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Norte_Relatorio CE Demografia_envelhecimento_2020.jpg

O retrato da Região do Norte faz-se numa dupla tendência. As sub-regiões da Área Metropolitana do Porto, do Ave, Cávado, bem como Tâmega e Sousa perderam até 5 por cento da população. Já o decréscimo no Alto Minho, Alto Tâmega, Douro e Terras de Trás-os-Montes situa-se entre os 5 e os 10 por cento.

O relatório, publicado no passado mês de junho, conclui que, em determinadas regiões europeias, “o declínio da população é uma tendência prolongada, muitas vezes ao longo de décadas, e espera-se que mais regiões passem por esta situação nas próximas décadas”. Por outro lado, sabe-se que 65 por cento da população dos Estados-Membros vive em uma região onde a população cresceu entre 2011 e 2019.

O estudo acrescenta que durante a pandemia da COVID-19 a densidade populacional e a categoria de região – quer sejam urbanas ou rurais – “parecem ter sido um fatores na disseminação do vírus”. “Estima-se que o vírus tenha chegado mais cedo nas regiões urbanas e se espalhou mais rapidamente em comparação às regiões intermediárias e rurais”, lê-se no documento. 

Envelhecimento demográfico em Portugal - DetalheNoticia - om

Mais informação

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Demographic trends

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a stylised image of two older people on a tandem bicycle
In 2018, life expectancy at birth increased to 78.2 years for men and 83.7 for women. This growth is projected to continue: men born in 2070 are expected to live 86 years, and women 90
 
 
 
6 windows show glimpses of people at home. A man and woman hug, a man sits alone at a screen, a woman plays the violin, two people share a drink, a man reads in an armchair, a woman serves food to a child.
In the EU as a whole, the composition of our households is changing – households composed of two parents with children are being joined by households consisting of people living alone, single parents or couples without children.
 
a stylised image of two women beside a pram, one is pregnant. A man cycles past with a child in a child-seat
In 2018, the average number of childbirths per woman was 1.55 and their median age at childbirth was 31.3.
 
A man carries a box, a child and a woman empty another box.
Some of us opt to move around or live abroad, but the size of these flows is volatile and can change quickly.
 
 
Two older people stand with a surfboard, taking a selfie
By 2070, 30.3% of the population is projected to be aged 65 years or older (compared to 20.3% in 2019) and 13.2% is projected to be aged 80 years or older (compared to 5.8% in 2019)
 
 
An image of a multi-ethnic group of people walking from left to right.
The share of Europe’s population in the world is shrinking and by 2070 it will account for just under 4% of the world’s population.

 

Impacts of demographic change

1

Europe’s working-age population is shrinking and we need to find ways to sustain economic growth by bringing more people into jobs and increasing productivity.

2

To deal with Europe’s ageing society, our health and care systems will have to adapt further and we will have to consider how to fund higher age-related public spending.

3

Demographic challenges often vary significantly between different parts of the same country. With some regions likely to experience rapid population change, this will lead to new opportunities and challenges, from investment to infrastructure and accessibility to access to services. Finding new solutions to support people through change will be essential.

4

Demographic change can also impact Europe’s position in the world. It’s share of global population and GDP will become comparatively smaller. This makes the need for Europe to be united, stronger and more strategic all the more important.

5

Demographic change and the twin green and digital transitions often affect, support or accelerate each other - strategic foresight will therefore be an essential tool to predict and prepare policies to address these issues.

 

The findings of the Commission’s Demography Report show that there is no one-size-fits-all approach. Policymaking needs to zoom into the reality on the ground. The European Union, Member States and regions have a shared interest in responding to demographic change for the benefit of all Europeans. Demographic change will affect everybody and must be a factor that helps steer Europe’s recovery from the crisis and provide us with insights as we build a more resilient, sustainable and fair Union.

See demographic statistics for individual EU countries

Next steps

The next steps are:

  • 2020

    Report on the impact of demographic change

  • Early 2021

    Green Paper on ageing

  • 2021

    Long-term vision for rural areas

 

Documents

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Press contact

Susanne CONZE

Phone
+ 32 2 298 02 36

 

 

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Consulte aqui os documentos e deixe a sua opinião e/ou avaliação de Impacte Ambiental.
Período de consulta: De 06/01/2020 a 14/02/2020

Baião_Ligação_Soalhães_Mesquinhata_3.jpg

 

Baião_Ligação_Soalhães_Mesquinhata_4.jpg

Baião_Ligação_Soalhães_Mesquinhata_5.jpg

 

 
Dados Gerais
Designação completa
EN211 - Variante entre Quintã e Mesquinhata

Período de consulta
2020-01-06 a 2020-02-14

Estado
Aberta

Área temática
Ambiente (geral)

Tipologia
Avaliação de Impacte Ambiental

Entidade promotora da CP
Agência Portuguesa do Ambiente

Entidade promotora do projeto
Infraestruturas de Portugal, S.A.

Entidade coordenadora
Agência Portuguesa do Ambiente

Formas de participação
Comentários
Localização
Porto
 Marco de Canaveses
Soalhães
Paredes de Viadores e Manhuncelos
 Baião
União das Freguesias de Baião (Santa Leocádia) e Mesquinhata
 
 
 

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Porto, Baião, Douro

por José Pereira (zedebaiao.com), em 28.03.19

Visite e descubra Baião, o Porto, o Douro e a Região Norte de Portugal

O Município de Baião acaba de publicitar um excelente vídeo promocional da nossa região, com referências aos municípios de

Município de Mesão Frio

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Veja aqui as diferentes dimensões das autarquias de Portugal, do envelhecimento e da desertificação. 

2018-01-22 10.26.57.jpg

Leio nas notícias que a descentralização e a transferência de competências para os municípios deve avançar, mesmo que não esteja ainda definido o modelo.

Mas porquê tanta pressa em se avançar sem um modelo profundamente debatido e determinado?

Será para concentrar o máximo possível em duas autarquias e esquecer a coesão nacional?

 

Creio que é hora de se prestar a devida atenção ao mundo interior e rural, que continua a envelhecer, a empobrecer e a desertificar em moldes muito preocupantes. 

 

Será esse Portugal só litoral e de dois grandes pólos que querem os portugueses e que melhor serve ao desenvolvimento do nosso país? 

Urge refletir profundamente e pensar estrategicamente.



Proposta de Lei 62/XIII
 
Estabelece o quadro de transferência de competências para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais, concretizando os princípios da subsidiariedade, da descentralização administrativa e da autonomia do poder local. [formato DOC] [formato PDF] 
(Texto Inicial Substituído: Texto substituído a pedido do Governo em 15-03-2017)
Autoria
Autor: Governo

 

Se querem olhar para as diferentes dimensões de Portugal,  deixo aqui alguns dados, a começar desde logo por destacar as preocupantes dimensões do envelhecimento,  dos níveis de pobreza e da desertificação. 

distribuio-espacial-da-populao-portuguesa-1-728.jpg

 

censos2011-resultados-provisorios-17-728.jpg

 

censos2011-resultados-provisorios-8-728.jpg

 

Quanto a outras dimensões,  pois saibam que os maiores concelhos de Portugal, de entre os 308 concelhos existentes no nosso país, pela área em que se estendem, pelo número de população residente, e pelo número de freguesias em que se subdividem, são os seguintes:

Maiores concelhos de Portugal em área

  1. Odemira, 1720 km2
  2. Alcácer do Sal, 1480 km2
  3. Castelo Branco, 1438 km2
  4. Idanha-a-Nova, 1413 km2
  5. Évora, 1307 km2
  6. Mértola, 1279 km2
  7. Montemor-o-Novo, 1232 km2
  8. Bragança, 1174 km2
  9. Beja, 1140 km2
  10. Coruche, 1113 km2
  11. Serpa, 1103 km2
  12. Santiago do Cacém, 1059 km2
  13. Moura, 958 km2
  14. Ponte de Sôr, 839 km2
  15. Sabugal, 824 km2

Maiores concelhos de Portugal em população

  1. Lisboa, 547 631 habitantes
  2. Sintra, 377 837 habitantes
  3. Vila Nova de Gaia, 302 296 habitantes
  4. Porto, 237 584 habitantes
  5. Cascais, 206 429 habitantes
  6. Loures, 205 054 habitantes
  7. Braga, 181 474 habitantes
  8. Matosinhos, 175 478 habitantes
  9. Amadora, 175 135 habitantes
  10. Almada, 174 030 habitantes
  11. Oeiras,172 120 habitantes
  12. Gondomar, 168 027 habitantes
  13. Seixal,158 269 habitantes
  14. Guimarães,158 124 habitantes
  15. Odivelas,144 549 habitantes
  16. Coimbra,143 396  habitantes
  17. Santa Maria da Feira, 139 312 habitantes
  18. Vila Franca de Xira,136 886 habitantes
  19. Maia,135 306 habitantes
  20. Vila Nova de Famalicão,133 832 habitantes
  21. Leiria,126 879 habitantes
  22. Setúbal, 121 185 habitantes
  23. Barcelos, 120 391 habitantes
  24. Funchal, 111 892 habitantes
  25. Viseu, 99 274  habitantes

Dados de população referentes ao Censos 2011

Maiores concelhos de Portugal em número de freguesias

  1. Barcelos, 89 freguesias
  2. Guimarães, 68 freguesias
  3. Braga, 62 freguesias
  4. Vila Verde, 58 freguesias
  5. Guarda, 55 freguesias
  6. Lisboa, 53 freguesias
  7. Arcos de Valdevez e Ponte de Lima, ambos com 51 freguesias
  8. Chaves, 50 freguesias
  9. Bragança e Vila Nova de Famalicão, ambos com 49 freguesias
  10. Sabugal, Amarante e Viana do Castelo, todos com 40 freguesias

Estes números de freguesias são anteriores ao processo de fusão e extinção de freguesias determinado em 2012.

 

RESULTADOS DE PESQUISA para 'Descentralização'
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 
  
 
 

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O RABELO | Portugal e a Região Norte em números (INE)

por José Pereira (zedebaiao.com), em 11.02.16

Sabiam que há mais portugueses a receber menos de 310 euros de remuneração mensal (4%) do que os que recebem entre 1800 e 2500 euros (4,3%)? Região Norte em Números INE 2014_ganho medio por

 

 

Região Algarve em números

 
 

Na faixa inferior a 310 euros por mês, ou seja, abaixo do limiar da pobreza, estão 149,4 mil portugueses.

Este é o reflexo da destruição e desregulação do mercado de trabalho. Estamos perante a precariedade laboral que um dia vai sair-nos muito cara. 

As estatísticas mostram que a maior parte dos trabalhadores precários e mais mal remunerados é do Norte do País, região onde se concentram 38% de trabalhadores com condições laborais mais precárias e com mais baixos salários (90% dos que têm salários abaixo dos 310€ trabalham no setor dos serviços).

 

Tomando por base a última publicação estatística do INE, refere o dinheiro vivo que "há tantos portugueses a receber menos de 310€ como a receber mais de 1800€" e que "os rendimentos mais baixos estão concentrados na região norte do país".

Nos últimos dados estatísticos são apontados alguns indicadores que merecem reflexão:

  • Apesar do salário médio ser apontado para 828 euros, o certo é que cerca de 2 milhões de portugueses recebiam entre 310 e 900 euros;
  • Abaixo do limiar da pobreza, na faixa inferior a 310 euros por mês, estão 149,4 mil portugueses;
  • Um terço dos trabalhadores portugueses recebe entre 310 e 600 euros;
  • Outro terço recebe entre 600 e 900 euros;
  • A restante fatia é justificada pelos que recebem abaixo do limiar da pobreza e dos que recebem mais de 900 euros;
  • 108,2 mil  trabalhadores ganha entre os 1800 e 2500 euros, estando a larga maioria concentrados na zona metropolitana de Lisboa;
  • 53,2 mil portugueses recebem 2500€ ou mais.

 

Região Norte em Números INE 2014_indice.jpg

Região Norte em Números INE 2014.jpg

 

Região Norte em Números INE 2014_beneficiarios R

 

Região Norte em Números INE 2014_beneficiarios s

 

Região Norte em Números INE 2014_desemprego.jpg

 

Região Norte em Números INE 2014_Despesas dos mu

 

Região Norte em Números INE 2014_disparidade gan

 

Região Norte em Números INE 2014_disparidades do

 

Região Norte em Números INE 2014_ganho medio por

 

Região Norte em Números INE 2014_indice de preç

 

 

 

Região Norte em Números INE 2014_Mescado de trab

 

Região Norte em Números INE 2014_proteção soci

 

 

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