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Politicamente falando: Faça uma pausa com união.

por José Pereira (zedebaiao.com), em 15.03.14

Querem fazer uma pausa com união? Aqui fica uma sugestão, não sei é se o produto passou pelos testes de garantia da qualidade, mas pelo menos é orgânico.

"Unir-se é um bom começo, manter a união é um progresso e trabalhar em conjunto é a vitória" (Henry Ford).

 

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Mas falando de política e de união, referiu-me recentemente um deputado bastante experiente que, na política, apesar de não haver almoços grátis é sempre necessário ter um enorme jogo de cintura. 

 

Como sempre paguei os meus almoços e pouco entendo de jogos, prefiro continuar a alimentar-me com comida caseira, sendo que é mais saudável e em ambiente que me é familiar. 

 

Como temos constatado, os apelos para uma "união" socialista têm sido muitos, mas o facto é que, não sendo defensor de unanimismos, também não sinto coesão. 

 

Têm vindo a referir os jornais que os socialistas se estão a demonstrar unidos só por causa das próximas eleições (sempre a prioridade do eleitoralismo e dos lugares, o importante que se lixe, fica para depois) e sobretudo porque ninguém quer sair responsabilizado sobre uma possível derrota do PS. Mas afinal um bom político não se deve assumir? 

 

Aprendi com um histórico e experiente socialista que um bom político assume o que pensa e o que pretende para o País e para a Europa, bem como para o partido de que faz parte.

 

Estou à espera de gente corajosa, sendo que,

 não estou no PS nem dispendo do meu tempo e dinheiro para meros jogos de lugares e muito menos para disfarces de uniões forçadas ou mesmo podres. Eu dispendo do meu tempo e dinheiro para trabalhar gratuitamente por causas e linhas de acção política em que acredito e cá estarei para apoia-las, mas também para ser responsável e responsabilizar. 

 

Prefiro divergências políticas frontais em prol de verdadeiras alternativas do que falsos almoços e disfarçadas presenças conjugadas com palmas ou sorrisos forçados, que mal podem eestão logo a atraiçoar o "camarada".

 

Faça um bom lanche com união. Mas experimente o produto antes de comprar.

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PAI NATAL PS - Pergunta-me o que eu preciso e não o que eu quero.

por José Pereira (zedebaiao.com), em 16.12.13

Querer, todos nós queremos muita coisa, mas será que precisamos de tudo que queremos?

 

Eu sempre fui defensor de se fazer o que as pessoas precisam e não de fazer o que alguns querem que se faça.

 

Porque é que não questionam as pessoas sobre o que é que elas precisam ou sobre o que podemos e devemos fazer para que todos possam ter aquilo que precisam?

 

Se "o novo rumo" pretende, mais uma vez ,caminhar pelo verbo querer, conjugado na primeira pessoa do singular, então não fiquemos só pelo "eu quero". Saibamos conjugar o verbo sobre o passado, sobre o presente e, sobretudo, a pensar no futuro. 

 

 
 
Uma forma de adaptar o que se quer ao que se necessita

 

 

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Há uns tipos do PS, nados e criados no seio das juventudes partidárias, descendentes de uma coisa qualuqer, que pouco ou nada mais fizeram na vida, que não fosse viver encostados e à custa dos favores políticos, que andam por aí infiltrados à procura de lugares a qualquer custo e a aconselhar muito mal um SG que tem por obrigação representar devidamente os socialistas, mas acima de tudo os portugueses.

 

Relativamente às faltas de presença do SG em tomadas de posse dos autarcas recentemente eleitos, alguns "camaradas" socialistas têm vindo a argumentar que um SG não se limita à condição de deputado e que a sua ação não se cinge às reuniões no parlamento, nem a aparecer em apenas algumas tomadas de posse ou eventos, querendo com isto dizer estes senhores que os outros deputados não têm mais nada para fazer, nem para representar, para além das reuniões ou plenários parlamentares.

 

Pois estão muito enganados e demonstram pouco ou nada perceberem do lugar que procuram ocupar a qualquer custo, sendo que a missão e função de um deputado ou SG, não é estar só sentado no P

arlamento nem no Largo do Rato, mas sobretudo estar junto dos socialistas e, acima de tudo, das populações, para melhor as defender nas suas vidas, nas suas localidades ou mesmo no Parlamento.

 

O caso das recentes faltas de presença do SG, sobretudo na tomada de posse do Presidente da Câmara do Porto e de Lisboa, bem como a não presença na apresentação do livro do seu "camarada" ex-Primeiro Ministro socialista, foram de muito mau gosto ou de péssimo aconselhamento.

 

Se alguém tem vergonha dos militantes, dirigentes ou ex-dirigentes do seu próprio partido, demita-se ou mude-se.

 

O Porto e Lisboa não são um circulo qualquer, como muitos "camaradas" andam a querer defender para desculpar o SG da sua má gestão de agenda ou péssimo aconselhamento.

 

O Porto e Lisboa não se limitam a duas cidades. São os maiores centros urbanos do Pais e integram as maiores áreas metropolitanas que servem de alavancagem a todo o País.

 

Um deputado ou SG que ignore a importância destes dois grandes centros urbanos e que não tenha orgulho na história (boa ou má) do partido onde sempre esteve e que lidera, não está só a ignorar os socialistas, mas sim a ignorar todo um País que estes socialistas pensam um dia Governar.

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