de capital da ES Saúde, através da emissão de até 7.042.254 novas acções e uma venda de acções pela Rio Forte Investments, a Espírito Santo Financial Group e a Companhia de Seguros Tranquilidade).

Até 20% do capital (ou seja, até 9.363.140 acções) será dirigido a investidores particulares em Portugal, incluindo até 3.277.100 acções para colaboradores do grupo ES Saúde e até 6.086.040 acções para o público em geral, e os restantes 80% (até 37.452.564 acções) serão destinados a investidores institucionais, nacionais e estrangeiros.

O período de Oferta decorrerá entre a próxima segunda-feira e 6 de Fevereiro, devendo a sessão especial de Bolsa, para o apuramento dos resultados desta Oferta Pública de Distribuição, acontecer a 7 de Fevereiro, segundo o mesmo comunicado.

Fundada em 2000, a Espírito Santo Saúde é um dos maiores operadores de saúde privado português, detendo oito hospitais privados, um deles gerido em regime de Parceria Público-Privada (Hospital Beatriz Ângelo, em Loures), sete clínicas e duas residências sénior, contando com 8.907 funcionários.

A empresa liderada por Isabel Vaz fechou Setembro de 2013 com resultados operacionais de 279,5 milhões de euros e lucros de 9,1 milhões de euros."

http://www.publico.pt/economia/noticia/accoes-da-es-saude-vao-custar-entre-320-e-390-euros-1621100

 

 

 

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