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O retrato da Região do Norte faz-se numa dupla tendência. As sub-regiões da Área Metropolitana do Porto, do Ave, Cávado, bem como Tâmega e Sousa perderam até 5 por cento da população. Já o decréscimo no Alto Minho, Alto Tâmega, Douro e Terras de Trás-os-Montes situa-se entre os 5 e os 10 por cento.

O relatório, publicado no passado mês de junho, conclui que, em determinadas regiões europeias, “o declínio da população é uma tendência prolongada, muitas vezes ao longo de décadas, e espera-se que mais regiões passem por esta situação nas próximas décadas”. Por outro lado, sabe-se que 65 por cento da população dos Estados-Membros vive em uma região onde a população cresceu entre 2011 e 2019.

O estudo acrescenta que durante a pandemia da COVID-19 a densidade populacional e a categoria de região – quer sejam urbanas ou rurais – “parecem ter sido um fatores na disseminação do vírus”. “Estima-se que o vírus tenha chegado mais cedo nas regiões urbanas e se espalhou mais rapidamente em comparação às regiões intermediárias e rurais”, lê-se no documento. 

Envelhecimento demográfico em Portugal - DetalheNoticia - om

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Demographic trends

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a stylised image of two older people on a tandem bicycle
In 2018, life expectancy at birth increased to 78.2 years for men and 83.7 for women. This growth is projected to continue: men born in 2070 are expected to live 86 years, and women 90
 
 
 
6 windows show glimpses of people at home. A man and woman hug, a man sits alone at a screen, a woman plays the violin, two people share a drink, a man reads in an armchair, a woman serves food to a child.
In the EU as a whole, the composition of our households is changing – households composed of two parents with children are being joined by households consisting of people living alone, single parents or couples without children.
 
a stylised image of two women beside a pram, one is pregnant. A man cycles past with a child in a child-seat
In 2018, the average number of childbirths per woman was 1.55 and their median age at childbirth was 31.3.
 
A man carries a box, a child and a woman empty another box.
Some of us opt to move around or live abroad, but the size of these flows is volatile and can change quickly.
 
 
Two older people stand with a surfboard, taking a selfie
By 2070, 30.3% of the population is projected to be aged 65 years or older (compared to 20.3% in 2019) and 13.2% is projected to be aged 80 years or older (compared to 5.8% in 2019)
 
 
An image of a multi-ethnic group of people walking from left to right.
The share of Europe’s population in the world is shrinking and by 2070 it will account for just under 4% of the world’s population.

 

Impacts of demographic change

1

Europe’s working-age population is shrinking and we need to find ways to sustain economic growth by bringing more people into jobs and increasing productivity.

2

To deal with Europe’s ageing society, our health and care systems will have to adapt further and we will have to consider how to fund higher age-related public spending.

3

Demographic challenges often vary significantly between different parts of the same country. With some regions likely to experience rapid population change, this will lead to new opportunities and challenges, from investment to infrastructure and accessibility to access to services. Finding new solutions to support people through change will be essential.

4

Demographic change can also impact Europe’s position in the world. It’s share of global population and GDP will become comparatively smaller. This makes the need for Europe to be united, stronger and more strategic all the more important.

5

Demographic change and the twin green and digital transitions often affect, support or accelerate each other - strategic foresight will therefore be an essential tool to predict and prepare policies to address these issues.

 

The findings of the Commission’s Demography Report show that there is no one-size-fits-all approach. Policymaking needs to zoom into the reality on the ground. The European Union, Member States and regions have a shared interest in responding to demographic change for the benefit of all Europeans. Demographic change will affect everybody and must be a factor that helps steer Europe’s recovery from the crisis and provide us with insights as we build a more resilient, sustainable and fair Union.

See demographic statistics for individual EU countries

Next steps

The next steps are:

  • 2020

    Report on the impact of demographic change

  • Early 2021

    Green Paper on ageing

  • 2021

    Long-term vision for rural areas

 

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Press contact

Susanne CONZE

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+ 32 2 298 02 36

 

 

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Notícias da Europa - 

Apoie o jornalismo europeu independente e de acesso livre

Segundo Gilbert Keith Chesterton, especialista em paradoxos, “a única forma de ter a certeza de que apanhamos um comboio é perdendo o comboio anterior”. Mas será que todos temos a mesma possibilidade de chegar à estação de comboios? É uma questão pertinente num momento em que os europeus se preparam para as últimas férias do ano e muitos deles planeiam apanhar um comboio para reunir-se com as suas famílias ou para chegar ao seu destino de férias.

Para responder a esta questão, a Journalism++ realizou uma investigação aprofundada com contribuições do Der Spiegel, BiQdata, LocalFocus e nós próprios, com a coordenação do OBC Transeuropa: os jornalistas especializados em dados analisaram 40 milhões de viagens até 20 000 estações. Além disso, o consórcio verificou o quão acessíveis são os preços dos bilhetes de comboios na Europa.

Por outro lado, temos o prazer de anunciar que ficámos em segundo lugar enquanto melhor órgão de comunicação social do ano nos Good Lobby Awards 2019 Um reconhecimento muito apreciado pelo nosso esforço em fazer chegar aos europeus notícias de relevo.

Obrigada por estar aí. Nada disto seria possível sem o seu apoio. Queira considerar fazer um donativo.

Catherine André, editor-chefe

 

 

Transporte ferroviário:

A que distância fica a estação mais próxima?

Journalism++, Estocolmo

Em 2019, viajar de comboio tornou-se mais popular do que nunca face às últimas décadas. Mas até que ponto é fácil para os europeus ir dar um passeio e apanhar um comboio até à capital do seu país? A EDJNet simulou mais de 40 milhões de viagens para mais de 20 000 estações numa tentativa de responder a esta questão.

 

mapa comboios urbanos porto

 

 

Transporte ferroviário | Dados:

Veja quão acessíveis e rápidos são os comboios na Europa em seis infografias

Journalism++, Estocolmo

Onde é mais rápido e acessível apanhar o comboio na Europa? E onde não é? A European Data Journalism Network reuniu dados sobre viagens de comboio de 28 websites de reserva em toda a Europa, recolhendo mais de 8000 preços de viagens de ida e a duração de 73 rotas de exemplo.

 

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Como requerer uma pensão/reforma do estrangeiro?

por José Pereira (zedebaiao.com), em 27.04.19

Se trabalhou em vários países da UE, poderá ter acumulado direitos de pensão em cada um deles (poderá aceder aqui à fonte da informação que se segue)

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Pensões de velhice

 

Deve requerer a pensão junto da entidade competente em matéria de pensões do país onde reside ou do país onde trabalhou pela última vez. Se nunca trabalhou no país onde reside atualmente, este transmitirá o pedido ao país onde trabalhou pela última vez.

 

É este último que é responsável por processar o pedido e reunir os registos das contribuições pagas em todos os países onde trabalhou.

 

Em alguns países, a entidade competente em matéria de pensões deve enviar-lhe um formulário para requerer a pensão antes de atingir a idade legal de reforma. Se não receber este formulário, contacte a entidade competente para verificar se o mesmo é enviado automaticamente.

 

Comece a informar-se sobre a obtenção da sua pensão pelo menos seis meses antes da data em que se pretende reformar, uma vez que, em muitos países, a atribuição da pensão pode ser um processo moroso.

 

Documentos necessários

 

Os documentos necessários variam de país para país. Regra geral, tem de fornecer os seus dados bancários e apresentar um documento de identificação.

 

Para informações mais exatas, contacte a entidade competente em matéria de pensões que se ocupa do seu caso.

 

Diferenças na idade de reforma

 

Em alguns países da UE, tem de esperar mais tempo para se poder reformar do que noutros.

 

Só poderá receber uma pensão do país onde agora vive (ou onde trabalhou pela última vez) quando tiver atingido a idade legal da reforma nesse país.

Caso tenha acumulado direitos de pensão noutros países, só receberá a parte da pensão correspondente quando atingir a idade legal da reforma nos países em causa.

 

Por conseguinte, informe-se com antecedência em todos os países onde trabalhou sobre qual será a sua situação se alterar a data em que começa a receber a pensão.

 

O facto de começar a receber uma pensão mais cedo do que outra poderá afetar os montantes recebidos.

 

Para mais informações, consulte a entidade competente em matéria de pensões no país onde vive e/ou nos países onde trabalhou.

 

Informe-se sobre a idade da reforma e os regimes de pensões nos países da UE.

 

Selecione o país onde trabalhou e verifique as condições de acesso à pensão/reforma:

 

 

Experiência pessoal

Esteja atento à idade de reforma nos outros países

Caroline, de nacionalidade francesa, trabalhou na Dinamarca durante 15 anos, tendo regressado a França no fim da carreira. Tal como é habitual no seu país, quando fez 60 anos, solicitou a pensão de reforma, mas obteve uma pensão muito baixa.

Aos 60 anos, Caroline só tem direito à parte francesa da sua pensão. Só poderá receber a parte dinamarquesa quando fizer 67 anos, a idade legal da reforma na Dinamarca para o grupo etário de Caroline.

 

Período mínimo para a aquisição do direito a pensão

Em alguns países da UE, é necessário trabalhar durante um período mínimo de tempo para ter direito a uma pensão.

 

Nesse caso, para avaliar se tem direito a uma pensão, a entidade competente deve ter em conta todos os períodos em que trabalhou noutro país da UE ( princípio de totalização dos períodos).

 

Caso isso não aconteça, pode pedir ajuda aos nossos serviços de assistência.

 

Experiência pessoal

Tom trabalhou quatro anos na Alemanha e 32 anos em Portugal.

 

Na Alemanha, é necessário ter trabalhado pelo menos cinco anos para ter direito a uma pensão. À partida, Tom não teria direito a uma pensão na Alemanha dado que só trabalhou quatro anos nesse país.

 

No entanto, a entidade alemã competente em matéria de pensões teve de ter em conta os anos que Tom trabalhou em Portugal. Tom recebe assim uma pensão pelos quatro anos que trabalhou na Alemanha.   

 

Períodos de seguro inferiores a um ano

Se esteve coberto por um período inferior a um ano num país, poderá aplicar-se uma regra especial, já que alguns países da UE não atribuem pensões por períodos curtos de tempo. Nesse caso, os meses em que esteve segurado ou residiu no país onde trabalhou durante um período curto de tempo não se perdem e serão tidos em conta no cálculo da sua pensão pelos países onde trabalhou mais tempo.

 

Caso tenha problemas para obter o pagamento de uma pensão relativa a períodos de trabalho inferiores a um ano, pode pedir ajuda aos nossos serviços de assistência.

 

Como é calculada a sua pensão

As entidades competentes em matéria de pensões de cada país da UE onde trabalhou terão em conta as contribuições pagas para os respetivos sistemas, os montantes pagos noutros países e os períodos durante os quais trabalhou nos vários países.

 

Cálculo a nível da UE

Cada entidade competente em matéria de pensões calcula a parte da pensão que lhe deverá pagar tendo em conta os períodos de trabalho em todos os países da UE.

 

Para tal, adiciona os períodos completados em todos os países da UE e calcula a pensão a que teria direito se tivesse contribuído para o seu próprio regime durante a totalidade do período total (o chamado montante teórico).

 

Esse montante é depois ajustado para refletir o tempo efetivo em que esteve segurado nesse país (a chamada prestação proporcional).

 

Cálculo nacional

Se preenche as condições para ter direito a uma pensão independentemente dos períodos completados noutros países, a entidade competente em matéria de pensões calcula a pensão nacional (a chamada prestação autónoma).

 

Resultado

A entidade nacional procede, então, à comparação da prestação autónoma com a prestação proporcional, devendo pagar-lhe a que for mais elevada.

 

Receberá uma nota especial (o formulário P1) com a explicação da decisão de cada país relativamente ao seu pedido. 

 

Experiência pessoal

Rosa trabalhou 20 anos em França e 10 anos em Espanha.

 

Ambos os países preveem um período mínimo de 15 anos de trabalho para ter direito a uma pensão. Cada país calcula a pensão de Rosa.

 

entidade francesa faz dois cálculos:

  • calcula a pensão nacional pelos 20 anos que Rosa trabalhou em França, por exemplo, 800 euros
  • e calcula o montante teórico a que Rosa teria direito se tivesse trabalhado os 30 anos em França, por exemplo, 1500 euros. Em seguida, determina a prestação proporcional, ou seja, a parte deste montante que deveria ser paga pelos anos que Rosa trabalhou em França, isto é 1500 x 20 anos em França/30 anos no total = 1000 euros.  

 

Rosa tem, assim, direito a 1000 euros por mês, que é o montante mais elevado.

 

entidade espanhola não calcula a pensão nacional porque Rosa trabalhou em Espanha menos tempo do que o período mínimo exigido. Faz, assim, o cálculo a nível da UE, começando com o montante teórico, ou seja, a pensão a que Rosa teria direito se tivesse trabalhado os 30 anos em Espanha, por exemplo, 1200 euros.

 

Em seguida, determina a prestação proporcional ou seja a parte deste montante que deveria ser paga pelos anos que Rosa trabalhou em Espanha, isto é 1200 x 10 anos em Espanha/30 anos no total = 400 euros.

 

Rosa receberá assim uma pensão de 1400 euros.

 

Pagamento da pensão

Regra geral, cada um dos países que lhe paga uma pensão deposita o respetivo montante numa conta bancária no seu país de residência, caso resida num país da UE.

 

Se não residir na UE, poderá ter de abrir uma conta bancária em cada país da UE que lhe paga uma pensão.

 

Pensões por invalidez / de sobrevivência

As regras referidas anteriormente também se aplicam ao cálculo das pensões de invalidez e de sobrevivência. Importa saber que:

  • se requerer uma pensão por invalidez ou prestação por incapacidade, cada paísonde trabalhou pode insistir em submetê-lo a uma junta médica, podendo chegar-se a conclusões diferentes. Um país pode determinar que está gravemente incapacitado enquanto outro poderá considerar que não tem qualquer incapacidade.
  • alguns países da UE não pagam pensões de sobrevivência. Se um dos cônjuges trabalhar no estrangeiro, não é certo que o outro tenha direito a uma pensão de sobrevivência, pelo que convém verificar se o país em questão prevê este tipo de pensão.
  •  

Perguntas frequentes

 

Legislação da UE

 

Precisa de mais informações sobre as regras em vigor num determinado país?

 

Precisa de ajuda dos serviços de assistência?

 

Contacte um serviço de apoio especializado

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Dia 26 de março de 2019. Vai ser votada a  nova diretiva relativa aos direitos de autor para a Europa. Prestar atenção aos artigos 11.º e 13.º

Direitos de autor e liberdades.jpg

 

Os artigos 11.º e 13.º poderão enfraquecer a web, e afetar a liberdade de expressão e de participação na internet.

A 26 de Março, o Parlamento Europeu votará uma nova diretiva relativa aos direitos de autor para a Europa. Esta Diretiva vem impor novos encargos com licenciamentos em sites da Internet que recolham e organizem notícias (Artigo 11), e forçar as plataformas a validar proativamente todos os seus carregamentos nos seus sites, bloqueando de forma automática todos os carregamentos de conteúdo potencialmente protegido por direitos de autor (Artigo 13).

Ambos estes artigos podem afetar significativamente a liberdade de expressão e a participação na Internet. 

Por favor dedique dois minutos para contactar os seus representantes no Parlamento Europeu, e transmitir-lhes a sua opinião.

A ferramenta de verificação dos Eurodeputados do Parlamento Europeu não está hospedada neste blog; o uso desse site está sujeito aos seus termos de serviço.

 

 

 

 

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EUROPA: Fundos Comunitários e de Desenvolvimento Regional

por José Pereira (zedebaiao.com), em 29.05.18
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Faça parte do desenvolvimento da sua região

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Acesso a publicações e outros recursos

O Centro de Recursos é um serviço que visa promover o acesso físico e digital a documentação e outros recursos sobre os fundos da União Europeia e a política de desenvolvimento regional e de coesão em Portugal.

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