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Banco alimentar ou banco de fomento da pobreza?

por José Pereira (zedebaiao.com), em 02.06.14

A POBREZA NÃO PODE CONTINUAR A SER UM NEGÓCIO!!!! Dar sim, mas exigir que se resolva o problema é a nossa maior dádiva!!!!

banco alimentar solidariedade apoio social

Sou gente de parcos recursos e até tenho o desemprego dentro de casa, mas por princípio e porque já passei dificuldades, costumo entregar produtos para o banco alimentar, mas questiono sempre:

  • Porque é que não me vendem os produtos sem IVA para eu entregar muitos mais produtos em prol de quem necessita?
  • Porque é que essas grandes superfícies não entregam o lucro desses produtos em prol de quem mais necessita?
  • Porque é que não nos vendem os produtos a preço de custo e sem IVA para podermos dar ao banco alimentar ou a outras instituições de solidariedade?
  • Porque é que em vez de apoiarmos diretamente as famílias andamos a suportar estruturas sociais que por vezes ficam mais dispendiosas do que o apoio que chega às famílias?
  • Porque é que continuamos a alimentar e a contribuir para o fomento e manutenção da pobreza e não nos unimos para acabar com a fome e com as condições de miséria em que muitos vivem?

A POBREZA NÃO PODE CONTINUAR A SER UM NEGÓCIO!!!! 

O problema é que nos unimos em torno de um saco de arroz, mas não nos unimos em prol de acabar de vez com as condições de miséria que alimentam muita gente de topo e que até servem para muitas vaidades e até para rampa de lançamento ou de resguarda de cargos políticos. Mas também se não dermos, essa gente continuará a passar fome.

Temos de ser mais racionais e exigirmos que se acabe com a miséria de uma vez por todas.

Dar sim, mas exigir que se resolva o problema é a nossa maior dádiva!!!!

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PRIMEIRAS DAMAS E PRIMEIROS DUQUES: No meu tempo,...

por José Pereira (zedebaiao.com), em 16.05.14

Sempre tiveram acesso a tudo à custa de um povo mal (in)formado e tantas vezes explorado. Ou será que as damas e duques que sempre viverem bem e alapados de barriga cheia nunca se aperceberam disso?

 

A emigração, a pobreza, a fome, o desemprego e a exploração em Portugal são hoje muito mais extensos, muito mais intensos e muito mais crónicos do que nunca.

 

Já aqui me havia insurgido sobre esta mesma interpretação e desculpabilização ideológica patética, de cariz ultraliberal capitalista, que visa voltar a explorar-nos massivamente, quando um determinado Rebelo de Sousa havia referido que no tempo dele também não tinha emprego. Poi não tinham que se preocupar, porque nunca precisaram de trabalhar nem de emigrar para matar a fome e sustentar toda uma família!

 

Mas esta gente pensa que engana quem? Temos todos de permanecer bem atentos, sendo que esta gente pretende voltar à exploração do antigamente!!!

 

Cavaco Silva, europeias, desemprego, juventude, emigração, eleições

 

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Nunca percebi muito bem porquê (creio que isto não tem de se perceber), mas as causas e as problemáticas sociais sempre chamaram por mim. Por isso, continuo a gostar tanto de trabalhar na área socioeducativa. Ao ver as notícias de hoje não consegui ficar indiferente a este grande exemplo de solidariedade nem a esta simples frase do professor: "foi por isso que decidi rapar a minha cabeça, numa tentativa de trazê-lo de volta ao normal e voltar a sentir de novo aquele sorisso que o caraterizava". 

 

Mas eu questiono:

E se não tivesse havido todo havido todo este mediatismo?

Quantos meninos e meninas não estarão por aí já sem sorriso e sem dinheiro para tratamentos hà muito tempo?

 

Este caso passou-se recentemente no Irão e deveria servir para reflexão de todos nós.

 

 Referenciou o jornal inglês "The Guardian" que um professor iraniano (Ali Mohammadian), ao perceber que um dos seus alunos estava a sofrer de 'bullying', por ter perdido o cabelo por motivos de doença ainda desconhecida, foi o primeiro a decidir rapar a cabeça, não só por solidariedade, mas para mostrar aos outros meninos da sala de aula a dor do sofrimento e o valor da solidariedade. E não é que em poucos dias todas as crianças da sala de aula também raparam as suas cabeças e o porblema de "bullying" desapareceu! Mas vejamos como isto sucedeu: Em dezembro passado, o professor havia colocado no facebook a sua fotografia, já sem cabelo, isto ao lado do aluno que se encontrava doente e que era alvo de "bullying", demonstrando assim a sua solidariedade para com o pequeno Mahan Rahimi. Note-se que no Irão é necessário ter muito cuidado com mediatismos! Conta o "The Guardian" que Mahan havia ficado completamente isolado depois de ter ficado careca por motivos de doença e que o seu sorriso havia desaparecido do seu rosto, tendo o professor ficado muito preocupado com desempenho escolar que daí poderia decorrer (quantos professores há assim?). Referiu o professor, de 45 anos de idade,  que "foi por isso que decidi rapar a minha cabeça, numa tentativa de trazê-lo de volta ao normal e voltar a sentir de novo aquele sorisso que o caraterizava".  Esta fotografia que o professor havia colocado no facebook, depressa se tornou popular entre os utilizadores das redes sociais no Irão e foi partilhada milhares de vezes. Com a divulgação deste seu ato, o professor, que dá aulas na cidade curda de Marivan, tornou-se um herói nacional. Os Órgãos de comunicação social iranianos procuraram-no e o governo tomou conhecimento da sua atitude, tendo desde logo o professor sido convidado pelo ministro da educação para uma visita de Estado. Quando o professor voltou da capital, já outros 23 alunos tinham rapado as suas cabeças.  Com todo este mediatismo, o governo decidiu oferecer o apoio financeiro necessário para o tratamento médico desta criança, sendo que, até ao momento, os médicos iranianos ainda não descobriram qual é a doença que afeta o sistema imunológico e que acabou por deixar o menino Mahan sem cabelo. De acordo com o professor, algumas amostras foram enviadas para a Alemanha para um possível diagnóstico. Por isso, agora esperamos as melhoras e que sirva de reflexão sobre os casos de "bullying" Mas e se não tivesse havido todo este mediatismo? Quantos meninos e meninas não estarão por aí já sem sorriso e sem dinheiro para tratamentos hà muito tempo?

 

 

 

Fonte: Iran Daily e fotos do site The Iran project 

 

O que é o "bullying"?

Bullying (anglicismobullying, pronuncia-se AFI[ˈbʊljɪŋ]) é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.1

Em 20% dos casos as pessoas são simultaneamente vítimas e agressoras de bullying, ou seja, em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma. Nas escolas, a maioria dos atos de bullying ocorre fora da visão dos adultos e grande parte das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida.2

Ver mais em:

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying

http://www.paisfilipadelencastre.org/documentos/42-seguranca/62-bullying.html

 

 

 

 

 

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