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PS: Comissão Política Nacional e Federações decidem hoje

por José Pereira (zedebaiao.com), em 05.06.14

Atendendo a que a Comissão Política Nacional do PS está hoje reunida para analisar a proposta sobre os Congressos Nacionais e das Federações Distritai,bem como sobre o processo para as eleições primárias para escolher o candidato socialista a primeiro-ministro nas próximas legislativas, vamos lá a ver que modelo de diretas ou primárias apresentará o Secretário Geral António José Seguro e o que aceitarão os Presidentes das Federações Distritais. Se a tarde correr mal a noite poderá ser um desastre. 

Como é sabido, com ou sem aprovação de primárias, os militantes e apoiantes de António Costa mantêm a defesa pelo processo para a realização de diretas para a escolha do líder do PS e ainda para a realização de um Congresso Nacional Extraordinário, tomando por base um quadro de exercício do poder governativo nacional num futuro próximo e para aprovar, no momento próprio, as linhas programáticas para a próxima legislatura.

 

Segundo consta, a Presidente do PS, Maria de Belém Roseira, não irá estar presente na reunião da Comissão Política Nacional. Sabe-se lá porquê!

Já quanto aos Presidentes das Federações, estes tomarão hoje as decisões sobre a marcação dos Congressos das Estruturas Federativas Distritais. Esperamos que tomem as melhores decisões, sendo que este processo já vai longo demais.

 

 

Segundo a última sondagem realizada pela Aximage para o Jornal de Negócios e Correio da Manhã é revelado que quase 63% dos portugueses prefere António Costa para primeiro-ministro. António José Seguro consegue menos de 20%.

 

 

Continue a subscrever a petição e a deixar os seus comentários, ideias e sugestões, os quais serão consolidados no link que se segue e remetidos não só ao SG do PS e aos respetivos órgãos nacionais, mas também a António Costa.

O PS somos nós todos e sobretudo aqueles a quem visamos servir, que é não só ao PS, mas sobretudo a todos os portugueses.

 

ASSINE A PETIÇÃO DOS SOCIALISTAS DE BASE AQUI

 

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FUNDOS E PROGRAMAS COMUNITÁRIOS EUROPA 2020

por José Pereira (zedebaiao.com), em 05.06.14

Informo que o CIEJD acaba de divulgar a mais recente informação sobre fundos, instrumentos e programas europeus. Veja mais informações nos links que se seguem. 

 

Fundos, Instrumentos e Programas Europeus

2014-2020

Encontra aqui os fundos, instrumentos e programas europeus do quadro financeiro plurianual em vigor. Conheça os regulamentos, os sítios web e/ou as páginas nas redes sociais disponíveis.

Enquadramento
Fundos Europeus Estruturais e de Investimento
Programas Europeus

Instrumentos Financeiros

 

ENQUADRAMENTO

 

Quadro Financeiro Plurianual (QFP) abrange sete anos entre 2014-2020 e será projetado para uma União Europeia constituída por 28 Estados-Membos.

 

Trata-se de um mecanismo que garante a previsibilidade das despesas da União Europeia e, simultaneamente, a sua sujeição a uma disciplina orçamental rigorosa. Define os valores máximos («limites máximos») disponíveis para cada um dos principais domínios de despesas («rubricas») do orçamento da UE para um determinado período de tempo.

 

O objetivo é garantir que as despesas da UE sejam orientadas dentro do limite dos recursos da própria UE. Por conseguinte, os programas e os instrumentos estabelecidos na proposta do QFP deverão contribuir para realizar as prioridades fundamentais da UE (crescimento económico sustentável e inclusivo, criação de emprego, interligar a Europa, investigação, etc). No entanto, estes valores não incluem um certo número de instrumentos de flexibilidade que tradicionalmente estão fora do âmbito doQFP, dado que não são «programáveis» como por exemplo a reserva para ajudas de emergência, Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização, Fundo de Solidariedade e o Instrumento de Flexibilidade.

 

O próximo conjunto de instrumentos e programas caracteriza-se pela tónica nos resultados, pela simplificação da aplicação e por um maior recurso à condicionalidade. Os resultados estão assim diretamente relacionados com a aplicação da estratégia Europa 2020 e com a prossecução dos seus objetivos. Tal implica centrar os programas num numero limitado de prioridades e ações de grande importância o que levou à fusão de programas já existentes (por exemplo, os assuntos internos e a educação e cultura) e /ou mesmo à sua reformulação como é o caso da investigação.

 topo


 

FUNDOS EUROPEUS ESTRUTURAIS E DE INVESTIMENTO

 

Agricultura e Desenvolvimento Rural

 

 

FEADER - Fundo Europeu Agrícola para o Desenvolvimento Rural Regulamento (UE) n.º 1305/2013

 

Emprego e Assuntos Sociais

 

FSE - Fundo Social Europeu Regulamento (UE) n.º 1304/2013
Facebook [en]
Twitter [en]

 

Pescas

 

 

FEAMP - Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas Regulamento (UE) nº. 508/2014

 

Política Regional

 

FEDER - Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional Regulamento (UE) n.º 1301/2013
Regulamento (UE) n.º 1299/2013
Regulamento (UE) n.º 1302/2013
Twitter [en]

 

 

Fundo de Coesão Regulamento (UE) n.º 1300/2013

 

Disposições comuns relativas ao FEDER, ao FSE, ao FC, ao FEADER e aoFEAMP que estabelece disposições gerais relativas ao FEDER, ao FSE, aoFC, ao FEADER e ao FEAMP, e que revoga o Regulamento (CE) n.º 1083/2006 do Conselho Regulamento (UE) n.º 1303/2013
Regulamento que completa o Regulamento (UE) n.º 1303/2013 relativo às disposições comuns do FEDER, do FSE, do FC, do FEADER e do FEAMP Regulamento Delegado (UE) n.º 480/2014 da Comissão

 

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PROGRAMAS EUROPEUS

 

 

Agricultura

 

 

FEAGA - Fundo Europeu Agrícola de Garantia

Regulamento (UE) n.º 1306/2013

Regulamento (UE) N.º 1305/2013

 

Ambiente

 

 

LIFE - Programa para o Ambiente e a Ação Climática

Regulamento (UE) n.º 1293/2013

Facebook[en]

Twitter [en]

 

Assuntos Internos

 

 

Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração Regulamento (UE) n.º 516/2014

 

 

Fundo de Segurança Interna

Regulamento (UE) n.º 513/2014

Regulamento (UE) n.º 515/2014

 

 

Cidadania

 

 

Europa para os cidadãos Regulamento (UE) n.º 390/2014

 

 

Direitos, Igualdade e Cidadania

Regulamento (UE) n.º 1381/2013

 

Competitividade e empreendedorismo

 

 

COSME - Programa para a Competitividade das Empresas e pequenas e médias empresas

Regulamento (UE) n.º 1287/2013

Facebook [en]

Twitter [en]

Candidaturas em aberto

 

Cultura, Cinema e sector Audiovisual

 

 

Europa Criativa

 Regulamento (UE) n.º 1295/2013

Facebook [en]

Perguntas frequentes

Candidaturas em aberto

 

Desenvolvimento

 

 

FED - Fundo Europeu de Desenvolvimento  

 

Educação, Formação Profissional, Juventude e Desporto 

 

 

Erasmus+

 Regulamento (UE) n.º 1288/2013 

Facebook [en]

Twitter [en]

Perguntas frequentes

Candidaturas em aberto

 

Emprego e Assuntos Sociais

 

 

EaSI - Programa para o Emprego e a Inovação Social

 Regulamento (UE) n.º 1296/2013

Facebook [en]

Twitter [en]

Candidaturas em aberto

 

 

Iniciativa Emprego Jovem

Regulamento (UE) N.º 1304/2013

 

 

FEG - Fundo Europeu de Ajustamento à Globalização

Regulamento (UE) n.º 1309/2013

 

 

Fundo de Auxílio Europeu às Pessoas Mais Carenciadas

Regulamento (UE) n.º 223/2014

Perguntas frequentes[en]

 

Energia e Transportes

 

 

Mecanismo Interligar a Europa

Regulamento (UE) n.º 1316/2013

 

 

 

GALILEO 

Regulamento (UE) n.º 1285/2013

 

 

 

EGNOS (European Geostationary Navigation Overlay Service) Regulamento (UE) n.º 1285/2013
Twitter [en]

 

 

 

Copernicus Regulamento(UE) n.º 377/2014

 

Fiscalidade e União Aduaneira

 

 

Alfândega 2020

Regulamento (UE) n.º 1294/2013

 

 

Fiscalis 2020

Regulamento (UE) n.º 1286/2013

 

Investigação e Inovação

 

 

Horizonte 2020 - Programa-Quadro de Investigação e Inovação (2014-2020)

 Regulamento (UE) n.º 1291/2013

Twitter [en]

Candidaturas em aberto

 

Justiça

 

 

Justiça

 Regulamento (UE) n.º 1382/2013

Facebook [en]

Twitter [en]

 

Luta contra a fraude e interesses financeiros da UE

 

 

Hercule III

Regulamento (UE) n.º 250/2014

Sítio web [en]

 

 

Pericles 2020

Regulamento (UE) N.º 331/2014

Sítio web [en]

 

Saúde e Consumidores

 

 

Programa de ação da União no domínio da saúde

Regulamento (UE) n.º 282/2014

 

 

 

Programa Consumidores 2014-2020

Regulamento (UE) n.º 254/2014

Perguntas e respostas

 

 topo


 

INSTRUMENTOS FINANCEIROS

 

Instrumentos de Cooperação Externa

 

 

ICD - Instrumento de Cooperação para o Desenvolvimento

Regulamento (UE) n.º 233/2014

 

 

IP - Instrumento de Parceria

Regulamento (UE) n.º 234/2014

 

 

IE - Instrumento de Estabilidade e Paz

Regulamento (UE) n.º 230/2014

 

 

IEDDH - Instrumento Europeu para a Democracia e os Direitos Humanos

Regulamento (UE) n.º 235/2014

 

 

ICSN - Instrumento para a Cooperação no domínio da Segurança Nuclear

Regulamento (Euratom) n.º 237/2014

 

 

IPA II - Instrumento de Assistência de Pré-Adesão Regulamento (UE) n.º 231/2014

 

 

IEV - Instrumento Europeu de Vizinhança Regulamento (UE) n.º 232/2014

 

 

Instrumento para a Gronelândia

Proposta de decisão do Conselho

 

 

Iniciativa Voluntários para a Ajuda da UE

Regulamento (UE) n.º 375/2014

Twitter [en]

 

 Perguntas frequentes acerca dos Instrumentos de Cooperação Externa [en]

 

 topo


 

Saiba mais acerca do QFP para 2014-2020 no sítio web oficial da Comissão Europeia. Poderá ler igualmente a brochura oficial dedicada ao tema e as perguntas frequentes acerca do QFP.

 

Aceda ainda a informação atualizada acerca do Portugal 2020.

 


Última atualização: 2014-06-02

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PS - LIDERANÇA!? Três anos com a cabeça enfiada na areia?

por José Pereira (zedebaiao.com), em 05.06.14

CUSTA-ME A ENTENDER O MODELO OU ESTILO DE LIDERANÇA E FICO MUITO PREOCUPADO FACE AO EVENTUAL FUTURO MODELO OU ESTILO DE GOVERNANÇA.

Será que o SG está a falar do estilo de liderança "laissez-faire"? Ou terá inventado um novo modelo ou estilo de não liderança partidária?

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Tudo indica que estará a referir-se ao estilo popular que se resume ao enfiar da cabeça na areia até que a tempestade passe. O problema é que um líder que tem a legítima ambição e pretensão de liderar e governar um País, não pode enfiar a cabeça na areia e ficar à espera que a crise económica e social passe.

 

Será que um político de carreira, que chega à liderança de um partido de governo e que tem a ambição de chegar a lider de Portugal, ou seja, a Primeiro-Ministro, não deveria conhecer, pelo menos, os modelos ou estilos de liderança que lhe permitissem conduzir devidamente a organização e ser mais eficaz? É a enfiar a cabeça na areia, durante três anos, que conseguiria tornar o PS coeso e devidamente credível como alternativa governativa?

 

Tendo estudado um pouco sobre liderança e gestão, acreditem que fico cada vez mais baralhado, confuso e, pior, muito preocupado com o futuro do PS e da futura Governação de Portugal, sendo que não consigo compreender nem encaixar essa estratégia de se "anular um pouco" uma capacidade ou competência de liderança, face a três anos de ataques sobre os portugueses e a uma crise económica e social extremamente grave e com consequências imprevisíveis para a paz social.  

 

Acima da paz dos partidos, ou seja, da arrumação de lugares para os dirigentes partidários, deve estar a paz social de um País.

 

Quando uma organização não está "em paz", ou seja, quando está fragilizada, compete ao líder concentrar-se na organização e inspirar as equipas de trabalho, bem como as bases da organização partidária,  rumo a uma visão credível e, por isso, partilhada por todos ou pelo menos pela esmagadora maioria.

 

Face a uma situação de crise ou de instabilidade, um líder tem de se afirmar e trabalhar para credibilizar a organização e não anular-se face aos factores de instabilidade.

 

Imaginem o que seria termos um líder de Portugal, ou seja, um futuro Primeiro-Ministro a tomar a posição de se "anular um pouco" face a uma situação de grave crise nacional ou europeia como a que temos vindo a atravessar. Se não é assustador, para mim é no mínimo um factor de grande preocupação e de especial atenção, sendo que as fragilidades de liderança se revelam verdadeiramente em momentos de maior insegurança ou instabilidade.

 

Note-se que o estilo de liderança "laissez-faire" significa "deixar andar" e é usado para descrever um líder que deixa os colaboradores prosseguir com o que estão a fazer, mas desde que as equipas sejam constituídas por indivíduos com muita experiência e espírito de iniciativa devidamente credível, mas nunca face a um contexto de crise ou de instabilidade organizacional e nacional.

 

No pior dos cenários,  este estilo de liderança é o resultado de um percurso sobre o qual os lideres deixaram de ter controlo ou que na realidade nunca lideraram nem tiveram sob o devido controlo.

É POR ESTE RUMO DE LIDERANÇA QUE PRETENDEMOS ENFRENTAR AS DIFICULDADES E INSTABILIDADES DAS PESSOAS, DO PAÍS E DA EUROPA?

VAMOS METER A CABEÇA NA AREIA ENQUANTO MILHARES DE FAMÍLIAS PERDEM O EMPREGO E SÃO ATIRADAS PARA UMA VIDA DE MISÉRIA? 

EU NÃO POSSO ACOMPANHAR ESSE RUMO!

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