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Postais de Baião | Para reflexão presente e memória futura

por José Pereira (zedebaiao.com), em 21.12.21

Como referiu o Baião Canal Jornal, Francisca Guedes, entre outros baionenses, têm vindo a manifestar o desagrado e descontentamento relativo ao abate das árvores existentes no carismático Jardim de São Bartolomeu e à opção que foi tomada pela Câmara Municipal relativamente a este espaço que muito dizia a todos os baionenses e que já foi um dos postais de Baião. 

Independentemente de se concordar ou discordar das opções políticas tomadas, é de lamentar que nenhum órgão de comunicação local, que difundem uma elevada percentagem de notícias baseadas nas notas de imprensa da Câmara Municipal, não tenham feito uma única referência à manifestação que decorreu no momento de inauguração e que o próprio presidente de Câmara até abordou e justificou.

Mas sobre este assunto, iremos manter registado nesta publicação a informação sobre todo este processo, por ser democraticamente de destacar a manifestação da diversidade de opiniões e de fundamentos.

O que está em causa neste processo não é a opção sobre o formato ou modelo de jardim ou de espaço público, mas sim o processo em que se fundamentou o senhor presidente de Câmara para mandar abater mais de uma dezena de árvores que integravam este espaço público e ajardinado.

Francisca Guedes, que integra atualmente a Assembleia Municipal, refere que em momento algum a Câmara Municipal de Baião demonstrou e comprovou que as árvores que foram abatidas estariam em risco ou a causar problemas de segurança para as pessoas, sendo reforçado por um outro manifestante que questionou onde terá andado o presidente da Câmara Municipal, durante 16 anos, para só agora ter detetado a situação de risco e de segurança das árvores? Quando ainda recentemente e sucessivamente ali eram realizados grandes eventos com muitas pessoas e inclusive programas televisivos.

Ora, como referem os manifestantes do descontentamento, se as árvores estivessem analisadas e em risco de colocar a vida das pessoas em risco, a Câmara Municipal de Baião teria mandado vedar o Jardim de São Bartolomeu há mais tempo e não realizaria ali os diversos eventos que para este jardim a própria Câmara agendava e ali realizava.

Baião_Abate de árvores no Jardim de São Bartolomeu

Jardim_Sao_Bartolomeu_1_visitbaiao_portugal_1_538_Francisca Guedes, que integra atualmente a Assembleia Municipal de Baião, chegou a requerer o Relatório que atestasse o risco e segurança das árvores, contudo, segundo refere, só lhe foi entregue um simples relatório descritivo com relato de aspetos visuais, mas sem qualquer estudo técnico-científico, nem sequer com fotografias demonstrativas e comprovativas das situações de risco e de segurança que o senhor presidente de Câmara refere, estando perante um relatório meramente descritivo sobre esta tomada de decisão e de intervenção, tratando-se de um relatório muito incompleto, que serviu de base à tomada de decisão do senhor presidente de Câmara.

Baião postal jardim são bartolomeu.jfif

Foi ainda requerido o Relatório de Gestão do Arvoredo Municipal, previsto no regime jurídico de gestão do arvoredo urbano e que tem por objetivo regular “as operações de poda, os transplantes e os critérios aplicáveis ao abate e seleção de espécies a plantar”, no que respeita ao arvoredo urbano que integra o domínio público municipal e domínio privado do município e património arbóreo pertencente ao Estado. 

Apesar do regime jurídico de gestão do arvoredo urbano ser recente, a presente Lei não substitui a legislação específica sobre Arvoredo de Interesse Público, nem isenta as intervenções em qualquer espécime de espécies arbóreas que mereçam especial proteção em legislação própria ou nos PROF em vigor, da necessidade de autorização do ICNF, I.P.

Baião postal jardim são bartolomeu_2.jfif.crdownFrancisca Guedes conclui que nada foi devidamente comprovado sobre a situação de risco e de segurança das árvores, sabendo o senhor presidente da Câmara, Paulo Pereira, que a maioria das árvores estavam de boa saúde e em segurança, mas optou por tomar a sua decisão sem se fundamentar num relatório técnico-científico minimamente estruturado e validado, como é prática comum em muitos municípios, podendo estar a Câmara Municipal confrontada com um crime ambiental.

Jardim_Sao_Bartolomeu_6_visitbaiao_portugal-1_1_53

O presidente da Câmara Municipal, Paulo Pereira, fez referência à polémica de terem decidido inaugurar este espaço num dia da semana, em horário laboral, não para fugir às responsabilidades, mas devido à atual situação de pandemia que o Município e o País atravessa.

Relativamente ao abate das árvores e à conceção do jardim, referiu que o Executivo tem de optar e tomar decisões, argumentando que o abate e a opção tomada se deveu a questões de segurança. Baião São Bartolomeu_2.jfif.crdownload

Jardim_Sao_Bartolomeu_2_visitbaiao_portugal_1_538_

NOTA DE IMPRENSA SOBRE AS INTERVENÇÕES EFETUADAS

O jardim foi requalificado através da colocação de novos pavimentos e do restauro e limpeza de muros e gradeamentos.

Foi instalada uma zona de lazer composta por equipamentos lúdicos para as crianças e as famílias, inseridos em pavimentos de segurança e em zonas com relva.

Foi também construída uma pérgula, que será uma zona de sombra coberta por trepadeiras floridas como Glicínias e Buganvílias.

O caramanchão foi conservado e será ornamentado com flores coloridas e aromáticas, adaptando-se a cada estação do ano.

Foram plantadas duas dezenas de árvores novas para substituir as que foram removidas daquele espaço, uma vez que estas se encontravam em mau estado de conservação e representavam um risco para a segurança.

 

 

 

Francisca Guedes não é uma cidadã qualquer a encabeçar estas manifestações. É um membro da Assembleia Municipal, tenda os deputados municipai responsabilidades e competências específicas para agir.

Pode ser uma imagem de uma ou mais pessoas e pessoas em pé

 
 
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"Se não fosse ele, elas estariam hoje a trabalhar na agricultura diariamente, que era aquilo a que elas tinham acesso". (Referiu na altura a mãe das meninas gémeas de 10 anos de idade, 1998).
 
Foi no ano de 1998 que o Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, visitou Baião e, precisamente na Aldeia de Mafomedes, tomou conhecimento do drama de duas crianças gémeas desta aldeia situada nas enconstas da Serra do Marão.
 
Estava em curso uma visita no âmbito da primeira ‘Semana da Educação’ quando o PR se deslocou a Baião e tomou conhecimento que duas crianças gémeas, à data com dez anos de idade, estavam fora da escola por dificuldades económicas e de transporte, não tendo sido fácil à comitiva presidencial chegar a Mafómede, mesmo em veículos todo-o-terreno. 

Baião_Mafomedes_Jorge Sampaio_2.jpg
 
As meninas tinham abandonado os estudos por não conseguirem deslocar-se até à escola da aldeia mais próxima, mas, em janeiro de 1998, durante uma visita do Presidente da República, acompanhado pelo então Ministro da Educação, Eduardo Marçal Grilo,  o problema ficou resolvido, aceitando os pais permitir a continuidade dos estudos e colaborando a Autarquia com a disponibilização do transporte em viatura todo-terreno, sendo essa a única via de deslocação das crianças.
 
Estas crianças, hoje mulheres formadas, uma em Radioterapia e outra em Direito, conseguiram continuar a estudar graças à intervenção de Jorge Sampaio.
 
Esta visita foi considerada "uma autentica revolução" escolar. Apesar de ter sido determinante para o futuro das gémeas Andreia e Oriana, foi também determinante para o futuro de milhares de crianças e jovens que, à data, ainda se viam impossibilitados de aceder à escola e prosseguir estudos. Foram muitas as crianças e jovens que se viram impedidas de prosseguir os estudos por dificuldades socioeconómicas, situação de abandono escolar que era muito acentuada em Baião e que foi perdurando no tempo.
 
Note-se que, em Baião, só no início da década de 90 é que houve, pela primeira vez, o ensino secundário, mas só até ao 11.º ano, não sendo lecionado o 12.º ano em Baião até ao início da década de 90, o que impedia a maioria dos jovens de completar o ensino secundário e de aceder ao ensino superior. E quanto ao colmatar das dificuldades económicas, note-se que só em 1993 é que foram criadas as bases legais do sistema nacional de ação social escolar do ensino superior e das bolsas de estudo (DL n.º 129/93).
 
Referiu a mãe das gémeas que "Jorge Sampaio representou o futuro escolar". "Se não fosse ele, elas estariam hoje a trabalhar na agricultura diariamente, que era aquilo a que elas tinham acesso".
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Para que estas crianças conseguissem deslocar-se para a escola mais próxima, situada a 5 km da aldeia, só era possível a pé ou em viatura todo-o-terreno, por caminhos de terra e cheios de lama no rigoroso inverno que se faz sentir na localidade próxima da Serra do Marão.
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Graças à visita do Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio, a deslocação das crianças passou a fazer-se num jeep da Câmara Municipal. Também o então ministro da Educação, Marçal Grilo, e técnicos da Segurança Social prometeram ajuda aos pais de Oriana e Andreia.
 
Referiu Jorge Sampaio à mãe das crianças que "elas tinham de estudar qualquer coisa de modo a um dia até poderem vir desempenhar os mais altos cargos da Nação".
 
Em 2004 as duas gémeas já se encontravam a estudar na Escola EB2/3 de Baião. A Oriana tinha optado pela área Científico-Natural e a Andreia por Humanidades, sendo alunas bem sucedidas. A Oriana distinguia-se pelos 19 valores a Filosofia e Geografia e vários 18 a outras disciplinas. A Andreia seguia as mesas pisadas, com18 a Filosofia e Português e valores aproximados em outras disciplinas.

As meninas, agora jovens, seguiram para a Universidade.
 Uma formou-se em Radioterapia e outra em Direito.
 
Foto
Andreia (direita) escolheu humanidades, Oriana (esquerda) optou pela área científico-natural Paula Abreu/PÚBLICO

 
 

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Expresso | O adeus a Sampaio. O Presidente que "nunca quis ser herói", mas  que o foi
 
Biografia

Jorge Sampaio - de seu nome completo, Jorge Fernando Branco de Sampaio – nasceu em Lisboa, em 18 de Setembro de 1939, filho de Arnaldo Sampaio, médico, especialista em Saúde Pública, e de Fernanda Bensaude Branco de Sampaio, professora particular de inglês. É casado com Maria José Ritta e tem dois filhos, Vera e André.

Desde a infância, fez estudos musicais e, por imperativo da carreira do pai, passou largo tempo nos EUA e em Inglaterra, experiência que o marcou profundamente. Frequentou os estudos secundários nos liceus Pedro Nunes e Passos Manuel.
Em 1961, licenciou-se em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Na Universidade, desenvolveu uma relevante actividade académica, iniciando, assim, uma persistente acção política de oposição à Ditadura. Foi eleito Presidente da Associação Académica da Faculdade de Direito, em 1960-61, e Secretário-Geral da Reunião Inter Associações Académicas (RIA), em 1961-62. Nessa qualidade, é um dos protagonistas da crise académica do princípio dos anos 60, a qual esteve na origem de um longo e generalizado movimento de contestação estudantil, que durou até ao 25 de Abril de 1974, e que abalou profundamente o Regime.

Deu, entretanto, início a uma intensa carreira de advogado, que se estendeu por todos os ramos de Direito, tendo desempenhado, igualmente, funções directivas na Ordem dos Advogados. Teve um papel de relevo na defesa de presos políticos no Tribunal Plenário de Lisboa. Prosseguindo a sua acção como opositor à Ditadura, candidatou-se, em 1969, às eleições para a Assembleia Nacional, integrando as listas da CDE. Desenvolve uma constante actividade política e intelectual, participando nos movimentos de resistência e na afirmação de uma alternativa democrática de matriz socialista, aberta aos novos horizontes do pensamento político europeu.

Após a Revolução do 25 de Abril de 1974, é um dos principais impulsionadores da criação do Movimento de Esquerda Socialista (MES), do qual se desvincula, todavia, logo no congresso fundador em Dezembro do mesmo ano, por discordância de fundo com a orientação ideológica aí definida. Desempenha, nos anos da Revolução, um importante papel no diálogo com a ala moderada do MFA, sendo um activo apoiante das posições do “Grupo dos Nove”. Em Março de 1975, é nomeado Secretário de Estado da Cooperação Externa, no IV Governo Provisório.

Ainda em 1975, funda a “Intervenção Socialista”, grupo constituído por políticos e intelectuais, que viriam a desempenhar funções de relevo na vida pública, e que desenvolveu um significativo trabalho de reflexão e renovação política.

Em 1978, Jorge Sampaio adere ao Partido Socialista (PS). Em 1979, é eleito deputado à Assembleia da República, pelo círculo de Lisboa e passa a integrar o Secretariado Nacional do PS.

De 1979 a 1984, é membro da Comissão Europeia dos Direitos do Homem no Conselho da Europa, realizando aí um importante trabalho na defesa dos Direitos Fundamentais e contribuindo para uma aplicação mais dinâmica dos princípios contidos na Convenção Europeia dos Direitos do Homem. É reeleito deputado à Assembleia da República em 1980, 1985, 1987 e 1991. Em 1987/88 é Presidente do Grupo Parlamentar do Partido Socialista, tendo assumido, em 1986-87, a responsabilidade das Relações Internacionais do PS. Foi ainda co-Presidente do “Comité África” da Internacional Socialista.

No ano de 1989, é eleito Secretário-Geral do Partido Socialista, cargo que exerce até 1991, e é designado, pela Assembleia da República, como membro do Conselho de Estado.

Em 1989, decide concorrer à presidência da Câmara Municipal de Lisboa, cargo para o qual é, então eleito e depois reeleito em 1993. Esta candidatura assumiu, na altura, um grande significado político e contribuiu para dar às eleições autárquicas um relevo nacional. Como Presidente da Câmara de Lisboa, e à frente de uma equipa, afirmou uma visão estratégica, com recurso a novas concepções e métodos de planeamento, gestão, integração e desenvolvimento urbanístico.

De 1990 a 1995, exerce a Presidência da União das Cidades de Língua Portuguesa (UCCLA), sendo eleito Vice-Presidente da União das Cidades Ibero-Americanas, em 1990. Foi também eleito Presidente do Movimento das Eurocidades (1990) e Presidente da Federação Mundial das Cidades Unidas (1992). Em 1995, Jorge Sampaio apresenta a sua candidatura às eleições presidenciais. Recebe o apoio de inúmeras personalidades, independentes e de outras áreas políticas, com destaque na vida política, cultural, económica e social, e do Partido Socialista. Em 14 de Janeiro de 1996, é eleito à primeira volta. Foi investido no cargo de Presidente da República no dia 9 de Março de 1996, prestando juramento solene. Cumpriu o seu primeiro mandato exercendo uma magistratura de iniciativa na linha do seu compromisso eleitoral. Apresentou-se de novo e voltou a ser eleito à primeira volta, em 14 de Janeiro de 2001, para um novo mandato.

Jorge Sampaio manteve, ao longo dos anos, uma constante intervenção político-cultural, nomeadamente através da presença assídua em jornais e revistas (Seara Nova, O Tempo e o Modo, República, Jornal Novo, Opção, Expresso, O Jornal, Diário de Notícias e Público, entre outros). Em 1991, publicou, sob o título A Festa de Um Sonho, uma colectânea dos seus textos políticos. Em 1995, é editado o seu livro Um Olhar sobre Portugal, no qual responde a personalidades de vários sectores da vida nacional, configurando a sua perspectiva dos problemas do País. Em 2000, publica o livro Quero Dizer-vos, em que expõe a sua visão actualizada dos desafios que se põem à sociedade portuguesa. As suas intervenções presidenciais foram reunidas nos livros Portugueses I-X.

Em Abril de 2006 tomou posse como Conselheiro de Estado, na sua qualidade de antigo Presidente da República. Em Maio de 2006 foi designado Enviado Especial do Secretário-Geral das Nações Unidas para a Luta contra a Tuberculose e, em Abril de 2007, foi nomeado, pelo Secretário-Geral das Nações Unidas, Alto Representante para a Aliança das Civilizações.

É também Presidente do Conselho Consultivo da Universidade de Lisboa (Fev. 2007).
É Grande-Colar da Ordem da Torre e Espada, do Valor, Lealdade e Mérito e da Ordem da Liberdade e, Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.

Entre as condecorações estrangeiras destacam-se:
  • Grande Colar Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, do Brasil;
  • Colares das Ordens de Carlos III e de de Isabel a Católica, de Espanha;
  • Grã-Cruz da Legião de Honra, de França;
  • 1º Grau da Ordem Suprema do Crisântemo, do Japão;
  • Grã-Cruz da Ordem do Leão de Ouro da Casa de Nassau, Luxemburgo;
  • Grande-Colar da Ordem de Wissam Al-Mohammadi e Grã-Cruz Ordem de Wissam Alaouite (Wissam Alaouit Cherifien), Marrocos;
  • 1º Grau da Ordem Amizade e Paz, de Moçambique;
  • Grã-Cruz da Real Ordem de St. Olavo, da Noruega;
  • Grã-Cruz da Ordem de Orange Nassau, dos Países Baixos;
  • Grã-Cruz da Ordem de São Miguel & S. Jorge e da Real Ordem Victoriana, do Reino Unido.

Tem recebido diversas distinções nacionais e estrangeiras, entre as quais:
  • Doutor Honoris Causa - Universidade de Aveiro, 2 de Abril de 2008;
  • Doutor Honoris Causa - Universidade de Coimbra, 24 de Junho de 2010;
  • Doutor Honoris Causa - Universidade de Lisboa, 11 de Outubro de 2010
  • Prémio Europeu Carlos V - 2004, pela Fundación Academia Europea de Yuste
  • XIV Prémio Norte-Sul do Conselho da Europa – Rainha Rania-Al Abdullah e antigo Presidente da República Jorge Sampaio, dia 16 de Março 2010
  • Prémio Diálogo de Culturas 2010, pelo Ayuntamiento de la Antigua y Leal Villa de Montánchez
  • Medal of Gratitude 2010, pelo European Solidarity Center (Polónia)
  • VI Prémio Internacional Sevilla Nodo Entre Culturas – 2011 – «pelo seu importante trabalho a favor do respeito e desenvolvimento dos Direitos Humanos, e pelos seus esforços para a eliminação das barreiras culturais e religiosas entre os povos» - concedido pela Fundação Sevilla Nodo.
http://jorgesampaio.pt/jorgesampaio/pt/jorge-sampaio/
© 2013 Jorge Sampaio
 
 
Historial do poder político em Baião no pós 25 de Abril:
 
1976 - Abel J. Castro Ribeiro (PS)
1979 - Abel J. Castro Ribeiro (AD) 
1982 - Artur M. S. Carvalho Borges (PS)
1985 - Artur M. S. Carvalho Borges (PS)
1989 - Artur M. S. Carvalho Borges (PS) 
1993 - Emília dos Anjos P. da Silva (PPD / PSD) 
1997 - Emília dos Anjos Pereira Silva (PPD / PSD)
2001 - Emília dos Anjos Pereira da Silva (PPD / PSD)
2005 - José Luís Pereira Carneiro (PS)
2009 - José Luís Pereira Carneiro (PS)
2013 - José Luís Pereira Carneiro (PS)
2017 - Joaquim Paulo Sousa Pereira (PS)
 

 

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Aldeias e Centros Históricos

Aldeia de Mafómedes


Teixeira, Baião

 41,21662199999999, -7,906924999999993

 +351 255 540 562

 turismo@cm-baiao.pt

 https://www.visitbaiao.pt

 

No sopé da serra do Marão, na Teixeira, ergue-se aquela que é considerada por muitos como a aldeia mais remota do distrito do Porto: Mafómedes. A simples visão panorâmica desta povoação merece, por si só, uma visita, mas aproveite e descubra os seus recantos. No final, recupere as energias com o viciante biscoito (doce) da Teixeira...

Veja o vídeo sobre o biscoito (doce) da Teixeira

Baião_Biscoito da Teixeira.jpg

 

 

   

BISCOITO DA TEIXEIRA... - Rádio Douro Nacional - Lamego | Facebook

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Reformados e Pensionistas - Prova de vida

por José Pereira (zedebaiao.com), em 13.07.21

A realização da chamada operação Prova de Vida ficou suspensa a partir do ano de 1997, no entanto, o Centro Nacional de Pensões e a Caixa Geral de Aposentações poderão solicitar a atualização de dados ou a comprovação por atestado.

Sempre que precisar de comprovar a sua situação, pode requerer o atestado na Junta de Freguesia onde está recenseado.

Para os reformados e pensionistas a residir no estrangeiro, a realização deste procedimento tem vindo a ser simplificado e automatizado, conforme indicado mais abaixo.

SIGA - Novas formas de marcação de atendimento na Segurança Social

Perguntas frequentes - Segurança Social

 

 

 

Portal CGA :: CGA Directa App

 

Conheça os seus direitos de segurança social em Portugal - europa.eu

Para os reformados e pensionistas a residir no estrangeiro, a realização deste procedimento tem vindo a ser simplificado e automatizado. Perante o agravamento do quadro epidemiológico da doença COVID-19 à escala global, a Caixa Geral de Aposentações decidiu permitir que em 2021 a prova de vida seja efetuada através de uma das seguintes modalidades, à escolha do pensionista:

  • Por meios eletrónicos, bastando para optar por esta modalidade que devolva à CGA o impresso 1 (Declaração de Consentimento), devidamente assinado, preenchendo o endereço de correio eletrónico (e-mail) e o número de telemóvel;
Após a devolução do impresso 1, os utentes serão informados sobre os procedimentos que deve efetuar;
 
  • Documentalmente, através da devolução à CGA do impresso 2 (Prova de vida documental) devidamente preenchido e assinado, com assinatura reconhecida presencialmente em embaixada, consulado português ou entidade pública local (segurança social, câmara municipal ou autoridade policial).

Caso não seja recebido qualquer dos impressos nas datas estabelecidas, o pagamento da pensão ficará suspenso a partir de 1 de junho até que a prova de vida seja realizada.
 
 

Caso seja subscritor ativo da Caixa Geral de Aposentações (CGA) inscrito até 1993-08-31, deve simular a sua pensão na CGA Directa. Se ainda não está registado na CGA Directa, proceda ao registo seguindo este link >> aqui.

 
 

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Prova Escolar, para efeitos de abono de família e apoios sociais

por José Pereira (zedebaiao.com), em 13.07.21

A Prova Escolar deve ser efetuada durante o mês de julho. Devem verificar se a Prova Escolar está registada na Segurança Social Direta (SSD).

Abono de família. Prova escolar passa a ser feita automaticamente

Os alunos do ensino básico, secundário e equiparados, matriculados em estabelecimentos públicos ou privados com contrato de associação, devem verificar se a Prova Escolar está registada na Segurança Social Direta (SSD).

A Prova Escolar deve ser realizada por todos os jovens, nas seguintes situações:

  • a partir dos 14 anos, com Abono de Família na Segurança Social e frequência do ensino secundário, para efeito da Bolsa de Estudo;
  • a partir dos 16 anos, com Abono de Família na Segurança Social;
  • a partir dos 18 anos, com Pensão de Sobrevivência da Segurança Social.

A Prova é imprescindível para assegurar a atribuição e continuidade do pagamento do Abono de Família, da Bolsa de Estudo e da Pensão de Sobrevivência, sendo a verificação pelos interessados indispensável.

 

Como realizar a Prova Escolar

Abono de família: Na SSD, no separador “Família”, selecionar o menu “Abono de família e de pré́-natal” e escolher a opção “Prova Escolar”.

 

Pensão de sobrevivência: Na SSD, no separador “Pensões”, selecionar o menu “Prova Escolar”.

Quem recebe Abono de Família e Pensão de Sobrevivência tem de fazer uma única prova escolar, optando por qualquer um dos separadores acima referidos.

Quando já há troca de informação entre a Educação/Ensino Superior e a Segurança Social, a Prova é registada automaticamente e aparece no separador “Provas registadas”.

No separador “Provas por registar”, constam os jovens para os quais poderá ser necessária a realização da prova escolar, devendo selecionar a ação “Registar prova escolar”. Se houver mais do que um jovem,  terá de repetir-se os passos para cada um deles.

 

Falta da Prova Escolar

A falta da Prova Escolar tem como consequência a suspensão, a partir de setembro, do pagamento do Abono de Família, da Bolsa de Estudo e da Pensão de Sobrevivência. Quando não é possível fazer a matrícula em julho (por exemplo alunos do ensino superior) a Prova Escolar pode ser feita até 31 de dezembro, sendo então retomados os pagamentos, incluindo os dos meses suspensos.

Para mais informações consulte o Guia Prático da Prova Escolar.

Prova Escolar – Ano letivo de 2021/2022

Fonte, atializada em 06/07/2021 -  https://www.seg-social.pt/

 

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