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EUROPEIAS 2014: Resultados no distrito do Porto, por concelho

por José Pereira (zedebaiao.com), em 25.05.14

Estes foram os resultados no distrito do Porto, sendo de referir que, apesar dos socialistas terem obtido uma ligeira vitória em termos de votos a nível nacional, o facto é que José Seguro e os dirigentes nacionais socialistas não convenceram o eleitorado a nível nacional e perderam a nível europeu.

Esta é a minha opinião: 

REPRESENTATIVIDADE E LEGITIMIDADE É NULA SENHORES DIRIGENTES PARTIDARIOS!!!
DEIXEM-SE DE DESCULPAS E DE DIZEREM QUE MAIS DE 60% DE ABSTENÇÃO NÃO É MAU!!! 
NÃO SÓ É MAU, COMO É PÉSSIMO E VERGONHOSO!!!
TENHAM VERGONHA E NÃO TOMEM POSSE!!!
ESTA GENTE HOJE ELEITA NÃO REPRESENTA SEQUER METADE DOS PORTUGUESES/EUROPEUS.
Veja aqui (ou clique na imagem em baixo) todos resultados de todos os concelhos: http://www.publico.pt/europeias-2014/municipio/#porto

 

resultados eleitorais eurooeias 2014 porto

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FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS: Que custos tem a Democracia?

por José Pereira (zedebaiao.com), em 14.04.14

A democracia não tem só custos financeiros. Tem sobretudo custos e consequências sociais.

Financiamento dos partidos em Portugal

 

Para quem não conhece a Lei de Financiamento dos Partidos e das Campanhas Eleitorais, aqui a deixo, bem como algumas notas e links para poder saber quanto nos custam os partidos e as campanhas eleitorais.

 

Todos sabemos que a Democracia tem custos, mas o certo é que a Lei facilita o regime instalado e dificulta a concretização de alternativas apresentadas pelos cidadãos.

 

Ou os partidos e políticos partidários encetam esforços para melhorar e se credibilizar, ou os cidadãos têm de ser mais exigentes e alterar o regime, não só de financiamento, mas sobretudo político-administrativo.


(NOTA: o valor do IAS atual é de 419,22€, sendo que basta multiplicar os valores referidos na Lei por este número).

EXEMPLO FINANCIAMENTO PARA OS PARTIDOS: Relativamente à subvenção por cada voto a Lei prevê 1/135 X IAS = 0,0074074074074074 X 419,22 = 3,11€ por cada voto.

 

FINANCIAMENTO PARA AS CAMPANHAS ELEITORAIS:

A subvenção é de valor total equivalente a:

 

a) 20 000 vezes o valor do IAS (20.000 X 419,22€ = 8.384.400,00€) para as eleições para a Assembleia da República;

 

b) 10 000 vezes o valor do IAS (4.192.200,00€) para as eleições para a Presidência da República e para o Parlamento Europeu;

 

c) 4000 vezes o valor do IAS para as eleições para as Assembleias Legislativas Regionais.

 

Os recursos de financiamento público para a realização dos fins próprios dos partidos são:


a) As subvenções para financiamento dos partidos políticos;
b) As subvenções para as campanhas eleitorais;
c) Outras legalmente previstas.

 

As receitas e despesas dos partidos políticos são discriminadas em contas anuais, que obedecem aos critérios definidos no artigo 12.º.

 

LEI DE FINANCIAMENTO DOS PARTIDOS E DAS CAMPANHAS ELEITORAIS: 

http://www.parlamento.pt/Legislacao/Documents/Legislacao_Anotada/FinanciamentoPartidosPoliticosCampanhasEleitorais_Anotado.pdf

 

 

Financiamento Partidário de 2012

 

Perguntas Frequentes: Financiamento / Contas campanha eleitoral

 

Eleições para o Presidente da República de 2011

 

 

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Vou contar-vos uma história que termina mais ou menos deste modo: No final, já em letras grandes, surge escrito - «PS, o maior partido da esquerda democrática» - todos olham, não para o ecrã, mas para o secretário-geral, ?????????, que visivelmente emocionado, chora. 

 

José Sócrates,  ps, psd, eleições europeias 2014, Durão Barroso, José Seguro

 

 


Tudo indica que, nesta campanha para as eleições europeias 2014, todos os socialistas se vão envolver numa campanha de abraços grátis.  Eu vou dar abraços a todos os candidatos, no entanto, quero desde já avisar que uns abraços vão ter mais picos do que outros, sendo que irão provocar maior ou menor dor, maior ou menor sacrifício.
 

 

 

Face a estas notícias e aos sucessivos apelos em que a atual direcção do PS cai que nem um rato, vou recordar uma história de 2011, onde podemos constatar que um homem também chora. No entanto, parece que hoje quem tem razões para chorar são todos os socialistas e homens e mulheres que defendem os valores de Abril e da esquerda democrática.

 

Onde iremos parar com tanto abraço grátis, mas cheios de espinhos para a maioria dos portugueses? 

 

A história começava assim:

 

"A cena parecia tirada de um filme. É dado um abraço entre Francisco Assis e José Sócrates, as luzes baixam e no pavilhão 6 da Exponor em Matosinhos começa a ouvir-se a música «That's what friends are for», cantada por Dionne Warwick.

Ao som do hino dos anos 80, iam passando imagens de diferentes períodos do partido no ecrã gigante. Fotos dos lideres e de momentos gloriosos anteriores, iam surgindo na tela. Um a um, Mário Soares, Jorge Sampaio, Ferro Rodrigues, António Guterres, todos recebidos com aplausos dos militantes. O mesmo vídeo que no congresso de Espinho, em 2009, tinha sido projectado e igualmente sentido e aplaudido.

Depois a música muda para mostrar a mudança de líder. O hino do passado dá lugar ao hino do presente, a música épica que acompanha José Sócrates começa a tocar, sobe de tom, enquanto no ecrã surgem imagens de inovação tecnológica,  das novas oportunidades,, do simplex, da educação, dos apoios sociais, das energias renováveis,  da ciência... Até de acções de campanha para as eleições presidenciais de 2011, ao lado de Manuel Alegre, numa alusão ao «regresso» do histórico socialista às fileiras do partido, e não escondendo esta derrota eleitoral.

No final, já em letras grandes surge escrito - «PS, o maior partido da esquerda democrática» - todos olham, não para o ecrã, mas para o secretário-geral, José Sócrates, que visivelmente emocionado, chora.

 

Quando poderemos voltar a emocionar-nos cheios de convicções,  cheios de esperança,  cheios de alegria e de orgulho e a ver escrito em grandes letras 

«PS, o maior partido da esquerda democrática» 

 

 

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Europeias 2014: No comments

por José Pereira (zedebaiao.com), em 28.03.14

Já repararam em algumas das notícas que nos chegam pelo canal euronews? Algumas aparecem com a indicação"no comments".

Eu faço o mesmo. A ver vamos.

 

eleições europeias no comments pes ps socialista

 

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PS e a MUDANÇA: Falta concretizar e credibilizar

por José Pereira (zedebaiao.com), em 27.03.14

Tendo consciência de que é difícil mudar por mudar e que a mudança tem de deixar de corresponder a mera rotatividade, deixo esta breve nota para todos os que acreditam que é necessário e possível mudar. Definir e esclarecer a mudança que se pretende concretizar é meio caminho andado para se poder fazer escolhas e até ganhar. 

 

Eleições europeias 1 - Francisco Assis 2 - Maria João Rodrigues 3 - Carlos Zorrinho 4 - Elisa Ferreira 5 - Ricardo Serrão Santos 6 - Ana Gomes 7- Pedro Silva Pereira 8 - Liliana Rodrigues 9 - Manuel dos Santos 10 - Maria Amélia Antunes 11- Fernando Moniz 12 - Isabel Coutinho 13 - José Junqueiro 14 - Célia Afra 15 - Diogo Leão 16 - Maria da Luz Lopes 17 - Henrique Ferreira 18 - Maria de Fátima Carvalho 19 - Júlio Barroso 20 - Maria João Baptista 21 - Eduardo Lourenço   Suplentes  22 - Ana Venâncio 23 - Fernando Cabodeira 24 - Rita Mendes 25 - Adérito Pires 26 - Renata Veríssimo 27 - Miguel Rasquinho 28 - Catarina Castanheira 29 - Carlos Granadas


  

Etapa Um – identificação das políticas e dos comportamentos a ser modificados:

  • Definir a mudança política que se quer concretizar.
  • Ser específico e avançar gradualmente
  • Dar um nome específico à mudança que se deseja fazer (mudança por mudança é vazio).
  • Concentrar-se no esclarecimento de uma alteração de cada vez.

 

Etapa Dois – Compreender o eleitorado actual, bem como o comportamento e o propósito no contexto da sua vida real e atual:

  • Estudar e compreender os comportamentos sociais atuais.
  • Identificar o propósito ou a intenção positiva do comportamento do eleitorado no contexto atual.

 

Etapa Três – Especificar a necessidade e a importância da mudança para cada cidadão e para o interesse público/bem-comum:

  • Por que é que necessitamos de concretizar mudanças e mesmo de mudar nós próprios?
  • O que é que vai melhorar com a mudança? A situação económica? A situação laboral? A saúde? A educação? Os apoios sociais? A qualidade de vida?
  • Que prejuízos estamos a ter atualmente com o rumo da governação actual e com os nossos comportamentos ou resignação?
  • Como será a vida dos cidadãos após a concretização da mudança?
  • Qual vai ser o timing da mudança e em que período de tempo pensam concretiza-la?
  • Qual o custo da mudança? Que benefícios? Que dificuldades?
  • Especificar todas as vantagens e desvantagens para o País, para a Europa e sobretudo para a vida das pessoas.

 

Etapa Quatro – Desenvolver um grande desejo de mudança pessoal, social, económica,…, quer a nível nacional como europeu:

Para criar um forte desejo de mudança, será necessário associar uma grande dor e uma sensação desagradável ao fato de não mudar, e um grande prazer, e estímulo pela ideia de mudança. Assim nos sentiremos motivados e teremos um grande desejo de realizar esta alteração de comportamento nas nossas vidas.

  • A necessidade de mudança tem sempre associada uma grande dor ou sensações desagradáveis face ao caso de não se mudar.
  • Por outro lado, tem igualmente associado um grande prazer e sensações muito agradáveis e muito estimulantes pelo facto de se mudar.

 

Etapa Cinco – Desenvolver novas alternativas e novos comportamentos que visem corrigir os erros cometidos no passado:

  • Gerar uma grande quantidade de novas condutas que possam substituir o comportamento inadequado do passado, mas que sejam mais aceitáveis.
  • Assumir os erros e identificar qual era o propósito embutido no comportamento inadequado anterior.
  • Iniciar desde já a substituição dos comportamentos inadequados, começando desde logo por ser o melhor exemplo.
  • Determinar timings para eliminar e corrigir os erros.

 

Etapa Seis – Prospetivar, ou seja, imaginar o futuro no contexto da mudança, de modo a prever e gerir os riscos:

  • Colocarmo-nos no lugar do futuro face às novas alternativas que pretendemos apresentar.
  • Ter sempre e devidamente estudadas algumas alternativas que sejam adequadas, atraentes e estimulantes, mas sempre eficazes para a mudança que se pretende concretizar.
  • Simular e testar as alternativas, tendo sempre por base o mundo real e o contexto apropriada à vida das pessoas.

 

Etapa Sete – Assumir o compromisso de implantar e concretizar a mudança sem nunca esquecer os valores e princípios da justiça social, da defesa da coisa pública e do bem-comum:

  • Comprometer-se com as pessoas.
  • Colocar sempre em primeiro lugar o interesse público e o bem-comum.
  • Nunca nos esquecermos que o mundo é constituído por seres humanos e por muitos outros seres.
  • Documentar os processos de mudança, etapa a etapa.
  • Avaliar constantemente os prós e contra das mudanças a concretizar ou em concretização.

 

A equipa que o Partido Socialista nos propõe para concretizar a mudança

 

Efetivos

1 - Francisco Assis

2 - Maria João Rodrigues

3 - Carlos Zorrinho

4 - Elisa Ferreira

5 - Ricardo Serrão Santos

6 - Ana Gomes

7- Pedro Silva Pereira

8 - Liliana Rodrigues

9 - Manuel dos Santos

10 - Maria Amélia Antunes

11- Fernando Moniz

12 - Isabel Coutinho

13 - José Junqueiro

14 - Célia Afra

15 - Diogo Leão

16 - Maria da Luz Lopes

17 - Henrique Ferreira

18 - Maria de Fátima Carvalho

19 - Júlio Barroso

20 - Maria João Baptista

21 - Eduardo Lourenço

 

Suplentes 

22 - Ana Venâncio

23 - Fernando Cabodeira

24 - Rita Mendes

25 - Adérito Pires

26 - Renata Veríssimo

27 - Miguel Rasquinho

28 - Catarina Castanheira

29 - Carlos Granadas

 

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