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n'O Rabelo | Resultados Eleitorais, 2017

por José Pereira (zedebaiao.com), em 02.10.17

Veja aqui os resultados eleitorais por concelho e freguesia. Poderá consultar aqui os resultados nacionais e de todos os concelhos e freguesias, por anos. Escolha se quer ver os resultados por Câmara, por Assembleia Municipal ou por Freguesia.

RESULTADOS PARA PRESIDENTE DE JUNTA DAS FREGUESIAS DE BAIÃO:

Resultados para Presidente de Junta 2017

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RESULTADOS PARA PRESIDENTE DE CÂMARA

Resultados Eleitorais 2017, por concelho e freguesia

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Setembro 2017

 

Portugal na União Europeia - Newsletter

alt da imagem As nossas atividades alt da imagem Para si alt da imagem Para a sua empresa alt da imagem Biblioteca

As nossas atividades

Aula Aberta - União Europeia: Passado, Presente e Futuro

Organização CDE/IPL e participação CIEJD

Dia 9 de outubro de 2017, 11h, Auditório 1 da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, Leiria.

ESECS
 
 

JobShop 2017/2018

Participação CIEJD

Dia 10 de outubro de 2017, 18h30, Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa, Lisboa.

JobShop
 
 

Ciclo de Encontros - Tributo a Europeus Notáveis: Francisco Lucas Pires

Organização CIEJD com apoio ULisboa

Dia 12 de outubro, 17h, Edifício Caleidoscópio, Jardim do Campo Grande, Lisboa.

Franciscolucaspires
 
 

Lançamento do livro "Os capítulos da adesão"

Organização da Assembleia da República e do Instituto de História Contemporânea (FCSH/UNL), com participação CIEJD

Dia 19 de outubro de 2017, 17h30, Biblioteca da AR (entrada pela porta lateral do Palácio de São Bento, junto ao estacionamento), Lisboa.

Lançamento do livro
 
 

Pop Up 7 - Feira de Emprego

Participação CIEJD

Dias 6, 7, 8 e 14 de novembro de 2017, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

POP UP 7-Feira de Emprego
 
 

Agenda RSS format

Próximos eventos

Conheça as iniciativas do CIEJD

Agenda
 
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Para si

Trabalhar numa organização internacional

Consulte os convites à apresentação de candidaturas e os próximos concursos.

Se acha que tem talento, procure uma carreira interessante, diferente e desafiante. Qualquer dúvida envie-nos um e-mail.

Carreiras internacionais
 
 

Estagiar numa organização internacional

Enriqueça o seu curriculum num ambiente internacional e multicultural.

Candidate-se a um estágio, encontre aqui o que mais se adequa ao seu perfil. Qualquer dúvida envie-nos um e-mail.

Jovens estudantes
 
 

Concurso "Juvenes Translatores"

Comissão Europeia - Direção-Geral de Tradução

Data limite: 2017-10-20

Jovens tradutores
 
 

Concurso "Euroscola - Portugal Europeu"

Gabinete de Informação do Parlamento Europeu e Representação da Comissão Europeia em Portugal

Data limite: 2017-12-15

Concurso
 
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Para a sua empresa

Oportunidades de negócio na União Europeia

Concursos públicos - Instituições da UE

Conheça os concursos públicos a decorrer nas instituições e organismos da União Europeia, em particular nos que se localizam em Portugal. Consulte todas as oportunidades de negócio. Qualquer dúvida envie-nos um e-mail.

Oportunidades de negócio
 
 

Apoios financeiros na União Europeia

Consulte todas as candidaturas em vigor .

Possibilidades de financiamento e valorização do seu negócio. Qualquer dúvida envie-nos um e-mail.

Candidaturas e programas europeus
 
 

European Excellence Awards

Helios Media

Data limite (com atraso): 2017-09-27 | Data limite (final): 2017-10-04

 European Excellence Awards
 
 

Open Innovation Contest 7.0

NTT DATA- Nippon Telegraph and Telephone Public Corporation

Data limite: 2017-10-10

Open Innovation Contest 7.0
 
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Biblioteca

Livro do mês - setembro

 

 

Assuntos europeus no Parlamento : os debates / Alice Cunha 

 

Através da leitura dos debates sobre assuntos europeus no Plenário da Assembleia da República, vislumbram-se em simultâneo a história recente da integração europeia, mas também a própria História Contemporânea do país. O presentes estudo analisa a evolução do papel dos Parlamentos nacionais no processo de integração europeia; a adaptação da Assembleia da República nesse mesmo âmbito; a sua participação na discussão da adesão de Portugal à CEE/UE e, especialmente, os debates parlamentares sobre questões europeias, realizados em sede de Plenário, entre 1986 e 2015. [Editor]

 

Esta obra, publicada em 2017, foi editada pela Assembleia da República e encontra-se disponível para consulta na Biblioteca Jacques Delors [cota: MO0421/7].

Capa
 
 

Biblioteca Jacques Delors

Espaço de pesquisa e investigação

Conheça melhor a Biblioteca de referência em assuntos europeus em Portugal

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Estado da União 2017
Discurso sobre o Estado da União 2017 - Presidente Jean-Claude Juncker
 
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n'O RABELO | VW, UMM e o carro de bois. (Por José Pereira)

por José Pereira (zedebaiao.com), em 31.08.17

Quando não conseguirmos andar de volkswagen, poderemos sempre tentar andar de UMM (União Metalo-Mecânica). Não podemos é arriscar voltar ao carro de bois.

ZE tecnologias_2017 (1).jpg

A INDÚSTRIA DAS MULTINACIONAIS ESTRANGEIRAS PAROU?

PORQUE É QUE NÃO PARAM AS NOSSAS?

PORQUE AS NOSSAS, HÁ MUITO  QUE FORAM DESTRUÍDAS OU ABSORVIDAS!!!

O domínio do desenvolvimento tecnológico e científico pelas grandes empresas multinacionais, que hoje suporta a indústria e o comércio moderno, já afundou à muito a base sobre a qual a burguesia assentou e desenvolveu o seu próprio regime de produção e de apropriação. Não é por acaso que as grandes empresas de desenvolvimento tecnológico pagam viagens a políticos e governantes. E podem crer que não é para irem lá aprender o modelo de negócio, para o colocar ao serviço da nossa economia.

 

Já dizia o Eça de Queirós que "aqui importa-se tudo... e tudo vem em caixotes pelo paquete". Mas será que o comércio e a industria "não foram feitos para nós"? Teremos alguma incapacidade intelectual ou científica? É que a rede também nos liga ao Mundo e liga todo o mundo a nós.

 

Não podemos ser bons para os de fora, nem só lá fora!
Dizia Fernando Pessoa que "o comércio é uma distribuição, centrífuga ou centrípeta", ou seja,  uma força em movimento circular, que puxa o corpo para o centro da trajetória. Por isso, estamos à espera de que? De ficar sempre do lado de fora da trajetória?

 

Dizia Marx que "os comunistas têm sido acusados de querer abolir a propriedade adquirida pessoalmente, fruto do próprio trabalho e do mérito pessoal", contudo, no que toca à propriedade dos pequenos e médios empresários, não é preciso aboli-la, porque umas poucas grandes empresas multinacionais, há muito que estão a arrasar tudo. E ninguém acusa os neoliberais capitalistas.

 

Inibir ou mesmo "proibir um grande povo de fazer tudo o que pode com cada parte do seu trabalho e da sua produção ou de empregar o seu capital e indústria do modo que julgar mais vantajoso para si mesmo, é uma violação manifesta dos mais sagrados direitos da humanidade.” (Adam Smith)


Henry Ford dizia que "o verdadeiro objetivo da indústria não é o lucro e que o empresário deve sempre propor-se a produzir bens e serviços úteis à sociedade". Por isso, quando não conseguirmos andar de VW, poderemos sempre tentar andar num UMM (União Metalo-Mecânica), ou mesmo num segway e drone português.

 

Transportando para a atualidade o pensamento de Juscelino Kubitschek, poderíamos dizer que seria bom transferir para o nosso território as bases do desenvolvimento científico e tecnológico e fazer da indústria e do comércio moderno o centro dinâmico das atividades económicas. Contudo, teimamos em continuar a exportar os jovens e menos jovens mais qualificados e excelentemente preparados pelas nossas Universidades e Politécnicos.

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n'O RABELO | Identidade Cívica e Política - Eu sou socialista. (ponto)

por José Pereira (zedebaiao.com), em 23.08.17

Não, não venho dizer publicamente que sou heterossexual, bissexual ou homossexual. Venho apenas dizer e explicar porque digo e afirmo que sou socialista.

Alguns dos meus familiares e amigos dizem não compreender a minha identidade cívica e política, nem a minha predisposição e vontade incessante para defender os outros, designadamente os mais frágeis da sociedade, muitos dos quais não conheço, nem me são nada. Mas eu acredito que, para muitos, eu possa ser alguma coisa e eles são muitas coisas para mim. 

eusousocialista.jpg

 

Para mim, são seres humanos como eu e com todos os defeitos e virtudes que qualquer ser humano pode ter. Eu também sou um ser humano carregado de defeitos.

 

Porém, para compreenderem a minha identidade cívica e política, não basta que me identifiquem com o Partido Socialista, até porque eu nunca fui, nem nunca quis ser, o militante partidários ideal para a maioria dos dirigentes partidários de hoje. Até porque muitos deles também não são, nunca foram, nem praticam o melhor modelo de direção e de prática socialista.

 

Para compreenderem o que me move e porque digo abertamente que sou socialista, terão de perceber os valores fundamentais pelos quais se regem os socialistas, que são: a Liberdade, a Igualdade e a Solidariedade.

 

Três princípios basilares que há mais de 100 anos têm vindo a servir como farol e guia para a estruturação da sociedade portuguesa e europeia contemporânea:

 

A Liberdade tem de ser compreendida e respeitada, para poder ser vivida e tornar-se útil à sociedade, sendo que a Liberdade é dterminante para o conceito da democracia, sem a qual não é possível organizar uma estrutura social pacífica, justa e duradoura.

A liberdade de pensamento, de expressão, de identidade e de vida, permite-nos viver em comunidade e progredir enquanto sociedade. Mas nunca nos esqueçamos que a nossa liberdade começa e acaba onde começa a liberdade dos outros, sendo por isso que os socialistas convivem muito bem com a liberdade e com a diversidade cultural e de opinião, enquanto que os defensores das ideologias neoliberais e neoconservadoras vendem aos povos um falso conceito de liberdade, julgando-se ser mais livres quanto mais seletivos e ricos forem. Pois, na minha modesta opinião e no meu ainda curto percurso de vida, tenho vindo a perceber e a constatar, que a riqueza financeira, associada à falta de valores, só nos tem vindo a aprisionar.

 

A Igualdade parece ser um conceito difícil de se compreender e até de se estabelecer. Mas um socialista, que é por natureza um humanista e democrata, compreende bem este conceito, sendo sempre melhor procurarmos aquilo em que somos iguais e que nos une, enquanto seres humanos, enriquecidos pelas diferenças e pela diversidade cultural, do que andarmos sucessivamente atrás daquilo que nos separa.

Ser igual não é fazer parte de um grupo de amigos que têm o mesmo poder de compra, que pagam para colocar os filhos nas mesmas escolas de elite, que frequentam os mesmos restaurantes, que vão para os mesmos destinos de férias, que lêem o mesmo género de literatura ou que se identificam com os mesmos gostos de artes e letras.

A igualdade não visa fazer vingar uma elite e muito menos poder desfrutar de um elevado nível de vida que é vetado à esmagadora maioria das pessoas. A igualdade carrega consigo a solidariedade.

 

A Solidariedade é por isso um grande valor e uma prática constante para os socialistas, sendo através da solidariedade que nos identificamos na comunidade e através da qual vamos fazendo renascer o nosso País, a Europa e o Mundo, justo, solidário, coeso e sustentado.

 

Visto isto, poderemos concluir que um socialista é também um democrata social, isto porque luta para garantir uma justa e sustentada distribuição dos recurso, no nosso caso português e europeu, através do sistema contributivo e tributário, através do qual se visa garantir a previdência e a providência do estado de direito  e de bem-estar social, cívico e político, sendo este o melhor modelo e o melhor exemplo para uma sociedade livre, igual, solidária e coesa.

 

Afirmo por isso e cada vez mais, que sou socialista, até porque me preocupa e desassossega o real e sério perigo que espreita em determinados "novos" dirigentes e nas elites que andam a vender ao povo e ao mundo um falso modelo de liberdade, uma falsa igualdade e um vazio de solidariedade.

 

Se os socialistas souberem cultivar e gerir estes três princípios basilares da democracia, acredito que conseguiremos ir derrubando os neoliberais e neoconservadoras, que irão sempre reaparecer, muitas vezes disfarçados de democratas ou de novos salvadores.

 

Aquilo que nos identifica, que nos une e nos pode salvar, são os valores fundamentais em que assenta a Democracia. Por isso eu digo abertamente que sou socialista.

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O Cristianismo ressuscitou. Aleluia, Aleluia. 

Depois de ver a casa e o cão de loiça, o que é que as crianças e jovens quererão ser quando forem grandes? 

Jogadores ou eternos adeptos de futebol?

Sabem quantos jogadores de futebol bem sucedidos há em Portugal, na Europa e no Mundo?

Sabem que mais de 80% dos jogadores de futebol ganham abaixo do salário mínimo e muitos são os que jogam gratuitamente?

Veja tudo, da piscina ao imóvel cão de loiça. Mas estude e leia algo, por exemplo "o livro negro do futebol", onde é denunciada a corrupção, a fraude e outros crimes.

 

Casa de Ronaldo.jpg

Está impresso na Constituição que "todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar". Só que, para uns poucos terem acesso ao exagero, terá de haver muita gente sem ter acesso ao essencial.

 

Determina ainda a Constituição que os jovens gozam de protecção especial para efectivação dos seus direitos económicos, sociais e culturais, nomeadamente na educação física e no desporto. Todos têm direito à cultura física e ao desporto, incumbindo ao Estado, em colaboração com as escolas e as associações e colectividades desportivas, promover, estimular, orientar e apoiar a prática e a difusão da cultura física e do desporto, bem como prevenir a violência no desporto.

 

Todos têm direito à protecção da saúde e o dever de a defender e promover, sendo o direito à proteção da saúde realizado pela criação de condições económicas, sociais, culturais e ambientais que garantam, designadamente, a protecção da infância, da juventude e da velhice, e pela melhoria sistemática das condições de vida e de trabalho, bem como pela promoção da cultura física e desportiva, escolar e popular, e ainda pelo desenvolvimento da educação sanitária do povo e de práticas de vida saudável.

 


Resultado de imagem para criança fome futebolEstarás a pensar sobre o que queres ser quando fores grande?

 

Constituição da República Portuguesa
Artigo 65.º
Habitação e urbanismo

 1. Todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.

2. Para assegurar o direito à habitação, incumbe ao Estado:

a) Programar e executar uma política de habitação inserida em planos de ordenamento geral do território e apoiada em planos de urbanização que garantam a existência de uma rede adequada de transportes e de equipamento social;
b) Promover, em colaboração com as regiões autónomas e com as autarquias locais, a construção de habitações económicas e sociais;
c) Estimular a construção privada, com subordinação ao interesse geral, e o acesso à habitação própria ou arrendada;
d) Incentivar e apoiar as iniciativas das comunidades locais e das populações, tendentes a resolver os respectivos problemas habitacionais e a fomentar a criação de cooperativas de habitação e a autoconstrução.

3. O Estado adoptará uma política tendente a estabelecer um sistema de renda compatível com o rendimento familiar e de acesso à habitação própria.

4. O Estado, as regiões autónomas e as autarquias locais definem as regras de ocupação, uso e transformação dos solos urbanos, designadamente através de instrumentos de planeamento, no quadro das leis respeitantes ao ordenamento do território e ao urbanismo, e procedem às expropriações dos solos que se revelem necessárias à satisfação de fins de utilidade pública urbanística.

5. É garantida a participação dos interessados na elaboração dos instrumentos de planeamento urbanístico e de quaisquer outros instrumentos de planeamento físico do território.

 

Artigo 66.º
Ambiente e qualidade de vida

 1. Todos têm direito a um ambiente de vida humano, sadio e ecologicamente equilibrado e o dever de o defender.

2. Para assegurar o direito ao ambiente, no quadro de um desenvolvimento sustentável, incumbe ao Estado, por meio de organismos próprios e com o envolvimento e a participação dos cidadãos:

a) Prevenir e controlar a poluição e os seus efeitos e as formas prejudiciais de erosão;
b) Ordenar e promover o ordenamento do território, tendo em vista uma correcta localização das actividades, um equilibrado desenvolvimento sócio-económico e a valorização da paisagem;
c) Criar e desenvolver reservas e parques naturais e de recreio, bem como classificar e proteger paisagens e sítios, de modo a garantir a conservação da natureza e a preservação de valores culturais de interesse histórico ou artístico;
d) Promover o aproveitamento racional dos recursos naturais, salvaguardando a sua capacidade de renovação e a estabilidade ecológica, com respeito pelo princípio da solidariedade entre gerações;
e) Promover, em colaboração com as autarquias locais, a qualidade ambiental das povoações e da vida urbana, designadamente no plano arquitectónico e da protecção das zonas históricas;
f) Promover a integração de objectivos ambientais nas várias políticas de âmbito sectorial;
g) Promover a educação ambiental e o respeito pelos valores do ambiente;
h) Assegurar que a política fiscal compatibilize desenvolvimento com protecção do ambiente e qualidade de vida.

 

Artigo 67.º
Família

1. A família, como elemento fundamental da sociedade, tem direito à protecção da sociedade e do Estado e à efectivação de todas as condições que permitam a realização pessoal dos seus membros.

2. Incumbe, designadamente, ao Estado para protecção da família:

a) Promover a independência social e económica dos agregados familiares;
b) Promover a criação e garantir o acesso a uma rede nacional de creches e de outros equipamentos sociais de apoio à família, bem como uma política de terceira idade;
c) Cooperar com os pais na educação dos filhos;
d) Garantir, no respeito da liberdade individual, o direito ao planeamento familiar, promovendo a informação e o acesso aos métodos e aos meios que o assegurem, e organizar as estruturas jurídicas e técnicas que permitam o exercício de uma maternidade e paternidade conscientes;
e) Regulamentar a procriação assistida, em termos que salvaguardem a dignidade da pessoa humana;
f) Regular os impostos e os benefícios sociais, de harmonia com os encargos familiares;
g) Definir, ouvidas as associações representativas das famílias, e executar uma política de família com carácter global e integrado;
h) Promover, através da concertação das várias políticas sectoriais, a conciliação da actividade profissional com a vida familiar.

 

Artigo 68.º
Paternidade e maternidade

1. Os pais e as mães têm direito à protecção da sociedade e do Estado na realização da sua insubstituível acção em relação aos filhos, nomeadamente quanto à sua educação, com garantia de realização profissional e de participação na vida cívica do país.

2. A maternidade e a paternidade constituem valores sociais eminentes.

3. As mulheres têm direito a especial protecção durante a gravidez e após o parto, tendo as mulheres trabalhadoras ainda direito a dispensa do trabalho por período adequado, sem perda da retribuição ou de quaisquer regalias.

4. A lei regula a atribuição às mães e aos pais de direitos de dispensa de trabalho por período adequado, de acordo com os interesses da criança e as necessidades do agregado familiar.

 

Artigo 69.º
Infância

1. As crianças têm direito à protecção da sociedade e do Estado, com vista ao seu desenvolvimento integral, especialmente contra todas as formas de abandono, de discriminação e de opressão e contra o exercício abusivo da autoridade na família e nas demais instituições.

2. O Estado assegura especial protecção às crianças órfãs, abandonadas ou por qualquer forma privadas de um ambiente familiar normal.

3. É proibido, nos termos da lei, o trabalho de menores em idade escolar.

 
Artigo 70.º
Juventude

1. Os jovens gozam de protecção especial para efectivação dos seus direitos económicos, sociais e culturais, nomeadamente:


a) No ensino, na formação profissional e na cultura;
b) No acesso ao primeiro emprego, no trabalho e na segurança social;
c) No acesso à habitação;
d) Na educação física e no desporto;
e) No aproveitamento dos tempos livres.

2. A política de juventude deverá ter como objectivos prioritários o desenvolvimento da personalidade dos jovens, a criação de condições para a sua efectiva integração na vida activa, o gosto pela criação livre e o sentido de serviço à comunidade.

3. O Estado, em colaboração com as famílias, as escolas, as empresas, as organizações de moradores, as associações e fundações de fins culturais e as colectividades de cultura e recreio, fomenta e apoia as organizações juvenis na prossecução daqueles objectivos, bem como o intercâmbio internacional da juventude.

 

Mas se é daqueles que ficam deslumbrados com a riquesa do futebol, então segue~se a lista dos 10 jogadores mais ricos, sendo este ranking liderado por Cristiano Ronaldo e Messi:

 

1- Cristiano Ronaldo 

Fortuna estimada: 238 milhões de euros.

 

 

2- Lionel Messi

Fortuna estimada: 225 milhões de euros.

 

3-  Neymar 

Fortuna estimada: 152 milhões de euros.

 

                   

 

4- Zlatan Ibrahimovic, ou "Ibrakadabra" 

Fortuna estimada: 118 milhões de euros.

 

 

5- Wayne Rooney ou Shrek 

Fortuna estimada: 116 milhões de euros.

 

 

6- Kaká 

Fortuna estimada: 108 milhões de euros.

 

 

7- Samuel Eto

Fortuna estimada: 98 milhões de euros.

 

 

8- Raul 

Fortuna estimada: 95 milhões de euros.

 

 

9- Ronaldinho Gaúcho 

Fortuna estimada: 93 milhões de euros.

 

 

10- Frank Lampard  

Fortuna estimada: 90 milhões de euro

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