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MISSÕES DE AJUDA A MOÇAMBIQUE 2019

por José Pereira (zedebaiao.com), em 26.03.19

CVP, Médicos do Mundo, CTT, AMI

Saiba como proceder a donativos e ao envio gratuito de roupas através dos CTT. 

Comunicado sobre calamidades naturais em Moçambique

O Governo português lamenta profundamente as numerosas perdas humanas e materiais causadas pelas calamidades naturais que assolaram de forma violenta, nos últimos dias, as regiões do Centro e Norte de Moçambique. As cheias provocadas pelas chuvas torrenciais e o ciclone Idai afetaram de forma muito significativa as províncias de Tete, Zambézia, Niassa e Sofala, em particular a Cidade da Beira.

 Neste momento de grande consternação, Portugal manifesta a sua muita sentida solidariedade com o povo irmão moçambicano e apresenta as suas condolências às famílias enlutadas, desejando a todos os feridos uma rápida recuperação. Portugal manifesta ainda, nesta hora difícil, o seu apoio às autoridades moçambicanas.

Lisboa, 15 de março de 2019

Contactos da Emergência Consular


Em situações de emergência, os cidadãos nacionais que se encontrem no estrangeiro devem contactar o Gabinete de Emergência Consular:

Telefone de Emergência (atendimento 24 horas)
+351 21 792 97 14

Telemóvel de Emergência (atendimento 24 horas) 
+351 961 706 472

Correio eletrónico:
gec@mne.pt

 

Contactos úteis

Portal Diplomático

Embaixada de Portugal em Moçambique

Ministério dos Negócios Estrangeiros de Moçambique

ACLM - Associação Cultural Luso-Moçambicana

UCCLA - Beira

CPLP

 

Moçambique_1 (1).jpg

O envio é gratuito até ao dia 8 de abril e para isso basta pedir uma embalagem solidária numa loja dos CTT

As roupas devem ser leves e adequadas ao clima de Moçambique.

Há muitas crianças em Moçambique. No país cerca de 9 milhões da população tem menos de 15 anos. 32% entre os 0-14 anos e apenas 7% acima dos 65 anos (fonte: https://www.ceso.pt/pdfs/Mocambique.pdf

Os CTT – Correios de Portugal, em parceria com os Correios de Moçambique, arrancam esta segunda-feira, dia 25, com uma ação de recolha de roupas nas Lojas CTT dos donativos dos portugueses para enviar para Moçambique.

Com a passagem do ciclone Idai milhares de moçambicanos foram afetados pelas cheias. A ajuda de todos é fundamental e, assim, os CTT estão a fornecer Embalagens Solidárias para que os portugueses possam enviar roupas para Moçambique.

 Como Ajudar?

  • Deslocar-se a uma das 538 Lojas CTT espalhadas por todo o país;
  • Pedir uma Embalagem Solidária;
  • Colocar o donativo  (roupas) e o envio será realizado, de forma gratuita;
  • A recolha de donativos nas Lojas CTT decorre entre 25 de março até 8 de abril.

Os CTT aproveitam a forte capilaridade e proximidade às populações disponibilizando a sua vasta rede de lojas para fazer chegar os donativos dos portugueses a quem mais precisa.

Feito de Esperança - Uma iniciativa CTT e Correios de Moçambique

Resultado de imagem para tragedia crianças em moçambique

 

Moçambique – Missão de Emergência MÉDICOS DO MUNDO

Faça a sua doação

Ajude-nos a ajudar Moçambique

 

 A Associação Médicos do Mundo é uma Organização Não-Governamental de ajuda humanitária e de cooperação para o desenvolvimento, sem filiação partidária ou religiosa. O nosso trabalho assenta no direito fundamental de todos os seres humanos terem acesso a cuidados de saúde, independentemente da sua nacionalidade, religião, ideologia, raça ou possibilidades económicas.

Médicos do Mundo

 

A prestação de cuidados globais de saúde é o pilar da nossa acção. No entanto, não combatemos apenas a doença; lutamos por fazer chegar aos mais desprotegidos um conceito alargado de saúde, que inclui o bem-estar físico, psíquico e social, tal como foi definido pela Organização Mundial de Saúde, na conferência que decorreu em 1979, em Alma Ata, ex-URSS. Como afirma o nosso lema: "Lutamos contra todas as doenças, até mesmo a injustiça...".

Saiba Mais

 

 

Na sequência do ciclone Idai, que devastou o sudeste de África, a Médicos do Mundo iniciará, segunda-feira, uma missão de emergência humanitária em Moçambique, operando em duas frentes. 

 

Ambas as equipas, constituídas por especialistas em ajuda humanitária, partirão neste fim de semana para o terreno para avaliar os danos causados pelo ciclone, nomeadamente em termos de acesso a cuidados primários de saúde, de modo a que se inicie uma intervenção urgente com equipamento adequado. 

Uma irá articular directamente com a Rede Internacional da Médicos do Mundo, com a Médicos Sem Fronteiras, Oikos, Save the Childreen e outras organizações locais, a outra irá operar em articulação com a Cruz Vermelha Portuguesa, estando agora a constituir-se uma equipa portuguesa para a Missão Imbondeiro. 
 

 

A Médicos do Mundo alerta para o impacto das consequências deste ciclone, que provocou inundações em várias zonas do país, com infraestruturas em estado muito precário, suscitando uma alta prevalência de doenças infeciosas, sobretudo a malária e dengue.

MdM

Equipa de Saúde limitada

No terreno existe actualmente uma rede de saúde com capacidade muito limitada, havendo apenas três médicos por cada 100 000 habitantes.

O ciclone, considerado um dos piores dos últimos anos, afectou sobretudo a área de Sofala, nomeadamente a cidade de Beira, onde as infraestruturas rodoviárias, a rede de telecomunicações e as infraestruturas habitacionais estão total ou parcialmente danificadas.

 

 

Moçambique – Missão de Emergência AMI

Depois da passagem do ciclone Idai, que assolou Moçambique com uma das piores tempestades de sempre no Hemisfério Sul, uma equipa da AMI vai trabalhar no levantamento de necessidades e da primeira intervenção no terreno, graças à colaboração com os parceiros locais.

Missão de Emergência em Moçambique

 

 
Cruz Vermelha Portuguesa
domingo, 24 março 2019 15:07

PONTO DE SITUAÇÃO N.º 25 - MOÇAMBIQUE

A Task Force da Operação Embondeiro por Moçambique comunica que está a decorrer a deslocação da ajuda humanitária dos armazéns da Cruz Vermelha no Prior Velho para o aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa.

Esta ajuda será carregada no Boeig 767 da Aero Atlantic, que partirá ainda hoje para a Beira.

Mais de 50 voluntários da Cruz Vermelha, Médicos do Mundo, escuteiros e outras entidades, estão envolvidos nesta intervenção.

A Equipa de 20 médicos, enfermeiros e psicólogos está pronta para embarcar, junto com o Hospital de Campanha da Cruz Vermelha Portuguesa.

A Ministra da Saúde Marta Temido marcará presença na cerimónia de despedida desta Equipa, prevista para as 17 horas.

A descolagem deste voo está marcada para as 18 horas.

Na Beira, será efectuada a descarga desta ajuda e a entrega directa à Cruz Vermelha Moçambicana.

VER FOTOGALERIA

FORMAS DE DOAR DINHEIRO

Formas de doar dinheiro
 

As doações monetárias são a melhor forma de ajudar as pessoas carenciadas ou vítimas de catástrofes ou desastres, porque o dinheiro pode, de forma muito rápida e simples, ser transferido para qualquer conta bancária ou convertido imediatamente nos géneros mais necessários, em qualquer parte de Portugal ou do mundo.

Isto permite à Cruz Vermelha poder usar o seu forte poder de compra (obtendo preços especiais para os produtos) e ajustar a resposta muito rapidamente a necessidades e prioridades variáveis.

Existem várias formas de doar dinheiro para a Cruz Vermelha Portuguesa, nomeadamente:

  • Online, fazendo um donativo pontual ou recorrente
  • Por transferência bancária, para uma das contas CVP
  • Por multibanco ou netbanking: entidade 20999, referência 999999999
  • Por correio, enviando-nos um cheque ou vale postal
  • Por Payshop
  • Por telefone, ligando para a linha do nosso Fundo de Emergência 760 20 22 22
  • Campanha “Ser Solidário” no Multibanco
  • Consignando 0,5% do IRS, sem custo algum
  • Deixando uma herança ou legado

Para saber mais, consulte os destaques abaixo.

Ao abrigo do Estatuto do Mecenato, a Cruz Vermelha Portuguesa emite um recibo de donativo que poderá ser utilizado para deduções nos impostos. Para obter este recibo é necessário fazer chegar-nos a identificação e o NIF do doador, bem como o comprovativo da operação de donativo. 
Para mais esclarecimentos, contacte-nos.

O seu donativo dá-nos a flexibilidade para responder de forma rápida e efectiva a situações de emergência inesperadas, como catástrofes naturais ou desastres, ou a necessidades humanitárias emergentes, em Portugal e em todo o mundo.

Faça aqui o seu donativo online, de forma segura e rápida, optando pelo meio de pagamento mais conveniente (Payshop, Multibanco ou cartões Visa, Mastercard e Maestro).

Salvo expressa declaração contrária, o doador autoriza a Cruz Vermelha Portuguesa a publicitar a sua identificação, bem como o montante do donativo realizado. No caso de optar pelo anonimato, o montante do donativo não deixará de ser publicitado. Nesta última situação, o doador deverá endereçar a declaração de não autorização de publicitação da sua identificação para o seguinte email: financeiro@cruzvermelha.org.pt

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As capas e a notícia que hoje destaco (@zedebaiao.com)

por José Pereira (zedebaiao.com), em 26.03.19

Descubra o que dizem os jornais nacionais de hoje

"Faz hoje 20 anos que Marcelo bateu com a porta do PSD"

26 mar 2019

Liderança do PSD

Depois dos governos de Cavaco Silva e da demissão do sucessor deste, Fernando Nogueira, Marcelo Rebelo de Sousa seria eleito presidente do PSD, cargo que desempenhou entre 1996 e 1999.

Durante a sua liderança, viabilizou três Orçamentos de Estado do governo (minoritário) de António Guterres e reatou as relações institucionais entre o PSD e o PCP,[16] cortadas há cerca de 20 anos.

Foi um dos promotores da adesão do PSD ao Partido Popular Europeu (1996), até então membro do Partido da Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa. Foi igualmente eleito deputado ao Parlamento Europeu e vice-presidente do Partido Popular Europeu (1997-1999).

A sua liderança é ainda marcada pela realização de dois referendos nacionais, no ano de 1998, cuja iniciativa partiu do líder do PSD, que viu também as suas posições saírem vencedoras.[17] O primeiro foi o referendo nacional sobre a questão do aborto, em 28 de junho: vitória do não (50,91%) — ainda que com quase seis milhões de eleitores (68,06%) a optarem pela abstenção. O segundo foi o referendo sobre a regionalização administrativa, a 8 de novembro: 63,59% dos votantes são contrários à proposta de reforma administrativa; abstenção de 51,3%. De um lado, o movimento Portugal Plural, liderado pelo antigo deputado do PS Eurico Figueiredo, e a partir do qual se lançará o movimento cívico Intervenção Radical; do outro, o movimento Nação Una, onde se destacam Paulo Teixeira Pinto e Manuel Monteiro. Marcelo Rebelo de Sousa, que provocara estas duas consultas populares pode reclamar das poucas vitórias na sua liderança do PSD; contudo é de registar a fraca participação popular que este mecanismo constitucional alcançou.[18]

A ruptura com o líder do CDS-PPPaulo Portas, com quem Marcelo preparava uma aliança política, esteve no culminar do seu consulado no PSD.[17] Como tal, foi já sob a presidência de José Durão Barroso que o PSD se apresentou nas eleições legislativas de 1999.[19]

Candidatura presidencial

 
Discurso de vitória de Marcelo Rebelo de Sousa na noite eleitoral, 24 de janeiro de 2016, no átrio da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Em 9 de outubro de 2015 anuncia na terra dos avós paternos, Celorico de Basto, no distrito de Braga, a sua candidatura às eleições presidenciais portuguesas de 2016.[20] A 28 de dezembro de 2015 foi inaugurada a sede de campanha, situada em BelémLisboa, e apresenta como mandatária nacional da candidatura a jovem cientista Maria Pereira.[21]

Marcelo afirmou que não existiriam cartazes na sua campanha eleitoral, e de resto, a mesma não foi muito intensa, embora se encontrasse com larga vantagem sobre os outros candidatos presidenciais, segundo as sondagens. Isto deveu-se provavelmente ao facto de o candidato Marcelo Rebelo de Sousa ter sido comentador político nos últimos anos, tendo adquirido influência e fama, o que lhe permitiu dispensar uma campanha eleitoral intensa.

Foi eleito presidente à primeira volta em 24 de janeiro de 2016 com 52% dos votos, derrotando, entre outros candidatos, António Sampaio da NóvoaMaria de Belém RoseiraMarisa Matias e Vitorino Silva.[22][23]

Presidência da República

 
Papa Francisco recebeu Marcelo Rebelo de Sousa na sua primeira visita de Estado enquanto Presidente da República, ao Vaticano, em março de 2016.

Marcelo Rebelo de Sousa tomou posse como Presidente da República perante o Parlamento a 9 de março de 2016, estendendo-se num programa de comemorações oficiais da tomada até o dia 11. Entre as solenidades relativas à ocasião, destacam-se uma celebração inter-religiosa na Mesquita de Lisboa,[24] um concerto dedicado à juventude na praça do Município em Lisboa[25] e uma visita à cidade do Porto.[26][27][28]

A primeira viagem oficial ao estrangeiro enquanto Presidente foi ao Vaticano, a 17 de março, onde foi recebido pelo Papa Francisco. No mesmo dia deslocou-se ainda a Espanha onde jantou com o rei Filipe VI.[29] Discursou, a 13 de abril, no Parlamento Europeu em Estrasburgo.[30][31]

Deslocou-se entretanto a Moçambique, a Itália, à Alemanha e a Marrocos. Celebrou, juntamente com o primeiro-ministro António Costa, o Dia de Portugal em Paris, junto da comunidade portuguesa lá residente. No verão de 2016, assistiu a três jogos da seleção nacional no Campeonato Europeu de Futebol de 2016, em França, e visitou o Brasil por ocasião dos Jogos Olímpicos.[32][33]

Na terceira das suas visitas oficiais à Região Autónoma da Madeira, Marcelo Rebelo de Sousa viajou até às ilhas Desertas, tendo sido o primeiro chefe-de-estado a fazê-lo, e às ilhas Selvagens.[34][35]

Biografia

Marcelo Rebelo de Sousa é filho de Baltasar Rebelo de Sousa (1921-2002), médico e político do Estado Novo, e de Maria Fernandes Duarte das Neves (1920-2003), assistente social; é irmão de António Rebelo de Sousae de Pedro Rebelo de Sousa.[2]

É oriundo de Celorico de Basto, no distrito de Braga, onde tem raízes familiares, e de onde era natural a sua avó paterna.

Marcello Caetano foi o padrinho de casamento dos seus pais, e quem conduziu o carro que levou a sua mãe à maternidade para o dar à luz.[3] Caetano esteve para ser seu padrinho de baptismo e é em sua honra que se chama Marcelo.

Frequentou o Externato Lar da Criança, em Lisboa. Ali teve de repetir a quarta classe, juntamente com Eduardo Barroso, de quem ficou amigo para a vida[4]. Destacou-se no Liceu Pedro Nunes, tendo recebido aos 15 e 16 anos o Prémio D. Dinis, atribuído aos melhores alunos do país[5].

Carreira académica e profissional

Marcelo Rebelo de Sousa licenciou-se em Direito (1971) e doutorou-se em Ciências Jurídico-Políticas (1984), com uma tese intitulada Os Partidos Políticos no Direito Constitucional Português, pela Faculdade de Direitoda Universidade de Lisboa[6].

Dedicou a sua vida profissional ao ensino, ao jornalismo e ao comentário político.[7]

Professor universitário

No âmbito da sua carreira como professor, ascendeu em 1990 a professor catedrático do Grupo de Ciências Jurídico-Políticas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.[8] Também foi professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade Católica Portuguesa e professor catedrático convidado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas daquela universidade – pertencendo, ainda hoje, à Sociedade Científica –,[8]tendo sido ainda professor catedrático convidado da Faculdade de Economia da Universidade Nova de Lisboa.

Ainda na Faculdade de Direito de Lisboa exerceu os cargos de presidente do Conselho Directivo (1985-1989), do Instituto da Cooperação Jurídica (2004-2005)[9] e do Conselho Pedagógico (2006-2010), além de presidente do Instituto de Ciências Jurídico-Políticas, desde 2005 até à sua tomada de posse como presidente da República, em 2016.

Foi negociador do anteprojecto da Faculdade de Direito da Universidade de Bissau. Presidiu à Comissão Instaladora da Faculdade de Direito da Universidade do Porto (1995-1996 e 2001-2003).

É doutor honoris causa pela Universidade do Porto desde 2005.

Jornalista

Enquanto jornalista Marcelo Rebelo de Sousa esteve, desde a sua fundação (1973), ligado ao semanário Expresso. Foi jornalista deste semanário, como também acionista minoritário da Sojornal, sua editora.[10] Nesta empresa, fundada por iniciativa de Francisco Pinto Balsemão, este tinha a maioria do capital, sendo os restante preenchido pelas posições da Sociedade Nacional de Sabões, Manuel Cordo Boullosa, a família Ruella Ramos (Diário de Lisboa) e Botelho Moniz (Rádio Clube Português), Francisco Pinto Balsemão (tio), Luiz Vasconcellos, Francisco da Costa Reis, António Patrício GouveiaRuben A., Luís Corrêa de Sá, António Flores de Andrade, Mercedes Balsemão, António Guterres e Marcelo Rebelo de Sousa.[11]

Na Sojornal Marcelo viria a ser, sucessivamente, administrador e administrador-delegado. No jornal, além de redator e editor na área de política e sociedade (criou a secção Gente), foi subdiretor (1975-1979) e diretor (1979-1981). Também dirigiu a revista E, que posteriormente veio a adotar a designação Única, regressando em 2016 à denominação anterior.

Posteriormente dirigiu o Semanário (1983-1987), jornal de que foi também acionista fundador, juntamente com Daniel Proença de CarvalhoJosé Miguel JúdiceVictor Cunha Rego, entre outros.[12]

Comentador político

A partir dos anos 90 Marcelo Rebelo de Sousa ganharia notoriedade no comentário político, primeiro na TSF, com Exame (1993-1996), depois na televisão, colaborando aos domingos à noite, no Jornal Nacional, da TVI, a partir de 2000.

Em outubro de 2004, porém, Marcelo Rebelo de Sousa saía da TVI, na sequência de alegadas pressões sobre o canal controlado por Miguel Paes do Amaral, provenientes do governo de Pedro Santana Lopes e do ministro Rui Gomes da Silva, destinatário de muitas das críticas de Marcelo ao governo. A sua saída foi considerada um incidente político por parte do governo, sobretudo após o pedido de Marcelo de uma audiência ao Presidente Jorge Sampaio, para se queixar do atentado à liberdade de expressão.[13]

Acabaria por prosseguir com a análise política aos domingos, na RTP, em As Escolhas de Marcelo, logo no ano seguinte, a partir de 2005. O canal público, com a necessidade de garantir o contraditório, contratou também António Vitorino, do PS, para o repique, num comentário à segunda-feira.[14]

Mais tarde, António Vitorino sairia e, sob esse pretexto, o canal do Estado mostrava, também, a porta de saída a Marcelo. Vivia-se o consulado de José Sócrates no governo e Marcelo era de novo afastado, agora pelo poder socialista, ainda que suavemente.

TVI voltaria a contratar Marcelo para os comentários semanais, agora no Jornal das 8, onde foi comentador desde 2010 até 2015.[12]

Carreira política e associativa

Desde jovem Marcelo Rebelo de Sousa foi dirigente associativo, nomeadamente nas formações de jovens da Acção Católica Portuguesa (Juventude Escolar Católica e Juventude Universitária Católica). Ainda hoje é membro de um sem número de instituições particulares de solidariedade social e outras: foi membro da Junta Diretiva (1994-2012) e presidente (2012-2016) da Fundação da Casa de Bragança — instituição estatal que administra o património expropriado pelo próprio Estado (era António Salazar chefe do governo) à família dos Duques de Bragança —, por designação do Estado Português, desde 2012 até 2016; foi presidente da Associação de Pais da Escola Salesiana do Estoril, na década de 1980; é curador do Museu Nacional de Arte Antiga e das Fundações Árpád Szenes-Vieira da Silva e António Quadros.[1] É adepto e associado do Sporting Clube de Braga.

Marcelo Rebelo de Sousa aderiu ao Partido Social Democrata após a sua fundação, em maio de 1974, tendo sido o primeiro presidente eleito da Comissão Política Distrital de Lisboa (1975-1977) deste partido.

Ainda em 1975 foi eleito deputado à Assembleia Constituinte, participando nos trabalhos da feitura da Constituição de 1976, atualmente em vigor. Subsequetemente colaborou com Francisco Sá Carneiro no projeto de revisão dessa mesma Constituição, na sua versão originária, no chamado projeto Uma Constituição para os anos 80, onde era defendido um conjunto de reformas tendentes à democratização do regime, que passavam pelo saneamento da influência militar nas instituições democráticas, incluindo a extinção do Conselho da Revolução e a criação do Tribunal Constitucional, o reforço do papel da Assembleia da República e do Presidente da República.[15]

Em 1981 ingressou no VIII Governo Constitucional, sendo Primeiro-Ministro Francisco Pinto Balsemão, como Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros. Em 1982 passou a assumir o cargo de Ministro dos Assuntos Parlamentares, assumindo assim a pasta inicialmente confiada a Fernando Amaral.

Em 1983 forma, no interior do PSD, a Ala Nova Esperança, protagonizando, ao lado de Durão BarrosoJosé Miguel JúdicePedro Santana Lopes e Conceição Monteiro, a oposição interna ao governo do Bloco Central; uma ação que viria a ser contribuir para a renovação interna do PSD, abrindo portas à candidatura de Aníbal Cavaco Silva, eleito líder no célebre Congresso da Figueira da Foz, em 1984.

Em 1990 encabeça a candidatura do PSD à Câmara Municipal de Lisboa, sendo derrotado por Jorge Sampaio, que se candidatava com o apoio do Partido Socialista, do Partido Comunista e de "Os Verdes". Manteve-se como vereador até 1993.

Ainda no âmbito autárquico foi presidente da Assembleia Municipal de Cascais (1979-1982) e presidente da Assembleia Municipal de Celorico de Basto (1997-2009).

Membro do Conselho de Estado (2000-2001 e, novamente, 2006-2016).

 

 

Capas de Jornais Nacionais

 

 

capa Correio da Manhã

Correio da Manhã

26 mar 2019
capa Jornal de Notícias

Jornal de Notícias

26 mar 2019
capa Público

Público

26 mar 2019

 

26 mar 2019
capa Jornal de Negócios

Jornal de Negócios

26 mar 2019
capa Jornal Económico

Jornal Económico

22 mar 2019
capa Jornal Destak

Jornal Destak

26 mar 2019
capa Jornal SOL

Jornal SOL

23 mar 2019
capa Expresso

Expresso

23 mar 2019
capa Jornal O Diabo

Jornal O Diabo

22 mar 2019
capa Inimigo Público

Inimigo Público

22 mar 2019
capa Et Cetera

Et Cetera

22 mar 2019
capa Jornal Dinheiro Vivo

Jornal Dinheiro Vivo

23 mar 2019
capa Jornal Avante

Jornal Avante

21 mar 2019
capa Jornal Publituris

Jornal Publituris

23 nov 2018

 

Descubra o que dizem os jornais nacionais de hoje

O Jornal Público dá destaque ao caso BES com o seguinte título: "Não tenho dúvidas de que haverá condenações no caso BES". 

Mas eu continuo a ter muitas dúvidas. Os problemas da banca e do sistema financeiro são demasiadamente profundos, estratégicos e sistémicos.

O sistema financeiro precisa de ser devidamente regulado, credibiizado, reforçando, estabilizando e consolidando.  

O sistema financeiro não pode sobrepor-se ao sistema social e político. A ordem social e política é que deve determinar o rumo do sistema financeiro e não o contrário.

25 mar 2019

capa Público

Público

 

Capas de Jornais Nacionais

capa Correio da Manhã

Correio da Manhã

25 mar 2019
capa Jornal de Notícias

Jornal de Notícias

25 mar 2019
capa Público

Público

25 mar 2019
capa Diário de Notícias

Diário de Notícias

25 mar 2019
capa Jornal i

Jornal i

25 mar 2019
capa Jornal de Negócios

Jornal de Negócios

25 mar 2019
capa Jornal Económico

Jornal Económico

22 mar 2019
capa Jornal Destak

Jornal Destak

25 mar 2019
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Jornal SOL

23 mar 2019
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Expresso

23 mar 2019
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Jornal O Diabo

22 mar 2019
capa Inimigo Público

Inimigo Público

22 mar 2019
capa Et Cetera

Et Cetera

22 mar 2019
capa Jornal Dinheiro Vivo

Jornal Dinheiro Vivo

23 mar 2019
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Jornal Avante

21 mar 2019
capa Jornal Publituris

Jornal Publituris

23 nov 2018

 

 

 

22/03/2019

capa Expresso

Expresso

"As escolas estão a cortar aulas de história". 

Descubra o que dizem os jornais nacionais de hoje (22/03/2019)

O ensino da história permite-nos conhecer a realidade e reproduzir as transformações pelas quais a sociedade vai passando. Os tempos históricos, passados e presentes, são essenciais para compreender a formação estrutural de cada país e de cada civilização.

O ensino da história é importante para refletir sobre nós próprios e sobre a memória coletiva dos povos.

 

 

Marx , Karl

A história da sociedade até aos nossos dias é a história da luta de classes.


Cervantes , Miguel

A história é émula do tempo, repositório dos factos, testemunha do passado, exemplo do presente, advertência do futuro.
 
O historiador e o poeta não se distinguem um do outro pelo facto de o primeiro escrever em prosa e o segundo em verso. Diferem entre si, porque um escreveu o que aconteceu e o outro o que poderia ter acontecido.

 

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