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Pois é car@s amig@s, o NIB vai deixar de ser válido a partir de 1 de Fevereiro de 2016.

Exemplo:

NIB vs IBAN.jpg

Devido ao facto de estarem a ser implementadas soluções de pagamento mais competitivas e inovadoras como, a faturação eletrónica, reconciliação eletrónica, e-payments (pagamentos eletrónicos) e m-payments (pagamentos via telemóvel), entre outros, as transferências bancárias a realizar a partir de 1 de fevereiro de 2016 vão deixar de ser feitas através da indicação do NIB (número de identificação da sua conta bancária), o qual será substituído pelo IBAN (código internacional de identificação da sua conta bancária).

Esta alteração decorre da migração para a SEPA - Single Euro Payments Area (Área Única de Pagamentos em Euros), entrando em funcionamento em 1 de Fevereiro de 2016.

A SEPA permite que os cidadãos e empresas possam efetuar pagamentos usando uma única moeda, em qualquer um dos países pertencentes à zona geográfica abrangida, com a mesma facilidade com que o faziam no seu país de origem.

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Sabia que pode poupar cerca de 100€ por ano em comissões bancárias? Informe-se sobre quanto o seu banco lhe está a cobrar por ano e permaneça muito atento, sendo que tantas vezes as comissões aparecem invisíveis ou mesmo disfarçadas. Informe-se ainda se pode ter acesso a uma conta de serviços mínimos bancáriosVeja em baixo a informação sobre a conta de serviços mínimos que alguns bancos apresentam.

O Rabelo Ze de Baiao Contas Bancárias Comissões

 

 

 

Os Serviços Mínimos Bancários (SMB) preveem a disponibilização de conta bancária de depósitos à ordem, a custos que, não poderão ser anualmente superiores, no seu conjunto, a 1% do salário mínimo nacional.

 

Acredito que a esmagadora maioria dos cidadãos nunca prestou atenção ao valor das comissões bancárias que os bancos lhes estão a cobrar e que poderão consultar se prestarem um pouco mais de atenção aos extratos bancários e aos talões de multibanco, sendo que lá ficam registadas todas as entradas e saídas das suas preciosas poupanças.

 

Sempre que verifique algum movimento de baixo valor que não compreenda, informe-se junto do seu banco sobre a saída desse dinheiro e questione se essa taxa não pode ser reduzida ou mesmo eliminada.

 

Consulte o preçário de todos os bancos que existem na sua localidade, ou adira à banca eletrónica (homebanking). Solicite aos seu banco uma lista das taxas e comissões que lhe estão a cobrar e depois informe-se junto de outro banco se existem, se são idênticas ou se são menores. Se forem menores e o banco for de confiança, não hesite em informar o seu banco de que irá transferir todas as suas poupanças para outro banco, atendendo ao valor das comissões que lhe estão a cobrar e que outros por vezes não cobram ou cobram em valores muito mais reduzidos.

 

Saiba que todos os bancos têm pacotes de operações bancárias que lhe permitem reduzir ou mesmo eliminar as comissões bancárias, tais como: contas-ordenado; aplicações de poupanças; utilização do banco online;...


Veja em baixo a informação sobre as contas de serviços mínimos bancários que algumas entidades bancárias apresentam:


Caixa Geral de Depósitos 

Consulte aqui o preçário e as comissões da CGD

Caixa de Crédito Agrícola 

Consulte aqui o preçário e as comissões da Caixa Agrícola

Banco Banif

Consulte aqui o preçário e as comissões do BANIF

Logotipo Banif

Banco BPI

Consulte aqui o preçário e as comissões do BPI

Logo BPI 


Banco Montepio

Consulte aqui o preçário e as comissões do Banco Montepio

Homepage Montepio 


Banco Santander Totta

Consulte aqui o preçário e as comissões Banco Santander Totta

  

 

Banco Millennium BCP

Consulte aqui o preçário e as comissões Banco Millennium BCP

Homepage 


Novo Banco

Consulte aqui o preçário e as comissões Novo Banco

Outos bancos a operar em Portugal

 

O Banco de Portugal tem aqui disponível a seguinte informação sobre os serviços mínimos bancários: 
Símbolo do Banco de Portugal

Serviços mínimos bancários

Os cidadãos têm direito a adquirir um conjunto de serviços bancários considerados essenciais a um custo reduzido, nomeadamente a abertura de uma conta de depósito à ordem e a disponibilização do respetivo cartão de débito.

Estes serviços bancários são prestados pelas instituições de crédito que tenham aderido a este regime, nos termos aprovados pelo Decreto-Lei n.º 27-C/2000, de 10 demarço, alterado pela Lei n.º 19/2011, de 20 demaio, e pelo Decreto-Lei n.º 225/2012, de 17 deoutubro.

Serviços incluídos

Os serviços mínimos bancários incluem os seguintes serviços:
  • abertura e manutenção de uma conta de depósito à ordem – a conta de serviços mínimos bancários; 
  • disponibilização de um cartão de débito para movimentação da conta; 
  • acesso à movimentação da conta de serviços mínimos bancários através de caixas automáticos, serviço de homebanking e balcões da instituição de crédito; e
  • realização de depósitos, levantamentos, pagamentos de bens e serviços, débitos diretos e transferências intrabancárias nacionais, sem restrição quanto ao número de operações que podem ser realizadas.

Custo de uma conta de serviços mínimos bancários

As instituições de crédito que disponibilizam serviços mínimos bancários não podem, nos termos da lei (Decreto-Lei n.º 27-C/2000, de 10 de março, na redação em vigor), cobrar, por esses serviços, comissões, despesas ou outros encargos que, anualmente e no seu conjunto, representem um valor superior a 1% do salário mínimo nacional, ou seja, 5,05 euros de acordo com o salário mínimo em 2014.

As comissões de manutenção de conta de Serviços Mínimos Bancários (SMB) praticadas pelas instituições de crédito que disponibilizam estes serviços são divulgadas neste Portal, na página comparativo de comissões.Os clientes podem também consultar a informação sobre o custo dos serviços mínimos bancários no Folheto de Comissões e Despesas do Preçário das instituições aderentes, disponível nosrespetivos balcões, nos sítios de internet das instituições de crédito e neste Portal, na página dos Preçários.

Outros serviços bancários

Os clientes que acedam aos serviços mínimos bancários podem contratar outros produtos ou serviços bancários não incluídos no conjunto de serviços mínimos, como depósitos a prazo, contas-poupança, transferências interbancárias, transferências internacionais, produtos de crédito, entre outros.

Os produtos ou serviços contratados que não integram os serviços mínimos bancários estão sujeitos às comissões e despesas em vigor na respetiva instituição de crédito.

As contas de serviços mínimos bancários não podem ter saldo negativo. As instituições de crédito não podem contratar facilidades de descoberto ou permitir tacitamente a movimentação da conta para além do seu saldo (ultrapassagem de crédito) aos clientes que acedam ao regime dos serviços mínimos bancários.

Encerramento de conta de serviços mínimos bancários

As instituições de crédito aderentes podem tomar a iniciativa de encerrar contas de serviços mínimos bancários se detetarem que o respetivo titular possui uma outra conta de depósito à ordem. Nesse caso, podem exigir o pagamento dos encargos habitualmente associados à prestação dos serviços entretanto disponibilizados.

As instituições de crédito podem ainda encerrar contas de serviços mínimos bancários se forem verificadas em simultâneo as seguintes condições:
  • a conta de serviços mínimos bancários estiver aberta há, pelo menos, um ano;
  • o saldo médio registado nos seis meses anteriores for inferior a 5% do salário mínimo nacional, ou seja, 25,25 euros de acordo com o salário mínimo em 2014; e,
  • não tiverem sido realizadas operações bancárias nos seis meses anteriores.
 

Perguntas frequentes (veja aqui)

 
 

  

Veja o vídeo da Saldo Positivo - CGD, sobre como poupar nas comissões bancárias

Conheça quatro formas para baixar os encargos com as comissões bancárias.

O verbo poupar está na ordem do dia. Conheça neste vídeo, da rubrica ‘low cost’, algumas dicas para conseguir poupar alguns euros por ano nos encargos que paga ao banco. Para comparar as comissões cobradas pelos vários bancos consulte o preçário que está disponível nos sites das instituições financeiras. Além disso, se preferir fazer algumas operações bancárias através dos canais automáticos em vez de executá-las ao balcões irá ver a sua fatura com comissões bancárias descer.

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Estará na hora de se "re-regular" o sistema financeiro?

por José Pereira (zedebaiao.com), em 12.08.14

Conseguirá um Governo e um Banco Nacional ou mesmo uma Comissão e um Banco Europeu melhorar a regulamentação, regulação e supervisão de modo a estabilizar e credibilizar o funcionamento e a inovação do sistema financeiro? Será apropriado encetar uma "re-regulamentação" em plena crise financeira? 

crise financeira regulação BES regulamentação supervisão banco de portugal

 

Os neoliberais capitalistas utilizam a palavra "re-regular" como se alguma vez o sistema financeiro tivesse estado regulado/regulamentado. É interessante verificar que os defensores do neoliberalismo financeiro deixam frases nos seus jornais e nos seus debates a determinar, à partida, o seguinte: "Esta casa acredita que seria um erro regular o sistema financeiro logo após a crise".

 

Ora, quem começa assim um debate que resultado pretende atingir?

 

Será um erro regular, regulamentar, supervisionar, averiguar e responsabilizar o sistema financeiro quando este está em plena crise?

Será que o resultado seria melhor ou pior?

Estaríamos a retardar a inovação financeira e a (re)introduzir novos riscos e ainda mais perversão/corrupção? 

 

 

 

Henry Tricks
The moderator's opening remarks
Oct 17th 2008 | Mr Henry Tricks  

Monday October 13th was Baroness Thatcher’s birthday. It was also the start of a week that has seen Western governments resolve to part-nationalise numerous banks in the biggest state incursion into free-market capitalism since the second world war. Those events, though coincidental, may not be entirely unconnected. The wave of deregulation since the 1970s, so associated with Thatcherism, has helped produce staggering increases in prosperity. But it may also have helped push the world to the brink of financial break-down.

 

With that in mind, what better week could there be for holding a debate on how best to re-regulate the system after the credit crisis? And who more qualified to thrash it out than two Nobel-prize-winning American economists with famously forthright views on free markets.

 

Myron Scholes, who shared the Nobel prize for economics in 1997 for determining the value of derivatives, is one of the architects of complex, deregulated finance. His option-pricing theory, the Black-Scholes model, led to the explosive growth of options trading. He remains a practising hedge-fund manager, and has been investing in stockmarkets since his high-school days in Canada.

 

In support of the motion, “This house believes it would be a mistake to regulate the financial system heavily after the crisis”, he defends the innovations made possible by unfettered finance. The “proponents for re-regulation fail to measure the benefits of the myriad financial innovations that have succeeded since regulatory constraints were relaxed in the 1970s,” he argues. Indeed, heavy regulation has not stopped banks and broker-dealers collapsing in the past, he notes.

 

He proposes a light-touch response to the crisis, a simple requirement on banks to hold more capital to prevent them becoming over-leveraged. He explains why it doesn’t matter if the extra capital reduces a bank’s return on equity, because with less debt, the equity is less risky. Too much leverage, or too little capital, generally magnifies the effect of a shock, and causes a vicious circle of selling, he says.

All very well buttressed with financial theory. Joseph Stiglitz, his opponent, is sure to have none of it, however. Professor Stiglitz shared the Nobel prize for economics in 2001 for helping develop a theory of asymmetric information which showed that only under exceptional circumstances are markets efficient. Outside of the economics profession, he is better known for his withering critiques of the IMF and free markets, even while he was chief economist at the World Bank.

 

His opposition to the motion rests on the assertion that inadequate regulation has caused this crisis, and all those other crises leading up to it. Stronger regulation, relating to corporate governance, pay, lending practices, etc, is necessary, he argues, not least because American taxpayers are repeatedly on the hook for bailing out Wall Street. He gives short shrift to the supposed benefits of financial innovation. “The fact of the matter is that most of that creativity was directed to circumventing regulations and regulatory arbitrage…” he says. It didn’t help ordinary people, nor did it do much to improve the economy’s efficiency. New regulatory structures should be run by people less in thrall to those that they regulate. On only one point is there common ground: some additional regulation is inevitable as a result of the massive use of taxpayer money to rescue imprudent banks. But as to whether it should be a lot or a little, there is plenty of disagreement—which is probably true of society at large. Let’s see which side wins.

 

As far as possible, the debate will be regulated with a light touch, rather than a heavy hand. The more the audience gets involved, the better. But do be polite. As the Iron Lady so aptly put it, “I always cheer up immensely if an attack is particularly wounding because I think, well, if they attack one personally, it means they have not a single political argument left.” Happy Birthday m’lady.

  •  
 
Myron Scholes
The proposer's opening remarks
Oct 17th 2008 |Professor Myron S. Scholes  

There is now a rising chorus among regulators, politicians and academics claiming that the freedom to innovate in the financial domain should be curtailed.

 

This stemmed from the apparent recent failures in mortgage finance and credit default swaps and the apparent need for governments and central banks to “bail out” failing and failed financial institutions around the world directly through capital infusions and indirectly by providing a wide array of liquidity facilities and guarantees. They claim that freedom in global financial markets has proceeded at too rapid a pace without controls—in particular with an incentive system that rewards risk-taking at the expense of government entities—and as a result “throwing sand in the gears” of innovation will reduce “deadweight costs” and “moral hazard” issues.

 

Obviously, these same proponents for re-regulation fail to measure the benefits of the myriad financial innovations that have succeeded since regulatory constraints were relaxed in the 1970s. And they fail to account for the vast increase in the wealth of the global economy that has resulted from the freedom to innovate.

 

Economic theory suggests that financial innovation must lead to failures. And, in particular, since successful innovations are hard to predict, the infrastructure necessary to support innovation needs to lag the innovations themselves, which increases the probability that controls will be insufficient at times to prevent breakdowns in governance mechanisms. Failures, however, do not lead to the conclusion that re-regulation will succeed in stemming future failures. Or that society will be better off with fewer freedoms. Although governments are able to regulate organisational forms, they are unable to regulate the services provided by competing entities, many yet to be born. Organisational forms change with financial innovations. Although functions of finance remain static and are similar in Africa, Asia, Europe and the United States, their provision is dynamic as entities attempt to profit by providing services at lower cost and greater benefit than competing alternatives.

 

We would be derelict to regulate the financial industry heavily without attempting to understand the cost and benefits of regulation and without a thorough understanding of the causes of this crisis. With haste, new forms of regulation will probably not lead to less chance of further crisis and failures. History suggests that even the most heavily regulated banking (and broker/dealer) sectors have collapsed or nearly collapsed on myriad previous occasions. New regulations have supplanted old regulations to no avail. I reference here the Kindleberger – Aliber book, “Manias, Panics, and Crashes”, wherein myriad crashes or related incidents throughout the centuries are listed and discussed.

 

Crises are caused by banks having too much leverage. They face an “inflexibility trap” and “negative convexity”. Generally, a shock occurs, a “fat-tailed event”, and as a result a bank suffers a loss on a product line such as subprime mortgages that, in turn, requires it to reduce the risk of its equity. To do so, it must issue additional equity or sell risky assets to pay back debt. With leverage, to reduce risk needs action. If the bank attempts to raise equity capital, however, it faces the “inflexibility trap”. By issuing equity, debt holders have more capital supporting their debt and are better off. Equity holders must be worse off. That is, on the announcement of the offering, the price of existing shares fall. This follows from option theory. When governments infuse capital into banks, the new capital benefits the debt holders. This is the true “moral hazard”.

 

The simple remedy, therefore, is to require banks to have less leverage or—its converse—to have additional equity capital. This garners flexibility. And flexibility is valuable. It is an option. We can measure its value and price it accordingly. If society is to provide the option, it should charge for it in advance, and then it becomes the supplier of contingent capital to the financial system. This creates the correct incentives. This is not regulation; this is economics.

 

“Negative convexity” arises as firms are required to invest to make money for their shareholders. When everyone else is driving over the speed limit, there is pressure to drive quickly as well; that is, more leverage to increase the return on equity capital. When a shock forces entities to reduce risk, they find it difficult to do so for many other entities are also attempting to liquidate positions at the same time. Not all the cars can slow down in time to prevent an accident. In financial markets liquidity prices increase dramatically, creating “fat tails”, and entities are unable to sell assets to reduce risks. With losses in one area, banks need to sell other more liquid assets. This, in turn, requires other banks to liquidate assets to reduce their risk. Liquidity prices increase and asset values fall across all markets as banks demand liquidity to reduce risk. This causes a deleveraging cascade in the financial markets affecting the capital of all banks.

 

Although I don’t have the data available, I predict that bank capital ratios have fallen dramatically over the last 20 years, with deregulation of the banking sector in the 1990s, coupled with the advent of the Bank for International Settlements’ implementation of Value at Risk, portfolio theory, that is in vogue to determine bank capital, and with changes in accounting rules.

 

Certainly, with additional equity capital, the return on equity capital of financial entities would fall, but the value of the enterprise would not be affected. Modigliani and Miller, over 50 years ago, wrote a classic paper in financial economics, demonstrating that the value of the firm is independent of its debt-to-equity ratio. For this and related work, each was awarded the Nobel prize in economics. Although the required rate of return on debt is less than that of equity, the required return on equity increases with additional debt to just offset debt’s lower cost. In its simplest form why would an investor pay more for a leveraged firm than an unleveraged firm if she could acquire the unleveraged firm at a lower price and create the same capital structure on personal account? Their simple and elegant model has withstood many academic attacks including issues such as the tax deductibility of debt or bankruptcy costs. Miller argued in his 1977 presidential address to the American Finance Association that these issues are second order, “akin to a horse and rabbit stew – one horse and one rabbit.” Although additional equity capital and less debt capital will not reduce the total value of the bank, it will reduce the expected return on equity. This is of no consequence, however, since with less debt the risk of the equity is correspondingly less. The return-to-risk tradeoff is unaffected. Investors will need to expect a lower return on equity capital. If individuals, hedge funds, etc, want to achieve a greater expected rate of return with commensurately more risk, they are able to achieve such by leveraging on their personal accounts. Remember, however, that leverage is a two-edged sword. Wonderful when things are going well; a cancer when things are going badly. Since there are few costs and many benefits to this approach, capital requirements and pricing flexibility are the correct way to regulate banks going forward. Since this is the correct economic response, it trumps regulating the financial system heavily going forward. There is no need to “throw sand into the gears” to slow down innovation and new products. Capital is the solution and it is a form of “light regulation”.

 
Joseph Stiglitz
The opposition's opening remarks
Oct 17th 2008 |Professor Joseph E. Stiglitz  

The current crisis is caused, in part, by inadequate regulation. Unless we have an adequate regulatory system—regulations and a regulatory structure that ensures their implementation—we are bound to have another crisis.

 

This is not the first such crisis in the financial system that we have had in recent decades. Indeed, around the world, it is more unusual for a country not to have had a financial crisis than to have had one. They have occurred in societies with “good institutions”—like those in Scandinavia—and in societies without such institutions. They have occurred in developed and in developing countries. The only countries to have been spared so far are those with strong regulatory frameworks.

 

In each case, the crisis has affected not just the lenders and borrowers, but also innocent bystanders. Workers have been thrown out of jobs as the economy plummets into a downturn, a recession or depression. Governments inevitably intervene, whether there is explicit deposit insurance or not. No democratic government can sit idly by while there is such suffering. There are, to use the economists’ jargon, externalities, and whenever there are externalities, there is a need for government intervention. There is, to some extent, some government insurance. Private insurance companies take actions to prevent the insured against losses occurring—for example, fire insurance companies insist on sprinklers in commercial buildings. The government has a responsibility to protect taxpayers, workers and others in our society and to do what it can to make sure that such crises are less frequent, and when they occur, less severe.

 

Wall Street has asked for a massive bail-out—some $1.6 trillion so far, but most believe that this is just a down payment. The American taxpayer has bailed out Wall Street repeatedly—the S & L bailout, Mexico, Indonesia, Korea, Thailand, Argentina, Russia, Brazil and now this, the largest ever. One cannot keep asking for bigger hospitals and argue that nothing should be done to prevent hospitalisation in the first place.

Regulations (including those relating to corporate governance, incentive structures, speed limits, lending practices) are necessary to restore confidence. When, a hundred years ago, Upton Sinclair depicted graphically America’s stockyards and there was a revulsion against consuming meat, the industry turned to the government for regulation, to assure consumers that meat was safe for consumption. Regulatory reform would help restore confidence in our financial markets. We have seen how badly the banks have behaved; we have yet to reform the regulatory structure or change the regulators. Why, with the extra cushion of taxpayer money, of the kind proposed in the British bail-out, without such reforms, should we expect them to behave much better in the future than in the past?

 

Indeed, anyone who has seen America’s political processes at work knows that after Wall Street gets its money, it will begin fighting the regulations. It will say: Government must be careful not to overreact; we have to maintain the financial markets’ creativity. The fact of the matter is that most of that creativity was directed to circumventing regulations and regulatory arbitrage, creative accounting so no one, not even the banks, knew their financial position, and tax arbitrage. Meanwhile, the financial system didn’t create the innovations which would have addressed the real risks people face—for instance, enabling ordinary Americans to stay in their home when interest rates change—and indeed, has resisted many of the innovations which would have increased the efficiency of our economy. In some places, there has been real innovation—the Danish mortgage market (though it’s hardly new) is an excellent example, with low transactions costs and much greater security. But elsewhere in Europe, there has been resistance to adopting this model.

 

Markets have failed, but so too has our regulatory system. No one would suggest that because our tax system is imperfect, with evasion and avoidance, we should abandon taxation. No one is suggesting that because our markets have failed, and failed miserably, we should abandon a market-based economy. And no one should suggest that because our regulatory system is imperfect, it should be abandoned. As Paul Volcker once put it in the middle of the East Asia crisis, even a leaky umbrella can be helpful in a rainstorm. To be sure, both markets and our regulatory structures need to be improved upon.

 

Not only new regulations are required, but also new regulatory structures. The Fed and other regulators didn’t do everything they could have done with the regulations at their disposal. This is the not surprising consequence of appointing as regulators people who don’t believe in regulation.

A regulatory structure that worked after the Great Depression, before the invention of derivatives, is not one appropriate for the 21st century. We need to make sure that not just the voice and interest of Wall Street is heard, but so too the rest of the country, and we need to reduce the chance of regulatory capture. There was a party going on, and no one linked with Wall Street wanted to be a party pooper. As the old saw has it, the job of a good regulator is to take away the punch bowl when the party gets too raucous. But the Fed kept refilling the punch bowl, and now, we the taxpayer are asked to pay for the clean-up.

 

Those entrusted with looking after retirement funds, those who realise what an economic downturn can mean for workers, those without a vested interest in keeping Wall Street’s parties going have to have a large voice in a reformed regulatory system.

 

A good regulatory system has to take account of the asymmetries of information and other asymmetries between financial markets and government regulators. Those testing whether drugs are safe and effective may not have the creativity of those coming up with new drugs, but their tasks are different. Few would propose abandoning government oversight of drugs, simply because government salaries will be uncompetitive with those for testing the drugs in the private sector.

 

Part of a new regulatory system must be a financial products safety commission, to make sure that no products bought or sold by commercial banks or pension funds are “unsafe for human consumption”. Ideally, such a commission would try to encourage the kind of innovation that would protect homeowners and make our economy more efficient.

 

The question, more generally, is not so much too little or too much regulation, but the right regulation and a regulatory system that enforces the regulations we have. The risk we face is not that we will have too much regulation in the aftermath of the crisis but too little. After the crisis is over, the financiers who have done very well by themselves in recent years will use some of that money to distort the political process—campaign contributions have proven in the past to be high return investments.

 

The system we had didn’t serve the country well. Financial systems are supposed to allocate capital and manage risks. However, risks were not managed, they were created, and capital was massively misallocated. But it did serve those in the financial system well. Many of these would like the old system to continue, with as little modification as possible. To do so would be a mistake.

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Atendendo a que alinho o meu pensamento e a minha ação por uma base que se denomina "Declaração de Princípios e Valores Socialistas", sinto-me na obrigação de desassossegar por dentro dos partidos, para ver se conseguimos mudar algo por fora. Continuo a acreditar que sem termos a coragem, a capacidade e as competências cívicas e políticas para mudar por dentro dos partidos, pouco ou nada conseguiremos mudar por fora. De pouco serve pensarmos que virá um independente ou novo partido salvar tudo isto, porque não virá.

Partidos, Miguel Coelho, PS, PSD, Eleições Europa, Portugal, Manifesto Programa Projecto Políticas Sociais

 

A (i)responsabilidade é nossa, sim NOSSA, ou seja MINHA e SUA e NÃO DELES!

 

É com base nesta minha opção (acreditem que muito difícil, penalizadora e desgastante) de ação de desassossego que, ao ler o livro do Doutor Miguel Coelho (facebookperfil político, deputado), começo por fazer esta breve reflexão dirigida ao partido que deveria defender as linhas ideológicas com que me identifico (PS).

 

Como tem sido possível constatar, o rumo dos partidos e também do PS, anda desnorteado. Todos sabem que os cidadãos deixaram de acreditar nos partidos e nos políticos, mas praticamente nenhum dirigente de topo pensa nem planeia mudar ou alterar o que quer que seja. Quando se constata que 93,2% (PS) e 75,4% (PPD/PSD) dos elementos do Secretariado Nacional exercem simultâneamente cargos políticos remunerados e que se encaixam sucessivamente em lugares públicos ou privados de topo, é mais do que óbvio que tudo farão para manter a cartelização partidária, ou seja, o controlo sobre todas as estruturas, desde as secções de base, passando pelas concelhias e distritais até às estruturas de direção e governação nacional. 

 

Por estes dias, todos vão falar muito de Portugal e da Europa Social, da democratização por via da participação e da melhoria da representação, da necessidade de credibilização dos partidos e dos políticos, das questões e problemáticas sociais, de Portugal e da Europa dos Cidadãos,  da necessidade de regulação dos mercados e da criação de emprego para relançar a economia, do pluralismo e da diversidade,...

 

Mas acredite que a mudança nunca se fez por "memorando" ou "despacho". A mudança é um processo constante que depende de nós todos, sendo que não podemos continuar à espera que venha um salvador de Portugal, da Europa ou do Mundo fazer esse trabalho por nós.

 

É óbvio que o principal caminho é o da eurocidadania, da solidariedade e da responsabilidade e responsabilização individual, social, política, laboral e empresarial. O problema é que em Portugal e na Europa o sistema político-partidário do arco central do poder está "entrosado" (aquele ou aquilo que se introduz em alguma parte sem ter qualidade para tanto) pelos jogos de interesses que assentam na defesa dos grandes grupos empresariais e financeiros e que determinam o designo social, quando tudo isto deveria ocorrer e funcionar exatamente ao contrário, ou seja, o desígnio social é que deveria determinar o sistema empresarial e financeiro.

 

Como defendeu recentemente o Doutor Artur Miguel Claro da Fonseca Mora Coelho  (Os Partidos Políticos e o Recrutamento do Pessoal Dirigente em Portugal, 2014), “ o PS e o PPD/PSD, revelaram-se semelhantes”. No início o PS ainda se regia e “revia no quadro dos valores e do socialismo humanista”, mas depressa se direccionou para o modelo de “partido de quadros”. Situação esta que veio a demonstrar “uma maior insatisfação dos militantes socialistas quanto à sua participação na escolha dos dirigentes nacionais e regionais”

 

É ainda possível inferir que os partidos do arco do poder (PS e PPD/PSD) “são estruturas de militantes em processo de atomização” , ou seja, “estratificados entre militantes” de topo, que vão ocupando e controlando os cargos dirigentes em institutos e empresas  públicas e privadas e os militantes de base que se limitam a funcionar como meras massas de aplauso e de voto, sem a devida reflexão e, pior, sem qualquer poder de escolha, de participação/tomada de decisão regional, nacional ou europeia.

 

Os partidos alinharam-se pela denominada estratégia de “catch all” (que procuram abranger tudo e apanhar tudo, perdendo a ideologia e buscando a maximização dos espaços de controlo e de poder), situação que “terá favorecido a emergência de uma situação característica dos tipos de partido de cartel” (Cartelização partidária é o acordo político-empresarial estabelecido entre políticos de topo e grandes grupos empresarias, que se organizam numa espécie de sindicato que visa dominar os mercados e impor os preços, suprimindo ou criando impedimentos à devida regulação e à salutar concorrência/desenvolvimento socioeconómico).

 

Note-se que, no “PS, há uma quase total omnipresença das equipas dirigentes do Secretariado Nacional em cargos políticos remunerados (93,2%)". Nestes termos, como é que as bases e os valores da generalidade dos militantes socialistas e sociais democratas podem vingar? Como é que podem os cidadãos e militantes de base contrariar esta “Lei de Ferro “ dominada pelo circulo que integra a cúpula dos partidos?

 

Isto é Democracia? Pode ser algo a que chamam de estrutura organizacional “participativa e representativa”, mas NÃO É CERTAMENTE DEMOCRACIA PARTICIPADA NEM DEVIDAMENTE REPRESENTADA!

 

Mas nem tudo está perdido, sendo que dentro do PS ainda há cidadãos militantes de causas e valores (é certo que são mais os de base do que os de topo, mas que os há, disso não tenho dúvidas) os quais consideram que “as políticas sociais constituem o território que separa, impressivamente, o PS do PPD/PSD”.

 

 

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Será que a saúde deve ser um produto para continuar no mercado das grandes praças financeiras/bolsistas? Recordo só o caso da Seguradora que procurou aumentar o preço das ações apostando na morte dos idosos/doentes. O que eu constato nesta notícia não é um apelo à melhoria do serviço de saúde, mas sim um grande apelo "TRANSMISSÃO DA ORDEM DE COMPRA DAS AÇÕES". Isto assusta-me, porque sei que vou acabar por ficar doente ou velho. Os Bancos e Seguradoras podem prometer os melhores serviços de saúde ou de porteção social, mas quando esta visa o lucro eu fico muito preocupado.

 

"O BES é o regime, segundo Pedro Santos Guerreiro".

Pedro Santos Guerreiro, director do Jornal de Negócios tem este editorial, hoje, sobre o caso BES. Vale a pena ler porque sumariza o assunto BES sem lhe acrescentar nada de substancial ao que já trouxera a lume na passada Sexta-Feira. A não ser uma pequena coisa que se lê nas entrelinhas: Pedro Guerreira acredita que Ricardo Salgado está de saída, mas não o diz claramente porque as informações sobre o banqueiro do regime, perdão, segundo Pedro Guerreiro, o regime em si mesmo, são escassas e temerárias.

Para entender a análise do editorial, passemos primeiro a vista de olhos habitual, pelo mesmo:"
VER MAIS AQUI: http://portadaloja.blogspot.pt/2013/11/o-bes-e-o-regime-segundo-pedro-santos.html
saúde, bancos, corrupção, idosos

 

"O maior banco privado alemão, Deutsche Bank, vendeu um fundo de seguros de vida que consiste em apostar na morte de pessoas, lucrando mais se estas morrerem mais cedo, noticia o jornal Süddeutsche Zeitung.

De acordo com a mesma fonte, o investimento eleva-se a 700 milhões de euros, garantido sobretudo por pequenos investidores. Quando perceberam o tipo de investimento que lhes tinha sido proposto, alguns deles dirigiram-se ao provedor da associação de bancos, que rejeitou as reclamações mas formulou críticas à forma como este fundo foi constituído e funciona, considerando que é difícil de conciliar um produto destinado a valorizar economias pessoais com valores como o do respeito pela vida humana e a dignidade do ser humano.

Um advogado que representa alguns destes pequenos investidores disse ao mesmo jornal que vai apresentar o caso à justiça alemã durante esta ou na próxima semana, porque se entende que o negócio "é contrário aos bons costumes e, portanto, nulo e sem efeito". O advogado em causa, Tilman Langer, de Hamburgo, representa cerca de 30 investidores neste fundo, denominado como "db Kompass Life 3", entende que a justiça deve permitir a devolução do dinheiros destes investidores, que estavam, na verdade, a apostar em seguros de vida de cerca de 500 norte-americanos. As contas são feitas com referência a cidadãos entre os 72 e os 85 anos, que têm de dar provas regulares sobre os seus dados de saúde Quanto mais cedo estas pessoas morrerem, mais depressa o fundo deixa de pagar os respectivos seguros, obtendo assim mais dividendos.

A queixa original sobre este assunto dizia respeito à baixa rendibilidade deste fundo, o que decorria do facto de o banco estar a usar tabelas de mortalidade (que prevêem a longevidade média) desactualizadas. Como esta continua a aumentar, mas as tabelas usadas eram antigas, o prémio pago pelo fundo não correspondia às expectativas dos investidores.

Recebida a queixa, a provedoria da associação de bancos dirigiu a sua atenção para as regras do fundo. Para um procurador citado pelo mesmo jornal alemão, este fundo é um "macabro jogo de contas", de que alguns clientes diziam não ter consciência. O banco não quis comentar o caso quando confrontado pelo jornal."

http://www.publico.pt/economia/noticia/banco-alemao-criou-fundo-de-investimento-que-aposta-na-morte-1532784

 

 

Se os idosos norte-americanos viverem muito tempo, o banco ganha. Se morrerem cedo, investidor lucra

"Uma aposta sobre a morte. É desta forma que se resume, em traços gerais, um fundo de investimento comercializado pelo Deutsche Bank que está a agitar a opinião pública alemã.

O produto chama-se DB Life Kompass 3 e baseia-se em apólices de seguros de vida que permitem aos clientes do maior banco alemão apostar indirectamente na expectativa de vida de idosos norte-americanos.

O funcionamento do fundo é simples: o Deutsche Bank adquire apólices de seguros de vida norte-americanos, assumindo a responsabilidade pelo pagamento de prémios no futuro. Quando o segurado morre, o montante da apólice é transferido para o fundo do Deutsche Bank. Se os idosos viverem muito tempo, o banco ganha, mas se morrerem prematuramente é o investidor quem lucra.

O Deutsche Bank compra apólices baseadas em estatísticas de 500 norte-americanos com idades compreendidas entre os 70 e os 90 anos.

Esta já é a terceira emissão do DB Life Kompass. Nas duas edições anteriores, os investimentos ascenderam a 200 milhões de euros, revela o “El Mundo”.

A contestação em torno do fundo reacendeu-se quando o jornal “Frankfurter Allgemeine” voltou a dar destaque a esta modalidade de investimento. Segundo a publicação, um advogado de Hamburgo, Tilman Langer, pediu ao provedor de Justiça da Associação Federal de Bancos Alemães que se pronunciasse sobre este produto. O provedor recusou pronunciar-se sobre a legalidade do produto, que caracterizou como “dificilmente compatível com a dignidade humana”, remetendo o processo para tribunal. Já o presidente da Associação de Seguros de Vida da Alemanha considera que “o modelo de negócio do referido fundo é moralmente aceitável”. Christian Seidl diz que “se assim não fosse, poderíamos inferir que qualquer companhia de seguros de pensões beneficia da morte precoce dos seus segurados”, cita o “El Mundo”.

O Deutsche Bank está também a ser criticado por usar estatísticas de esperança de vida “obsoletas” que prejudicam os investidores, uma vez que os norte-americanos não estão a falecer tão depressa como esperavam."

http://www.ionline.pt/artigos/dinheiro/clientes-deutsche-bank-ganham-dinheiro-apostar-na-morte-idosos

 

 

Clientes do Deutsche Bank podem apostar na morte de pessoas idosas

"O produto chama-se DB Life Kompass 3 e permite que se invista em apólices de seguros de vida de norte-americanos na terceira idade. Se morrerem prematuramente, quem ganha é o investidor.
Há alguns anos que o Deutsche Bank tem disponível o produto DB Life Kompass, baseado em apólices de seguro de vida, que permite aos clientes do banco alemão apostarem indirectamente na esperança de vida de pessoas da terceira idade. Agora, o jornal “Frankfurter Allgemeine” trouxe de novo para a ribalta esta modalidade de investimento.

Segundo o jornal alemão, um advogado de Hamburgo, Tilman Langer, solicitou ao provedor da Associação Federal de Bancos Alemães (DBD), que se pronunciasse sobre este caso, que tem criado polémica no país. Acontece que provedor diz que deve ser um tribunal a determinar se este produto, que qualifica como “dificilmente compatível com a dignidade humana”, se reveste de algum tipo de ilegalidade.

Já o presidente da Associação de Seguros de Vida da Alemanha, Christian Seidl, considera que “não se deve criar controvérsias com este tipo de fundos, reduzindo-os a uma aposta sobre a morte”. 

“O modelo de negócio do referido fundo é, na nossa opinião, moralmente aceitável. Se assim não fosse, poderíamos inferir que qualquer companhia de seguros de pensões beneficia da morte precoce dos seus segurados”, sublinhou, citado pelo “El Mundo”.

E como é que o produto do Deutsche Bank funciona? O banco compra apólices de seguros de vida de norte-americanos e assume a responsabilidade pelo pagamento dos seus futuros prémios. Quando o segurado morre, o dinheiro da apólice vai para o fundo do Deutsche Bank. São escolhidos norte-americanos com idades compreendidas entre os 70 e os 90 anos. Se as pessoas de referência viverem muito tempo, ganha o banco. Se morrerem prematuramente, ganha o investidor. 

Nas duas emissões lançadas até agora, os investimentos rondaram os 200 milhões de euros, refere o “El Mundo”.

Uma das críticas feitas pelos investidores, já referida pelo “Der Spiegel” há três anos – aquando do lançamento do primeiro produto pelo Deutsche Bank –, é que o banco alemão parece basear-se em tabelas de esperança de vida que já estão obsoletas e que prejudicam os investidores – “que estão a descobrir que os norte-americanos não estão a morrer tão depressa como esperavam”."

 

http://www.jornaldenegocios.pt/mercados/detalhe/clientes_do_deutsche_bank_podem_apostar_na_morte_de_pessoas_idosas.html

 

 

Acções da ES Saúde vão custar entre 3,20 e 3,90 euros

 

 

O período de Oferta Pública Inicial decorrerá entre a próxima segunda-feira e 6 de Fevereiro.

 

"A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) aprovou a operação de dispersão em bolsa de 49% da Espírito Santo Saúde (ES Saúde), sendo o preço das acções fixado entre os 3,20 e 3,90 euros, informou a empresa.

“Esta oferta irá permitir a primeira admissão à negociação em bolsa das acções de uma empresa portuguesa do sector da prestação de cuidados da saúde”, adianta a empresa do grupo Espírito Santo, num comunicado onde declara ser também “a primeira empresa de capitais privados a lançar uma Oferta Pública Inicial (“IPO”), desde a admissão à negociação da EDP Renováveis, em 2008”.

A oferta global da ES Saúde (até 46.815.704 acções) visa permitir a dispersão de até 49% do capital da sociedade (incluindo um aumento de capital da ES Saúde, através da emissão de até 7.042.254 novas acções e uma venda de acções pela Rio Forte Investments, a Espírito Santo Financial Group e a Companhia de Seguros Tranquilidade).

Até 20% do capital (ou seja, até 9.363.140 acções) será dirigido a investidores particulares em Portugal, incluindo até 3.277.100 acções para colaboradores do grupo ES Saúde e até 6.086.040 acções para o público em geral, e os restantes 80% (até 37.452.564 acções) serão destinados a investidores institucionais, nacionais e estrangeiros.

O período de Oferta decorrerá entre a próxima segunda-feira e 6 de Fevereiro, devendo a sessão especial de Bolsa, para o apuramento dos resultados desta Oferta Pública de Distribuição, acontecer a 7 de Fevereiro, segundo o mesmo comunicado.

Fundada em 2000, a Espírito Santo Saúde é um dos maiores operadores de saúde privado português, detendo oito hospitais privados, um deles gerido em regime de Parceria Público-Privada (Hospital Beatriz Ângelo, em Loures), sete clínicas e duas residências sénior, contando com 8.907 funcionários.

A empresa liderada por Isabel Vaz fechou Setembro de 2013 com resultados operacionais de 279,5 milhões de euros e lucros de 9,1 milhões de euros."

http://www.publico.pt/economia/noticia/accoes-da-es-saude-vao-custar-entre-320-e-390-euros-1621100

 

 

 

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