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"PORTUGAL ESTÁ DIFERENTE"

por José Pereira (zedebaiao.com), em 25.02.15

A Costa 2015 Portugal Está Diferente Nuno Melo_2.

Poderemos fazer as interpretações que quisermos de uma frase, até porque é certo que "Portugal está diferente", MAS MESMO MUITO DIFERENTE! MAS PARA MUITO PIOR.

 

Está agora "em monitorização específica, por desequilíbrios económicos excessivos" no que respeita à dívida e ao desemprego galopantes.


Veja-se que até a Comissão Europeia, no quadro das análises feitas no contexto do semestre económico, voltou a colocar Portugal sob vigilância apertada devido ao valores excessivamente elevados da dívida e do desemprego, áreas que precisam ser acompanhadas de perto, tendo a Comissão decidido colocar cinco Estados-membro, entre os quais Portugal, sob "monitorização específica, por desequilíbrios económicos excessivos".


Não sei se os portugueses e as nossas pequenas e médias empresas pretendem continuar a reforçar a entrada dos chineses (entre outros) em tudo e mais alguma coisa e se o PSD/CDS pretende continuar com as privatizações e venda das grandes empresas nacionais e estruturais ao desbarato ou por via do reforço da facilitação, da lavagem de dinheiro e da corrupção dos vistos gold, mas o certo é que é legitimo que os portugueses perguntem: Vamos privatizar e vender-lhes ao desbarato mais o que? Que vai ser Portugal durante uma década? Então e depois da próxima década, agarramo-nos a que? 

 

Vejam se entendem: 葡萄牙是中國的殖民地。

 

Ainda recentemente o jornal “El Confidencial” abria uma notícia com o título “Portugal, la nueva colonia de Angola, por mão de uma ”princesa” e da sua cúpula militar. Foi com este título que Portugal foi apresentado em Espanha no artigo do “El Confidencial” e que contava como a elite angolana “colonizou” Portugal. Será que os chineses estão também a colonizar o nosso país?

 

O António Costa diz-nos que é tudo uma questão de confiança. Mas confiança em que e em quem? Nos chineses? Nos angolanos? Ou nos europeus?

Eu sou politico-ideologicamente socialista, sendo por isso que prefiro continuar ouvir o povo e a confiar na vontade dos portugueses!

Ps Costa.jpg

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EUROPEIAS 2014: O jogo só vai a meio e podem descer de divisão

por José Pereira (zedebaiao.com), em 26.05.14

O sorriso de Paulo Portas ao aperceber-se do empate. Mas ainda vamos a meio do jogo. Ou o PS se reorganiza ou os partidos do arco da governação vão baixar de divisão.

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SEJAMOS RESPONSÁVEIS, TOMEMOS DECISÕES SÉRIAS E CERTEIRAS, MAS REFLITA-SE SOBRE QUE REPRESENTATIVIDADE TEM O NOSSO VOTO! Se 16 partidos e meia dúzia de diferenças ideológicas e programáticas estruturais não conseguem levar, pelo menos, 51% dos eleitores a votar, desculpem mas a (i)responsabilidade não é deles, mas sim nossa. SIM! NOSSA!!! OU SEJA, MINHA E SUA! Sendo que demonstramos não ter a capacidade nem a competência para exigir o que é necessário fazer em prol das pessoas, em prol de Portugal, em prol da Europa e mesmo do Mundo, tal como continuamos a ser uns incompetentes relativamente ao que é urgente fazer por dentro e por fora dos partidos, por dentro e por fora de nós próprios. Demonstramos a maior irresponsabilidade e incompetência cívica e política de todos os tempos!

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Veja-se que os partidos de poder são como os ricos, sendo sempre apresentados em grande e os outros são como a esmagadora maioria dos pobres, ou seja, sempre usados para entreter e apresentados e vistos como pequenos e incapazes. Mas será que todos os pobres são pequenos e incapazes? Não há uma esmagadora maioria de gente pobre e humilde que demonstra diariamente conseguir fazer uma vida digna e séria com os parcos recursos que têm e a chegar mesmo a singrar na vida? Não há estudantes economicamente carenciados que conseguem ser os melhores da turma e depois execelentes profissionais? Não há homens e mulheres diferentes ou de mobilidade reduzida aque demonstram ser muito melhores do que muitos outros que parecem ter as mobilidades e capacidades todas? Não há minorias que demonstram ser excelentes seres humanos? Se há, então pense na solidariedade e na justiça social!

 

Ser hoje rico pode corresponder a ser amanhã pobre. Ser hoje o mais capaz, pode corresponder a ser amanhã um incapaz. Ter hoje todos os instrumentos e meios de mobilidade, pode amanhã deixa-lo numa cadeira de rodas ou esticado numa cama. Fazer hoje parte de uma maioria, pode amanhã corresponder a ser apenas um individuo solitário ou abandonado,... A vida cívica e política é como a humana. Hoje temos todos os poderes e amanhã podemos não ter nada!

 

Gostava de ser tratado e discriminado assim? Gostava de sentir essa mudança radical? Gostava de passar de amado para odiado? De grande para pequeno ou de rico para pobre? Pense que o dinheiro, o poder, a saúde e a vida não são eternos, mas a amizade, a solidariedade e o respeito mutuo podem permanecer sempre connosco. Haja justiça humana, social e política. Ninguém é eternamente insubstituível nem para sempre grande e poderoso. Quanto mais não seja, um dia todos vamos precisar de alguém a mudar-nos a fralda num qualquer lar ou hospital!

 

Isto é tratamento cívico e democrático que se admita, que permitamos ou que nos imponham? Por acaso já votamos para poderem previamente determinar e demonstrar quem é o partido mais votado e menos votado?

 

Será que podemos denominar isto de democracia participada e representada? Isto caminha para um abismo com o qual a esmagadora maioria dos cidadãos não se revê, mas também não fazemos nada. O maior problema de toda esta situação é que nem os cidadãos pretendem mudar nem os dirigentes partidários demonstram abertura e vontade para que eduque para a mudança e se vá mudando. Todos sabemos que a mudança não se decreta, sendo que vai acontecendo e depende da vontade de todos nós!

 

Já agora, sobre o meu voto, como desde sempre gostei de tomar decisões devidamente informadas e conscientes, mas por vezes com uns toques da necessária rebeldia desassossegadora, mas responsável, como me identifico com os princípios ideológicos e programáticos dos partidos, vou votar no partido que melhor represente a matriz ideológica de esquerda e que melhor defenda o devido enquadramento e regulação de Portugal na Europa. Sei que é necessário um desassossegador ou justiceiro responsável na Europa, por isso, como já são eleitos tantos trapaceiros, eu vou seguir a minha consciência e votar num partido de esquerda.

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EUROPEIAS 2014: Últimas Projeções (2 de Abril)

por José Pereira (zedebaiao.com), em 02.04.14

As últimas projeções prevêem um empate técnico entre os socialistas (S&D) e os  populares democratas (PPE), ambos com 212 eurodeputados. Mas ainda nada se sabe sobre que resultados conseguirão atingir os novos partidos/restantes candidatos, sendo que ainda pouco se sabe sobre os mesmos e sobre o que defendem para a Europa. Esta sondagem de recolha de opinião entre Estados-Membros ainda não reflete as consequências das últimas eleições que decorreram em França e que poderão afetar os socialistas europeus. Mas a campanha ainda nem começou, sendo que ainda é muito cedo para retirar conclusões.

 

 

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Votos brancos e nulos são pouco ecológicos, sendo que vão para o lixo

por José Pereira (zedebaiao.com), em 26.03.14

Não se constituem listas com vista a defender um programa ou projeto, senão primeiro desenhava-se primeiro o programa/projeto e só depois se alocava a equipa que melhores condições e competências reunisse para o representar e executar. 

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O que se faz é medir lugares e fraquezas (nem sequer são forças que se medem). 

 

Por isso, os votos brancos e nulos deveriam ter consequências, por exemplo:

- Desde logo nos Partidos, devendo corresponder a lugares vazios nas Comissões Políticas Concelhias, Federativas e Nacionais?

- Lugares vazios nas Assembleias Municipais e de Freguesia?

- Lugares vazios nos parlamentos Nacional e Europeu?

- Abstenção igual ou superior à percentagem do partido/movimento mais votado não deveria validar os atos eleitorais?

 

 

O voto branco e nulo, tem algum poder? 

Atualmente não, sendo que só facilita a permanência dos mesmos no poder.

 

Mas esta discussão já obrigou a Comissão Nacional de Eleições a prestar o seguinte esclarecimento: NOTA OFICIOSA DA COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÔES 

"Tem circulado de forma generalizada na Internet e através de correio electrónico uma mensagem de apelo ao voto em branco. Esta mensagem induz os cidadãos em erro, na medida em que afirma que, se for obtida uma percentagem maioritária de votos em branco, a eleição será anulada.
Por essa razão, um número significativo de cidadãos tem vindo a solicitar à
Comissão Nacional de Eleições esclarecimentos sobre a veracidade da informação divulgada.
No sentido de promover o esclarecimento objectivo dos cidadãos a este respeito, a Comissão Nacional de Eleições vem informar o seguinte:
- Os votos em branco e os votos nulos não têm influência no apuramento dos resultados;
- Serão sempre eleitos os candidatos" (nem que vote só a sua família)

Será de respeitar a posição de quem prefere não optar?

O facto é que, com o enquadramento legal atual, o voto branco ou nulo não funciona para quem quer tomar posição nas lutas sociais, cívicas ou políticas.

 

Se dizem que o voto é a voz, a arma e a vontade do povo, então faça-se um referendo no sentido de aferir que valor pretende o povo dar aos votos em branco, aos votos nulos e à abstenção.

 

A continuar com este sistema civico-político-administrativo é que nada resolvemos.

 

Consulte aqui a Legislação Eleitoral

 

 

 

 

 

 

 



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