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MISSÕES DE AJUDA A MOÇAMBIQUE 2019

por José Pereira (zedebaiao.com), em 26.03.19

CVP, Médicos do Mundo, CTT, AMI

Saiba como proceder a donativos e ao envio gratuito de roupas através dos CTT. 

Comunicado sobre calamidades naturais em Moçambique

O Governo português lamenta profundamente as numerosas perdas humanas e materiais causadas pelas calamidades naturais que assolaram de forma violenta, nos últimos dias, as regiões do Centro e Norte de Moçambique. As cheias provocadas pelas chuvas torrenciais e o ciclone Idai afetaram de forma muito significativa as províncias de Tete, Zambézia, Niassa e Sofala, em particular a Cidade da Beira.

 Neste momento de grande consternação, Portugal manifesta a sua muita sentida solidariedade com o povo irmão moçambicano e apresenta as suas condolências às famílias enlutadas, desejando a todos os feridos uma rápida recuperação. Portugal manifesta ainda, nesta hora difícil, o seu apoio às autoridades moçambicanas.

Lisboa, 15 de março de 2019

Contactos da Emergência Consular


Em situações de emergência, os cidadãos nacionais que se encontrem no estrangeiro devem contactar o Gabinete de Emergência Consular:

Telefone de Emergência (atendimento 24 horas)
+351 21 792 97 14

Telemóvel de Emergência (atendimento 24 horas) 
+351 961 706 472

Correio eletrónico:
gec@mne.pt

 

Contactos úteis

Portal Diplomático

Embaixada de Portugal em Moçambique

Ministério dos Negócios Estrangeiros de Moçambique

ACLM - Associação Cultural Luso-Moçambicana

UCCLA - Beira

CPLP

 

Moçambique_1 (1).jpg

O envio é gratuito até ao dia 8 de abril e para isso basta pedir uma embalagem solidária numa loja dos CTT

As roupas devem ser leves e adequadas ao clima de Moçambique.

Há muitas crianças em Moçambique. No país cerca de 9 milhões da população tem menos de 15 anos. 32% entre os 0-14 anos e apenas 7% acima dos 65 anos (fonte: https://www.ceso.pt/pdfs/Mocambique.pdf

Os CTT – Correios de Portugal, em parceria com os Correios de Moçambique, arrancam esta segunda-feira, dia 25, com uma ação de recolha de roupas nas Lojas CTT dos donativos dos portugueses para enviar para Moçambique.

Com a passagem do ciclone Idai milhares de moçambicanos foram afetados pelas cheias. A ajuda de todos é fundamental e, assim, os CTT estão a fornecer Embalagens Solidárias para que os portugueses possam enviar roupas para Moçambique.

 Como Ajudar?

  • Deslocar-se a uma das 538 Lojas CTT espalhadas por todo o país;
  • Pedir uma Embalagem Solidária;
  • Colocar o donativo  (roupas) e o envio será realizado, de forma gratuita;
  • A recolha de donativos nas Lojas CTT decorre entre 25 de março até 8 de abril.

Os CTT aproveitam a forte capilaridade e proximidade às populações disponibilizando a sua vasta rede de lojas para fazer chegar os donativos dos portugueses a quem mais precisa.

Feito de Esperança - Uma iniciativa CTT e Correios de Moçambique

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Moçambique – Missão de Emergência MÉDICOS DO MUNDO

Faça a sua doação

Ajude-nos a ajudar Moçambique

 

 A Associação Médicos do Mundo é uma Organização Não-Governamental de ajuda humanitária e de cooperação para o desenvolvimento, sem filiação partidária ou religiosa. O nosso trabalho assenta no direito fundamental de todos os seres humanos terem acesso a cuidados de saúde, independentemente da sua nacionalidade, religião, ideologia, raça ou possibilidades económicas.

Médicos do Mundo

 

A prestação de cuidados globais de saúde é o pilar da nossa acção. No entanto, não combatemos apenas a doença; lutamos por fazer chegar aos mais desprotegidos um conceito alargado de saúde, que inclui o bem-estar físico, psíquico e social, tal como foi definido pela Organização Mundial de Saúde, na conferência que decorreu em 1979, em Alma Ata, ex-URSS. Como afirma o nosso lema: "Lutamos contra todas as doenças, até mesmo a injustiça...".

Saiba Mais

 

 

Na sequência do ciclone Idai, que devastou o sudeste de África, a Médicos do Mundo iniciará, segunda-feira, uma missão de emergência humanitária em Moçambique, operando em duas frentes. 

 

Ambas as equipas, constituídas por especialistas em ajuda humanitária, partirão neste fim de semana para o terreno para avaliar os danos causados pelo ciclone, nomeadamente em termos de acesso a cuidados primários de saúde, de modo a que se inicie uma intervenção urgente com equipamento adequado. 

Uma irá articular directamente com a Rede Internacional da Médicos do Mundo, com a Médicos Sem Fronteiras, Oikos, Save the Childreen e outras organizações locais, a outra irá operar em articulação com a Cruz Vermelha Portuguesa, estando agora a constituir-se uma equipa portuguesa para a Missão Imbondeiro. 
 

 

A Médicos do Mundo alerta para o impacto das consequências deste ciclone, que provocou inundações em várias zonas do país, com infraestruturas em estado muito precário, suscitando uma alta prevalência de doenças infeciosas, sobretudo a malária e dengue.

MdM

Equipa de Saúde limitada

No terreno existe actualmente uma rede de saúde com capacidade muito limitada, havendo apenas três médicos por cada 100 000 habitantes.

O ciclone, considerado um dos piores dos últimos anos, afectou sobretudo a área de Sofala, nomeadamente a cidade de Beira, onde as infraestruturas rodoviárias, a rede de telecomunicações e as infraestruturas habitacionais estão total ou parcialmente danificadas.

 

 

Moçambique – Missão de Emergência AMI

Depois da passagem do ciclone Idai, que assolou Moçambique com uma das piores tempestades de sempre no Hemisfério Sul, uma equipa da AMI vai trabalhar no levantamento de necessidades e da primeira intervenção no terreno, graças à colaboração com os parceiros locais.

Missão de Emergência em Moçambique

 

 
Cruz Vermelha Portuguesa
domingo, 24 março 2019 15:07

PONTO DE SITUAÇÃO N.º 25 - MOÇAMBIQUE

A Task Force da Operação Embondeiro por Moçambique comunica que está a decorrer a deslocação da ajuda humanitária dos armazéns da Cruz Vermelha no Prior Velho para o aeroporto de Figo Maduro, em Lisboa.

Esta ajuda será carregada no Boeig 767 da Aero Atlantic, que partirá ainda hoje para a Beira.

Mais de 50 voluntários da Cruz Vermelha, Médicos do Mundo, escuteiros e outras entidades, estão envolvidos nesta intervenção.

A Equipa de 20 médicos, enfermeiros e psicólogos está pronta para embarcar, junto com o Hospital de Campanha da Cruz Vermelha Portuguesa.

A Ministra da Saúde Marta Temido marcará presença na cerimónia de despedida desta Equipa, prevista para as 17 horas.

A descolagem deste voo está marcada para as 18 horas.

Na Beira, será efectuada a descarga desta ajuda e a entrega directa à Cruz Vermelha Moçambicana.

VER FOTOGALERIA

FORMAS DE DOAR DINHEIRO

Formas de doar dinheiro
 

As doações monetárias são a melhor forma de ajudar as pessoas carenciadas ou vítimas de catástrofes ou desastres, porque o dinheiro pode, de forma muito rápida e simples, ser transferido para qualquer conta bancária ou convertido imediatamente nos géneros mais necessários, em qualquer parte de Portugal ou do mundo.

Isto permite à Cruz Vermelha poder usar o seu forte poder de compra (obtendo preços especiais para os produtos) e ajustar a resposta muito rapidamente a necessidades e prioridades variáveis.

Existem várias formas de doar dinheiro para a Cruz Vermelha Portuguesa, nomeadamente:

  • Online, fazendo um donativo pontual ou recorrente
  • Por transferência bancária, para uma das contas CVP
  • Por multibanco ou netbanking: entidade 20999, referência 999999999
  • Por correio, enviando-nos um cheque ou vale postal
  • Por Payshop
  • Por telefone, ligando para a linha do nosso Fundo de Emergência 760 20 22 22
  • Campanha “Ser Solidário” no Multibanco
  • Consignando 0,5% do IRS, sem custo algum
  • Deixando uma herança ou legado

Para saber mais, consulte os destaques abaixo.

Ao abrigo do Estatuto do Mecenato, a Cruz Vermelha Portuguesa emite um recibo de donativo que poderá ser utilizado para deduções nos impostos. Para obter este recibo é necessário fazer chegar-nos a identificação e o NIF do doador, bem como o comprovativo da operação de donativo. 
Para mais esclarecimentos, contacte-nos.

O seu donativo dá-nos a flexibilidade para responder de forma rápida e efectiva a situações de emergência inesperadas, como catástrofes naturais ou desastres, ou a necessidades humanitárias emergentes, em Portugal e em todo o mundo.

Faça aqui o seu donativo online, de forma segura e rápida, optando pelo meio de pagamento mais conveniente (Payshop, Multibanco ou cartões Visa, Mastercard e Maestro).

Salvo expressa declaração contrária, o doador autoriza a Cruz Vermelha Portuguesa a publicitar a sua identificação, bem como o montante do donativo realizado. No caso de optar pelo anonimato, o montante do donativo não deixará de ser publicitado. Nesta última situação, o doador deverá endereçar a declaração de não autorização de publicitação da sua identificação para o seguinte email: financeiro@cruzvermelha.org.pt

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Banco alimentar ou banco de fomento da pobreza?

por José Pereira (zedebaiao.com), em 02.06.14

A POBREZA NÃO PODE CONTINUAR A SER UM NEGÓCIO!!!! Dar sim, mas exigir que se resolva o problema é a nossa maior dádiva!!!!

banco alimentar solidariedade apoio social

Sou gente de parcos recursos e até tenho o desemprego dentro de casa, mas por princípio e porque já passei dificuldades, costumo entregar produtos para o banco alimentar, mas questiono sempre:

  • Porque é que não me vendem os produtos sem IVA para eu entregar muitos mais produtos em prol de quem necessita?
  • Porque é que essas grandes superfícies não entregam o lucro desses produtos em prol de quem mais necessita?
  • Porque é que não nos vendem os produtos a preço de custo e sem IVA para podermos dar ao banco alimentar ou a outras instituições de solidariedade?
  • Porque é que em vez de apoiarmos diretamente as famílias andamos a suportar estruturas sociais que por vezes ficam mais dispendiosas do que o apoio que chega às famílias?
  • Porque é que continuamos a alimentar e a contribuir para o fomento e manutenção da pobreza e não nos unimos para acabar com a fome e com as condições de miséria em que muitos vivem?

A POBREZA NÃO PODE CONTINUAR A SER UM NEGÓCIO!!!! 

O problema é que nos unimos em torno de um saco de arroz, mas não nos unimos em prol de acabar de vez com as condições de miséria que alimentam muita gente de topo e que até servem para muitas vaidades e até para rampa de lançamento ou de resguarda de cargos políticos. Mas também se não dermos, essa gente continuará a passar fome.

Temos de ser mais racionais e exigirmos que se acabe com a miséria de uma vez por todas.

Dar sim, mas exigir que se resolva o problema é a nossa maior dádiva!!!!

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PRIMEIRAS DAMAS E PRIMEIROS DUQUES: No meu tempo,...

por José Pereira (zedebaiao.com), em 16.05.14

Sempre tiveram acesso a tudo à custa de um povo mal (in)formado e tantas vezes explorado. Ou será que as damas e duques que sempre viverem bem e alapados de barriga cheia nunca se aperceberam disso?

 

A emigração, a pobreza, a fome, o desemprego e a exploração em Portugal são hoje muito mais extensos, muito mais intensos e muito mais crónicos do que nunca.

 

Já aqui me havia insurgido sobre esta mesma interpretação e desculpabilização ideológica patética, de cariz ultraliberal capitalista, que visa voltar a explorar-nos massivamente, quando um determinado Rebelo de Sousa havia referido que no tempo dele também não tinha emprego. Poi não tinham que se preocupar, porque nunca precisaram de trabalhar nem de emigrar para matar a fome e sustentar toda uma família!

 

Mas esta gente pensa que engana quem? Temos todos de permanecer bem atentos, sendo que esta gente pretende voltar à exploração do antigamente!!!

 

Cavaco Silva, europeias, desemprego, juventude, emigração, eleições

 

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Portugal desemprego emprego emigração
Portugal economia e tecnologias
Portugal ambiente e energia

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Nunca percebi muito bem porquê (creio que isto não tem de se perceber), mas as causas e as problemáticas sociais sempre chamaram por mim. Por isso, continuo a gostar tanto de trabalhar na área socioeducativa. Ao ver as notícias de hoje não consegui ficar indiferente a este grande exemplo de solidariedade nem a esta simples frase do professor: "foi por isso que decidi rapar a minha cabeça, numa tentativa de trazê-lo de volta ao normal e voltar a sentir de novo aquele sorisso que o caraterizava". 

 

Mas eu questiono:

E se não tivesse havido todo havido todo este mediatismo?

Quantos meninos e meninas não estarão por aí já sem sorriso e sem dinheiro para tratamentos hà muito tempo?

 

Este caso passou-se recentemente no Irão e deveria servir para reflexão de todos nós.

 

 Referenciou o jornal inglês "The Guardian" que um professor iraniano (Ali Mohammadian), ao perceber que um dos seus alunos estava a sofrer de 'bullying', por ter perdido o cabelo por motivos de doença ainda desconhecida, foi o primeiro a decidir rapar a cabeça, não só por solidariedade, mas para mostrar aos outros meninos da sala de aula a dor do sofrimento e o valor da solidariedade. E não é que em poucos dias todas as crianças da sala de aula também raparam as suas cabeças e o porblema de "bullying" desapareceu! Mas vejamos como isto sucedeu: Em dezembro passado, o professor havia colocado no facebook a sua fotografia, já sem cabelo, isto ao lado do aluno que se encontrava doente e que era alvo de "bullying", demonstrando assim a sua solidariedade para com o pequeno Mahan Rahimi. Note-se que no Irão é necessário ter muito cuidado com mediatismos! Conta o "The Guardian" que Mahan havia ficado completamente isolado depois de ter ficado careca por motivos de doença e que o seu sorriso havia desaparecido do seu rosto, tendo o professor ficado muito preocupado com desempenho escolar que daí poderia decorrer (quantos professores há assim?). Referiu o professor, de 45 anos de idade,  que "foi por isso que decidi rapar a minha cabeça, numa tentativa de trazê-lo de volta ao normal e voltar a sentir de novo aquele sorisso que o caraterizava".  Esta fotografia que o professor havia colocado no facebook, depressa se tornou popular entre os utilizadores das redes sociais no Irão e foi partilhada milhares de vezes. Com a divulgação deste seu ato, o professor, que dá aulas na cidade curda de Marivan, tornou-se um herói nacional. Os Órgãos de comunicação social iranianos procuraram-no e o governo tomou conhecimento da sua atitude, tendo desde logo o professor sido convidado pelo ministro da educação para uma visita de Estado. Quando o professor voltou da capital, já outros 23 alunos tinham rapado as suas cabeças.  Com todo este mediatismo, o governo decidiu oferecer o apoio financeiro necessário para o tratamento médico desta criança, sendo que, até ao momento, os médicos iranianos ainda não descobriram qual é a doença que afeta o sistema imunológico e que acabou por deixar o menino Mahan sem cabelo. De acordo com o professor, algumas amostras foram enviadas para a Alemanha para um possível diagnóstico. Por isso, agora esperamos as melhoras e que sirva de reflexão sobre os casos de "bullying" Mas e se não tivesse havido todo este mediatismo? Quantos meninos e meninas não estarão por aí já sem sorriso e sem dinheiro para tratamentos hà muito tempo?

 

 

 

Fonte: Iran Daily e fotos do site The Iran project 

 

O que é o "bullying"?

Bullying (anglicismobullying, pronuncia-se AFI[ˈbʊljɪŋ]) é um termo utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo (do inglês bully, tiranete ou valentão) ou grupo de indivíduos causando dor e angústia, sendo executadas dentro de uma relação desigual de poder.1

Em 20% dos casos as pessoas são simultaneamente vítimas e agressoras de bullying, ou seja, em determinados momentos cometem agressões, porém também são vítimas de assédio escolar pela turma. Nas escolas, a maioria dos atos de bullying ocorre fora da visão dos adultos e grande parte das vítimas não reage ou fala sobre a agressão sofrida.2

Ver mais em:

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Bullying

http://www.paisfilipadelencastre.org/documentos/42-seguranca/62-bullying.html

 

 

 

 

 

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