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por José Pereira (zedebaiao.com)
José Pereira

 

Quem tem 55 anos ou mais e ainda não foi vacinado já pode fazer o autoagendamento da vacina contra a covid-19 no site da Direção-Geral da Saúde.

Basta aceder aqui ao site da DGS, indicar o nome completo, data de nascimento e escolher o local e data para a vacinação. 

NOTA: Ao aceder ao site da DGS, é-lhe apresentada a primeira data de vacinação disponível. Os utentes podem aceitar essa data ou escolher outra que lhe seja mais conveniente. 

Deverá ter à mão o n.º de utente (ver no cartão de Cidadão)

NOTA: Este formulário destina-se apenas ao pedido de agendamento da 1ª inoculação da vacina contra a COVID-19.

1. Selecione o local e a data para vacinação mais conveniente para si.

2. Será contactado por SMS pelo número 2424 com mais indicações. Por SMS receberá a hora em que ocorrerá a vacinação, o local e ponto de vacinação selecionado. 

3. No dia agendado, desloque-se até ao local de vacinação escolhido, na hora indicada.

Não vá mais cedo, para evitar ajuntamento de pessoas.

NOTA: Se já foi vacinado(a), contraiu a infeção por COVID-19 ou tem agendamento anterior, o seu pedido não será considerado.

 

 

 

COVID-19: Tem mais de 55 anos? Agende já a sua vacina

 

 

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SAÚDE | Veja aqui se consta na lista de vacinação

por José Pereira (zedebaiao.com), em 16.03.21

 A vacina é segura?  Sim, é. E será retomada dentro de dias.

O chefe da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesu, referiu que, apesar de não haver uma ligação entre a vacina e os casos reportados, "constitui boa prática investigá-los", acrescentando que o comité de peritos da OMS para a segurança das vacinas "está em contacto estreito" com Agência Europeia do Medicamento, que se reúne na quinta-feira para avaliar a vacina AstraZeneca/Oxford.

Na quinta-feira passada, o regulador europeu do medicamento (Agência Europeia de Medicamentos (EMA) indicou que não existem provas de um aumento de risco de coagulação sanguínea em pessoas vacinadas com este fármaco contra a Covid-19.

A Agência Europeia de Medicamentos (EMA) defendeu que "os benefícios" da vacina da AstraZeneca contra covid-19 "superam os riscos de efeitos secundários", garantindo ainda assim uma "análise rigorosa" às situações de formação de coágulos sanguíneos em vacinados.

"Enquanto a investigação está em curso, a EMA continua a considerar que os benefícios da vacina AstraZeneca na prevenção da covid-19, com o risco associado de hospitalização e morte [devido à pandemia], superam os riscos de efeitos secundários", vinca o regulador europeu em nota de imprensa.

 

 

Insira os seus dados

 

Listas de vacinação_INFARMED.jpg

 

Fase 1

  • A partir de dezembro de 2020:
    • Profissionais de saúde envolvidos na prestação de cuidados a doentes
    • Profissionais das forças armadas, forças de segurança e serviços críticos
    • Profissionais e residentes em Estruturas Residenciais para Pessoas Idosas (ERPI) e instituições similares
    • Profissionais e utentes da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCCI).
  • A partir de fevereiro de 2021:
    • Pessoas de idade ≥50 anos, com pelo menos uma das seguintes patologias:
      • Insuficiência cardíaca
      • Doença coronária
      • Insuficiência renal (Taxa de Filtração Glomerular < 60ml/min)
      • (DPOC) ou doença respiratória crónica sob suporte ventilatório e/ou oxigenoterapia de longa duração
    • Pessoas com 80 ou mais anos de idade.

Nota Informativa

Espere até ser contactado pelas autoridades de saúde.

  • As pessoas com mais de 50 anos e doenças associadas (doença coronária, insuficiência cardíaca, insuficiência renal ou doença pulmonar obstrutiva crónica) e todas aquelas que têm mais de 80 anos vão começar a ser vacinadas a partir de fevereiro.
  • As pessoas entre os 50 e os 79 anos com doenças associadas que não são seguidas pelo Serviço Nacional de Saúde devem contactar o seu médico assistente, para garantir a inclusão na primeira fase do plano de vacinação. Serão, depois, contactadas pelo centro de saúde para o agendamento da vacinação.
  • profissional de saúde em prática isolada e não inscrito numa ordem profissional, deve fazer a sua inscrição no formulário abaixo:

Fase 2 (a partir de abril de 2021)

  • Pessoas de idade ≥65 anos (que não tenham sido vacinadas previamente)
  • Pessoas entre os 50 e os 64 anos de idade, inclusive, com pelo menos uma das seguintes patologias:
    • Diabetes
    • Neoplasia maligna ativa
    • Doença renal crónica (Taxa de Filtração Glomerular > 60ml/min)
    • Insuficiência hepática
    • Hipertensão arterial
    • Obesidade
    • Outras patologias com menor prevalência que poderão ser definidas posteriormente, em função do conhecimento científico

Fase 3 (em data a determinar após a conclusão da segunda fase)

  • Toda a restante população elegível, que poderá ser igualmente priorizada.

 

Contactos

Folheto Informativo

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Saibam quanto custam as vacinas e conheça o Programa e Calendário Nacional de Vacinação 2017 (Pode aceder aqui ao Programa mais pormenorizado ( PDF - 3038 Kb )

Saibam que a vacina do sarampo, entre todas as outras consideradas cientificamente como essenciais, são gratuitas, contudo, algumas doses complementares só são aplicadas em grupos de risco,  tal como referido no Programa Nacional de Vacinação.

Mas também há mais algumas, que a esmagadora maioria dos pediatras aconselham,  e que se pagam bem caro, nem sempre acessíveis a toda as famílias,  sendo por isso os pais obrigados a fazer opções ( como por exemplo a vacina para a meningite B e a rotavirus. Cada dose chega a custar € 98,36 e podem ser necessárias 2, 3 ou 4 aplicações.

 

Mas esta é uma matéria que a ciência deve fundamentar e demonstrar o que é melhor para todos os nossos filhos e para benefício da Saúde Pública. Devemos por isso confiar nos médicos e técnicos de saúde,  estando sempre à alerta para outros interesses financeiros, que também infetam os médicos e os decisores políticos. 

vacinas sarampo meningite e rotavirus.jpg

 

Aceda aqui ao Programa Nacional de Vacinação (PNV) que entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2017 e que veio implementar algumas novidades, tais como reduzir a vacinação gratuita apenas para a proteção de grupos de risco.

Calendário de vacinação recomendado.jpg

Mas deixamos o alerta de que, segundo o plano de vacinação 2017, tudo indica que determinadas vacinas consideradas complemetares só estão previstas quando identificados grupos de risco.

Vacinação só em caso de risco.jpg

 

 

 

A vacinação contra a meningite B tem estado a ser avaliada e consta que só será gratuita  para crianças com défice de imunidade. Quanto às grávidas, estas passam a poder ser vacinadas contra a tosse convulsa, com vista à protecção dos seus filhos até aos dois meses de idade, altura em que estes receberão a vacina. A vacinação da grávida deverá ocorrer por volta da 20.ª semana de gestação.

 

Quase todos os pediatras aconselham a toma da vacina que protege contra a meningite B. Chama-se Bexsero® e não é comparticipada. Segundo a informação prestada pela DECO, cada dose custa € 98,36 e podem ser necessárias 2, 3 ou 4: dependendo da idade da criança.

A meningite B é uma doença rara, mas grave: em 2011 a incidência foi de 0,58 casos por cada 100 mil habitantes. Pode ser fatal em 5% dos casos, deixar sequelas neurológicas ou causar perda de audição, alterações cognitivas, cicatrizes cutâneas e amputações.

A vacina contra a meningite B é administrada na coxa dos bebés e no braço das crianças, adolescentes e adultos. Só se pode tomar depois dos 2 meses. De acordo com a idade, as doses variam:

• 2 a 5 meses: 3 doses + 1 reforço.
• 6 a 11 meses: 2 doses + 1 reforço.
• 12 a 23 meses: 2 doses + 1 reforço.
• 2 a 10 anos: 2 doses.
• A partir dos 11 anos, inclusive adultos: 2 doses.

A meningite provocou a morte de 40 pessoas em Portugal em 2015, o que traduz um agravamento de 17,6% face aos 34 casos registados em 2014, revelou o Instituto Nacional de Estatística.

 

Rotavírus (RV) é o agente causal mais frequente em todo o mundo. Estima-se que cerca de 600.000 a 870.000 crianças, por ano, devido a gastroenterite aguda (GEA) provocada por este vírus e que mais de 80% destas mortes ocorram em países em vias de desenvolvimento (1-3).

O rotavírus A é responsável por mais de 90% das gastroenterites por rotavírus nos humanos e é endémico em todo o mundo. A cada ano os rotavírus provocam milhões de casos de diarreia nos países em vias de desenvolvimento, quase 2 milhões necessitam de hospitalização e estima-se que haja 453 mil mortes de crianças menores de cinco anos devido a esta doença, 85% das quais vivem em países não desenvolvidos.

 

Devido à elevada mortalidade, a Organização Mundial de Saúde (OMS) recomendou a introdução da vacina, em duas doses, às seis e 10 semanas (na Europa faz-se aos quatro e aos 10 meses).

 

Cerca de 580 crianças morrem diariamente em África devido a infecções gastrointestinais provocadas pelo rotavirus, um número que contrasta com as 200 mortes anuais na Europa e as 20 a 40 nos Estados Unidos. 

 

Principais causas de morte em POrtugal.jpg

Top 5 dos medicamentos em que o Estado gasta mais dinheiro (com base nos dados de 2015)

1.            Medicamentos para tratamento do cancro – 234 milhões de euros

2.            Tratamento do VIH/Sida - 212 milhões de euros

3.            Antidiabéticos – 174 milhões de euros

4.            Doenças inflamatórias (como artrite reumatóide, artrite psoriática ou doença de Crohn)

5.            Doenças raras – 82,8 milhões de euros

 

Para efeitos de comparaçao, deixamos aqui alguma informação relativa a anos anteriores.

Quadros resumo:  

2015 - Download pdf  - Quadro resumo de apoio à prática clínica com informação relevante relativa às vacinas que não estão integradas no Programa Nacional de Vacinação elaborado pelas colegas Maria João Pinto e Mariana Afonso.

As colegas apresentam, de início, um resumo das "características" de cada vacina: pneumococo, rotavirus, varicela, hepatite A e influenza e, depois,  um "calendário tipo" para estas vacinas.

2015 - PNV & Vacinas extra-plano - Quadro resumo elaborado pela colega Brenda Domingues que integra o PNV com as vacinas extra-plano - Download pdf

 

Versões anteriores: 

2015 - Norma DGS com integração da vacina Pn13 no PNV - Programa Nacional de Vacinação. Introdução da vacina conjugada de 13 valências contra infeções por Streptococcus pneumoniae (Pn13) - Download pdf

 

2014 - Programa Nacional de Vacinação - Alteração do esquema da vacina contra infeções por vírus do Papiloma humano (HPV)

2012 - Programa Nacional de Vacinação 2012 - PNV 2012 (pdf) 

2008 - Link para Circular normativa PNV + Vacina HPV 2008

 

Fontes:

http://www.spp.pt/UserFiles/file/Comissao_de_Vacinas/RV-Recomendacoes_09_final.pdf

https://www.maemequer.pt/desenvolvimento-infantil/saude-infantil/dicionario-da-saude-do-bebe/o-que-e-o-rotavirus/

https://pt.wikipedia.org/wiki/Rotavirus

http://www.consumer.es/web/es/salud/2007/02/18/160053.php

http://www.who.int/immunization/topics/rotavirus/en/

http://www.dn.pt/ciencia/saude/interior/rotavirus-mata-580-criancas-por-dia-em-africa-1269631.html

https://pt.wikipedia.org/wiki/Meningite

https://www.saudecuf.pt/mais-saude/doencas-a-z/meningite

http://www.mgfamiliar.net

 

 

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