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ELEIÇÕES EUROPEIAS: Resultados por concelho e por freguesia

por José Pereira (zedebaiao.com), em 26.05.14

Veja aqui os resultados apurados na sua freguesia e no seu concelho.

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RESULTADOS POR FREGUESIA:
O Caso de Baião (a nossa/minha terra)

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 DEIXEM-SE DE DESCULPAS E DE DIZEREM QUE MAIS DE 60% DE ABSTENÇÃO NÃO É MAU!!! NÃO SÓ É MAU, COMO É PÉSSIMO E VERGONHOSO!!! TENHAM VERGONHA E NÃO TOMEM POSSE!!! ESTA GENTE HOJE ELEITA NÃO REPRESENTA SEQUER METADE DOS PORTUGUESES/EUROPEUS.

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  • Veja aqui os resultados eleitorais nacionais

http://www.publico.pt/europeias-2014/resultados 

 

http://eleicoes.cne.pt/raster/index.cfm?dia=07&mes=06&ano=2009&eleicao=pe

 

  • Veja aqui os resultados eleitorais a nível europeu

http://www.resultados-eleicoes2014.eu/pt/election-results-2014.html

 

http://www.elections2014.eu/pt

Senhores lideres politico-partidários, deixem-se de desculpas esfarrapadas, sendo que a responsabilidade da elevada  abstenção é exclusivamente vossa e há muito.

Tenham vergonha de não conseguirem sequer que pelo menos 50% dos eleitores votem.

 

Todos sabemos que, mesmo que votassem apenas os vossos familiares, seriam igualmente eleitos, ocupariam os lugares e mordomias bem remunerados e assim conseguem continuar a manter-se no domínio e controlo das estruturas partidárias e governativas, bem como sobre as estruturas públicas,  cívicas,  sociais e mesmo associativas.

 

Deveriam todos ter vergonha e nenhum dos eleitos deveria tomar posse do lugar, sendo que nem todos juntos poderão considerar-se representantes dos portugueses, porque não são!!!.  Não atribuo qualquer poder representativo ao meu voto, mesmo que seja o voto no partido com mais votos, porque mais votos não significa representatividade nem legitimidade, quando a esmagadora maioria dos cidadãos não se revê nos que hoje votamos nem nos que tiveram mais votos. Se a esmagadora maioria dos eleitores não votou é porque não acredita nos dirigentes partidários de hoje e muito menos naqueles que propuseram a eleições,  sendo  por isso que não são hoje detentores que qualquer poder de representatividade ou legitimidade para tomar decisões em nome de Portugal e dos portugueses.

 

Não podemos continuar a fazer de conta e a não dar grande importância ao facto de mais de 50% dos eleitores não se reverem naqueles que os partidos indicam para as listas, nem a fazer de conta que os portugueses se revêem nos líderes dos partidos e nos que são eleitos. Quem dirige e integra partidos, que tenha vergonha e que reflita devidamente. 

 

Demitam-se todos, sendo que andam a iludir um povo por via de um sistema de controlo e de liderança partidária que já não representa a maioria das pessoas. Podemos chamar-lhe democracia participativa e representativa, mas não é certamente cidadania e democracia participada e muito menos poderão dizer que é representada.  

 

A questão já nem se coloca sobre se é bem ou mal representada, sendo que na realidade não representa a maioria dos eleitores. É hora dos cidadãos e dos militantes partidários acordarem e terem vergonha dos dirigentes e dos escolhidos dos seus partidos. Esta gente anda só a usar-nos e a servir-se dos partidos e dos cidadãos em geral.

 

Hoje, pelas declarações prestadas pelos lideres partidários e inclusive pelos membros que integraram as listas, todos demonstraram que não estão minimamente preocupados com o facto de não nos representarem.

 

 Acordemos todos, militantes partidários e cidadãos em geral, não só por nós, mas para bem de todos os portugueses e europeus.  

As nossas instituições e organizações públicas,  governativas, partidárias, sindicais, associativas, cívicas,..., não podem continuar a ser dirigidas, administradas ou geridas nestes termos. Os mais de 50% dos eleitores que não votam e que demonstram não se identificar com os eleitos têm a obrigação de agir e exigir a devida participação representação.  

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SEJAMOS RESPONSÁVEIS, TOMEMOS DECISÕES SÉRIAS E CERTEIRAS, MAS REFLITA-SE SOBRE QUE REPRESENTATIVIDADE TEM O NOSSO VOTO! Se 16 partidos e meia dúzia de diferenças ideológicas e programáticas estruturais não conseguem levar, pelo menos, 51% dos eleitores a votar, desculpem mas a (i)responsabilidade não é deles, mas sim nossa. SIM! NOSSA!!! OU SEJA, MINHA E SUA! Sendo que demonstramos não ter a capacidade nem a competência para exigir o que é necessário fazer em prol das pessoas, em prol de Portugal, em prol da Europa e mesmo do Mundo, tal como continuamos a ser uns incompetentes relativamente ao que é urgente fazer por dentro e por fora dos partidos, por dentro e por fora de nós próprios. Demonstramos a maior irresponsabilidade e incompetência cívica e política de todos os tempos!

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Veja-se que os partidos de poder são como os ricos, sendo sempre apresentados em grande e os outros são como a esmagadora maioria dos pobres, ou seja, sempre usados para entreter e apresentados e vistos como pequenos e incapazes. Mas será que todos os pobres são pequenos e incapazes? Não há uma esmagadora maioria de gente pobre e humilde que demonstra diariamente conseguir fazer uma vida digna e séria com os parcos recursos que têm e a chegar mesmo a singrar na vida? Não há estudantes economicamente carenciados que conseguem ser os melhores da turma e depois execelentes profissionais? Não há homens e mulheres diferentes ou de mobilidade reduzida aque demonstram ser muito melhores do que muitos outros que parecem ter as mobilidades e capacidades todas? Não há minorias que demonstram ser excelentes seres humanos? Se há, então pense na solidariedade e na justiça social!

 

Ser hoje rico pode corresponder a ser amanhã pobre. Ser hoje o mais capaz, pode corresponder a ser amanhã um incapaz. Ter hoje todos os instrumentos e meios de mobilidade, pode amanhã deixa-lo numa cadeira de rodas ou esticado numa cama. Fazer hoje parte de uma maioria, pode amanhã corresponder a ser apenas um individuo solitário ou abandonado,... A vida cívica e política é como a humana. Hoje temos todos os poderes e amanhã podemos não ter nada!

 

Gostava de ser tratado e discriminado assim? Gostava de sentir essa mudança radical? Gostava de passar de amado para odiado? De grande para pequeno ou de rico para pobre? Pense que o dinheiro, o poder, a saúde e a vida não são eternos, mas a amizade, a solidariedade e o respeito mutuo podem permanecer sempre connosco. Haja justiça humana, social e política. Ninguém é eternamente insubstituível nem para sempre grande e poderoso. Quanto mais não seja, um dia todos vamos precisar de alguém a mudar-nos a fralda num qualquer lar ou hospital!

 

Isto é tratamento cívico e democrático que se admita, que permitamos ou que nos imponham? Por acaso já votamos para poderem previamente determinar e demonstrar quem é o partido mais votado e menos votado?

 

Será que podemos denominar isto de democracia participada e representada? Isto caminha para um abismo com o qual a esmagadora maioria dos cidadãos não se revê, mas também não fazemos nada. O maior problema de toda esta situação é que nem os cidadãos pretendem mudar nem os dirigentes partidários demonstram abertura e vontade para que eduque para a mudança e se vá mudando. Todos sabemos que a mudança não se decreta, sendo que vai acontecendo e depende da vontade de todos nós!

 

Já agora, sobre o meu voto, como desde sempre gostei de tomar decisões devidamente informadas e conscientes, mas por vezes com uns toques da necessária rebeldia desassossegadora, mas responsável, como me identifico com os princípios ideológicos e programáticos dos partidos, vou votar no partido que melhor represente a matriz ideológica de esquerda e que melhor defenda o devido enquadramento e regulação de Portugal na Europa. Sei que é necessário um desassossegador ou justiceiro responsável na Europa, por isso, como já são eleitos tantos trapaceiros, eu vou seguir a minha consciência e votar num partido de esquerda.

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Recentemente apresentei aqui a consolidação das últimas sondagens (até 14 de maio de 2014), as quais têm sido efetuadas com base nos diversos estudos de opinião realizados em todos os Países da Europa. Mas como nem tudo se faz hoje de caneta e papel, deixo-vos agora os mais recentes resultados sobre o que indicam as sondagens online.

 

É certo que a maioria dos que responderam são jovens, até porque utilizaram as novas tecnologias para o efeito, mas não devemos deixar de refletir sobre que rumo pretendem os jovens para a Europa e que estes também votam.

 

Graças a esta nova geração, em breve a Europa mudará de rumo. Espero é que os jovens não mudem radicalmente à medida que a idade passa. 

 

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EUROPEIAS 2014: Últimas sondagens (consolidadas a 14 de maio)

por José Pereira (zedebaiao.com), em 16.05.14

Há exatamente um mês atrás, referia eu aqui que os socialistas europeus (S&D) começavam a perder terreno/lugares, não se sabendo, na altura, que consequências viriam a ocorrer sobre o eleitorado europeu, sobretudo devido às medidas de austeridade introduzidas por toda a Europa e também sancionadas na França, nas últimas eleições autárquicas francesas, das quais o PS do Presidente Francois Hollande saiu derrotado.

 

eleições europeias 2014, sondagens e deputados por país

 

Se no início de abril as sondagens indicavam um empate técnico entre os socialistas europeus (S&D/“PS” 212 deputados) e os Populares/Democratas Cristãos PPE/”PSD" 212 deputados), o facto é que, em meados de abril, as sondagens já indicavam uma significativa desvantagem, sendo que, pela primeira vez, o PPE ("PSD") passava significativamente para a frente dos socialistas (S&D), encontrando-se, há sensivelmente um mês, os Populares/Democratas Cristãos ("PSD") com 222 lugares previstos, contra 209 dos socialistas (S&D), sendo a diferença de 13 eurodeputados. Já nessa data era notório e preocupante (pelos menos para mim) o avanço da direita, sobretudo quando associado a um avanço significativo da extrema direita, sendo que esta (i)responsabilidade tem sido dos partidos de esquerda que, em vez de direcionarem o rumo para políticas sociais e económicas de matriz ideológica de esquerda, preferem rumar à direita e gerar intrigas entre os próprios.

 

Assim, dificilmente a Europa conseguirá mudar para melhor! Receio até que venha a piorar!
Eu, que até gosto de ser uma pessoa atenta, chego a ter dúvidas sobre o que realmente distingue os programas ou rumos políticos dos partidos do arco do poder, bem como sobre que mudanças e alternativas possam vir a ser realmente lançadas e concretizadas. Na minha opinião, a mudança sempre foi e será um processo, sendo por isso que não se decreta, estando exclusivamente depende da nossa capacidade de intervenção e exigência, a qual deve ser encetada tanto por dentro dos partidos, como por fora destes, sob pena de tudo continuar igual ou pior. Mas veja aqui o que distingue cada partido no essencial, faça as suas reflexões e tome as suas próprias decisões, mas sempre consciente e devidamente responsável e responsabilizador sobre o que está a fazer. 

 

 

Já em plena campanha eleitoral, as últimas sondagens, realizadas nos diferentes países, voltam a indicar os idênticos resultados aos do início de abril, mas só no que respeita aos partidos do arco do poder, ou seja, com o PPE/”PSD" a voltar para a frente dos socialistas, com 212 deputados e os socialistas a perder de novo três lugares, baixando para os 209 deputados, parecendo uma ligeira diferença entre os grupos do arco do poder.

 

Mas será que essa ligeira diferença de três deputados pode tranquilizar os socialistas e a esquerda europeia?

Na minha ótica não!

 

Não, porque os partidos de direita e sobretudo os de extrema direita estão a avançar por toda a Europa, enquanto os partidos de esquerda se vão mantendo em meros jogos de intriga eleitoralista. A esquerda em vez de pensar no global só tem demonstrado estar preocupada com o particular, ou seja, com o umbigo de cada um dos seus próprios partidos. Não é assim que se conseguirá mudar a Europa!

 

Note-se que o Grupo da Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa (ALDE) sobe para os 63 deputados, os Conservadores e Reformistas (ECR) poderão superar os 43 deputados e prevê-se ainda um significativo aumento de deputados oriundos de partidos políticos mais à direita/nacionalistas/extremistas que poderão facilitar a constituição de novos grupos europarlamentares à direita do PPE e mesmo de extrema direita, como é o caso do partido de Le Pen que se prevê vir a ser o partido vencedor na França, com 23 lugares, ficando à frente da União EPP/Movimento Popular (UMP, 20 lugares) e dos socialistas (14 lugares). Reflita-se devidamente sobre o facto do eleitorado estar a caminhar para os extremismos da direita, sendo que, o terceiro grupo mais votado à direita do PPE poderá contar com muitos dos 95 deputados que para já constam como não-inscritos em grupos parlamentares, mas que poderão vir a ser liderados pela Frente Nacional de Marine Le Pen e reforçados por outros deputados  nacionalistas e/ou extremistas oriundos da Holanda, da Áustria, da Bélgica, da Itália, da Eslováquia e da Suécia.

 

Por outro lado, temos o Grupo da  Esquerda Unitária Europeia/Esquerda Nórdica Verde (GUE / NGL/ “CDU + BE”) a não descolar dos 50 a 53 lugares/deputados e os Verdes/EFA abaixo dos 40 lugares/deputados.

 

Mas para que se tenha uma melhor noção das significativas alterações do eleitorado entre o mandato anterior e estas previsões, veja-se o quadro que se segue:

 

sondagens europeias 2014 mandato 2009-2014 e mandato 2014-2019

Relativamente ao caso de Portugal, ainda está tudo em aberto, quer em relação aos partidos do arco do poder, como aos diversos partidos, de fora do arco do poder, que poderão vir a ser surpreendidos pelo eleitorado descontente. Eu sinto um enorme afastamento dos partidos do arco do poder e sinto ainda uma apatia relativamente aos militantes e simpatizantes socialistas, tudo porque o rumo que foi alinhado caminha para políticas de centro direita e não para a esquerda.

 

Na Alemanha, os democratas-cristãos (CDU/CSU - 37 lugares) estão bem à frente dos social-democratas (27 lugares), prevendo-se ainda nove membros não-inscritos, entre os quais estão representantes de Eleitores Livres, que parecem mais propensos a participar do Grupo ALDE.

 

Na Itália, o Movimento Cinco Estrelas segue com uma previsão de 19 lugares, o EPP com 20 lugares e o Partido Democrático S&D com 27 lugares.

 

Na Polónia, a Plataforma Cívica (EPP – 18 lugares) caiu para trás do PiS (Grupo ECR – 19 lugares)

 

No Reino Unido, as previsões indicam o Partido da Independência do Reino Unido (Ukip) como o maior partido, com 24 lugares e os trabalhistas com 23.

 

 

Europeias 2014 debate Francisco Assis (PS) e Paulo Rangel (PSD/CDS)
Europeias 2014 debate Marisa matias (BE) e João Ferreira  (CDU)

 

 

SE FOSSEM OS JOVENS A ESCOLHER, A EUROPA SERIA CERTAMENTE DIFERENTE

Muito em breve essa mudança se processará.

 

 

sondagens eleições europeias 2014 juventude

 

 

 

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