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O QUE É UM DEPUTADO, O QUE VISA, O QUE REPRESENTA E A QUEM SERVE?

Na minha opinião, o modelo dos círculos uninominais são melhores do que os grandes círculos eleitorais/proporcionais previamente determinados pelas cúpulas dos partidos, sendo que, para além de continuarmos sucessivamente a votar em alguém já escolhido, temos vindo a constatar que a maioria dos escolhidos já não representam sequer a proporção que deveriam representar, nem tão pouco o interesse local e regional e muito menos o interesse nacional.

««»» Será que a maioria dos deputados vigiam as acções do Governo e defendem os interesses de todos os portugueses?
- Temos vindo a constatar que não.

««»» Têm vindo a elaborar leis susceptíveis de melhorar as nossas vidas?
- Todos constatamos que não. Desde o 25 de abril que temos vindo a assistir à destruição do nosso país.

««»» Têm demonstrado ter necessárias capacidades e competências para produzir um discurso susceptível de levantar o moral nacional?
- Não é isso que constatamos.

««»» A maioria tem opiniões próprias?
- Se têm, não parece.

««»» A maioria dos deputados estudam devidamente os dossiers apresentados nas comissões especializadas?
- Têm vindo a demonstrar que não.

««»» Têm ao seu dispor equipas capazes que os ajudem a estudar e formular políticas alternativas?
- Não nos parece.

««»» Conseguem atuar com a necessária independência face aos partidos a cujo patrocínio devem a eleição?
- RESPONDAM 

Então como é que representam os portugueses e defendem o interesse local, regional e a coesão nacional?

 

PS Eleições primárias para deputados.jpg

SABIAM QUE: Podem os militantes do PS exigir eleições primárias (diretas) para a escolha dos melhores deputados?

Quem concorda com o processo de qualificação e democratização dos deputados e governantes?

Não é isto que os militantes e simpatizantes há muito defendem e exigem?

Se é, então porque é que os dirigentes não cumprem e os militantes e simpatizantes não exigem?

Não nos garantiam que "o partido continuaria a ser de todos os socialistas” e que defendiam "as primárias para a escolha dos melhores candidatos a deputado" por via de "eleições primárias/diretas"?

Pois então vamos a isso!

Se é isto que os militantes querem e há muito reivindicam, então:

★Exijamos que os dirigentes nacionais determinem os critérios e as metodologias objetivas para apresentação prévia das candidaturas individuais e respetiva fundamentação, tal como previsto no Regulamento Eleitoral;

★Exijamos que as Federações e respetivos Secretariados cumpram com o dever de dar conhecimento atempado e a todos os militantes sobre a informação necessária relativa a todo este processo;

★Exijamos um processo transparente, democrático e devidamente informado e participado, sendo que só assim poderão ser escolhidos os melhores de entre os melhores;

★Após a apresentação e fundamentação das candidaturas individuais, exijam que estas sejam remetidas à Comissão Política da Federação e à Comissão Política Nacional para que se inicie um processo de eleição direta (primárias), quer para a quota indicada pela Comissão Política Nacional, como para a quota a designar pela Comissão Política Distrital

 

VOLTO A PERGUNTAR A TOD@S @S DIRIGENTES DO PS:
★Onde estão os critérios objetivos formulados pela Comissão Política Nacional que visam a apresentação prévia de candidaturas, fundamentadas e individuais, ao Secretariado da Federação, devendo este dar conhecimento destas candidaturas à Comissão Política?

- Ver o Regulamento: http://www.ps.pt/regulamento-eleitoral-interno/regulamentos/regulamento-eleitoral-interno.html?layout=artigoimagemlivre#.dpuf

★★Como decorrem os processos eleitorais internos no PS?
Os processos eleitorais internos são marcados pela Comissão Nacional do Partido e processam-se de acordo com os regulamentos por esta aprovados (O Regulamento está no site do PS e obriga à determinação de critérios objetivos parra apresentação prévia de candidaturas, fundamentadas e individuais)
- Ver o que indicam as "perguntas e respostas frequentes: http://www.ps.pt/perguntas-frequentes/perguntas-frequentes/faqs.html?layout=artigoimagemlivre#como-decorrem-os-processos-eleitorais-internos-no-ps

 

Quais os direitos e deveres dos militantes do PS?

Concebendo a adesão a um Partido enquanto exercício livre da responsabilidade democrática, o PS consagra como direitos dos militantes, nomeadamente:
● Participar nas atividades do Partido;
● Eleger e ser eleito para os órgãos do Partido e exercer o direito de voto;
● Exprimir livremente a sua opinião a todos os níveis da organização do Partido e apresentar aos respetivos órgãos, críticas, sugestões e propostas sobre a organização, a orientação e actividade do Partido;
● Solicitar e receber apoio técnico, político e formativo com vista ao desempenho das suas funções militantes.
E como deveres, entre outros:
● Militar, de acordo com a sua disponibilidade e vocação, nos órgãos, estruturas e actividades do Partido;
● Tomar posse e desempenhar com competência, assiduidade e lealdade os cargos para que tenha sido eleito ou designado;
● Respeitar e cumprir os Estatutos;
● Pagar, de acordo com a sua disponibilidade financeira, uma quota.

O Partido Socialista é a organização política dos cidadãos portugueses e dos outros cidadãos residentes em Portugal que defendem inequivocamente a democracia e procuram no socialismo democrático a solução dos problemas nacionais e a resposta às exigências sociopolíticas do mundo contemporâneo
- Ver: http://www.ps.pt/perguntas-frequentes/perguntas-frequentes/faqs.html?layout=artigoimagemlivre#quais-os-direitos-e-deveres-dos-militantes-do-ps

 

Como posso ter uma participação mais activa no Partido?
Os militantes do partido PODEM participar e contribuir para as actividades do Partido, designadamente:
● Eleger e ser eleito para os órgãos do Partido e exercer em geral o direito de voto;
● Exprimir a sua opinião a todos os níveis da organização do Partido e apresentar, aos respetivos órgãos, críticas, sugestões e propostas sobre a organização, a orientação e a actividade do Partido;
● Participar em ações de apoio técnico, político e formativo com vista ao desempenho das suas funções de militantes;
● Participar em actividades das secções de base junto das quais se encontrem registados;
● Exprimir livremente a sua opinião a todos os níveis da organização do Partido e apresentar, aos respetivos órgãos, críticas, sugestões e propostas sobre a organização, a orientação e a actividade do Partido
- Ver: http://www.ps.pt/perguntas-frequentes/perguntas-frequentes/faqs.html?layout=artigoimagemlivre#como-posso-ter-uma-participação-mais-activa-no-partido

 

 

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PS-logo.jpg

 

 

ESTATUTOS DO PARTIDO SOCIALISTA

Download: PDF  (versão aprovada no XX Congresso Nacional e na Comissão Nacional de 31 de Janeiro de 2015)

 

Artigo 41º
(Dos órgãos da Federação)

b) A Comissão Política da Federação;

 

Artigo 47º
(Da composição da Comissão Política da Federação)

(NOTA: Têm sido estes os (i)responsáveis pela escolha dos deputados e representantes que temos)

1. A Comissão Política da Federação é composta por um mínimo de quinze e um máximo de setenta e um membros eleitos diretamente pelo Congresso da Federação.

2. São igualmente membros da Comissão Política da Federação, representantes da JS eleitos pelo respetivo órgão competente correspondentes a um décimo dos membros, a Presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas e o Presidente da Federação da JS

3. Participam nas reuniões da Comissão Política da Federação, sem direito de voto, os membros do Secretariado da Federação, os Presidentes das Concelhias, os Presidentes de Câmara, os Presidentes de Assembleias Municipais, os membros da Junta Regional e o Presidente da Assembleia Regional socialistas, ou os primeiros eleitos para estes órgãos municipais em listas do PS, e os membros de órgãos nacionais do Partido, membros do Governo Nacional, membros dos Governos Regionais, deputados à Assembleia da República, ao Parlamento Europeu e às assembleias regionais eleitos nas listas do PS, na área da Federação, bem como as dirigentes do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas.

4. Podem ainda assistir às reuniões da Comissão Política da Federação, quando para tal convidados pelo respetivo Presidente, os coordenadores dos departamentos federativos e os membros da direção do gabinete de estudos federativo.

5. Os membros do Secretariado da Federação podem suspender o seu mandato na Comissão Política da Federação, sendo os seus lugares ocupados pelos candidatos seguintes na ordem da respetiva lista, continuando a participar naquele órgão sem direito de voto, nos termos do n.º 3.

 

 

Artigo 47º
(Da composição da Comissão Política da Federação)

1. A Comissão Política da Federação é composta por um mínimo de quinze e um máximo de setenta e um membros eleitos diretamente pelo Congresso da Federação.

2. São igualmente membros da Comissão Política da Federação, representantes da JS eleitos pelo respetivo órgão competente correspondentes a um décimo dos membros, a Presidente do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas e o Presidente da Federação da JS

3. Participam nas reuniões da Comissão Política da Federação, sem direito de voto, os membros do Secretariado da Federação, os Presidentes das Concelhias, os Presidentes de Câmara, os Presidentes de Assembleias Municipais, os membros da Junta Regional e o Presidente da Assembleia Regional socialistas, ou os primeiros eleitos para estes órgãos municipais em listas do PS, e os membros de órgãos nacionais do Partido, membros do Governo Nacional, membros dos Governos Regionais, deputados à Assembleia da República, ao Parlamento Europeu e às assembleias regionais eleitos nas listas do PS, na área da Federação, bem como as dirigentes do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas.

4. Podem ainda assistir às reuniões da Comissão Política da Federação, quando para tal convidados pelo respetivo Presidente, os coordenadores dos departamentos federativos e os membros da direção do gabinete de estudos federativo.

5. Os membros do Secretariado da Federação podem suspender o seu mandato na Comissão Política da Federação, sendo os seus lugares ocupados pelos candidatos seguintes na ordem da respetiva lista, continuando a participar naquele órgão sem direito de voto, nos termos do n.º 3.

 

Artigo 48º

(Da competência da Comissão Política da Federação)

n) Coordenar o processo de designação dos candidatos a deputados à Assembleia da República indicados pela Federação, nos termos do artigo 79º; 

 

CAPÍTULO VI
DOS CARGOS POLÍTICOS

Artigo 79º
(Da designação para cargos políticos)

1. A designação para cargos políticos compete:

a) À Assembleia Geral da secção de residência, relativamente aos candidatos às assembleias de freguesia;

b) À Comissão Política Concelhia, quando se trate de cargos de âmbito concelhio ou relativamente às freguesias, às quais não corresponde secção de residência;

c) À Comissão Política da Federação Distrital, quando se trate de cargos de âmbito distrital; (Nota: Correspondendo os deputados a circulos eleitorais, mas sendo a sua atuação/representação determinada de âmbito nacional, será que os deputados corresponderão a cargos políticos de âmbito distrital?)

d) À Comissão Política da Federação Regional, quando se trate de cargos de âmbito regional;

e) À Comissão Política Nacional, quando se trate de cargos de âmbito nacional ou europeu.

2. As designações do primeiro candidato a cada Assembleia de Freguesia bem como do candidato à Presidência de Câmara Municipal são ratificados, respectivamente, pela Comissão Política Concelhia e pela Comissão Política da Federação

3. Quando a Comissão Política da estrutura territorialmente mais ampla ou a Comissão Política Nacional declarar, em resolução fundamentada, aprovada por maioria dos membros em efectividade de funções, a importância política para esse âmbito territorial da designação para os cargos a que se refere o número 1, podem tais designações, no todo ou em parte, ser por ela avocadas para deliberação ou ratificação.

4. A Comissão Política Nacional pode ainda deliberar, em última instância, em sede de recurso devidamente apresentado e fundamentado por qualquer dos órgãos da Concelhia ou da Federação Distrital ou Regional.

5. A Comissão Política Nacional, sob proposta do Secretário-Geral, tem o direito de designar candidatos para as listas de Deputados à Assembleia da República, tendo em conta a respectiva dimensão, indicando o seu lugar de ordem, num número global nunca superior a 30% do número total de deputados eleitos na última eleição em cada círculo eleitoral.

6. Sem prejuízo do disposto nos números anteriores, os processos de designação dos candidatos a titulares de cargos políticos ocorrem de acordo com os critérios e as metodologias estabelecidos em orientação aprovada pela Comissão Política Nacional.

7. Quando a Comissão Política Nacional considerar que uma lista de candidatos a Deputados à Assembleia da República, aprovada em Comissão Política da Federação, não cumpre os critérios e/ou as metodologias estabelecidos no número anterior, pode, por maioria dos membros em efectividade de funções, avocar a deliberação relativa à composição da lista.

8. O disposto no presente artigo não prejudica a faculdade da convocatória de eleições primárias para escolha de candidatos a titulares de cargos políticos nos termos e condições estabelecidos em Regulamento, por deliberação da Comissão Política Nacional, por sua iniciativa ou a solicitação das correspondentes estruturas do Partido.

Ver mais em: http://www.ps.pt/partido/estatutos-do-partido-socialista.html?layout=artigoimagemlivre#sthash.hcqFHFZ4.dpuf

 

 

Regulamento Eleitoral Interno e de Designação de Candidatos a Cargos de Representação Política 

Artigo 17.º
(Da Designação dos candidatos a Deputados à Assembleia da República)

  1. Compete à Comissão Política da Federação de cada círculo eleitoral aprovar a constituição da lista de candidatos a deputados à Assembleia da República.
  2. O procedimento de designação da lista de candidatos, sujeito sempre à observância dos critérios objetivos formulados pela Comissão Política Nacional, é feito nos seguintes termos:
    1. Apresentação prévia de candidaturas, fundamentadas e individuais, ao Secretariado da Federação, devendo este dar conhecimento destas candidaturas à Comissão Política da Federação;
    2. Apresentação de lista para votação em reunião da Comissão Política da Federação, sob proposta do Secretariado da Federação;
    3. Decorridos 5 dias após a votação referida na alínea anterior ou esta se converte em definitiva ou há lugar a nova deliberação se, nesse prazo, for proposta uma lista alternativa, cuja propositura seja subscrita cumulativamente por 10% dos militantes da Federação com capacidade eleitoral, um terço dos membros da Comissão Política da Federação e com observância dos critérios objectivos formulados pela Comissão Política Nacional;
    4. No caso previsto no final da alínea anterior as listas são colocadas à votação de todos os militantes com capacidade eleitoral inscritos na respectiva Federação.
  3. A Comissão Política Nacional, sob proposta do Secretário-Geral, tem o direito de designar candidatos para as listas de deputados, tendo em conta a respectiva dimensão, indicando o seu lugar de ordem.

 

Artigo 18.º
(Da votação de listas alternativas)

  1. Ocorrendo a votação de listas em alternativa, há lugar a novo procedimento eleitoral interno que se regerá pelas normas previstas neste Regulamento com as adequações que se tornem necessárias para o efeito.
  2. As listas propostas nos termos da alínea c), nº 2 do artigo 17º ser apresentadas à Mesa da Comissão Política da Federação, a quem caberá aferir da regularidade e admissão das mesmas.
  3. A Mesa da Comissão Política da Federação dispõe do prazo de 24 horas para notificar as listas apresentadas da sua admissão ou para, em idêntico prazo de 24 horas, procederem à regularização de qualquer desconformidade detetada.
  4. Pelo período de 10 dias os candidatos terão oportunidade de apresentar as suas candidaturas em todo o distrito.
  5. As eleições terão lugar no 17º dia contado do final do prazo previsto para apresentação das listas.
  6. Os resultados desta votação serão apurados de acordo com o princípio da proporcionalidade, competindo à Comissão Política da Federação, sob proposta da Mesa, promover a ordenação final da lista, conjugando o princípio da paridade e a ordem de eleição dos membros das listas concorrentes, no respeito pelos resultados verificados.
  7. A reunião da Comissão Política da Federação que se refere o número anterior deverá ter lugar no prazo de 3 dias após a realização do ato eleitoral identificado neste artigo.

Ver mais em: http://www.ps.pt/regulamento-eleitoral-interno/regulamentos/regulamento-eleitoral-interno.html?layout=artigoimagemlivre#sthash.pL5ZZLlB.dpuf 

 

 

Comissão Política Distrital - PORTO

 É aos Dirigentes de todas as estruturas e aos membros das Comissões Políticas Nacional e Distritais que têm de ser exigidas as devidas (i)responsabilidades sobre todo este processo e respetivas escolhas.

Presidente da Mesa da Comissão Política Distrital  ( eleita na CPF de 13 de Out de 2014)

Mário de Almeida

1.º Secretário

Nelson Coelho Oliveira

2.º Secretário

Cláudia Teixeira Motta

 

 CPF eleita no XVI Congresso em Santo Tirso em 21 de Setembro de 2014

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Tipo

qualidade

ordem

nome

EleitoCPF

Membro

1

MARIO HERMENEGILDO MOREIRA ALMEIDA

EleitoCPF

Membro

2

ABILIO PEREIRA SANTOS

EleitoCPF

Membro

3

ANA MARIA MARTINS RODRIGUES

EleitoCPF

Membro

4

ADAO CESAR TEIXEIRA  SOUSA

EleitoCPF

Membro

5

ALFREDO COSTA SOUSA

EleitoCPF

Membro

6

ANA MARIA MOREIRA FERREIRA

EleitoCPF

Membro

7

ANTONIO FERNANDO SILVA OLIVEIRA

EleitoCPF

Membro

8

ANTONIO JOSE RIBEIRO BRAZ

EleitoCPF

Membro

9

ANGELA RAQUEL OLIVEIRA MOREIRA

EleitoCPF

Membro

10

ARMANDO MARTINS PAIVA

EleitoCPF

Membro

11

ARMINDO JOSE CUNHA ABREU

EleitoCPF

Membro

12

ARIANA MARIA CACHINA PINHO

EleitoCPF

Membro

13

CARLOS MANUEL PORTELA ARAUJO

EleitoCPF

Membro

14

FERNANDO CERQUEIRA

EleitoCPF

Membro

15

CANDIDA PAULA OLIVEIRA F SILVA ROSEIRA

EleitoCPF

Membro

16

HELDER ALBERTO PEREIRA GONÇALVES

EleitoCPF

Membro

17

HUGO FILIPE RAMALHO CAMPOS

EleitoCPF

Membro

18

CARLA ALEXANDRA ABREU MAIA VALE

EleitoCPF

Membro

19

ILIDIO RENATO GARRIDO MATOS PEREIRA

EleitoCPF

Membro

20

IVO VALE NEVES

EleitoCPF

Membro

21

CARLA PATRICIA MARQUES SILVA

EleitoCPF

Membro

22

JOAQUIM FERNANDO SILVA BONIFACIO

EleitoCPF

Membro

23

JOEL ANDRE FERREIRA AZEVEDO

EleitoCPF

Membro

24

CLAUDIA ALEXANDRA COELHO SILVA MIRANDA

EleitoCPF

Membro

25

JOSE ANTONIO SOARES NEVES

EleitoCPF

Membro

26

JOSE CARLOS CIDADE RODRIGUES OLIVEIRA

EleitoCPF

Membro

27

CLAUDIA ISABEL ALVES TEIXEIRA MOTA

EleitoCPF

Membro

28

JOSE FERNANDO SILVA MOREIRA

EleitoCPF

Membro

29

JOSE FILIPE FREITAS BRAGANÇA CUNHA

EleitoCPF

Membro

30

CLAUDIA PATRICIA SANTOS NOGUEIRA

EleitoCPF

Membro

31

JOSE LUIS COSTA CATARINO

EleitoCPF

Membro

32

JOSE LUIS GARCEZ ALVES SA

EleitoCPF

Membro

33

CRISTINA LASALETE CARDOSO VIEIRA

EleitoCPF

Membro

34

JOSE MANUEL CASTELO BRANCO PRATA

EleitoCPF

Membro

35

JOSE MANUEL SILVA BRAGA

EleitoCPF

Membro

36

DORA MARISA GOMES PINTO

EleitoCPF

Membro

37

JOSE PEDRO S.FERREIRA MACHADO

EleitoCPF

Membro

38

JOSE RIBEIRO COSTA NUNES

EleitoCPF

Membro

39

DULCE CONCEIÇAO FERREIRA RAMOS

EleitoCPF

Membro

40

MANUEL FERNANDO SILVA CARNEIRO

EleitoCPF

Membro

41

MANUEL JULIO MARQUES RODRIGUES

EleitoCPF

Membro

42

GRACINDA MARIA C.MOREIRA ROCHA

EleitoCPF

Membro

43

MARCO REGIS LACOMBLEZ LEITAO

EleitoCPF

Membro

44

MICAEL CARLOS PEREIRA N.CARDOSO

EleitoCPF

Membro

45

IDALINA ROSARIO C.V.MARTINS CARVALHO

EleitoCPF

Membro

46

MIGUEL ANGELO PIMENTEL CASTRO

EleitoCPF

Membro

47

MIGUEL MARQUES LEMOS RODRIGUES

EleitoCPF

Membro

48

MARGARIDA MOREIRA PAULO GOMES

EleitoCPF

Membro

49

NELSON ANGELO COELHO OLIVEIRA

EleitoCPF

Membro

50

NUNO FILIPE BRITO FONSECA

EleitoCPF

Membro

51

MARIA CONCEIÇAO A.FERNANDES LOUREIRO

EleitoCPF

Membro

52

NUNO MIGUEL COSTA ARAUJO

EleitoCPF

Membro

53

ORLANDO BARROS GASPAR

EleitoCPF

Membro

54

MARIA FATIMA FERREIRA MARTINS ROCHA

EleitoCPF

Membro

55

PAULO ANTONIO GOMES RAMOS CARVALHO

EleitoCPF

Membro

56

MARIA MANUEL SILVA RAMOS

EleitoCPF

Membro

57

PAULO JORGE PINHEIRO EÇA GUIMARAES

EleitoCPF

Membro

58

MARIA MANUELA ORNELAS FONSECA AMARAL

EleitoCPF

Membro

59

PAULO SERGIO FERNANDES ROCHA

EleitoCPF

Membro

60

MARIA ODETE CORREIA GUIMARAES

EleitoCPF

Membro

61

PAULO SERGIO LEITAO BARBOSA

EleitoCPF

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PS_Legislativas 2015_Macroeconomia.jpg

Hoje, descobri que sou um deficitário ser humano, com elevado deficit de leitura e com um gigante deficit de capacidades de análise.

Constatei que há por aí uns deuses ou super-homens da escrita, da leitura e da análise que até assustam o comum dos cidadãos.

 

Como não confio em pequenos pontos de cenário e muito menos em análise por pontos, as quais são feitas sem sequer se lerem e estudarem aprofundadamente os documentos (que creio serem minimamente rigorosos) e, pior, sem sequer se darem ao trabalho de conhecerem a verdadeira realidade do país, vou primeiro (re)ler e analisar, com a devida atenção, as 95 páginas deste contributo e depois direi algo.

 

Para já, sinto que andamos todos muito longe dos deuses que redigem a bíblia e muito mais longe andaremos dos super-homens que a lêem e analisam numa ou duas horas. 

Nem sei se sou eu que sou demasiadamente lento ou se há por aí uns super-homens da escrita, da leitura e da análise ou, quem sabe, não andarão por aí uns deuses que (re)escrevem e lêem a bíblia numa ou duas horas, tudo isto sem conhecerem o mínimo das "sagradas escrituras".

 

Uma década para Portugal (PS)

RelatórioAbril, 2015

 

ÍNDICE

SUMÁRIO EXECUTIVO

PRINCÍPIOS DE GOVERNAÇÃO ECONÓMICA PELA CONFIANÇA NO FUTURO

DIAGNÓSTICO ECONÓMICO E SOCIAL

Desempenho macroeconómico

TerritórioOs fatores de crescimento

Mercado de Trabalho

Situação social

O CENÁRIO MACROECONÓMICO

O cenário central inicial

Dois cenários adicionais: oportunidades e riscos

MEDIDAS PARA TRANSFORMAR AS CONDIÇÕES DE CRESCIMENTO DA ECONOMIA PORTUGUESA

Uma política social mais equitativa e um mercado de trabalho mais justo e eficiente

O contrato para a equidade laboral

Responsabilizar as empresas pelos custos sociais do desemprego

Complemento salarial anual

Política social mais equitativa: Um sistema de pensões sustentável através de um compromisso intergeracional estável e maior eficácia e rigor nas prestações redistributivas

Reposição de mínimos sociais

Diversificação do financiamento da Segurança Social

Uma fiscalidade promotora da criação de emprego e dos investimentos em capital humano

Aumento da progressividade do IRS, nomeadamente através da eliminação gradual da sobretaxa

Compromisso de apoio ao rendimento e redução de restrições de liquidez das famílias

Redução dos custos com o cumprimento das responsabilidades fiscais

Redução do IVA da restauração de 23% para 13%

Tributação do património imobiliário

Agravamento do IMI para habitações não utilizadas como residência

Imposto Municipal sobre Transações

Imposto sobre heranças de elevado valor

Um sistema educativo para um mundo globalizado

Organização das escolas - Criação de um quadro docente estável nas escolas

Aprofundamento das experiências piloto feitas com escolas e no âmbito dos TEIP no sentido de um combate sério ao abandono escolar e à retenção

Aposta num ensino secundário profissionalizante feito em colaboração estreita entre as escolas e empresas

Reforçar o acesso e a empregabilidade no ensino superior

Formação ao longo da vida

Promoção das competências técnicas e sociais da Administração Pública

Políticas de emprego público e mobilidade

Política salarial e de carreiras

Criação de “Centros de competências”

Desenvolvimento territorial

Descentralização e desconcentração dos serviços da AP

Aumento da celeridade, acessibilidade e confiança no recurso à Justiça

O papel das privatizações e concessões e a regulação do mercado do produto

Investimento, inovação e internacionalização das empresas portuguesas

Aumentar o investimento com execução extraordinária de fundos europeus

Reforço excecional e simplificação do crédito fiscal ao investimento (alteração no RFAI e no regime contratual)

Capitalização das empresas e desbloqueamento do financiamento aos bons projetos

“Pacote de Apoio à Internacionalização”: As empresas que internacionalizam reforçam-se em Portugal 84 4.5.5 Promoção da reabilitação urbana e requalificação do património histórico

Desenvolver a “Ligação Universidade-Empresa” para um novo patamar de inovação

Descobrir e acelerar a inovação

A reforma da desburocratização para as empresas: menos tempo, pessoas e recursos dedicados à burocracia (SIMPLEX)

CENÁRIO FINAL

ANEXOS

 

PS_Legislativas 2015_Macroeconomia_Cenário Final.

PS_Legislativas 2015_Macroeconomia_Evolução do P

 

 

PS_Legislativas 2015_Macroeconomia_Evolução do S

 

PROGRAMAS DE GOVERNO:

Pode consultar aqui o Programa do Partido Social Democrata apresentado nas últimas eleições legislativas 2009-2013.

Pode consultar aqui o Programa do Partido Socialista apresentado nas últimas eleições legislativas 2009-2013

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Olhem, vêm aí Abril e dizem que anda por todo lado a festa da Democracia e da Liberdade. 

Tal como a maioria das instituições públicas, o "meu" querido Município de Baião também tem um espaço "público" nas redes sociais. Coloquei "público" entre aspas, porque me parece que há gente por terras de Baião que, passados mais de 40 anos após o 25 de Abril, ainda não saibam o que é a participação cívica e política em liberdade e democracia.

 

O facto é que nesse espaço "público" (?) (também pago por via dos meus e seus impostos) nem todos têm o mesmo direito de intervenção.

Uns são filhos de Baião e outros mais parecem excomungados.

Uns, sendo ou não de Baião, podem comentar livremente as notícias e opiniões ali partilhadas, mas o certo é que muitos dos que gostam de trabalhar e se manifestar em prol de uma intervenção cívica e política devidamente democrática e em plena liberdade (no melhor sentido do termo), desde logo são afastados, excluídos ou impedidos de poder comentar o espaço que o Município de Baião tem nas redes sociais e que utiliza como instrumento de informação pública e/ou de instrução política, tantas vezes com uma liberdade e democracia indevidamente controlada e muito debilitada.

 

José Luís Carneiro imprimia na sua candidatura à Federação Distrital do PS Porto que encabeçava um "projeto político que se quer democrático, abrangente, mobilizador e inclusivo,..."

 

Será que sabe qual é o significado de democracia, de abrangência e de inclusão?

Sabiam que o PS Baião não tem Mesa de Assembleia Geral, nem sequer reúne em Assembleia Geral desde que o José Luís Carneiro tomou conta do poder? 

 

Imprimia ainda na Convenção Autárquica do PS que "não tem existido de uma forma geral um processo alargado de participação,...

Pois, mas como é que se pretende "alargar" essa participação? Fechando as instituições públicas e as estruturas políticas, impedindo os cidadãos da livre participação?

 

Mas continuava o José Luís Carneiro a apregoar o que não pratica e a imprimir nos seus textos e programas/projetos o seguinte: "a política é um dever de todos, ..., sendo que os cidadãos devem não só ter acesso a toda a informação, clara e útil, como serem chamados a se envolverem na decisão"...

 

Serem chamados a envolverem-se, como? Com estes exemplo do nosso Município de Baião, onde apelam à nossa participação, mas ao mesmo tempo nos impede de podermos participar? Quem é que tem o dom ou privilégio aristocrata oun senhorial para poder participar e observar sobre o que é publicado?

 

José Luís Carneiro gosta ainda de apregoar por todo o lado e aos jornais que, com ele, será "garantido que o partido continuará a ser de todos os socialistas”.

 

Mas quem é esse todo? Onde anda esse todo? Como participa esse todo? Que portas de Abril são abertas ou que aristocracia as mantém fechadas? Por onde anda o socialismo democrático? 

 

Há sujeitos de direita que mais parecem de esquerda, mas, infelizmente, há aprendizes de esquerda que nunca deixaram de ser de direita e que mais parecem andarem em busca do modelo senhorial ou aristocrata do que dos valores Republicanos e de Abril.

 

É tudo muito bonito por alturas dos períodos eleitorais, mas, e depois?

Afinal em que é que ficamos?

Apregoar é muito fácil!!!

 

VIVA ABRIL, A LIBERDADE E A DEMOCRACIA

VIVA A LIBERDADE DE PARTICIPAÇÃO E DE OPINIÃO

VIVA BAIÃO, VIVA BAIÃO, VIVA BAIÃO, MAS AMORDAÇADO É QUE NÃO!!!

PS Baião_14_4_2015 Não se pode comentar pagina d

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Partido Socialista: Entrevista a António Costa na RTP (11/03/2015)

por José Pereira (zedebaiao.com), em 12.03.15

"Ninguém tem dúvidas que eu não sou apoiante deste Governo", sendo que "estamos a fazer o nosso caminho com a tranquilidade de quem sabe que está a fazer o caminho certo", afirmou António Costa.

Veja aqui a entrevista que o líder do Partido Socialista - PS (António Costa) deu no dia 11/3/2015 à RTP e onde se conclui que "a mudança política em Portugal ajudará a mudar o xadrez na Europa", tendo António Costa sublinhado que "o nosso país tem que ter a ambição de melhorar e de poder regressar à situação em que se encontrava aquando da entrada da União Europeia". 

Entrevista com António Costa na RTP.jpg

António Costa começou por clarificar que o país está muito diferente, mas para pior e por diversos motivos relacionados com a má governação em tempos de crise. O líder do PS salientou bem o seu desagrado para com o atual Governo e para com o atual rumo de (des)governação, tendo referido que "ninguém tem dúvidas que eu não sou apoiante deste Governo".

 

António Costa reafirmou que o atual Governo continua a insistir na mesma receita de austeridade e insensibilidade, bem como a acreditar numa estratégia de empobrecimento, confundindo a governação rigorosa com os sucessivos cortes de salários e pensões, entre outras políticas de ataque aos trabalhadores e ao Estado Social e de Direito Democrático.

 

Já no que respeita às grandes questões económicas, o Secretário Geral do PS e candidato a primeiro ministro afirmou que no fim de março divulgará um estudo macro-económico sobre o país, o qual foi solicitado pelo PS a um grupo de onze economistas. Mas relativamente a esta matéria António Costa acabou por sublinhar que "Portugal recuou dez anos na riqueza produzida pelo país, adiantando que Portugal não está mais equilibrado nas contas" e que "temos atualmente uma dívida superior à que tínhamos no início do programa de ajustamento".

 

Um futuro governo socialista, liderado por António Costa, apontará as primeiras prioridades para a "estabilidade laboral e de rendimentos", defendendo o PS que "tem de se promover uma maior atividade económica", a qual passará necessáriamente "pelo aumento do salário mínimo nacional", por "repor os valores que foram cortados nos salários e pensões" e "reduzir o IVA na restauração para a taxa intermédia (13%)". O Secretário Geral do PS defendeu ainda "um amplo programa de reabilitação urbana, capaz de dinamizar o setor da construção civil e a fileira industrial deste sector", "não das grandes obras, mas da reabilitação e requalificação do edificado", entre outras propostas que serão brevemente apresentadas.

 

Mas a promoção e dinamização das atividades económicas não se poderá resumir apenas a este vetor. Segundo António Costa, também passará por "uma política de emprego dirigida, não só aos jovens, mas também aos desempregados de longa duração", sendo que o desemprego é hoje o maior tormento das famílias portuguesas, tantas vezes já sem esperança em encontrar uma nova oportunidade.

 

Relativamente aos dois casos mediáticos, nomeadamente sobre a questão do incumprimento de Passos Coelho à Segurança Social e sobre o caso de José Sócrates, o Secretário Geral do PS esclareceu que não pediu a demissão do primeiro-ministro por ter "uma reacção quase visceral à política de casos", deixando esse caso para julgamento dos eleitores portugueses. Já quanto ao casos de José Sócrates António Costa reafirmou que "o PS está a saber lidar com elevação", sendo que continua a acreditar em três pilares base do Estado de Direito, nomeadamente,  "a separação de poderes, o funcionamento do sistema de Justiça e a garantia da presunção de inocência"

 

Quando questionado sobre as propostas concretas de governação, António Costa referiu que "tudo tem o seu próprio tempo", tendo-se comprometido a apresentar aos portugueses o Programa de Governo, proposto pelo Partido Socialista, em momento oportuno e a tempo de poder ser debatido antes das eleições, tendo adiantado a data de 6 de junho para esse efeito. Até lá, os portugueses poderão debruçar-se sobre a visão que António Costa e o PS apresentaram na "Agenda para a Década", a qual serviu de base à sua eleição enquanto Secretário-Geral do PS e debatida pelos delegados ao XX Congresso do Partido Socialista. Nos últimos tempos o PS tem vindo a apresentar um conjunto de propostas de âmbito estrutural e para a valorização do território:

Propostas e Programa de Governo do PS 2015.jpg

 

XX Congresso - António Costa - Apresentação da Agenda para a Década

 

Algumas notas sobre o percurso do PS:

 
1. Proposta do PS é o caminho adequado e exigente para a transparência na vida política(Notícias)... é outras das propostas da iniciativa do PS, lembrando Jorge Lacão que “foi por iniciativa de um governo do PS, em 2002, que a lei relativa à criminalidade económico-financeira ...Criada em Sex março 2015
2. Primeiro-Ministro tem que esclarecer todas as dúvidas(Notícias)... Costa criticou ainda a maioria PSD/CDS por ter chumbado “na semana passada, as propostasapresentadas [na Assembleia da República], pelo PS, tendo em vista suspender as penhoras de casa própria ...Criada em Sex março 2015
3. Compromissos para uma nova visão sobre o território(Notícias)... Costa elencou ainda algumas das muitas propostas resultantes do encontro: a criação de uma Unidade de Missão de Valorização do Interior a funcionar junto do Gabinete ...Criada em Sáb fevereiro 2015
4. Gabinete de Estudos apresentará programa eleitoral que devolverá a esperança aos portugueses(Notícias)... ficou marcado pela discussão de uma numerosa e diversa quantidade de propostas. O Diretor do Gabinete de Estudos sintetizou com algumas das propostas saídas deste debate: democratização ...Criada em Sáb fevereiro 2015
5. O poder local é determinante para o desenvolvimento de Portugal(Notícias)... os presentes a contribuirem ativamente com as suas ideias e sugestões para enriquecerem apropostas eleitoral do PS. "Vamos ao longo do dia de hoje ter oportunidade de debater matérias ...Criada em Sáb fevereiro 2015
6. Novas regras da PAC ameaçam produtores de leite(Notícias)... que ouviu ainda um conjunto de propostas e de recomendações que, na perspetiva da CONFAGRI, deverão ser tidas em conta no futuro governo do Partido Socialista. António ...Criada em Sex fevereiro 2015
7. Nota de Pesar pelo falecimento de António Sousa Gomes(Notícias)... contributos para as estratégias de desenvolvimento nacional e defendeu, com frequência, propostasde medidas para melhorar e fazer crescer a Economia portuguesa. O Partido Socialista ...Criada em Sex fevereiro 2015
8. PS apresenta propostas para reanimar o investimento na economia portuguesa(Notícias)O Partido Socialista apresentou hoje na Assembleia da República seis propostas para dinamizar o investimento na economia portuguesa.  "Se as exportações de hoje ...Criada em Qua fevereiro 2015
9. Aposta no investimento e modernização da economia exige um consenso patriótico(Notícias)O Partido Socialista lamentou hoje o caminho escolhido pelo Governo para equilibrar as contas do país e apresentou propostas para investir e modernizar a economia portuguesa. Durante um ...Criada em Qua fevereiro 2015
10. PS tinha razão sobre penalização do enriquecimento injustificado(Notícias)...  Eduardo Ferro Rodrigues considerou que “aquilo que ficou demonstrado foi que o PS tinha razão com a decisão que o TC tomou sobre esta matéria. Esperamos que as propostas ...Criada em Qui fevereiro 2015
11. PS tinha razão sobre penalização do enriquecimento injustificado(Notícias)...  Eduardo Ferro Rodrigues considerou que “aquilo que ficou demonstrado foi que o PS tinha razão com a decisão que o TC tomou sobre esta matéria. Esperamos que as propostas ...Criada em Qui fevereiro 2015
12. Mulheres Socialistas denunciam Governo de não salvaguardar os direitos das pessoas(Notícias)... doméstica e seus menores, sob proposta apresentada pelo Partido Socialista. Ontem, por exemplo, já vem apresentar, títulos de propostas para esta mesma questão. Não ...Criada em Sáb fevereiro 2015
13. Austeridade deixa dois milhões de portugueses na pobreza(Notícias)... as propostas do PS para minorar os problemas sociais em Portugal”, lembrou.    ...Criada em Sex janeiro 2015
14. Austeridade deixa dois milhões de portugueses na pobreza(Notícias)... as propostas do PS para minorar os problemas sociais em Portugal”, lembrou. Acompanhe a atividade do PS no Parlamento aqui    ...Criada em Sex janeiro 2015
15. É necessário um vasto consenso nacional na luta contra o terrorismo(Notícias)... Ferro Rodrigues, defendeu “a construção de um vasto consenso nacional em matéria de luta contra o terrorismo”, salientando que “não bastam propostas demasiadamente ...Criada em Qua janeiro 2015
16. Este Governo não tem emenda(1392)... todas as propostas apresentadas pela bancada socialista de alteração ao Orçamento do Estado para 2015. As altas taxas de desemprego em Portugal mereceram igualmente uma forte crítica ...Criada em Qui dezembro 2014
17. Unidos e mobilizados na construção da alternativa(1392)... da Década” contém propostas para que “as desigualdades de género diminuam” e se afirme “uma nova cultura para a cidadania e a igualdade”. Elza Pais ...Criada em Qui dezembro 2014
18. Costa pede maioria absoluta(1392)... e nas questões sociais, não deixou de criticar veementemente o “radicalismo ideológico da direita” que levou o Governo e a maioria a chumbar propostas socialistas de alteração ...Criada em Qui dezembro 2014
19. Há um fosso entre as propostas do PS e a política deste Governo(Notícias)O secretário-geral do PS defendeu hoje junto do primeiro-ministro um compromisso para que o país tenha um projeto comum, mas acrescentou que a construção desse projeto deve ...Criada em Qui dezembro 2014
20. “Governo assumiu empobrecimento como estratégia”(Notícias)... propostas do PS “que permitiam mais apoio aos desempregados de longa duração e às crianças mais pobres”.  ...Criada em Qui dezembro 2014
21. “Governo assumiu empobrecimento como estratégia”(Notícias)... propostas do PS “que permitiam mais apoio aos desempregados de longa duração e às crianças mais pobres”.  ...Criada em Qui dezembro 2014
22. Interpelação sobre combate à pobreza dia 3 de dezembro(Notícias)... com o Executivo. “Depois de vermos também rejeitadas algumas das propostas que apresentámos no Orçamento de Estado para fazer face a esta situação, merece ...Criada em Qua novembro 2014
23. Interpelação sobre combate à pobreza dia 3 de dezembro(Notícias)... com o Executivo. “Depois de vermos também rejeitadas algumas das propostas que apresentámos no Orçamento de Estado para fazer face a esta situação, merece ...Criada em Qua novembro 2014
24. OE2015 não tem “consistência nem consciência”(Notícias)... de Orçamento sem consistência nem consciência” e, para isso, “apresentou um conjunto de propostascirúrgicas, responsáveis, mas que respondem à urgência ...Criada em Ter novembro 2014
25. OE2015 não tem “consistência nem consciência”(Notícias)... de Orçamento sem consistência nem consciência” e, para isso, “apresentou um conjunto de propostascirúrgicas, responsáveis, mas que respondem à urgência ...Criada em Ter novembro 2014
26. Orçamento do Estado para 2015 não é reformável(Notícias)... do desenvolvimento, a defesa da justiça, do ponto de vista da igualdade de direitos e a promoção da equidade territorial. Aqui pode ler as propostas de alteração ...Criada em Qui novembro 2014
27. Orçamento do Estado para 2015 não é reformável(Notícias)... do desenvolvimento, a defesa da justiça, do ponto de vista da igualdade de direitos e a promoção da equidade territorial. Aqui pode ler as propostas de alteração ...Criada em Qui novembro 2014
28. OPINIÃO | AVANÇAMOS JUNTOS PARA MOBILIZAR PORTUGAL(1391)... no governo. Para estancarmos a sangria, desunião e desmobilização temos de ser um exemplo inspirador. O país precisa de um PS líder e com propostas e reformas claras, ...Criada em Seg novembro 2014
29. PS quer maioria absoluta(1391)... provenientes do Laboratório de Ideias e Propostas para Portugal (LIPP) e da Convenção Novo Rumo, a moção defende, entre um conjunto de outras medidas, a recuperação ...Criada em Seg novembro 2014
30. O dia seguinte(1390)... Nacional das Mulheres Socialistas (DNMS) vai continuar a participar com a sua voz ativa na apresentação de propostas para a resolução dos problemas do nosso país. Um ...Criada em Qua outubro 2014
31. PS contra enfraquecimento do Conselho das Comunidades Portuguesas(1390)As mudanças de funcionamento do Conselho das Comunidades Portuguesas (CCP) propostas pelo Governo de direita resultarão num “distanciamento e “enfraquecimento” ...Criada em Ter outubro 2014
32. Preparar alternativa à direita(1390)... para um debate mais alargado que inclua, por um lado, as propostas avançadas pelo manifesto dos 74, e, por outro lado, outras opiniões que possam contribuir para soluções de ...Criada em Ter outubro 2014
33. XX Congresso Nacional do PS(Uncategorised)... do "Acção Socialista" ] [ Diretor do "Portugal Socialista" ] Propostas de Revisão dos Estatutos [ Primeiro subscritor: ANTÓNIO COSTA ] [ Primeiro subscritor: ...Criada em Qui outubro 2014
34. PS junta LIPP e Novo Rumo para preparar moção de estratégia(Notícias)O Partido Socialista promoveu esta quinta-feira uma reunião conjunta do Conselho Coordenador do LIPP – Laboratório de Ideias e Propostas para Portugal, dos Coordenadores dos ...Criada em Sex outubro 2014
35. SUPLEMENTO | ANTÓNIO COSTA(1389)... nacionais. É esta armadilha que por vezes leva os partidos socialistas e social-democratas a ceder à ideia de que não é possível ter outras propostas políticas ...Criada em Qui setembro 2014
36. SUPLEMENTO | ANTÓNIO JOSÉ SEGURO(1389)... uma outra política europeia que ponha o acento tónico na coesão social e criação de emprego? Com voz firme na Europa e com propostas concretas como temos dito e apresentado. ...Criada em Qui setembro 2014
37. ENTREVISTA | “Queremos promover a modernização administrativa das freguesias”(1389)... aos grupos parlamentares e aos partidos propostas de alterações ao estatuto do eleito local que permitam ter mais eleitos a trabalhar em permanência nas freguesias. As alterações ...Criada em Qui setembro 2014
38. PS quer reforço das incompatibilidades dos titulares de cargos políticos e públicos(Notícias)... propostas apresentadas, além da obrigatoriedade da revelação da origem dos rendimentos, António José Seguro quer alargar o regime de impedimentos ao “exercício ...Criada em Ter setembro 2014
39. PS exige que Governo clarifique se vai manter CES no Orçamento para 2015(Notícias)... as propostas de alteração ao decreto relativo aos cortes salariais. O diploma retira as referências às reduções para lá de 2015 e à contribuição ...Criada em Ter setembro 2014
40. PS apresentará proposta no Parlamento para que portugueses possam escolher deputados(Notícias)... político em Portugal. “Uma das propostas que vamos apresentar brevemente na Assembleia da República é de permitir que os portugueses possam escolher o seu deputado à AR", ...Criada em Dom agosto 2014
41. Acordo de parceria atrasado prejudica a economia portuguesa(Notícias)... sublinhou que “sempre que o Governo pede contributos ou propostas ao Partido Socialista, o Partido Socialista não falha ao país”. “O Partido Socialista gostaria mesmo de ...Criada em Qua julho 2014
42. Proteger empresas cumpridoras(1388)António José Seguro anunciou que o PS vai apresentar brevemente na Assembleia da República duaspropostas visando o apoio às empresas cumpridoras. Falando ...Criada em Ter julho 2014
43. Seguro acusa Passos de destruir em três anos três gerações(1388)... cinco propostas para relançar a economia. J. C. CASTELO BRANCO   ANTÓNIO José Seguro traçou um retrato “negro" sobre a atual situação do ...Criada em Ter julho 2014
44. EDITORIAL | ELEIÇÕES PRIMÁRIAS SÃO UM DESAFIO PARA TODOS(1388)... e as suas políticas ultraliberais que acentuaram de forma obscena as desigualdades e a pobreza no nosso país O debate de ideias e propostas que marcará as eleições ...Criada em Ter julho 2014
45. Livro "Compromisso com a Região" é um "grito de alerta contra mentalidade centralista"(Notícias)... as ideias, o projeto e as propostas, e só depois a escolha dos candidatos. Também por isso o PS teve uma grande vitória nas autárquicas no distrito do Porto", afirmou o ...Criada em Sáb julho 2014
46. PS quer esclarecimentos do presidente da Comissão para a Reforma da Fiscalidade Verde(Notícias)... de Economia e Obras Públicas e do Orçamento e Finanças, para conhecer a motivação e discutir os contornos das propostas apresentadas. O vice-presidente do grupo ...Criada em Qui julho 2014
47. Deputado José Junqueiro interpela primeiro-ministro(Notícias)... o estado de emergência”, feito por Passos Coelho na sua intervenção inicial, para perguntar se é desta que o governo “vai seguir as propostas do PS e implementar ...Criada em Qui julho 2014
48. Deputado José Junqueiro interpela primeiro-ministro(Notícias)... o estado de emergência”, feito por Passos Coelho na sua intervenção inicial, para perguntar se é desta que o governo “vai seguir as propostas do PS e implementar ...Criada em Qui julho 2014
49. Partido Socialista apresenta cinco propostas para relançar a economia(Notícias)O Secretário-geral do PS aproveitou o debate sobre o Estado da Nação para criticar a estratégia seguida pelo Governo nos últimos três anos e apresentar propostas ...Criada em Qua julho 2014
50. Partido Socialista apresenta cinco propostas para relançar a economia(Notícias)O Secretário-geral do PS aproveitou o debate sobre o Estado da Nação para criticar a estratégia seguida pelo Governo nos últimos três anos e apresentar propostas ...Criada em Qua julho 2014

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"PORTUGAL ESTÁ DIFERENTE"

por José Pereira (zedebaiao.com), em 25.02.15

A Costa 2015 Portugal Está Diferente Nuno Melo_2.

Poderemos fazer as interpretações que quisermos de uma frase, até porque é certo que "Portugal está diferente", MAS MESMO MUITO DIFERENTE! MAS PARA MUITO PIOR.

 

Está agora "em monitorização específica, por desequilíbrios económicos excessivos" no que respeita à dívida e ao desemprego galopantes.


Veja-se que até a Comissão Europeia, no quadro das análises feitas no contexto do semestre económico, voltou a colocar Portugal sob vigilância apertada devido ao valores excessivamente elevados da dívida e do desemprego, áreas que precisam ser acompanhadas de perto, tendo a Comissão decidido colocar cinco Estados-membro, entre os quais Portugal, sob "monitorização específica, por desequilíbrios económicos excessivos".


Não sei se os portugueses e as nossas pequenas e médias empresas pretendem continuar a reforçar a entrada dos chineses (entre outros) em tudo e mais alguma coisa e se o PSD/CDS pretende continuar com as privatizações e venda das grandes empresas nacionais e estruturais ao desbarato ou por via do reforço da facilitação, da lavagem de dinheiro e da corrupção dos vistos gold, mas o certo é que é legitimo que os portugueses perguntem: Vamos privatizar e vender-lhes ao desbarato mais o que? Que vai ser Portugal durante uma década? Então e depois da próxima década, agarramo-nos a que? 

 

Vejam se entendem: 葡萄牙是中國的殖民地。

 

Ainda recentemente o jornal “El Confidencial” abria uma notícia com o título “Portugal, la nueva colonia de Angola, por mão de uma ”princesa” e da sua cúpula militar. Foi com este título que Portugal foi apresentado em Espanha no artigo do “El Confidencial” e que contava como a elite angolana “colonizou” Portugal. Será que os chineses estão também a colonizar o nosso país?

 

O António Costa diz-nos que é tudo uma questão de confiança. Mas confiança em que e em quem? Nos chineses? Nos angolanos? Ou nos europeus?

Eu sou politico-ideologicamente socialista, sendo por isso que prefiro continuar ouvir o povo e a confiar na vontade dos portugueses!

Ps Costa.jpg

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