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ELEIÇÕES EUROPEIAS 2014: Últimas projeções (20 de março)

por José Pereira (zedebaiao.com), em 01.04.14

Veja aqui o que revelam as mais recentes sondagens sobre os possíveis resultados das próximos eleições europeias, que decorrerão já em maio de 2014. Nestas eleições o maior número de eurodeputados vai poder influenciar a nomeação do próximo Presidente da Comissão Europeia. Os partidos políticos europeus nomeiam os seus candidatos a Presidente da Comissão Europeia com antecedência suficiente para que estes possam preparar uma campanha à escala da UE, focada em questões europeias. Os candidatos a Presidente da Comissão Europeia deverão apresentar pessoalmente o seu programa político em todos os países da UE, estando previsto que participem em debates públicos.

 

A projeção que se apresenta é feita semanalmente, baseada no estado da opinião pública nos Estados-Membros e está a ser levada a cabo pelo Parlamento Europeu, por via de uma empresa especializada contratada para o efeito (TNS Opinion). Note-se que não se trata de uma sondagem sobre as intenções de voto, mas sim de um retrato do atual estado da opinião pública nos Estados-Membros da UE sobre as eleições europeias de 2014.
sondagens eleições europeias 2014
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A composição final e oficial do novo Parlamento Europeu será conhecida na sessão constitutiva, de 1 a 3 de julho de 2014.

Metodologia

 

Esta projeção da repartição dos lugares no Parlamento Europeu é baseada numa recolha não-exaustiva de estudos europeus e nacionais semanais levados a cabo nos 28 Estados-Membros. Os lugares de cada partido em cada Estado-Membro são calculados de acordo com as leis eleitorais nacionais, o sistema de votação e o limite mínimo para a atribuição de mandato quando aplicável.


A projeção é baseada nos últimos dois ou três estudos disponíveis em cada Estado-Membro, quando não existam mais de 14 dias entre eles, e apenas quando estejam disponíveis as datas do trabalho de campo. Quando não é possível o cálculo da média, apenas é considerado o último estudo europeu ou nacional disponível.


A projeção é publicada à quinta-feira e baseia-se numa lista de estudos da semana anterior finalizada nesse mesmo dia.


Distribuição dos lugares


Os partidos que pertencem a um grupo político do Parlamento Europeu ou são membros dos partidos políticos europeus correspondentes são automaticamente incluídos no grupo político cessante.


Os partidos atualmente representados entre os deputados não-inscritos atualmente no Parlamento são automaticamente incluídos na categoria não-inscritos.


Partidos cuja filiação ainda esteja para ser determinada são automaticamente incluídos na categoria “outros”. Esta categoria “outros” encontra-se dividida igualmente entre a direita e a esquerda do hemiciclo de forma a não formar um juízo prematuro sobre as suas orientações políticas.

REF. : 20140324STO39616
Atualizado em: (28-03-2014 - 14:30

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Votos brancos e nulos são pouco ecológicos, sendo que vão para o lixo

por José Pereira (zedebaiao.com), em 26.03.14

Não se constituem listas com vista a defender um programa ou projeto, senão primeiro desenhava-se primeiro o programa/projeto e só depois se alocava a equipa que melhores condições e competências reunisse para o representar e executar. 

votos brancos, nulos, abstenção eleições Portugal governo parlamento

 

O que se faz é medir lugares e fraquezas (nem sequer são forças que se medem). 

 

Por isso, os votos brancos e nulos deveriam ter consequências, por exemplo:

- Desde logo nos Partidos, devendo corresponder a lugares vazios nas Comissões Políticas Concelhias, Federativas e Nacionais?

- Lugares vazios nas Assembleias Municipais e de Freguesia?

- Lugares vazios nos parlamentos Nacional e Europeu?

- Abstenção igual ou superior à percentagem do partido/movimento mais votado não deveria validar os atos eleitorais?

 

 

O voto branco e nulo, tem algum poder? 

Atualmente não, sendo que só facilita a permanência dos mesmos no poder.

 

Mas esta discussão já obrigou a Comissão Nacional de Eleições a prestar o seguinte esclarecimento: NOTA OFICIOSA DA COMISSÃO NACIONAL DE ELEIÇÔES 

"Tem circulado de forma generalizada na Internet e através de correio electrónico uma mensagem de apelo ao voto em branco. Esta mensagem induz os cidadãos em erro, na medida em que afirma que, se for obtida uma percentagem maioritária de votos em branco, a eleição será anulada.
Por essa razão, um número significativo de cidadãos tem vindo a solicitar à
Comissão Nacional de Eleições esclarecimentos sobre a veracidade da informação divulgada.
No sentido de promover o esclarecimento objectivo dos cidadãos a este respeito, a Comissão Nacional de Eleições vem informar o seguinte:
- Os votos em branco e os votos nulos não têm influência no apuramento dos resultados;
- Serão sempre eleitos os candidatos" (nem que vote só a sua família)

Será de respeitar a posição de quem prefere não optar?

O facto é que, com o enquadramento legal atual, o voto branco ou nulo não funciona para quem quer tomar posição nas lutas sociais, cívicas ou políticas.

 

Se dizem que o voto é a voz, a arma e a vontade do povo, então faça-se um referendo no sentido de aferir que valor pretende o povo dar aos votos em branco, aos votos nulos e à abstenção.

 

A continuar com este sistema civico-político-administrativo é que nada resolvemos.

 

Consulte aqui a Legislação Eleitoral

 

 

 

 

 

 

 



Outras perspectivas

 

 

 

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Permitam-me que lhes faça uma simples pergunta para reflexão: A maioria dos socialistas e sociais democratas são filhos, netos e bisnetos de quem? 

pobreza,  neoliberalismo, sonae, lucro, donos de portugal

 

 

São filhos e netos dos valores de Abril ou de um regime senhorial que ainda hoje se mantém instalado nos bisnetos? É que pelos vistos os bisavós arrastaram as dividas para os bisnetos, mas pelo que se constata, só com consequências sobre a vida dos filhos e netos de Abril. Pensem bem em todos os futuros bisnetos, mas sobretudo nos bisnetos de Abril e de todos os que sempre foram sacrificados para meia dúzia continuar continuarem a viver com as regalias e mordomias do regime senhorial.

 

Haverá filhos, netos e bisnetos socialistas e sociais democratas corajosos para tomar o rumo de Portugal? Lamento que não saibamos sequer assumir responsabilidades para com os nossos filhos e netos.

 

Deixemo-nos de ilusões e de ser os eternos sacrificados. Se no passado fomos sacrificados por um regime senhorial agrícola, hoje somos igualmente sacrificados por um regime senhorial capitalista.

 

Veja-se que o manifesto dos 70 reúne, na sua maioria, netos e bisnetos do regime senhorial e especialistas da alta economia e finança. Serão todos coerentes com o que têm vindo a aplicar e a defender politicamente e nos cargos políticos e/ou governativos porque passaram? Eu duvido que os interesses obscuros  sobre o manifesto não vizem o interesse comum de Portugal e de todos os Portugueses. Porque é que ninguém se arrisca a concretizar e a clarificar?

 

Então e quem representa e defende a parte laboral, social e humana?

 

Veja-se que:

  • No ano em que a maioria dos portugueses passa por enormes dificuldades sociais, alimentares, educativas, de saúde, de habitação  e económicas;
  • No ano em que a maioria dos jovens não tem acesso a um primeiro emprego;
  • No ano em que se cortaram salários e reformas/pensões;
  • No ano em que se aumentaram impostos sobre rendimentos e sobre produtos essenciais; 
  • No ano em que Belmiro de Azevedo vem afirmar que não pode haver aumento de salários porque os portugueses não são devidamente produtivos,...

Somos surpreendidos que o número dos muito ricos e da sua riqueza aumenta de dia para dia, enquanto o número de pobres dispara e aumenta o número de familias abaixo do limiar da pobreza.

 

Neste mesmo ano, enquanto o patrão (bisavô, avô, pai) da SONAE vem argumentar que não pode haver aumentos salariais porque os trabalhadores são pouco produtivos, ou seja, malandros, somos agora surpreendidos com as notícias de que a SONAE, supostamente à custa da exploração da mão-de-obra barata e de outras benesses, acaba de atingir 175 milhões de euros de lucro (resultados diretos), ou seja, mais 31 milhões do que em 2012.

 

Afinal estamos em crise ou a viver miseravelmente para aumentar a riqueza de grandes grupos económico/financeiros?

 

Afinal os trabalhadores portugueses são produtivos ou explorados?

 

Que conclusão podemos retirar daqui?

 

Será que baixaram os preços dos produtos alimentares nos supermercados? Será que pagaram devidamente aos produtores de origem? Será que pagaram devidamente aos trabalhadores? ...

 

É que, enquanto a maioria de um povo passa a caminhar para uma vida de miséria, os grandes grupos económico-financeiros e empresariais que dominam os mercados, aumentam os seus lucros e ficam cada vez mais ricos. 

 

Porque é que os líderes políticos não confrontam estes grandes senhores com a realidade e com a devida responsabilidade social e empresarial?

 

Será que os nossos governantes e lideres político-partidários, bem como os parceiros sociais defendem devidamente o nosso País e todo o povo Português?

 

 

Será que está a haver a devida repartição dos sacrifícios? 


Estará a ser trabalhado o devido equilíbrio entre CAPITAL - TRABALHO - REMUNERAÇÃO - RESPONSABILIDADE SOCIAL E EMPRESARIAL - BEM ETAR COMUM?

 

Estará a ser aplicada a melhor política laboral, comercial, empresarial e redistributiva?

 

Ou estaremos a contribuir para o aumento da riqueza dos grandes grupos económicos e a destruir todo o pequeno e médio comércio, as pequenas e médias empresas e a destruir cada vez mais postos de trabalho?

 

Onde residem os princípios da justiça social e económica que sempre defenderam os socialistas e sociais-democratas?

 

Será que pretendemos voltar a estar dependentes de um regime capitalista senhorial?

 

Quem foram e são os "donos de Portugal"?

 

 

São meia dúzia de senhores que tudo controlam e dominam ou somos nós, o conjunto de todos os portugueses?

 

Tenho muitas dúvidas que, mais lojas SONAE, ou de outros grandes grupos económicos que dominam e controlam os mercados, conjugadas com o aumento dos horários dessas mesmas lojas e a abertura destas as domingo, entre outras políticas de desregulação laboral, comercial, empresarial e financeira, correspondam a um aumento de valor social, ou seja, a um aumento líquido de mais postos de trabalho, a uma melhor redistribuição de riqueza, ao desenvolvimento do tecido comercial e empresarial, a uma melhoria das condições laborais e salariais e à sustentação de uma classe média com condições dignas de vida.

 

Creio que nós, os socialistas e sociais democratas, que se identificam com a Declaração de Princípios e Valores de Abril e com a Constituição da República Portuguesa, temos o dever de debater e refletir devidamente sobre as questões sociais, comerciais, empresariais e laborais, bem como, sobre os instrumentos de regulação laboral, económica, comercial, empresarial e sobretudo de regulação financeira.

 

Creio que podemos conseguir um País mais justo para todos e em equilíbrio social, laboral, económico/financeiro e empresarial.

 

Note-se que o bem-estar social só se consegue por via do devido equilíbrio entre capital-trabalho-remuneração-justiça. 

 

Ou será necessário uma nova Revolução de Valores de Abril?

 

Pelos vistos o bisavô da Senhora Ferreira Leite já se havia recusado a pagar as dividas, segundo veio recentemente recordar o ex-Ministro Vitor Gaspar.

Consta na história (des)governativa de Portugal que José Dias Ferreira, presidente do conselho de ministros na altura da bancarrota, de finais do século XIX (de 1892 a 1893), terá sido quem espoletou o incumprimento soberano do país porque, como referem, “Dias Ferreira rejeitou o convénio com os credores proposto por Joaquim Pedro Oliveira Martins [o ministro da Fazenda ou das Finanças na altura]“. “A resposta de Dias Ferreira foi que não se devia pagar”.

 

O problema é que o nosso País continua a ser dos bisnetos, netos, filhos, irmãos, tios ou padrinhos de toda esta árvore genealógica de senhores e senhoras que se alimentam há décadas à custa dos sacrifícios continuados de todo um povo.

 

Ironia da História e do destino, o ministro da Fazenda Oliveira Martins, que tanto fascina Gaspar, é o tio-bisavô de Guilherme d’Oliveira Martins, actual presidente do Tribunal de Contas. Veja-se que há muito que tudo circula em torno dos mesmos e que afinal os donos de Portugal do pós-25 de Abril continuam a ser netos e bisnetos.

 

É caso para dizer: Ou novo reinado ou nova revolução! 

 

Sempre tudo em família e sempre alguém pronto a lhes prestar vassalagem política.

 

Triste a nossa cina, sendo que, se nunca deixamos de viver num regime senhorial, vêm agora mandar os filhos, netos e bisnetos do mesmo regime ou os senhores do capital a quem os líderes político-partidário são sucessivamente subservientes.

 

E nós, cidadãos e militantes socialistas e sociais democratas em geral, o que é que fazemos?

Continuamos a permitir o mesmo rumo da história?

 

BASTA!!!

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SOBRE O "MANIFESTO DOS 70" EU QUERO TODA A VERDADE, SENDO QUE NÃO VOU EM CANTIGAS DE NEOLIBERAL CAPITALISTA DISFARÇADO DE KEYNESIANO, NEM EM KEINESIANO QUE QUER É CONTINUAR COM AS MORDOMIAS. 

Manifesto sobre reestruturação da dívida pública portuguesa

 

O POVO BARALHADO E DISTRAÍDO É O QUE MAIS INTERESSA! 


A minha avó não sabia ler, mas já me dizia: "primeiro ler, reler e treler"


Será que alguém leu com muita, mas muiiitttaaaa atenção o "manifesto dos 70"?

 

Ninguém estranha tanto ex-(des)governante junto?

 

Deixo aqui um dos segredos dos neoliberais capitalistas que se tornam keynesianos: sempre que um governo vem dizer que é necessário estimular a economia por meio de um aumento dos investimentos (gastos) públicos, o que ele está na realidade a dizer é que pretende aumentar os privilégios ou lucros de alguns empresários amigos do sistema, à custa de quem trabalha e paga impostos ou juros de dívida infinitos.

 

Os liberais que se dizem defensores do keynesianismo nunca dizem a verdade nem têm princípios éticos e morais para assumir o que pretendem atingir à custa de todo um povo desinformado e sufocado. Todos eles dizem que isto ou aquilo é apenas para "criar empregos", "dinamizar a economia", "fomentar o crescimento", "melhorar o tecido social" ou mesmo "ajudar os mais desfavorecidos". ISSO É TRETA DE NEOLIBERAL CAPITALISTA QUE SE DIZ DEFENSOR DA LINHA IDEOLÓGICA KEYNESIANA! OLHEM COM ATENÇÃO PARA A ESCOLA ECONÓMICA NEOLIBERAL AUSTRÍACA E VEJAM COMO ATACAM PAUL KRUGMAN (Nobel da Economia de 2008).

 

Face a tamanha amálgama de subscritores e ao perfil de muitos deles, sobre os quais devemos estar 101 pés atrás, que sei não serem masoquistas, mas também sei não serem ingénuos nem inocentes, gostava que se pudesse esmiuçar devidamente o documento e conseguíssemos clarificar e avaliar tudo muito bem, sendo que há prós e contra e não se pode ir na onda só porque, assim de repente, uns carolas da esquerda à direita se lembraram de subscrever um documento, com toda a legitimidade de cidadãos, é certo, mas sem qualquer legitimidade representativa - é mera pressão e já sabemos que sob pressão não se tomam as melhores decisões e os riscos serão sempre maiores.

 

Antes de se subscrever e defender o que quer que seja, devemos ler com muita atenção as entrelinhas, sob pena de podermos ser sucessivamente iludidos ou enganados.

 

Eu até concordo com a generalidade do documento, mas,...


Há por ali tanto carola que já tiverem responsabilidades políticas e (des)governativas que prefiro ler com muita atenção o documento e confrontar as minhas opiniões com as dos outros.

 

Sabem que é muito fácil responder e subscrever de forma NIM. Mas também é muito fácil ser levado pela onda e sem se refletir.

É certo que este manifesto visa olhar de frente para a realidade do nosso país , mas não nos podemos esquecer que não temos todos os dados do nosso lado e nem sequer podemos avaliar se, na realidade, o país caminha para o suicídio.

 

Recordo só que o Tratado Europeu já previa um suicídio, mas conjunto (uma espécie de trindade sagrada defendida pelos banqueiros, a qual funciona como um pilar constitutivo do euro, mas também arruinador dos países mais pequenos e/ou em dificuldades (“no bail-out, no exit, no default”).

 

A estarmos assim tão mal e a constatarmos como parece estar a Europa, porque é que em vez de se anunciarem publicamente pedidos de reestruturação, não se defende uma verdadeira Europa Federalista, com um verdadeiro Banco Central Europeu e assente num Estado Social para todos os europeus?

 

Será que pretendemos viver infinitamente a pagar juros e numa Europa que mais não é do que uma federação de bancos e de transacções financeiras que assentam nos grandes grupos económicos e nas grandes praças financeiras que não vêem mais do que cifrões de lucro?

 

Uns dizem que temos de reestruturar urgentemente a dívida para abrandar a austeridade, ou seja, os cortes em salários e pensões (sobretudo preocupações de quem tinha e tem salários e pensões acima da média), outros defendem que devemos enveredar pela via do "light restructuring”, ou seja, por uma uma reestruturação mais suave e discreta de modo a não dar ainda mais lucro ao bandido, sendo que, nestes termos, estaremos a baixar as calças e a pedir-lhes para nos continuarem a "embundar" à vontade.

 

Mas o certo é que, de uma forma ou de outra, por este andar, vamos continuar a viver sufocados por um sistema politico-financeiro neoliberal, sendo que ninguém demonstra ter coragem para enfrentar de caras este gigante touro europeu.

 

Face a tudo isto, deixo um alerta: Cuidado que até os neoliberais capitalistas da escola económica austríaca, acabam a defender a ideologia keynesiana (investimento/apoio público), mas para voltarem a ganhar sempre a dobrar, ou seja, primeiro sugam até ao máximo dos máximos o povo (austeridade em cima de austeridade) de modo a ter tudo na mão e ao desbarato e depois vêm como salvadores da Pátria a defender o povo, que já está sufocado e sem poder pagar, para que se volte a fazer investimento público que lhes permita continuar o ganho.

 

Nenhum sistema político-financeiro ou gigante empresarial nos quer ajudar, quer é ter o ganho sempre certo e de preferência sempre o máximo possível, nem que por vezes tenham de se mostrar como salvadores da pátria.

 

LEIA COM MUITA ATENÇÃO:


- O MANIFESTO: http://expresso.sapo.pt/leia-na-integra-o-manifesto-que-pede-a-reestruturacao-da-divida=f860341

 

- OS 70 MANIFESTANTES: http://expresso.sapo.pt/veja-a-lista-das-70-personalidades-que-assinaram-o-manifesto=f860343


- OS 9 ERROS DO MANIFESTO: http://expresso.sapo.pt/os-9-erros-do-manifesto-dos-70=f860405

 

- AS 9 FALÁCIAS SOBRE O MANIFESTO: http://expresso.sapo.pt/as-nove-falacias-de-joao-vieira-pereira=f860682

 

- MANIFESTO PROVA QUE HÁ ALTERNATIVAS: Manifesto prova que há alternativas, diz Ferrro Rodrigues: http://expresso.sapo.pt/manifesto-prova-que-ha-alternativas-diz-ferrro-rodrigues=f860258#ixzz2vsaSI8G2

 

- A CORRIDA ENTRE ESQUERDA E DEIREITA, MAS TUDO CENTRAL: Reestruturação da dívida - Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come: http://expresso.sapo.pt/reestruturacao-da-divida-se-correr-o-bicho-pega-se-ficar-o-bicho-come=f860263#ixzz2vsajsTjz

 

REESTRUTURAÇÃO NÃO: "Está totalmente fora de questão reestruturar a dívida":  http://expresso.sapo.pt/esta-totalmente-fora-de-questao-reestruturar-a-divida=f860401#ixzz2vsb1Aolh

 

- A PERTURBAÇÃO: http://expresso.sapo.pt/o-manifesto-que-perturbou-o-inevitavel=f860493

 

- OS ANTI-MANIFESTO: http://economico.sapo.pt/noticias/um-manifesto-antimanifesto_188896.html

 

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Segundo as sondagens mais recentes (PollWatch 2014/Votewatch, de 5 de março) os socialistas vão ligeiramente à frente, estando a perder terreno a extrema direita/radical, conforme se pode observar entre a projeção de fevereiro e a projeção de março. Os partidos mais à esquerda estão a tornar-se na terceira força política europeia. Mas a campanha ainda nem começou, sendo que tudo está em aberto e o verdadeiro teste só é feito na noite de 25 de Maio.

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sondagem eleições europeias março de 2015
VEJA AQUI A METODOLOGIA: http://pollwatch2014.eu/#methodology

   

 Clique em cima da cor para visitar o website de cada grupo euro-parlamentar

EPP - Group of the European People's Party

S&D - Group of the Progressive Alliance of Socialists and Democrats

ALDE - Group of the Alliance of Liberals and Democrats for Europe

G/EFA - Group of the Greens / European Free Alliance

ECR - European Conservatives and Reformists Group

EFD - Europe of Freedom and Democracy Group

GUE/NGL - Confederal Group of the European United Left / Nordic Green Left

NI - Non-attached members

 

Esta sondagem (PollWatch2014) apresenta um estudo sobre as mais recentes previsões efetuadas a nível europeu, utilizando novas pesquisas de opinião de cada Estado-Membro, exceto o Reino Unido, Chipre, Luxemburgo e Malta.

 

 

Desta informação destaca-se o seguinte:

1) Os socialistas permanecem ligeiramente à frente do PPE, com 209 lugares contra 202;

 

2) O protesto contra o modelo de União Europeia e as forças anti-Europa, tanto da direita quanto da esquerda do Parlamento Europeu, permanecem fortes e em crescimento. Note-se que o grupo da esquerda mais radical, "Esquerda Unitária Europeia" (GUE-NGL) está a subir para a terceira força política mais votada, à frente dos liberais (ALDE);

 

3) O GUE-NGL passa para o terceiro grupo parlamentar mais votado, trocando com o ALDE, sobretudo devido ao aumento da Lista "Tsipras" da Itália e da prevista subida do Bloco de Esquerda em Portugal;

 

4) A quebra nos principais partidos na Roménia também precipitou uma queda no número total de lugares para o Partido Liberal Nacional ALDE;

 

5) As mudanças na Alemanha indicam que pelo menos quatro novos partidos poderão vir a ganhar assento pela primeira vez no Parlamento Europeu: a alternativa anti-europeia para a Alemanha (AFD), o anti-direitos da internet/copyright - Partido Pirata (PIR), os Livres ( FW ), e à direita o Partido Nacionalista Democrático ( NDP ). A previsão sobre a Alemanha tem por base os resultados de três pesquisas eleitorais recentes da UE ( INSA, GMS e FORSA), realizadas entre 17 e 24 de fevereiro;

 

6) De modo mais geral, o apoio crescente destes pequenos partidos na Alemanha é sinónimo de uma tendência mais ampla em toda a Europa, que se deve à fragmentação do eleitorado;

 

7) Há um número elevado de pessoas mais propensas a votar como forma de protesto e não pela ideologia ou programa eleitoral concreto. Há muito populismo, afirmam-se os partidos eurocéticos e os mais radicais, quer da direita, quer da esquerda mais extremistas, situação que poderá vir a provocar alterações significativas nos lugares e nos Grupos do Parlamento Europeu;

 

8) Atendendo ao crescimento de novos partidos em diversos Estados-Membro, prevê-se que venha a haver deputados suficientes para criar pelo menos mais três grupos parlamentares à direita do EPP (PSD/CDS-PP): O ECR (atual EFC), a Frente Nacional Francesa (FN) e o Partido da Liberdade - "Dutch Party of Freedom" (PVV) da Holanda

 

NOTA:

PollWatch2014 é uma iniciativa VoteWatch Europa em parceria com a Burson- Marsteller/Europe Decide. O projeto PollWatch2014 é financiado pelo Parlamento Europeu, as Fundações Open Society, Burson- Marsteller e VoteWatch CIC .
 
Uma equipa de cientistas políticos principais - Simon Hix , da Escola de Economia e Ciência Política de Londres, bem como Kevin Cunningham e Michael Marsh do Trinity College de Dublin - vão fornecer previsões regulares sobre os resultados das eleições para o Parlamento Europeu de 2014.
 
AVISO: O projecto foi co-financiado pela União Europeia no quadro do programa de subvenção do Parlamento Europeu em matéria de comunicação. O Parlamento Europeu não está envolvido na sua preparação, pelo que não é, de forma alguma, responsável sobre a informação ou opiniões expressas no âmbito deste projecto . 

 

Fonte: http://europedecides.eu/2014/03/pollwatch-2014-socialists-still-in-front-but-lead-cut/ 

 

 

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