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Votos brancos e nulos são pouco ecológicos, sendo que vão para o lixo

por José Pereira (zedebaiao.com), em 26.03.14

Não se constituem listas com vista a defender um programa ou projeto, senão primeiro desenhava-se primeiro o programa/projeto e só depois se alocava a equipa que melhores condições e competências reunisse para o representar e executar. 

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O que se faz é medir lugares e fraquezas (nem sequer são forças que se medem). 

 

Por isso, os votos brancos e nulos deveriam ter consequências, por exemplo:

- Desde logo nos Partidos, devendo corresponder a lugares vazios nas Comissões Políticas Concelhias, Federativas e Nacionais?

- Lugares vazios nas Assembleias Municipais e de Freguesia?

- Lugares vazios nos parlamentos Nacional e Europeu?

- Abstenção igual ou superior à percentagem do partido/movimento mais votado não deveria validar os atos eleitorais?

 

 

O voto branco e nulo, tem algum poder? 

Atualmente não, sendo que só facilita a permanência dos mesmos no poder.

 

Mas esta discussão já obrigou a Comissão Nacional de Eleições a prestar o seguinte esclarecimento: NOTA OFICIOSA DA COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÔES 

"Tem circulado de forma generalizada na Internet e através de correio electrónico uma mensagem de apelo ao voto em branco. Esta mensagem induz os cidadãos em erro, na medida em que afirma que, se for obtida uma percentagem maioritária de votos em branco, a eleição será anulada.
Por essa razão, um número significativo de cidadãos tem vindo a solicitar à
Comissão Nacional de Eleições esclarecimentos sobre a veracidade da informação divulgada.
No sentido de promover o esclarecimento objectivo dos cidadãos a este respeito, a Comissão Nacional de Eleições vem informar o seguinte:
- Os votos em branco e os votos nulos não têm influência no apuramento dos resultados;
- Serão sempre eleitos os candidatos" (nem que vote só a sua família)

Será de respeitar a posição de quem prefere não optar?

O facto é que, com o enquadramento legal atual, o voto branco ou nulo não funciona para quem quer tomar posição nas lutas sociais, cívicas ou políticas.

 

Se dizem que o voto é a voz, a arma e a vontade do povo, então faça-se um referendo no sentido de aferir que valor pretende o povo dar aos votos em branco, aos votos nulos e à abstenção.

 

A continuar com este sistema civico-político-administrativo é que nada resolvemos.

 

Consulte aqui a Legislação Eleitoral

 

 

 

 

 

 

 



Outras perspectivas

 

 

 

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Segundo as sondagens mais recentes (PollWatch 2014/Votewatch, de 5 de março) os socialistas vão ligeiramente à frente, estando a perder terreno a extrema direita/radical, conforme se pode observar entre a projeção de fevereiro e a projeção de março. Os partidos mais à esquerda estão a tornar-se na terceira força política europeia. Mas a campanha ainda nem começou, sendo que tudo está em aberto e o verdadeiro teste só é feito na noite de 25 de Maio.

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VEJA AQUI A METODOLOGIA: http://pollwatch2014.eu/#methodology

   

 Clique em cima da cor para visitar o website de cada grupo euro-parlamentar

EPP - Group of the European People's Party

S&D - Group of the Progressive Alliance of Socialists and Democrats

ALDE - Group of the Alliance of Liberals and Democrats for Europe

G/EFA - Group of the Greens / European Free Alliance

ECR - European Conservatives and Reformists Group

EFD - Europe of Freedom and Democracy Group

GUE/NGL - Confederal Group of the European United Left / Nordic Green Left

NI - Non-attached members

 

Esta sondagem (PollWatch2014) apresenta um estudo sobre as mais recentes previsões efetuadas a nível europeu, utilizando novas pesquisas de opinião de cada Estado-Membro, exceto o Reino Unido, Chipre, Luxemburgo e Malta.

 

 

Desta informação destaca-se o seguinte:

1) Os socialistas permanecem ligeiramente à frente do PPE, com 209 lugares contra 202;

 

2) O protesto contra o modelo de União Europeia e as forças anti-Europa, tanto da direita quanto da esquerda do Parlamento Europeu, permanecem fortes e em crescimento. Note-se que o grupo da esquerda mais radical, "Esquerda Unitária Europeia" (GUE-NGL) está a subir para a terceira força política mais votada, à frente dos liberais (ALDE);

 

3) O GUE-NGL passa para o terceiro grupo parlamentar mais votado, trocando com o ALDE, sobretudo devido ao aumento da Lista "Tsipras" da Itália e da prevista subida do Bloco de Esquerda em Portugal;

 

4) A quebra nos principais partidos na Roménia também precipitou uma queda no número total de lugares para o Partido Liberal Nacional ALDE;

 

5) As mudanças na Alemanha indicam que pelo menos quatro novos partidos poderão vir a ganhar assento pela primeira vez no Parlamento Europeu: a alternativa anti-europeia para a Alemanha (AFD), o anti-direitos da internet/copyright - Partido Pirata (PIR), os Livres ( FW ), e à direita o Partido Nacionalista Democrático ( NDP ). A previsão sobre a Alemanha tem por base os resultados de três pesquisas eleitorais recentes da UE ( INSA, GMS e FORSA), realizadas entre 17 e 24 de fevereiro;

 

6) De modo mais geral, o apoio crescente destes pequenos partidos na Alemanha é sinónimo de uma tendência mais ampla em toda a Europa, que se deve à fragmentação do eleitorado;

 

7) Há um número elevado de pessoas mais propensas a votar como forma de protesto e não pela ideologia ou programa eleitoral concreto. Há muito populismo, afirmam-se os partidos eurocéticos e os mais radicais, quer da direita, quer da esquerda mais extremistas, situação que poderá vir a provocar alterações significativas nos lugares e nos Grupos do Parlamento Europeu;

 

8) Atendendo ao crescimento de novos partidos em diversos Estados-Membro, prevê-se que venha a haver deputados suficientes para criar pelo menos mais três grupos parlamentares à direita do EPP (PSD/CDS-PP): O ECR (atual EFC), a Frente Nacional Francesa (FN) e o Partido da Liberdade - "Dutch Party of Freedom" (PVV) da Holanda

 

NOTA:

PollWatch2014 é uma iniciativa VoteWatch Europa em parceria com a Burson- Marsteller/Europe Decide. O projeto PollWatch2014 é financiado pelo Parlamento Europeu, as Fundações Open Society, Burson- Marsteller e VoteWatch CIC .
 
Uma equipa de cientistas políticos principais - Simon Hix , da Escola de Economia e Ciência Política de Londres, bem como Kevin Cunningham e Michael Marsh do Trinity College de Dublin - vão fornecer previsões regulares sobre os resultados das eleições para o Parlamento Europeu de 2014.
 
AVISO: O projecto foi co-financiado pela União Europeia no quadro do programa de subvenção do Parlamento Europeu em matéria de comunicação. O Parlamento Europeu não está envolvido na sua preparação, pelo que não é, de forma alguma, responsável sobre a informação ou opiniões expressas no âmbito deste projecto . 

 

Fonte: http://europedecides.eu/2014/03/pollwatch-2014-socialists-still-in-front-but-lead-cut/ 

 

 

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