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Saiba como poderá ajudar a Ucrânia e os ucranianos

por José Pereira (zedebaiao.com), em 27.04.22

Aqui encontra 7 formas de poder ajudar, mas há outras formas de ajudar

 
 
Foto: Andrea Ucini/The Economist
 

1. Science for Ukraine

#ScienceForUkraine é um grupo voluntário de estudantes e investigadores de instituições académicas na Europa e em várias partes do mundo. Através desta iniciativa, pode dar oportunidades de bolsas universitárias, empregos a part-time ou full-time, alojamento numa residência, espaço no escritório, um computador com internet, acesso à biblioteca e/ou ao laboratório.

Para tal, basta usar o hashtag #ScienceForUkraine na posição disponível ou preencher este formulário online.

 

2. Global Platform for Higher Education in Emergencies

Esta ONG portuguesa oferece oportunidades universitárias a pessoas que se encontrem em locais de guerra.

Começaram em 2013 com estudantes da Síria e englobam agora também estudantes ucranianos.

A Global Platform trabalha diretamente com instituições de Ensino Superior, laboratórios e centros de investigação em Portugal. Para ajudar, basta alertar a instituição onde estás inserido de que esta iniciativa existe.

 

3. Portugal For Ukraine

A plataforma Portugal for Ukraine visa congregar todas as ações do Estado Português em relação ao conflito na Ucrânia, nas dimensões de ação internacional, do envio de apoio humanitário e da integração e acolhimento em Portugal de pessoas deslocadas.

Para ajudar é necessário preencher um formulário online e, de seguida, o Estado Português entrará em contacto.

 

4. Tech for Ukraine

Uma plataforma portuguesa na área de tecnologia que criou uma rede de contactos de voluntários, investidores e orientadores.

A secção de "Talentos Individuais" está dividida em capacidades, sendo elas: designer, IT, programador, marketing, relações públicas, recursos humanos, equipas de liderança, gestão e outros.

As empresas ("Businesses") podem selecionar entre start-up, scaleup e corporate.

Na secção de investidor/a existem quatro opções: "angel", "fund manager", "VC" e "Bank".

Para mais esclarecimentos, contactar help@techforukraine.pt .

 

5. Somos Todos Ucrânia

Os municípios do Porto, Vila Nova de Gaia e Matosinhos uniram-se numa resposta humanitária que procura, acima de tudo, organizar todas as manifestações de apoio, em particular na oferta de bens, serviços, emprego e acolhimento.

Para ajudar existem quatro opções: recolha de bens, acolhimento de famílias, bolsa de emprego e bolsa de serviços.

 

6. We Help Ukraine

WeHelpUkraine.org é uma plataforma para ajudar os refugiados ucranianos a encontrar apoio a nível mundial.

É possível ajudar dando, por exemplo, alojamento, transporte e assistência médica.

 

7. Housing for Refugees

Como o nome indica, nesta plataforma é possível oferecer casa a um refugiado ucraniano. Para tal, é necessário preencher um formulário online.

 
 

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Já  está a ser organizada uma rede de escolas  e creches que irão estar abertas, para que os profissionais de saúde,  de protecção e socorro,  entre outros que terão de trabalhar por todos nós,  possam deixar os seus filhos em segurança, designadamente durante este período em que se sugere o isolamento e em que os estabelecimentos de ensino se encontram encerrados.
Esta medida foi aprovada pelo Ministério de Educação, sendo que cada agrupamento de escolas terá de ter, pelo menos, uma sala de aulas para receber os filhos ou dependentes destes profissionais,  tudo dentro das normas de segurança.
Estão ainda a ser divulgados grupos de entreajuda que visam disponibilizar alojamento gratuito para os profissionais de saúde que venham a estar deslocados e que necessitem de pernoitar junto das unidades de saúde/hospitais:

Grupo de Alojamento 1

Grupo de Alojamento 2

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NOTA: Estes dados serão atualizados, sempre que se justifique

NORTE – Escolas de Referência

CENTRO – Escolas de Referência

LISBOA e VALE do TEJO – Escolas de Referência

 ALENTEJO – Escolas de Referência

ALGARVE – Escolas de Referência

 

Sugestões, dos Educadores Sociais,  para pais e encarregados de educação

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Promoção e protecção dos direitos das crianças
www.dge.mec.pt › EInfancia › documentos ›
 

Algumas sugestões:

  • As crianças precisam de saber que irão ser cuidadas e estimadas, de se sentir importantes e envolvidas;
  • Falar e explicar gradualmente sobre o que aconteceu ou está a acontecer;
  • Evitar a expressão de emoções fortes junto das crianças;
  • Procurar formas suaves de partilhar de forma adequada o sofrimento;
  • Evitar os funerais se for previsto ocorrer situações de desespero e de expressão de grande sofrimento;
  • É muito importante envolver as crianças no quotidiano da vida e das brincadeiras e explicar que a vida continua;
  • Procurar suavizar a realidade recorrendo a histórias ou desenhos animados que vão preparando gradualmente as crianças para encarar a morte;
  • A verdade não deve ser escondida. Deve é ser bem explicada. Evitar dizer que está apenas a dormir, que agora é uma estrela ou que apenas ficou invisível;
  • Preparar as crianças para as visitas aos cemitérios, como forma de recordar a vida; 
  • É extremamente importante preparar, acompanhar e apoiar a criança que possa vir a enfrentar a morte de um parente;
  • A adaptação da criança vai depender muito da adaptação dos adultos que a rodeiam. Por isso, todos devem estar o melhor preparados possível para lidar com as situações e com as crianças;
  • É importante dar espaço para as crianças poderem brincar, mas também chorar, falar, recordar.
  • As boas memórias nunca morrem.

 

 

Posts recentes

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MISSÕES DE AJUDA A MOÇAMBIQUE 2019

por José Pereira (zedebaiao.com), em 26.03.19

CVP, Médicos do Mundo, CTT, AMI

Saiba como proceder a donativos e ao envio gratuito de roupas através dos CTT. 

Comunicado sobre calamidades naturais em Moçambique

O Governo português lamenta profundamente as numerosas perdas humanas e materiais causadas pelas calamidades naturais que assolaram de forma violenta, nos últimos dias, as regiões do Centro e Norte de Moçambique. As cheias provocadas pelas chuvas torrenciais e o ciclone Idai afetaram de forma muito significativa as províncias de Tete, Zambézia, Niassa e Sofala, em particular a Cidade da Beira.

 Neste momento de grande consternação, Portugal manifesta a sua muita sentida solidariedade com o povo irmão moçambicano e apresenta as suas condolências às famílias enlutadas, desejando a todos os feridos uma rápida recuperação. Portugal manifesta ainda, nesta hora difícil, o seu apoio às autoridades moçambicanas.

Lisboa, 15 de março de 2019

Contactos da Emergência Consular


Em situações de emergência, os cidadãos nacionais que se encontrem no estrangeiro devem contactar o Gabinete de Emergência Consular:

Telefone de Emergência (atendimento 24 horas)
+351 21 792 97 14

Telemóvel de Emergência (atendimento 24 horas) 
+351 961 706 472

Correio eletrónico:
gec@mne.pt

 

Contactos úteis

Portal Diplomático

Embaixada de Portugal em Moçambique

Ministério dos Negócios Estrangeiros de Moçambique

ACLM - Associação Cultural Luso-Moçambicana

UCCLA - Beira

CPLP

 

Moçambique_1 (1).jpg

O envio é gratuito até ao dia 8 de abril e para isso basta pedir uma embalagem solidária numa loja dos CTT

As roupas devem ser leves e adequadas ao clima de Moçambique.

Há muitas crianças em Moçambique. No país cerca de 9 milhões da população tem menos de 15 anos. 32% entre os 0-14 anos e apenas 7% acima dos 65 anos (fonte: https://www.ceso.pt/pdfs/Mocambique.pdf

Os CTT – Correios de Portugal, em parceria com os Correios de Moçambique, arrancam esta segunda-feira, dia 25, com uma ação de recolha de roupas nas Lojas CTT dos donativos dos portugueses para enviar para Moçambique.

Com a passagem do ciclone Idai milhares de moçambicanos foram afetados pelas cheias. A ajuda de todos é fundamental e, assim, os CTT estão a fornecer Embalagens Solidárias para que os portugueses possam enviar roupas para Moçambique.

 Como Ajudar?

  • Deslocar-se a uma das 538 Lojas CTT espalhadas por todo o país;
  • Pedir uma Embalagem Solidária;
  • Colocar o donativo  (roupas) e o envio será realizado, de forma gratuita;
  • A recolha de donativos nas Lojas CTT decorre entre 25 de março até 8 de abril.

Os CTT aproveitam a forte capilaridade e proximidade às populações disponibilizando a sua vasta rede de lojas para fazer chegar os donativos dos portugueses a quem mais precisa.

Feito de Esperança - Uma iniciativa CTT e Correios de Moçambique

Resultado de imagem para tragedia crianças em moçambique

 

Moçambique – Missão de Emergência MÉDICOS DO MUNDO

Faça a sua doação

Ajude-nos a ajudar Moçambique

 

 A Associação Médicos do Mundo é uma Organização Não-Governamental de ajuda humanitária e de cooperação para o desenvolvimento, sem filiação partidária ou religiosa. O nosso trabalho assenta no direito fundamental de todos os seres humanos terem acesso a cuidados de saúde, independentemente da sua nacionalidade, religião, ideologia, raça ou possibilidades económicas.

Médicos do Mundo

 

A prestação de cuidados globais de saúde é o pilar da nossa acção. No entanto, não combatemos apenas a doença; lutamos por fazer chegar aos mais desprotegidos um conceito alargado de saúde, que inclui o bem-estar físico, psíquico e social, tal como foi definido pela Organização Mundial de Saúde, na conferência que decorreu em 1979, em Alma Ata, ex-URSS. Como afirma o nosso lema: "Lutamos contra todas as doenças, até mesmo a injustiça...".

Saiba Mais

 

 

Na sequência do ciclone Idai, que devastou o sudeste de África, a Médicos do Mundo iniciará, segunda-feira, uma missão de emergência humanitária em Moçambique, operando em duas frentes. 

 

Ambas as equipas, constituídas por especialistas em ajuda humanitária, partirão neste fim de semana para o terreno para avaliar os danos causados pelo ciclone, nomeadamente em termos de acesso a cuidados primários de saúde, de modo a que se inicie uma intervenção urgente com equipamento adequado. 

Uma irá articular directamente com a Rede Internacional da Médicos do Mundo, com a Médicos Sem Fronteiras, Oikos, Save the Childreen e outras organizações locais, a outra irá operar em articulação com a Cruz Vermelha Portuguesa, estando agora a constituir-se uma equipa portuguesa para a Missão Imbondeiro. 
 

 

A Médicos do Mundo alerta para o impacto das consequências deste ciclone, que provocou inundações em várias zonas do país, com infraestruturas em estado muito precário, suscitando uma alta prevalência de doenças infeciosas, sobretudo a malária e dengue.

MdM

Equipa de Saúde limitada

No terreno existe actualmente uma rede de saúde com capacidade muito limitada, havendo apenas três médicos por cada 100 000 habitantes.

O ciclone, considerado um dos piores dos últimos anos, afectou sobretudo a área de Sofala, nomeadamente a cidade de Beira, onde as infraestruturas rodoviárias, a rede de telecomunicações e as infraestruturas habitacionais estão total ou parcialmente danificadas.

 

 

Moçambique – Missão de Emergência AMI

Depois da passagem do ciclone Idai, que assolou Moçambique com uma das piores tempestades de sempre no Hemisfério Sul, uma equipa da AMI vai trabalhar no levantamento de necessidades e da primeira intervenção no terreno, graças à colaboração com os parceiros locais.

Missão de Emergência em Moçambique

 

 
Cruz Vermelha Portuguesa
domingo, 24 março 2019 15:07

PONTO DE SITUAÇÃO N.º 25 - MOÇAMBIQUE

A Task Force da Operação Embondeiro por Moçambique comunica que está a decorrer a deslocação da ajuda humanitária dos armazéns da Cruz Vermelha no Prior Velho para o aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa.

Esta ajuda será carregada no Boeig 767 da Aero Atlantic, que partirá ainda hoje para a Beira.

Mais de 50 voluntários da Cruz Vermelha, Médicos do Mundo, escuteiros e outras entidades, estão envolvidos nesta intervenção.

A Equipa de 20 médicos, enfermeiros e psicólogos está pronta para embarcar, junto com o Hospital de Campanha da Cruz Vermelha Portuguesa.

A Ministra da Saúde Marta Temido marcará presença na cerimónia de despedida desta Equipa, prevista para as 17 horas.

A descolagem deste voo está marcada para as 18 horas.

Na Beira, será efectuada a descarga desta ajuda e a entrega directa à Cruz Vermelha Moçambicana.

VER FOTOGALERIA

FORMAS DE DOAR DINHEIRO

Formas de doar dinheiro
 

As doações monetárias são a melhor forma de ajudar as pessoas carenciadas ou vítimas de catástrofes ou desastres, porque o dinheiro pode, de forma muito rápida e simples, ser transferido para qualquer conta bancária ou convertido imediatamente nos géneros mais necessários, em qualquer parte de Portugal ou do mundo.

Isto permite à Cruz Vermelha poder usar o seu forte poder de compra (obtendo preços especiais para os produtos) e ajustar a resposta muito rapidamente a necessidades e prioridades variáveis.

Existem várias formas de doar dinheiro para a Cruz Vermelha Portuguesa, nomeadamente:

  • Online, fazendo um donativo pontual ou recorrente
  • Por transferência bancária, para uma das contas CVP
  • Por multibanco ou netbanking: entidade 20999, referência 999999999
  • Por correio, enviando-nos um cheque ou vale postal
  • Por Payshop
  • Por telefone, ligando para a linha do nosso Fundo de Emergência 760 20 22 22
  • Campanha “Ser Solidário” no Multibanco
  • Consignando 0,5% do IRS, sem custo algum
  • Deixando uma herança ou legado

Para saber mais, consulte os destaques abaixo.

Ao abrigo do Estatuto do Mecenato, a Cruz Vermelha Portuguesa emite um recibo de donativo que poderá ser utilizado para deduções nos impostos. Para obter este recibo é necessário fazer chegar-nos a identificação e o NIF do doador, bem como o comprovativo da operação de donativo. 
Para mais esclarecimentos, contacte-nos.

O seu donativo dá-nos a flexibilidade para responder de forma rápida e efectiva a situações de emergência inesperadas, como catástrofes naturais ou desastres, ou a necessidades humanitárias emergentes, em Portugal e em todo o mundo.

Faça aqui o seu donativo online, de forma segura e rápida, optando pelo meio de pagamento mais conveniente (Payshop, Multibanco ou cartões Visa, Mastercard e Maestro).

Salvo expressa declaração contrária, o doador autoriza a Cruz Vermelha Portuguesa a publicitar a sua identificação, bem como o montante do donativo realizado. No caso de optar pelo anonimato, o montante do donativo não deixará de ser publicitado. Nesta última situação, o doador deverá endereçar a declaração de não autorização de publicitação da sua identificação para o seguinte email: financeiro@cruzvermelha.org.pt

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Banco alimentar ou banco de fomento da pobreza?

por José Pereira (zedebaiao.com), em 02.06.14

A POBREZA NÃO PODE CONTINUAR A SER UM NEGÓCIO!!!! Dar sim, mas exigir que se resolva o problema é a nossa maior dádiva!!!!

banco alimentar solidariedade apoio social

Sou gente de parcos recursos e até tenho o desemprego dentro de casa, mas por princípio e porque já passei dificuldades, costumo entregar produtos para o banco alimentar, mas questiono sempre:

  • Porque é que não me vendem os produtos sem IVA para eu entregar muitos mais produtos em prol de quem necessita?
  • Porque é que essas grandes superfícies não entregam o lucro desses produtos em prol de quem mais necessita?
  • Porque é que não nos vendem os produtos a preço de custo e sem IVA para podermos dar ao banco alimentar ou a outras instituições de solidariedade?
  • Porque é que em vez de apoiarmos diretamente as famílias andamos a suportar estruturas sociais que por vezes ficam mais dispendiosas do que o apoio que chega às famílias?
  • Porque é que continuamos a alimentar e a contribuir para o fomento e manutenção da pobreza e não nos unimos para acabar com a fome e com as condições de miséria em que muitos vivem?

A POBREZA NÃO PODE CONTINUAR A SER UM NEGÓCIO!!!! 

O problema é que nos unimos em torno de um saco de arroz, mas não nos unimos em prol de acabar de vez com as condições de miséria que alimentam muita gente de topo e que até servem para muitas vaidades e até para rampa de lançamento ou de resguarda de cargos políticos. Mas também se não dermos, essa gente continuará a passar fome.

Temos de ser mais racionais e exigirmos que se acabe com a miséria de uma vez por todas.

Dar sim, mas exigir que se resolva o problema é a nossa maior dádiva!!!!

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PRIMEIRAS DAMAS E PRIMEIROS DUQUES: No meu tempo,...

por José Pereira (zedebaiao.com), em 16.05.14

Sempre tiveram acesso a tudo à custa de um povo mal (in)formado e tantas vezes explorado. Ou será que as damas e duques que sempre viverem bem e alapados de barriga cheia nunca se aperceberam disso?

 

A emigração, a pobreza, a fome, o desemprego e a exploração em Portugal são hoje muito mais extensos, muito mais intensos e muito mais crónicos do que nunca.

 

Já aqui me havia insurgido sobre esta mesma interpretação e desculpabilização ideológica patética, de cariz ultraliberal capitalista, que visa voltar a explorar-nos massivamente, quando um determinado Rebelo de Sousa havia referido que no tempo dele também não tinha emprego. Poi não tinham que se preocupar, porque nunca precisaram de trabalhar nem de emigrar para matar a fome e sustentar toda uma família!

 

Mas esta gente pensa que engana quem? Temos todos de permanecer bem atentos, sendo que esta gente pretende voltar à exploração do antigamente!!!

 

Cavaco Silva, europeias, desemprego, juventude, emigração, eleições

 

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