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n'O RABELO | Identidade Cívica e Política - Eu sou socialista. (ponto)

por José Pereira (zedebaiao.com), em 23.08.17

Não, não venho dizer publicamente que sou heterossexual, bissexual ou homossexual. Venho apenas dizer e explicar porque digo e afirmo que sou socialista.

Alguns dos meus familiares e amigos dizem não compreender a minha identidade cívica e política, nem a minha predisposição e vontade incessante para defender os outros, designadamente os mais frágeis da sociedade, muitos dos quais não conheço, nem me são nada. Mas eu acredito que, para muitos, eu possa ser alguma coisa e eles são muitas coisas para mim. 

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Para mim, são seres humanos como eu e com todos os defeitos e virtudes que qualquer ser humano pode ter. Eu também sou um ser humano carregado de defeitos.

 

Porém, para compreenderem a minha identidade cívica e política, não basta que me identifiquem com o Partido Socialista, até porque eu nunca fui, nem nunca quis ser, o militante partidários ideal para a maioria dos dirigentes partidários de hoje. Até porque muitos deles também não são, nunca foram, nem praticam o melhor modelo de direção e de prática socialista.

 

Para compreenderem o que me move e porque digo abertamente que sou socialista, terão de perceber os valores fundamentais pelos quais se regem os socialistas, que são: a Liberdade, a Igualdade e a Solidariedade.

 

Três princípios basilares que há mais de 100 anos têm vindo a servir como farol e guia para a estruturação da sociedade portuguesa e europeia contemporânea:

 

A Liberdade tem de ser compreendida e respeitada, para poder ser vivida e tornar-se útil à sociedade, sendo que a Liberdade é dterminante para o conceito da democracia, sem a qual não é possível organizar uma estrutura social pacífica, justa e duradoura.

A liberdade de pensamento, de expressão, de identidade e de vida, permite-nos viver em comunidade e progredir enquanto sociedade. Mas nunca nos esqueçamos que a nossa liberdade começa e acaba onde começa a liberdade dos outros, sendo por isso que os socialistas convivem muito bem com a liberdade e com a diversidade cultural e de opinião, enquanto que os defensores das ideologias neoliberais e neoconservadoras vendem aos povos um falso conceito de liberdade, julgando-se ser mais livres quanto mais seletivos e ricos forem. Pois, na minha modesta opinião e no meu ainda curto percurso de vida, tenho vindo a perceber e a constatar, que a riqueza financeira, associada à falta de valores, só nos tem vindo a aprisionar.

 

A Igualdade parece ser um conceito difícil de se compreender e até de se estabelecer. Mas um socialista, que é por natureza um humanista e democrata, compreende bem este conceito, sendo sempre melhor procurarmos aquilo em que somos iguais e que nos une, enquanto seres humanos, enriquecidos pelas diferenças e pela diversidade cultural, do que andarmos sucessivamente atrás daquilo que nos separa.

Ser igual não é fazer parte de um grupo de amigos que têm o mesmo poder de compra, que pagam para colocar os filhos nas mesmas escolas de elite, que frequentam os mesmos restaurantes, que vão para os mesmos destinos de férias, que lêem o mesmo género de literatura ou que se identificam com os mesmos gostos de artes e letras.

A igualdade não visa fazer vingar uma elite e muito menos poder desfrutar de um elevado nível de vida que é vetado à esmagadora maioria das pessoas. A igualdade carrega consigo a solidariedade.

 

A Solidariedade é por isso um grande valor e uma prática constante para os socialistas, sendo através da solidariedade que nos identificamos na comunidade e através da qual vamos fazendo renascer o nosso País, a Europa e o Mundo, justo, solidário, coeso e sustentado.

 

Visto isto, poderemos concluir que um socialista é também um democrata social, isto porque luta para garantir uma justa e sustentada distribuição dos recurso, no nosso caso português e europeu, através do sistema contributivo e tributário, através do qual se visa garantir a previdência e a providência do estado de direito  e de bem-estar social, cívico e político, sendo este o melhor modelo e o melhor exemplo para uma sociedade livre, igual, solidária e coesa.

 

Afirmo por isso e cada vez mais, que sou socialista, até porque me preocupa e desassossega o real e sério perigo que espreita em determinados "novos" dirigentes e nas elites que andam a vender ao povo e ao mundo um falso modelo de liberdade, uma falsa igualdade e um vazio de solidariedade.

 

Se os socialistas souberem cultivar e gerir estes três princípios basilares da democracia, acredito que conseguiremos ir derrubando os neoliberais e neoconservadoras, que irão sempre reaparecer, muitas vezes disfarçados de democratas ou de novos salvadores.

 

Aquilo que nos identifica, que nos une e nos pode salvar, são os valores fundamentais em que assenta a Democracia. Por isso eu digo abertamente que sou socialista.

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Como se sabe, após um longo período de audições e depois  da resposta às seis condições impostas por Cavaco Silva para indigitar António Costa, o Presidente da República acabou por indicar, nesta terça-feira (24/11/2015), o secretário-geral do PS como primeiro-ministro. 

Segundo uma breve nota publicitada no site da Presidência da República, "o Presidente da República decidiu, ouvidos os partidos políticos com representação parlamentar, indicar o Dr. António Costa para Primeiro-Ministro."

A lentidão, as longas audições e agora a troca de palavras significará o inicio da doença de Alzheimer ou um erro estrategicamente calculado? É que não me parece que a troca de palavras se deva à dislexia, sendo que Cavaco Silva tem uma boa percepção visual e sabe muito bem distinguir a esquerda da direita.

Sobre a resposta que Costa enviou ao Presidente sobre as seis dúvidas que este lhe entregara na segunda-feira, o chefe do Estado assumiu ter “tomado devida nota” em relação “à estabilidade e durabilidade de um governo minoritário do PS, no horizonte temporal da legislatura”

 

OPINIÃO:

INDIGITAR vs INDICAR: A lentidão, as longas audições e agora a troca de palavras significará o inicio da doença de Alzheimer ou um erro estrategicamente calculado? É que não me parece que a troca de palavras se deva à dislexia, sendo que Cavaco Silva tem uma boa perceção visual e sabe muito bem distinguir a esquerda da direita.

 

Na generalidade, o leque de Ministros escolhidos é excelente. Contudo e como sempre, eu permanecerei sempre atento.


Quem acreditou e trabalhou desde a primeira hora para que este momento se concretizasse, tem agora o dever de permanecer colaborativo, mas não subserviente.

Os militantes e simpatizantes são agora corresponsáveis pelo rumo que a política e a governação venha a levar.

 

Lutei deste a primeira hora pela liderança de António Costa, mas sobretudo na esperança de que, de uma vez por todas, se faça o melhor possível em prol daquilo que todas as pessoas precisam e que se deixe de fazer o que alguns querem que se faça ou que lhes seja feito. Portugal é o conjunto de todos os portugueses!

 

Os tempos que atravessamos são difíceis, sendo por isso que requerem a nossa colaboração e atenção, mas se formos de encontro ao que a generalidade dos portugueses precisa, certamente que daremos um grande contributo para a credibilização da política e dos políticos.


Desejo a tod@s votos de bom trabalho e de excelente desempenho.
Um cidadão sempre pronto, mas também sempre atento.

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Primeiro-ministro: António Costa


Nasceu no dia 17 de Julho de 1961.

É licenciado em Licenciado em Ciências Jurídico-Políticas, pela Faculdade de Direito de Lisboa, e tem uma pós-graduação em Estudos Europeus, tirada na Universidade Católica de Lisboa.

Entrou para a Juventude Socialista na adolescência.

Foi Ministro dos Assuntos Parlamentares e da Justiça nos dois governos liderados por Guterres e Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, desde 2007. Foi também Ministro da Administração Interna no governo de José Sócrates.

Recusou-se a sucedê-lo, na liderança do PS, em 2011, mas chegou à liderança do partido em 2014.

Veja a informação sobre cada um dos ministros aqui.

 

Primeiro-ministro - António Costa

 

Ministros (17) 

Ministro dos Negócios Estrangeiros – Augusto Santos Silva

Ministra da Presidência e da Modernização Administrativa – Maria Manuel Leitão Marques

Ministro das Finanças – Mário Centeno

Ministro da Defesa Nacional – José Alberto Azeredo Lopes

Ministra da Administração Interna – Constança Urbano de Sousa

Ministra da Justiça – Francisca Van Dunem

Ministro-Adjunto – Eduardo Cabrita

Ministro da Cultura – João Soares

Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – Manuel Heitor

Ministro da Educação – Tiago Brandão Rodrigues

Ministro do trabalho, Solidariedade e Segurança Social – José António Vieira da Silva

Ministro da Saúde – Adalberto Campos Fernandes

Ministro do Planeamento e das Infraestruturas – Pedro Marques

Ministro da Economia – Manuel Caldeira Cabral

Ministro do Ambiente – João Pedro Matos Fernandes

Ministro da Agricultura, Florestas e Desenvolvimento Rural – Luís Capoulas Santos

Ministra do Mar – Ana Paula Vitorino

 

Secretários de Estado (41)

 

Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares – Pedro Nuno Santos

Secretária de Estado Adjunta do Primeiro-Ministro – Mariana Vieira da Silva

Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros – Miguel Prata Roque

Secretária de Estado dos Assuntos Europeus – Margarida Marques

Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação – Teresa Ribeiro

Secretário de Estado das Comunidades – José Luís Carneiro

Secretário de Estado da Internacionalização – Jorge Oliveira

Secretária de Estado da Modernização Administrativa – Graça Fonseca

Secretário de Estado Adjunto, do Tesouro e das Finanças – Ricardo Mourinho Félix

Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais – Fernando Rocha Andrade

Secretário de Estado do Orçamento – João Leão

Secretária de Estado da Administração e do Emprego Público – Carolina Ferra

Secretário de Estado da Defesa – Marcos Perestrello

Secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna – Isabel Oneto

Secretário de Estado da Administração Interna – Jorge Gomes

Secretária de Estado Adjunta e da Justiça – Helena Mesquita Ribeiro

Secretária de Estado da Justiça – Anabela Pedroso

Secretário de Estado das Autarquias Locais – Carlos Miguel

Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade – Catarina Marcelino

Secretária de Estado da Cultura – Isabel Botelho Leal

Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – Maria Fernanda Rollo

Secretária de Estado Adjunta e da Educação – Alexandra Leitão

Secretário de Estado da Educação – João Costa

Secretário de Estado da Juventude e do Desporto – João Wengorovius Meneses

Secretário de Estado do Emprego – Miguel Cabrita

Secretária de Estado da Segurança Social – Cláudia Joaquim

Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência – Ana Sofia Antunes

Secretário de Estado Adjunto da Saúde – Fernando Araújo

Secretário de Estado da Saúde – Manuel Delgado

Secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão – Nelson de Souza

Secretário de Estado das Infraestruturas – Guilherme W. d’Oliveira Martins

Secretário de Estado Adjunto e do Comércio – Paulo Ferreira

Secretário de Estado da Indústria – João Vasconcelos

Secretária de Estado do Turismo – Ana Mendes Godinho

Secretário de Estado da Energia – Jorge Seguro

Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente – José Mendes

Secretário de Estado do Ambiente – Carlos Martins

Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza – Célia Ramos

Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação – Luís Medeiros Vieira

Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural – Amândio Torres

Secretário de Estado das Pescas – José Apolinário

 

 

Segundo o jornal Observador, o curriculo dos Secretários de Estado é o Seguinte:

 

Primeiro-ministro

Secretário de Estado dos Assuntos Parlamentares – Pedro Nuno Santos:Este é um dos cargos que já se sabia que iria ser ocupado por Pedro Nuno Santos. Fará a ligação entre o Parlamento e o Governo e será um dos garantes do bom diálogo à esquerda. Pedro Nuno Santos tem assumido uma grande relevância na direção de António Costa e foi cabeça de lista por Aveiro nas eleições de 4 de outubro.

Secretária de Estado Adjunta do Primeiro-Ministro – Mariana Vieira da Silva: O seu nome também já era conhecido e será uma das figuras do Governo mais próximas de António Costa. Atualmente já faz parte da comissão política nacional e o gabinete de estudos do PS. Foi adjunta da ministra da Educação Maria de Lurdes Rodrigues e de José Almeida Ribeiro, secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro, José Sócrates.

Ministério dos Negócios Estrangeiros

Secretária de Estado dos Assuntos Europeus – Margarida Marques: O nome de Margarida Marques já tinha sido avançado como possível ministra caso os Assuntos Europeus se autonomizassem, como António Costa chegou a avançar em entrevista à Visão. Margarida Marques tem 20 anos de experiência na Comissão Europeia e já foi mesmo a principal figura da Representação da Comissão Europeia em Portugal. Foi cabeça de lista do PS em Leiria.

Secretária de Estado dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação – Teresa Ribeiro: Já foi secretária de Estado dos Assuntos Europeus – entre 2008 e 2009 – e antes disso liderava o Instituto da Comunicação Social. Foi diretora do Departamento de Assessoria e Assuntos Internacionais do Instituto da Comunicação Social. Foi ainda diretora executiva da AICEP e sub-secretária-geral da Energia na União do Mediterrâneo. 

Secretário de Estado das Comunidades – José Luís Carneiro: Professor na Universidade Lusíada, Carneiro é uma figura próxima de Francisco Assis e é presidente da Federação Distrital do Partido Socialista do Porto.

Secretário de Estado da Internacionalização – Jorge Oliveira:

Ministério da Modernização Administrativa

Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros – Miguel Prata Roque: Era o terceiro nome conhecido desta lista e já foi adjunto do ministro dos Assuntos Parlamentares de Sócrates entre 2005 e 2007. É professor auxiliar da Faculdade de Direito de Lisboa.

Secretária de Estado da Modernização Administrativa – Graça Fonseca:Foi eleita deputada pelo círculo de Lisboa. É uma das figuras mais próximas de Costa, acompanhando-o de perto como sua adjunta desde que este foi ministro da Justiça entre 2000 e 2001. Foi mesmo chefe de gabinete de Costa quando este foi ministro de Estado e da Administração Interna e também foi sua chefe de gabinete na Câmara Municipal. Integra o Secretariado Nacional do PS e é líder da Mulheres Socialistas. É doutorada em Sociologia pelo Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa de Lisboa (ISCTE).

 

Ministério das Finanças

Secretário de Estado Adjunto, do Tesouro e das Finanças – Ricardo Mourinho Félix: É o braço-direito de Mário Centeno. Já o foi durante a elaboração do programa económico do novo Governo, esteve nas negociações com os partidos mais à esquerda e é agora nomeado secretário de Estado adjunto do Tesouro e Finanças, que é o habitual número dois do número das Finanças, inclusivamente nas reuniões europeias. Ricardo Mourinho Félix fez boa parte da sua carreira no Banco de Portugal, onde começou em 1998, interrompendo durante um curto período – entre 2000 e 2001 -, altura em que foi consultor do secretário de Estado do Orçamento Rui Coimbra, no último Governo de António Guterres. É de Setúbal e primo direto do treinador do Chelsea, José Mourinho. Ficará com a área financeira da comunicação social, no entanto, a tutela pertence ao ministro da Cultura.

Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais – Fernando Rocha Andrade: Também fez parte da equipa do grupo inicial de economistas convocados por António Costa, mas é jurista e professor na Faculdade de Direito de Coimbra. É próximo de António Costa, do qual foi adjunto quando o atual primeiro-ministro indigitado foi ministro dos Assuntos Parlamentares e chegou a ser subsecretário de Estado da Administração Interna, também com António Costa como ministro, na altura da Administração Interna.

Secretário de Estado do Orçamento – João Leão: Doutorado em economia pelo MIT, nos Estados Unidos, e sem ligação ao PS, fez parte da equipa que preparou o primeiro programa económico a convite de António Costa. Numa entrevista recente ao jornal i, dizia que não tinha interesse num lugar executivo, mas é nomeado agora secretário de Estado do Orçamento. Era professor no ISCTE e já foi também director-geral do Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério de Economia.

Secretária de Estado da Administração e do Emprego Público – Carolina Ferra: Foi adjunta de António Costa entre 2005 e 2007, quando este era ministro da Administração Interna de António Guterres, e vice-presidente do Instituto de Registos e Notariado (IRN). Em 2008 foi nomeada diretora-geral da Administração e do Emprego Público (DGAEP) por Teixeira dos Santos. Chegou a ser reconduzida no cargo por Vítor Gaspar, mas saiu em 2013, substituída pela chefe de gabinete de Hélder Rosalino, na altura secretário de Estado da Administração Pública, apesar de ter concorrido novamente ao cargo. Carolina Ferra é licenciada em Direito pela Universidade de Lisboa, tem pós-graduações em Recursos Humanos pela Universidade Católica Portuguesa e em Administração e Políticas Públicas pelo ICSTE.

Ministério da Defesa

Secretário de Estado da Defesa – Marcos Perestrello: Marcos Perestrello é gestor e jurista e tem 44 anos. Esteve na Assembleia da República nas legislaturas 2005-2009 e 2011-2015. Foi reeleito para a nova legislatura e, com a tomada de posse do Governo de António Costa, vai deixar o cargo de deputado. Ocupou este mesmo cargo de secretário de Estado da Defesa no segundo Governo de José Sócrates quando Augusto Santos Silva era ministro da Defesa. É ainda líder do PS-Lisboa e já foi vice-presidente da Câmara de Lisboa, quando Costa foi eleito autarca da capital pela primeira vez. Saiu deste Executivo camarário para ser candidato à Câmara de Oeiras, cargo para o qual não chegou a ser eleito.

Ministério da Administração Interna

Secretária de Estado Adjunta e da Administração Interna – Isabel Oneto: Isabel Oneto ocupou o cargo de deputada nas legislaturas 2009-2011 e 2011-2015, tendo feito sempre parte da I comissão, que trata dos Assuntos Constitucionais e onde acompanhava matérias de Segurança Interna. Foi reeleita deputada a 4 de outubro. É jurista de profissão, tendo um mestrado em Direito, na área das Ciências Jurídico-Criminais, e já foi governadora civil do Porto.

Secretário de Estado da Administração Interna – Jorge Gomes: Jorge Gomes é empresário de profissão e secretário nacional do Partido Socialista. Foi eleito deputado para a legislatura iniciada este ano. Já desempenhou o cargo de governador civil de Bragança, círculo pelo qual foi eleito. Muito próximo de Costa, a sua escolha para cabeça de lista gerou polémica e foi criticada pelo líder do PS-Bragança e apoiante de António José Seguro, Mota Andrade, que recusou ir na lista atrás de Gomes.

Ministério da Justiça

Secretária de Estado Adjunta e da Justiça – Helena Mesquita Ribeiro Tem 48 anos e exerceu o cargo de deputada nas legislaturas 1999-2002 e 2002-2005. Já foi diretora-geral da Administração da Justiça com Alberto Costa (no Governo de José Sócrates).

Secretária de Estado da Justiça – Anabela Pedroso Foi eleita presidente do conselho diretivo da Agência para Modernização Administrativa em 2006. Antes, entre 2001 e 2003, foi secretária-geral Adjunta do Ministério das Finanças, no pelouro das Tecnologias de Informação. Em 2005 começou a exercer o cargo de vogal do Conselho Diretivo da UMIC (Sociedade para a Sociedade do Conhecimento – Ministério da Educação e Ciência), tendo coordenado os projetos como o Cartão de Cidadão e o Portal do Cidadão, por estar responsável pela área da Administração Eletrónica.

Ministro adjunto

Secretário de Estado das Autarquias Locais – Carlos Miguel: É presidente da Comissão Política da Federação Regional do Oeste do PS, eleito em 2014. Tem 58 anos e advogado de profissão. Exerce o cargo de presidente do município de Torres Vedras, e, também, da Comunidade Intermunicipal do Oeste. 

Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade – Catarina Marcelino: Tem 44 anos e é antropóloga de profissão. Exerceu o cargo de deputada nas legislaturas 2009-2011 e 2011-2015. Foi reeleita deputada a 4 de outubro, ascendendo agora a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade. Já ocupou o cargo de presidente do Departamento Nacional das Mulheres Socialistas. 

Ministério da Cultura

Secretária de Estado da Cultura – Isabel Botelho Leal: Licenciada e mestre em Relações Internacionais, foi chefe da Divisão de Relações Internacionais da Assembleia da República. Quando o agora ministro Eduardo Cabrita foi presidente da comissão de cultura da assembleia parlamentar da União para o Mediterrâneo, em 2013, Isabel Botelho Leal fez parte do secretariado de apoio.

Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior

Secretária de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior – Maria Fernanda Rollo: É presidente do Instituto de História Contemporânea da Universidade Nova de Lisboa. Doutorada em História Económica e Social Contemporânea na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. Em junho deste ano assinou em conjunto com Manuel Heitor, o novo ministro, um artigo de opinião no Público que defende que “Portugal só tem futuro se conseguir afirmar-se como um país de ciência”.

Ministério da Educação

Secretária de Estado Adjunta e da Educação – Alexandra Leitão: Professora Auxiliar na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde se doutorou, é membro do Instituto de Ciências Jurídico-Políticas, investigadora e Coordenadora no Centro de Investigação de Direito Público. Interessa-se por direito da educação e, em 2014, publicou na ePública – Revista Eletrónica de Direito Público o artigo “Direito fundamental à educação, mercado educacional e contratação pública”.

Secretário de Estado da Educação – João Costa: É diretor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa, e professor catedrático do Departamento de Linguística. Parte dos seus estudos de doutoramento foi feita no MIT – Massachusetts Institute of Technology. Desenvolveu trabalho para o Ministério da Educação como consultor científico do Plano Nacional de Leitura e para várias questões relacionadas com o ensino do português no Ensino Básico e Secundário.

Secretário de Estado da Juventude e do Desporto – João Wengorovius Meneses: Licenciado em Gestão na Universidade Católica e mestre em “Desenvolvimento, Diversidades Locais e Desafios Mundiais” no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa. Em 2010, João Wengorovius Meneses foi nomeado diretor de Ação Social, Educação, Juventude e Desporto da Câmara Municipal de Lisboa, na altura presidida por António Costa. Atualmente era diretor executivo do Centro de Inovação da Mouraria, da Câmara Municipal de Lisboa.

Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social

Secretário de Estado do Emprego – Miguel Cabrita: É um dos jovens que faz parte de um grupo que sempre apoiou António Costa. Sociologo do ISCTE, é uma das caras novas e aposta do líder socialista. Faz parte da comissão nacional do PS

Secretária de Estado da Segurança Social – Cláudia Joaquim: Era até agora assessora parlamentar do Grupo Parlamentar do PS. Antes, trabalhou na Segurança Social e está a terminar o mestrado em Políticas Públicas pelo ISCTE, sendo aluna de Vieira da Silva. É uma especialista em Segurança Social.

Secretária de Estado da Inclusão das Pessoas com Deficiência – Ana Sofia Antunes: Jurista, foi assessora do vereador da Mobilidade na Câmara de Lisboa, Nunes da Silva. Com deficiência visual congénita, é presidente da Acapo (Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal).

Ministério da Saúde

Secretário de Estado Adjunto da Saúde – Fernando Araújo: Fernando Araújo é o diretor do serviço de imunohemoterapia do Centro Hospitalar São João, no Porto. Licenciado em medicina e pós-graduado em gestão, ocupou entre 2009 e 2011 ano o cargo de presidente da Administração Regional de Saúde do Norte.

Secretário de Estado da Saúde – Manuel Delgado: Licenciado em Economia e pós-graduado em administração hospitalar, Manuel Delgado, de 58 anos, tem uma vasta experiência em administração hospital. Professor auxiliar na Escola Nacional de Saúde Pública, da Universidade Nova de Lisboa, para as áreas da Administração da Saúde e Qualidade, desde 1985, Manuel Delgado era até aqui membro do conselho geral da Associação Portuguesa para o Desenvolvimento Hospitalar. Do seu currículo fazem parte passagens pelo conselho de administração do Hospital Curry Cabral (2007/2010) e do Hospital Pulido Valente (Junho de 2005 a Abril de 2007), na qualidade de presidente, tendo também ocupado o cargo de administrador delegado do subgrupo Hospitalar dos Capuchos/Desterro, de 1997 a 2004. Manuel Delgado era até aqui diretor-geral da IASIST, uma consultora que tem publicado rankings de excelência dos hospitais.

Ministério do Planeamento e das Infraestruturas

Secretário de Estado do Desenvolvimento e Coesão – Nelson de Souza:Já foi Secretário de Estado das Pequenas e Médias Empresas, do Comércio e dos Serviços do XIV Governo Constitucional entre 2000 e 2001 e desde 2007 foi gestor do programa COMPETE/QREN. É licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Economia.

Secretário de Estado das Infraestruturas – Guilherme W. d’Oliveira Martins: É professor auxiliar na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e doutorado em Ciências Jurídico-Económicas, especialidade de Finanças Públicas.

Ministério da Economia

Secretário de Estado Adjunto e do Comércio – Paulo Ferreira: É técnico Assessor do departamento de Estatística do Banco de Portugal, desempenhando atualmente o cargo de Conselheiro Orçamental na Representação Permanente de Portugal junto da União Europeia. É Licenciado e Mestre em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto. Foi assessor de Teixeira dos Santos durante os seus mandatos como ministro das Finanças.

Secretário de Estado da Indústria – João Vasconcelos: Liderou até agora a Startup Lisboa, um projeto de incubadora de empresas desenvolvido pela Câmara Municipal de Lisboa. Foi também conselheiro do Governo português entre 2005 e 2011.

Secretária de Estado do Turismo – Ana Mendes Godinho: Foi chefe de gabinete do ex-secretário de Estado do Turismo Bernardo Trindade e, posteriormente, vice-presidente do Turismo de Portugal, quando o instituto era presidido por Luís Patrão.

Secretário de Estado da Energia – Jorge Seguro Sanches: É um dos principais especialistas em política energética no PS. É funcionário público, com trabalhos principais nos setores aeroportuários e das estradas desempenhando atualmente funções no Ministério Economia e do Emprego. É ainda primo do antigo secretário-geral do PS, António José Seguro. 

Ministério do Ambiente

Secretário de Estado Adjunto e do Ambiente – José Mendes: É vice-reitor da Universidade do Minho e é professor Catedrático de Nomeação Definitiva do Departamento de Engenharia Civil. Já foi consultor e avaliador da Comissão Europeia (DG Research, Brussels); Education, Audiovisual and Cultural Executive Agency (EACEA, Brussels); European Training Foundation (ETF, Torino) e Natural Environment Research Council (NERC, UK). 

Secretário de Estado do Ambiente – Carlos Martins: Presidente do Conselho de Administração das Águas do Algarve. Foi designado pelo Governo de Passos em julho deste ano, após avaliação positiva da Cresap.

Secretária de Estado do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza – Célia Ramos: Foi diretora dos serviços de Ordenamento do Território da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte e é atualmente Chefe de Projeto da Estrutura de Missão do Douro.

Ministério da Agricultura

Secretário de Estado da Agricultura e Alimentação – Luís Medeiros Vieira: Foi secretário de Estado da Agricultura no Governo de António Guterres e mais tarde, no Governo de Sócrates, foi Secretário de Estado das Pescas e Agricultura.

Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural – Amândio Torres: Foi presidente da Autoridade Florestal Nacional até 2012.

Ministério do Mar

Secretário de Estado das Pescas – José Apolinário: Deputado entre 1985 e 2005, foi reeleito nas eleições de 4 de outubro. Entre outubro de 2005 a outubro de 2009, foi Presidente da Câmara Municipal de Faro. Entre 2012 e 2015 foi presidente do Conselho de Administração da Docapesca, Portos e Lotas SA.

Nota do PR Cavaco ao indicar A Costa para PM.jpg

 

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Dirigentes das Federações convocam e desconvocam reuniões ao sabor da onda. Tudo uma questão de jogo de lugares! Os militantes em geral e os interesses nacionais que se lixem!

Uns à revelia outros por subserviência e ainda uns outros por sobrevivência, mas todos à espera de ver para onde vai a onda que leva menos surfistas até ao areal. Anda tudo tonto, desorientado e sem tino!

Referem os jornais que os Líderes distritais do PS (des)convocam agora a referida reunião que havia sido agendada à revelia do Secretário-Geral do PS.

 

POLÍTICA
Líderes distritais (des)convocam reunião à revelia de Seguro
DR
10:03 - 03 de Junho de 2014 | Por Notícias Ao Minuto

“Carne para Canhão”. É desta forma que alguns líderes distritais, que têm apoiado Seguro, definem a situação do secretário-geral do partido depois deste ter avançado com a vontade de convocar eleições distritais no PS, ao mesmo tempo que sugeriu eleições primárias.

Descontentes com o facto de não terem sido avisados com antecedência, foi proposta uma reunião entre líderes distritais à revelia da direção nacional, “como acontecia com maior regularidade no passado”. Além disso, coloca-se o problema destas eleições  encurtaram os mandatos destes lideres, que esperavam que os seus mandatos chegassem a 2015. O encontro teria lugar amanhã, em Leiria.

Simultaneamente foi proposta uma outra reunião na quinta-feira, pela direção do partido ‘rosa’. Segundo afirmou um líder socialista ao Público, esta nova reunião teria como objetivo impedir que o encontro de amanhã não se realizasse.

Nenhum dos dirigentes em causa assumiu o seu descontentamento com esta confusão, pois, segundo afirma um outro líder socialista, não querem assumir que estão com medo de perder as eleições.

Para já, a indecisão está no facto de se saber se a reunião de amanhã se manterá ou não".

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PS: PETIÇÃO - Últimos comentários e sugestões dos subscritores

por José Pereira (zedebaiao.com), em 02.06.14

Veja aqui os últimos comentários e sugestões remetidos pelos últimos subscritores da petição/requerimento que foi remetida ao Secretário-Geral do PS e a todos os membros do Secretariado Nacional.

 

Em baixo apresentamos os últimos comentários e sugestões deixados pelos militantes socialistas. Alguns dos subscritores não deixam comentários, mas subscrevem a petição/requerimento.

 

Continue a subscrever a petição e a deixar os seus comentários, ideias e sugestões, os quais serão consolidados aqui.

 

ASSINE A PETIÇÃO DOS SOCIALISTAS DE BASE AQUI

 

VEJA OS COMENTÁRIOS AQUI

 

petição eleições ps socialistas josé seguro e antónio costa
N.º de subscritor                                                 Comentários e sugestões
1460  
1459  
1458  
1457  
1456  
1455

Acima dos poderes individuais, está toda a sociedade, que espera que o PS, se fortaleça e garanta a mudança necessária para inverter o estado a que o país chegou.

 

1454

É tempo de mudanca no país como no PS. Só um PS forte pode ser governo na proxima legislatura. por isso nao podemos adiar mais. realizacao do Congresso antes que seja tarde. Viva o PS

1453  
1452  
1451  
1450

Este líder não serve para nada...

 

1449

Tenho António José Seguro como um homem sério. Mas para Secretário Geral do PS prefiro António Costa. Tem mais garra.

 

1448  
1447  
1446  
1445 O PS não pode nunca ser um partido de caciques, de donos do partido em que quem tiver e veleidade de pensar o contrário dos senhores varões`e um alvo a abater.Tem de ser um partido de militantes com amor à politica e não de oportunistas que fazem politica à procura de tacho tem de ser um partido de gente sérria, exemplar que lute pelos princípios que são a matriz do partido, liberdade, solidariedade, humanismo, defesa dos maias frágeis, etc, etc.È esse PS que eu quero... que diga NÃO às politicas neoliberais com vigor e clareza.Quero um PS em que sejam os militantes a decidir o futuro do partido e de quem deve representá-lo. Rejeito intrusos na escolha de quem deve presidir aos destinos do partido.Apelo aos dirigentes do PS, para que se dispam de interesses pessoais ou de carreira e que pensem apenas naquilo que como grande partido que é o PS tem a obrigação e é capaz de fazer em benefício de Portugal e dos portugueses...Abraço socialista e sincero...
1444  
1443  
1442  
1441  
1440

Sr. António Seguro, não é de agora que eu, e talvez a maioria dos militantes, já derao conta que o senhôr é muito frouxo para ser líder, talvez daqui a mais uns anitos chegue lá, mas agora precisamos de alguém com mais força. Já agora não leve a mal o meu desabafo, mas a direita prefere o Sr. á frente do Partido, eles lá sabem porquê. Sr. Seguro convoque o congresso o mais rápido possível e não tenha medo, que outros dias virão em que a sua vêz chegara. Jaime Costa, militante desde sempre

1439  
1438

O povo, nas últimas eleições, dei um sinal claro de que é preciso mudar de politica e de líder no PS.

 

1437

O Sr. António Seguro tem cara de boa pessoa mas como dirigente do PS tem sido muito mau faça um favor ao partido e a Portugal demita-se

 

1436 É preciso dar voz aos Militantes do Partido.
1435  
1434  
1433 É um sr que não diz nem sim nem não às prepotências da «aliança Portugal», tirando força ao PS e aos seus ideais
1432  
1431  
1430 pela sua incapacidade em congregar à sua volta os portugueses, que se encontram perdidos e por isso não votam
1429  
1428 Custa-me muito que estes dirigentes não se empenhem no papel do PS nas próximas eleições. Privilegiam o poder e não conseguem ver mais longe. É lamentável ao que estamos a assistir!!!
1427  
1426 Não gostei da sua postura durante os últimos 3 anos e, detesto a atitude públca, ameaçadora com que se apresentou na televisão. O quero, posso e mando, não é, nem nunca foi a forma de estar no Secretariado do PS ou em qualquer outra estrutura. Esta sua atitude, lembrou-me aquela de que muitos, certamente, se lembram: "quem se meter com o PS leva".
1425  
1424 É imperativo que se faça uma profunda reflexão sobre o papel desta liderança e a sua incapacidade de se afirmar como uma alternativa credível ao actual Governo.
1423 António Costa, tem perfil, ideias, vontade e oportunidade.
1422  
1421  
1420  
1419

Bom senso é o melhor caminho

 

1418 Tornem-se mais firmes nas vossas convicções políticas e ideológicas! Agarrem com unhas e dentes esta oportunidade de mudança política, para agirem em conformidade com o que o país realmente necessita!! Esqueçam as dis- político-partidárias e pensem mais em nós, Povo, do que em vós, classe política! estão a ir pelo caminho errado... um caminho sem volta...
1417  
1416

Sr. António Costa, "bora lá", para a liderança do P.S., sim, porque já se viu, que o Seguro, e eu até simpatizo com o mesmo, não dá muita “segurança”, para varrermos com os fascistas, que nos (des)governam, de uma forma inequívoca, nas próximas legislativas. O José Seguro, desculpando o eufemismo, "se tivesse um pouco de juízo", e principalmente, se se preocupasse com os verdadeiros desígnios nacionais e não os pessoais, tinha-se demitido da liderança reconhecendo, que não capitaliza o eleitorado socialista, muito menos capitalizará os insatisfeitos do centro, que ainda são a maioria dos eleitores, deste país, e, assim, se calhar, com este "estalo de luva de pelica", tinha obrigado os fascistas, da aliança popular, como portas lhe chamou, sendo certo, que a boca foge, sempre, para a verdade, a demitirem-se...

1413  
1412 o camarada antonio costa é neste momento a melhor opção para liderar o partido socialista.
1411  
1410  
1409  
1408  
1407 O António Costa deve concorrer a Secretário Geral por voto direto e deve haver Congresso Extraordinário urgentemente.
1406  
1405  
1404  
1403  
1402  
1401 António Costa tem o perfil para Primeiro Ministro do todos os portugueses. António José Seguro não passa de um lacrimejador inconsequente, sem estatuto de líder!
1400  
1399 Talvêz seja a ideia mais acertada e além disso o P.S é um partido democrático e o camarada Seguro não deve ter medo pois deve dar vós ao militantes e assim saberá qual a vontade dos militantes.
1398  
1397  
1396

A liderança tem de reflectir a vontade dos militantes de base e não ser um feudo de um ex-líder.

 

1395

Precisamos de um líder que não permita as humilhações por que passámos. Que pense no seu Povo e não nos números. Que repense toda a política que foi aceite por este governo que nos trata muito mal sem qq tipo de respeito. Somos coisas!

 

1394 Sem mudança de direcção o PS não só não vai ganhar as próximas eleições, como vai perder muitos militantes.Se não mudar eu não voto PS,não vou desperdiçar meu voto.
1393  
1392

O PS é um grande Partido Nacional que tem História e Futuro, não permitindo que alguém fique refém ou ... se barrique no seu interior!! Neste momento a barricada está montada. Há que resolver com o maior valor da Democracia. Eleições!!

 

1391 Dar-se mais oportunidade aos militantes de colaborarem e agirem, criando-se grupos de trabalho sectoriais, por actividade profissional, comissões de moradores, reactivar as tendências sindicais, a nível de Secção, Federação, etc., pois esses grupos de trabalho serão quem promoverá o partido, entre os seus amigos, nas conversas de café e campanhas, além de serem as falanges de apoio e intervenção nas campanhas e comícios que o Partido promova.
1390  
1389

Por várias vezes, em vários grupos fui convidado pelo Zé De Baião a assinar esta petição, com a qual concordo inteiramente, mas que já há muitos anos poderia ter assinado, porque na verdade, esta é uma doença quase de nascença do PS. Em 1977 porque fui convidado, assinei a proposta de adesão ao PS em S. Mamede de Infesta, que foi protelada porque o então líder da secção, Narciso Miranda, teve medo do meu curriculum. A convite, aderi ao PS de Guimarães em 1995 e pouco depois, era atacado pelo próprio militante que me convidou, uma vez que em pouco tempo, agarrei num PS descredibilizado e consegui viabilizar uma alternativa socialista em Serzedelo, contra três maiorias absolutas conseguidas pela CDU. As voltas da vida levaram-me daqui para acolá e voltei à militância política e encontrei na secção da Ponte de Rio Tinto, uma situação absolutamente insólita. Chegado a Paços de Ferreira e sendo um completo desconhecido, procurei o convívio dos meus camaradas, sem qualquer ambição política, mas apenas para conviver e ajudar no que fosse preciso. Nem isso foi possível em Paços de Ferreira e as situações a que assisti foram de tal modo

repugnantes que abandonei o partido.

 

1388  
1387

Devem dar mais publicidade a esta Petição. Muitos militantes e simpatizantes devem ter acesso e conhecimento de que esta Petição existe para a poderem assinar. Para bem do povo e do país que tudo corre o melhor possível para António Costa!

 

1386

O PS COM O SÓCRATES NÃO É NADA CREDÍVEL, ENTÃO FORA COM SÓCRATES E FORA COM PASSOS COELHO, ASSIM OS PORTUGUESES VOTARAM COM MAIS COFIANÇA NO PS

 

1385 Devolver urgentemente o poder democrático às bases. Expulsão de militantes e dirigentes autores de práticas indignas dentro do partido/ devolver a justiça ao partido.

 

partido socialista eleições josé seguro antónio costa

 

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Afinal o PS existe e demonstra estar bem vivo - mas qual é a pressa?

por José Pereira (zedebaiao.com), em 02.06.14

O problema é que, por vezes, são os dirigentes a adormecer ou a matar os partidos ou as organizações cívicas e políticas.

ps socialistas josé seguro e antónio costa liderança do ps eleições estatutos do ps josé sócrates josé luís carneiro

Já que acordaram os socialistas e os cidadãos em geral, acabem com isto depressa, sob pena de começarem a matar o PS e a desacreditar ainda mais os partidos e os políticos.

Lembrem-se que os tempos são outros e que os cidadãos lhes deixaram recentemente um recado, sobre o qual devem refletir profundamente.

Nada de bom se faz à pressa e muito menos sob pressão da ambição de poder a qualquer custo!

CUIDADO! A pressa é inimiga da reflexão e da perfeição! A artimanha na política é a arma dos fracos e dos fracos não reza a história.

Lembrem-se que as organizações cívicas e políticas são o todo e não apenas uma pequeníssima parte que se guerreia por meros interesses, protagonismos ou lugares. 

VIVA AOS SOCIALISTAS QUE DEMONSTRAM ESTAR VIVOS E A LUTAR PELOS VALORES E PRINCÍPIOS QUE ESTÃO SUBJACENTES À LINHA IDEOLÓGICA DO PS.

 

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