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E tudo começa com uma troca de olhares!

A minha filha faz hoje 3 meses e já nos presenteia com belissimos sorrisos sociais. Sorri, emite sons diferenciados e já balbucia, ou seja, esforça-se por mexer a boca e já responde com oouhhh; ahhh,...

 

Sabiam que, quando o bebé nos demonstra o seu primeiro sorriso social, os pais reagem espontaneamente com uma explosão enorme de alegria?

Isso certamente já sabe e é assim que nos sentimos lá por casa.

 

Mas saiba que, Stuart Brown (psiquiatra norte-americano) investigou as brincadeiras das crianças e concluiu que a interação precoce ativa o hemisfério direito do cérebro, área responsável por regular o prazer, a criatividade, os sentimentos, a intuição e a imaginação e contribui para a prevenção do desenvolvimento de transtornos mentais e de comportamentos desviantes?

Brincadeiras de criança_Suart Brown.jpg

 

Stuart Brown descobriu-o quando investigou o caso do massacre na Universidade do Texas, em 1966. Entrevistou o assassino Charles Whitman e verificou que este nunca tinha brincado em criança.

 

Por isso, procure incentivar as crianças a brincar e a viver uma infância feliz.

 

 

Ao longo das décadas, Stuart Brown foi arrecadando financiamentos para a sua investigação, até que, em 2006, fundou o National Institute for Play.

Trata-se de uma organização sem fins lucrativos, cujo objetivo é perceber o papel que as brincadeiras têm ao nível biológico e sociológico.

Nos últimos ano, os estudos levados a cabo têm permitido constatar que a correlação entre uma coisa e outra não só é real como tem raízes desde a mais tenra idade.

 

Stuart Brown diz ainda que o humor, os jogos, as zangas, os namoricos e a fantasia são mais do que diversão. Brincar muito na infância cria adultos felizes e inteligentes — e manter a diversão pode tornar-nos a todos muito mais inteligentes em qualquer idade. 

Brincadeiras de criança.jpg

E tudo começa com uma troca de olhares!

Por isso, quando passar por alguém, não se acanhe. Sorria, desencadeie as brincadeiras, brinque.

Vai constatar que será muito mais feliz.

 

Alguns brinquedos, jogos e brincadeiras tradicionais têm origens surpreendentes. Vêm tanto dos povos que deram origem à nossa nação, como de outras terras longínquas.

 

Num mundo cada vez mais urbanizado, industrializado e informatizado, a tendência é que muitas das brincadeiras tradicionais percam espaço nas preferências infantis. 

A brincadeira é o exercício físico mais completo de todos e é através dela que agregamos valores e virtudes à nossa vida.

A falta de valorização do brincar, contribuiu para a realidade do mundo que hoje vivemos. Por isso, brincar deve continuar a ser um momento familiar e social sagrado.

É através das brincadeiras que as crianças ampliam os conhecimentos sobre si, sobre o mundo e sobre tudo que está ao seu redor.

Por isso, brinque e deixe brincar. 

 

JOGOS POPULARES PORTUGUESES

cerco8c.blogs.sapo.pt/
 
09/06/2009 - As carretas, que hoje praticamente não são usadas nas brincadeiras das crianças da região, tinham funções um pouco semelhantes ao arco.

Livro dos jogos tradicionais portugueses - SlideShare

https://pt.slideshare.net/marferreira1971/livro-dos-jogos-tradicionais-portugueses
 
01/12/2012 - Livro dos jogos tradicionais portugueses. 1. Brincar ..... São brincadeiras deoutros tempos, trazidas até nós, pela mão deste magnífico trabalho, ...

História de Jogos e Brincadeiras Antigas - A História

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Podemos perceber que, apesar da convivência de diferentes raças a influência portuguesa foi preponderante nas brincadeiras e jogos infantis das crianças ...

Brinquedos e brincadeiras de origem portuguesa - Rosearts - blogger

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13/07/2013 - Esse jogo é dos mais antigos encontrados na Grécia cerca de 4.500 anos A.C, quando eram jogados com astrálagos de carneiro - ossinho do ...

[PDF]Práticas lúdicas tradicionais infantis portuguesas: seu ... - IC-Online

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de I Varregoso - ‎2000 - ‎Citado por 2 - ‎Artigos relacionados
tradicionais infantis portuguesas, nomeadamente nas actividades lúdicas ... actividades lúdicas (jogos e brincadeiras) praticadas pelas crianças podemos ..... nas antigas Escolas de Magistério Primário e, posteriormente, nas que se lhe.

Influencia De Brincadeiras Portuguesas - Exames - barrosednalva

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14/05/2014 - Influencia De Brincadeiras Portuguesas. A influência portuguesa Colonizadores do território brasileiro por 322 anos, de todos os povos que ...

Jogos Tradicionais Portugueses 1 - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=lIzLi3xk7tY
 
03/05/2009 - Carregado por Luís Correia Cardoso
Vídeos de Jogos Tradicionais Portugueses realizados no âmbito do Curso Profissional Técnico de Apoio ...
 

Jogos Tradicionais - Descubra tudo sobre Jogos Tradicionais!Jogos ...

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12/03/2012 - Os jogos tradicionais portugueses são uma peça fundamental da nossa identidade porque relatam a história e cultura do nosso país. Existem ...

BRINCADEIRAS ANTIGAS E CANTIGAS DE RODA

https://pedagogiaaopedaletra.com/brincadeiras-antigas-e-cantigas-de-roda-2/
 
04/10/2013 - Brincadeiras Vamos resgatar aqui velhas brincadeiras de infância cujas vantagens são imensas. Desenvolvimento da noção de espaço, da ...

BRINCADEIRAS DA INFÂNCIA #1 - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=OcF2vWC4K1k
19/03/2016 - Carregado por Lilly Doll
Megie e Mia demonstram brincadeiras divertidas e simples como, amarelinha, morto vivo, pular corda ...
 

Brincadeiras da Infância - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=ssJKy-cZT3g
 
14/11/2011 - Carregado por Sandra Teixeira Nicolau
Para quem foi criança nos anos 80 e até em anos e décadas anteriores, este vídeo vai resgatar uma ...
 

Brincadeiras de infância modelam personalidade adulta | SAPO ...

lifestyle.sapo.pt/familia/.../brincadeiras-de-infancia-modelam-personalidade-adulta
 
Brincar durante a infância tem um enorme impacto na personalidade e nas ações dos indivíduos na fase adulta da vida. Stuart Brown, psiquiatra ...
Visitou esta página em 12-04-2017.

Mães Amigas - 36 brincadeiras dos anos 80 e 90. Você lembra?

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25/05/2012 - Vamos abrir o baú e tirar de dentro aquelas brincadeiras antigas que faziam parte da nossa infância e que faziam a gente mergulhar no ...

6 Brincadeiras de antigamente para fazer com as crianças - Território ...

territoriodobrincar.com.br/.../6-brincadeiras-de-antigamente-para-fazer-com-criancas/
 
Mal sabia eu que ao fazer o blog estaria fazendo um resgate da minha própria infância, em especial quando o assunto são as brincadeiras de antigamente.

100 brincadeiras para ensinar/ aprender brincando - Brasileirinhos

https://brasileirinhos.wordpress.com/brincadeiras/
 
Alguns brinquedos, jogos e brincadeiras tradicionais têm origens surpreendentes. Vêm tanto dos povos que deram origem à nossa nação (o índio, o branco, ...

10 brincadeiras que divertiam as férias na infância - ObaOba

www.obaoba.com.br/.../noticia/10-brincadeiras-que-divertiam-as-ferias-na-infancia
 
Pega-Pega, Esconde-Esconde e as famosas brincadeiras de bola.

17 brincadeiras antigas que seus filhos precisam aprender - Dicas de ...

www.dicasdemulher.com.br/brincadeiras-antigas/
 
24/10/2014 - A diversidade de brincadeiras se faz fundamental e a sorte é que as crianças tem a capacidade de se divertir com pouco. Mas nos últimos ...

Cabo de Guerra. Brincadeiras da infância - Guia Infantil

https://br.guiainfantil.com/materias/cultura.../cabo-de-guerra-brincadeiras-da-infancia/
 
As brincadeiras da nossa infância estimulam o ritmo, o trabalho em equipe e outros benefícios. O Cabo de Guerra estimula a agilidade, o condicionamento ...
 
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THE INSTITUTE

The National Institute for Play is a 501c(3) non-profit public benefit corporation committed to bringing the unrealized knowledge, practices and benefits of play into public life.
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THE VISION

We envision a near term future where all existing scientific research related to human play — currently scattered across a range of scientific disciplines and only partially identified as human-play-related — is integrated and the field of Human Play is a credentialed discipline in the scientific community.
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THE SCIENCE

The NIFP is following what nature wants us to know about play. We are looking to what the biological, social and physical sciences can tell us, so we can help unlock the transforming power of play.
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THE OPPORTUNITIES

Play is the gateway to vitality. By its nature it is uniquely and intrinsically rewarding. It generates optimism, seeks out novelty, makes perseverance fun, leads to mastery, gives the immune system a bounce, fosters empathy and promotes a sense of belonging and community.
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Indica o Young University Rankings 2017 que Portugal tem cinco instituições de ensino superior entre as melhores 200 do mundo.

Segundo o ranking das universidades "jovens", ou seja, com menos de 50 anos, publicado pelo Times Higher Education (THE),  as universidades de Aveiro, Beira Interior, Lisboa, Minho e Nova de Lisboa, são das melhores do mundo.

 

O Times Higher Education Os Young University Rankings lista as melhores universidades do mundo com idade igual ou inferior a 50 anos. O ranking de 2017 inclui 200 instituições, contra 150 em 2016 e 100 em anos anteriores. A tabela usa os mesmos 13 indicadores de desempenho, mas a metodologia foi recalibrada para dar menos peso à reputação.

 

 

As instituições devem demonstrar altos padrões de desempenho em todo o ensino, pesquisa, outlook internacional e transferência de conhecimento.

 

 

Pode consutar aqui a metodologia do Young University Rankings 2017 e o posicionamento de cada uma das instituições.

Ranking.jpg

University of Aveiro - Explore

University of Beira Interior - Explore

ISCTE-University Institute of Lisbon - Explore

University of Minho - Explore

NOVA University of Lisbon - Explore

 

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Quem procura emprego sabe que as ofertas online são muitas e nem sempre sérias. Por isso, apresentamos aqui alguns dos melhores sites de apoio à procura ativa de emprego, alguns sugeridos pela Dinheiro Vivo, aos quais juntamos alguns sites de apoio à elaboração do currículo e ainda o tipo de perguntas mais frequentes para facilitar a preparação para uma entrevista.

Centro de Emprego.jpg

 

Eures_CV.jpg

 

 

MOELO DE CV PARA A EUROPA: Pode aceder aqui ao modelo de curriculo europeu - Europass

 

MODELOS DE CV PARA O REINO UNIDO: Atendendo a que a Inglaterra decidiu sair da Europa, deixamos aqui alguns modelos mais utilizados no Reino Unido. 

CV UK.jpg

CV UK_2.jpg

 

 

MODELOS DE CV PARA FORA DA EUROPA

CV EUA_3.jpg

 

12 modelos de CV sugeridos pela Exame.com, utilizados no Brasil.

CV EUA_1.jpg

CV EUA_2.jpg

 

CV_.jpg

 

 

 

Eures.jpg

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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Mas será que todos e todas entendem do que se está a falar?

Ainda recentemente se comemorou o dia internacional da mulher e todos apregoavam que tinham o maior respeito pelas mulheres, independentemente de sua identidade de género e orientação sexual.

Mas será que todos e todas entendem o que estão a dizer?

Sexualidade Intersexo.jpg

 

 Recordemos que:

 

Sexo biológico ≠ Género ≠ Orientação Sexual

Sexo biológico: Diz respeito a características internas, como os cromossomas, e externas, como por exemplo os órgaos genitais, que se instituiram como determinantes para a definição da nomenclatura sexual biológica da pessoa.

Explicando de forma muito genérica, há dois tipos de cromossomas sexuais: o tipo X e o tipo Y. Um zigoto (ou ovo, nos animais) quando contém um par de cromossomas X (XX) desenvolve-se como um indivíduo feminino, enquanto um zigoto com um cromossoma X e um Y desenvolve-se como um indivíduo masculino. 

Contudo, e como tudo, a natureza não é perfeita. Ou é perfeita demais e tem esta capacidade de desenvolver a morfologia e a fisiologia fora do comum, designadamente a intersexualidade ou o hermafroditismo, talvez para nos colocar em pensamento constante.

Há quem defenda que estaremos perante um distúrbio, tanto morfológico quanto fisiológico, que leva ao desenvolvimento simultâneo da estrutura testicular e ovariana.

 

Género: É um construto social e cultural do feminino e masculino, que engloba fatores que vão muito para além do sexo biológico, tais como o preconceito, a rejeição, a desigualdade, o poder,...

"O género é uma forma primária de significar as relações de poder" (Scott, J., 1995)

 

É neste campo que se enquadra a identidade de género 

Independente do sexo biológico, poderemos resumir que a identidade de género corresponde à forma como determinada pessoa se sente e se apresenta, não tendo necessariamente de coincidir com o sexo biológico, mas sim com aquilo que se identifica. A pessoa pode ter um sexo biológico masculino e identificar-se e apresentar-se como homem, como pode identificar-se e apresentar como mulher, e vice versa, assim:

Cisgénero ou cissexual é a pessoa que se identifica e se expressa em conformidade com o género que lhe atribuiram à nascença;

Transgénero é a pessoa que se identifica ou expressa como sendo de gênero diferente daquele que que lhe foi atribuído em conformidade com o seu sexo biológico;

Intergênero é a pessoa que está entre os dois sexos biológicos ou na combinação deles;

Bigénero é a pessoa cuja identidade oscila entre os géneros feminino e masculino, possivelmente dependendo do contexto em que se encontra. Alguns indivíduos bigéneros expressam duas personalidades distintas, uma "feminina" e outra "masculina";

Género Fluído é a pessoa que se identifica com uma identidade de género neutra e a expressa conforme se identifica no momento;

Pangénero é a pessoa que se identifica com todos os géneros, identidades ou expressões de género e que não gosta de ser rotulada, nem de feminina, nem de masculina. Sentem que não se encaixam em géneros binários, em vez disso, identificando-se como género misto (tanto masculino como feminino), ou como um terceiro género;

Poligénero é a pessoa que se identifica com vários géneros, identidades ou expressões de género;

Transexual é a pessoa que sente a necessidade de readequação ao seu sexo biológico para o sexo oposto, através de intervenção médica;

Travesti é a pessoa que se expressa de forma diferente daquela que lhe foi designada aquando do registo de nascimento, assumindo, portanto, um papel de género diferente daquele que é sugerido pela sociedade. Contudo, não sente a necessidade de uma cirurgia para alterar o sexo biológico.

 

 

SUGESTÃO: Perguntar sempre o pronome que a pessoa deseja que se refira a ela.

 

Orientação Sexual

A orientação sexual é muitas vezes confundida com a identidade de género, sendo por isso que convém sempre referir e alertar que são coisa muito diferentes.
A orientação afetivo-sexual é o desejo ou a atração física que uma pessoa sente por outra ou por outras, que podem ser o mesmo sexo, ou não. Assim, para que melhor se perceba, passo a referir algumas possibilidades de orientação:
 
AssexualPessoa que não sente atração sexual por outros/as. Assexualidade é a falta de atração sexual ou pequeno ou inexistente interesse sobre as atividades sexuais humanas. Pode ser considerada a falta de uma orientação sexual;
 
HomossexualPessoa que sente atração sexual ou amorosa por pessoas do mesmo sexo;
 
HeterossexualPessoa que sente atração sexual ou amorosa por pessoas do sexo oposto;
 
BissexualPessoa que sente atração sexual ou amorosa por pessoas do sexo oposto e do mesmo sexo;
 
PansexualPessoa que sente atração sexual ou amorosa por pessoas do sexo oposto e do mesmo sexo ou também por pessoas que não se sentem identificadas com o seu género, incluindo intersexo.  É caracterizada pela atração sexual ou amorosa entre pessoas, independentemente do sexo ou identidade de género.
 
Há por isso muitas questões (políticas, humanas, sociais, éticas, jurídicas, culturais,..., entre outras) que devem ser colocadas e respeitadas, sendo que estes temas não podem ser inseridos dentro das caixinhas que visam sufocar ou formatar o ser humano.

Lembremo-nos sempre que as pessoas têm sentimentos e que os nossos preconceitos podem destruir uma vida humana. Todas as pessoas merecem o nosso respeito. A diversidade é smepre mais bela do que um mundo a preto e branco.

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Ensino Superior: A Dimensão Social da Educação - "Pay it Forward"

por José Pereira (zedebaiao.com), em 15.03.17
Os resultados de alguns estudos mostram que o acesso ao ensino superior poderá ser 
reforçado pelas políticas do "Pay it Forward" (PiF). Não é bem a política do "pagar é para depois",
mas sim uma política de corresponsabilização e reciprocidade. PiF_Politicas de Ensino Superior.jpg

A expressão "Pay it Forward" pode ser entendida como o ato voluntário de um
benfeitor anónimo (ou não) suportar os encargos decorrentes do usufruto de um
bem ou serviço de interesse público ou como a possibilidade de liquidação dos encargos
decorrentes da utilização desse serviço público quando o utente sentir que tem meios
suficientes para exercer o dever de reciprocidade, já que se trata do acesso a um
bem ou serviço de interesse público, que, direta ou indiretamente, tem de ser pago.

Desde 2013, pelo menos 24 estados americanos (EUA) têm considerado legislar sobre
estes modelos de financiamento do ensino superior.

Para quem gosta de melhor melhor compreender este conceito deixo aqui alguns artigos:

“PAY IT FORWARD” AND HIGHER EDUCATION SUBSIDIES: A MEDIAN VOTER MODEL: HIGHER EDUCATION SUBSIDIES

Aceda aqui ao artigo completo

 
Full-text available · Article · Jan 2016 · Scientific Reports
 
 
 
 

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